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	<title>Arquivo para André Brito - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para André Brito - Só Sergipe</title>
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		<title>Segurança do trabalho será tema de fórum em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 18:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[engenheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segurança no trabalho é um assunto de importância ímpar que vem tomando corpo a cada dia em todos os segmentos sociais. Por isso é que Sergipe ganhou um evento para debater esse tema. Será realizado, no período de 21 a 23 de março, no auditório da Faculdade Pio Décimo, na rua Estância, o 1º [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A segurança no trabalho é um assunto de importância ímpar que vem tomando corpo a cada dia em todos os segmentos sociais. Por isso é que Sergipe ganhou um evento para debater esse tema. Será realizado, no período de 21 a 23 de março, no auditório da Faculdade Pio Décimo, na rua Estância, o 1º Fórum de Segurança do Trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece não só pelo fato da preservação da saúde e da segurança de trabalhadores, como também pelas condições efetivas de redução de custos com doenças e acidentes relacionados ao trabalho. O objetivo do evento é disseminar a cultura prevencionista e aumentar a conscientização dos trabalhadores que a segurança deve estar sempre em primeiro lugar nas ações diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Engenheiros, tecnólogos, técnicos, professores, alunos, profissionais da área, empresários do ramo e demais interessados participarão do encontro que prevê a participação de cerca de 400 pessoas. Palestrantes de renome nacional já agendaram suas presenças, a exemplo de Rafael Cruz (Hércules), Willians Domingos (Ansell Brasil) e Ronaldo Silva e Rafael Monteiro, ambos da Honeywell.</p>
<p style="text-align: justify;">As palestras que comporão o  1º Fórum de Segurança do Trabalho são: Segurança em atmosfera dos espaços confinados; Projeção do corpo com vestimentas químicas, PAS, e proteção das mãos; e Segurança no trabalho em altura.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Para a engenheira de segurança Sandra Rocha, uma das coordenadoras do evento, o 1º Fórum “Será um verdadeiro marco na discussão sobre saúde e segurança no trabalho em Sergipe. Queremos despertar sobre o tema e fazê-lo a cada dia mais importante, a fim de que tenhamos menos trabalhadores sofrendo acidentes em todos os segmentos de trabalho”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Números</strong> &#8211;  Segundo dados do Anuário Estatístico da Previdência Social (AEPS) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), somente em 2014, foram registrados, no Brasil, 704.136 acidentes de trabalho. Sendo a área hospitalar o segmento com maior índice de acidentados. Em Sergipe, também em 2014, ocorreram 3.138 acidentes de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas ocorrências são responsáveis por altos custos diretos e indiretos para as empresas porque comprometem a produtividade, tempo gasto com o socorro, perdas associadas às questões emocionais, inclusive dos colegas de trabalho, além da perda da vida e as altas indenizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem quiser participar pode fazer a inscrição através dos sites: <a href="http://www.piodecimo.edu.br/faculdade">www.piodecimo.edu.br/faculdade</a> e<a href="http://www.fielferramentas.com.br/">www.fielferramentas.com.br</a>. Os contatos podem ser feitos por meio dos números (79) 999777012 ou 988688110. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Metástase social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 18:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão Nascimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu estava pensando: &#8211; Porra, André, você nunca mais escreveu? Faltou inspiração ou faltaram palavras? Vê se toma vergonha nessa cara barbada! [box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] Esse meu diálogo quase onanista com meu amigo pensar me deixou em um vácuo existencial sem tamanho. Refleti! Cheguei à conclusão: não escrevia porque havia tanta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu estava pensando: &#8211; Porra, André, você nunca mais escreveu? Faltou inspiração ou faltaram palavras? Vê se toma vergonha nessa cara barbada!</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Esse meu diálogo quase onanista com meu amigo pensar me deixou em um vácuo existencial sem tamanho. Refleti! Cheguei à conclusão: não escrevia porque havia tanta coisa acontecendo que não sabia sobre o que falar. É sério. O montante de assuntos virou um problemão (igual ao Roger Federer que teve problemas no início da carreira por ter tantas opções de jogadas que não sabia o que fazer). Parei respirei e decidi ser cirúrgico.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos não sei quantos meses (pra não dizer séculos), vivenciamos inúmeros fatos nacionais e locais, voltados à corrupção, à violência urbana, aos desserviços públicos. Jogue esses ingredientes num liquidificador social e teremos: o Brasil! Cara, na moral, isso aqui não tem jeito! E não é de agora.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-6601 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-212x300.jpg" alt="Brasil de cabeça para baixo" width="212" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-212x300.jpg 212w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-768x1087.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-723x1024.jpg 723w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo.jpg 1130w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" />Vamos fazer uma analogia pura e simples com uma doença: o câncer. Quando esse problema de disfunção celular entra em metástase, o carcinoma se espalha pelo corpo e aí já era. O Brasil entrou em uma metástase social. Não tem Moroterapia que dê jeito. A corrupção está entranhada no sangue, na pele, nos poros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mário de Andrade, fio do cabrunco assertivo, fez uma análise certeira (igual a uma flecha guarani) do traço corruptivo no Brasil, ao escrever Macunaíma – o herói sem nenhum caráter. Chega a ser monstruoso o dardo envenenado no coração!</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Eu, um esperançoso por natureza, baixei minha cabeça, lacrimei, ouvi um arrocha e me entorpeci bebendo vinho com o Ira! A minha sensação foi a mesma do Capitão Nascimento ao saber que tinha trabalhado em prol do sistema, achando que o estava combatendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, a sensação de desesperança é um vazio na alma tão destrutivo que provoca um sentimento niilista absurdamente dormente e evasivo. (porraaa, nem sei o que falei. Eita, falei porra).</p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber? Vou correr pra ser blasé!</p>
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		<title>Fazendo a mente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2016 19:31:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses estava com alguns minutos de folga. Cabeça vazia, pensamentos viajantes e comecei a fazer uma coisa que não tenho feito frequentemente ultimamente incessantemente (haja mente): fui ver televisão. Cara, só tem miséria. Tem mais coisa ruim acontecendo do que a palavra miséria na boca de um soteropolitano durante uma conversa de quinze minutos. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses estava com alguns minutos de folga. Cabeça vazia, pensamentos viajantes e comecei a fazer uma coisa que não tenho feito frequentemente ultimamente incessantemente (haja mente): fui ver televisão. Cara, só tem miséria. Tem mais coisa ruim acontecendo do que a palavra miséria na boca de um soteropolitano durante uma conversa de quinze minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Assassinatos, roubos, assassinatos, corrupção, assassinatos&#8230; Mas uma coisa que me chamou a atenção e sobre a qual venho refletindo já há muito tempo é a procura da razão de tanta coisa ruim acontecer assim neste Brasil ladronil. Evidentemente a análise profunda da conjuntura requer um laboratório vasto com equipe multidisciplinar e entregue beneditinamente a fim de descobrir o cerne mais introspecto disso tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, em uma visão um pouco mais restrita e certeira, o tráfico de drogas está quase que sempiternamente entremeando os meandros da violência urbana. Além do maconheiro, do cocaineiro, do crackeiro e do trafiqueiro, a quem interessa o tráfico? Essa pergunta é perspicaz. Mas não tenho resposta.</p>
<figure id="attachment_3931" aria-describedby="caption-attachment-3931" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-3931 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/02/fazendo-a-mente-300x225.jpg" alt="Foto: Divulgação via BuzzFeed" width="300" height="225" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/02/fazendo-a-mente-300x225.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/02/fazendo-a-mente-768x576.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/02/fazendo-a-mente-1024x768.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/02/fazendo-a-mente.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-3931" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação via BuzzFeed</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa eu sei: qualquer negócio só sobrevive porque existe o cliente. Se acabar com o cliente, acaba o negócio. No caso do tráfico, o que se droga deveria ser tratado como traficante, afinal de contas, é este indivíduo que mantém a p%#@ do negócio funcionando.</p>
<p style="text-align: justify;">Milhões de pessoas no Brasil estão jogando suas vidas no abismo dos barbitúricos, alucinógenos e ‘fazedores de mente’. Maior rigor na lei e na sua aplicação é, dentro dessa análise restrita e certeira sobre a qual falei, a única opção que existe hoje para dar uma freada na matriz da maioria dos problemas de violência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou então liberem essa p#%@, arrecadem-se impostos e deixem o circo pegar fogo. Quero ver para quem o palhaço vai dar sinal. Quero ver quem vai acudir a bandeira nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Microcefalia é das antigas ou a ditadura da fuleiragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2016 00:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[microcefalia]]></category>
		<category><![CDATA[petrolão]]></category>
		<category><![CDATA[zika vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu publiquei uma entrevista com o mosquito Aedes do Egito (proveniente de lá onde rolaram as terríveis pragas). Bastante esclarecedora, a conversa com o poderoso ex-mosquito da dengue (agora agregou mais doenças ao nome e à sua altíssima periculosidade) levantou questões que mais parecem feridas cálidas abertas por uma bomba atômica de Hiroshima. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu publiquei uma entrevista com o mosquito Aedes do Egito (proveniente de lá onde rolaram as terríveis pragas). Bastante esclarecedora, a conversa com o poderoso ex-mosquito da dengue (agora agregou mais doenças ao nome e à sua altíssima periculosidade) levantou questões que mais parecem feridas cálidas abertas por uma bomba atômica de Hiroshima.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</u></p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo dessas feridas é a falta de cuidado que o brasileiro tem na prevenção de doenças, na falta de higiene exacerbada, na malemolência que tende mais a reagir do que proagir. Resumindo: ô descaso desgraçado! O cara prefere pagar uma grana altíssima comprando repelentes, venenos, terços e ave-marias a ter que simplesmente evitar a proliferação de criadouros do mosquito.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> É mais fácil criar cotas que criar condições favoráveis de ensino. É mais fácil dar dinheiro sob a máscara de bolsas salvadoras que gerar emprego, fazendo com que haja distribuição de renda e, assim, redução das desigualdades sociais.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> E o pior é que a nossa terrível história de ‘jeitinhos’ e traçados distintamente falcatruosos só aponta para uma direção: “Tiririca, pior do que está fica”. Fazendo uma paródia do célere slogan da campanha do nosso querido palhaço parlamentar, o futuro sempre foi (e será) pior que o passado.  Nem Schopenhauer poderia apontar um pessimismo tão involucrável!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Mas parece que uma luz no fim do túnel se abrasa e incandesce: estamos nos tornando um país exportador! Exatamente, meus queridos, o Brasil agora terá um produto que tomará conta das américas: o Zika vírus e sua terrível relação com a microcefalia. Finalmente, seremos um país exportador, que atingirá uma massa enorme de pessoas.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Putz, isso dá um orgulho do C*%&amp;#@#!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Mas essa história de microcefalia não é novidade. Por quantas e quantas vezes eventos no país aconteceram por ações medíocres e microcéfalas?<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Vixeeeeee, bote evento nisso!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> A economia e a política são grandes baús de histórias e causos antigos onde se sobressaem o grotesco, o ridículo, o insensato, o corrupto, o desleixado&#8230;ufa&#8230; tudo de ruim que se pode produzir em uma sociedade. Mas isso não se dá somente na esfera dos mandatários que se revezam no poder desde o tempo da microcéfala descoberta (invasão seria o termo mais adequado) tupiniquim. A ditadura da fuleiragem se dá em todos os níveis: populares, cultos, indoutos, retrógrados, progressistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Mário de Andrade foi rechaçado porque escreveu Macunaíma, relacionando esta personagem ao caráter ético dos habitantes desta terra. E olhe que o que se sobressai mais no anti-herói é a presença da preguiça. Imagine se houvesse petrolão naquela época! E, como um bom brasileiro que foi, negou tal caráter, argumentando que a crítica da obra era ao caráter étnico.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Arregou!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Evidentemente que, nesta árvore imensa cujos galhos produzem frutos altamente diferenciados, há muitos deles que já não nascem putrefatos. Há muita coisa boa, muita madeira aproveitável, muitos ninhos feitos com segurança e retidão. Mas, infelizmente, não é a maioria.</p>
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		<title>Tá vendo aí, Zé Oreba?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2016 21:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Senhora da Glória]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses me deparei com um livro de Filosofia (a grande arte de pensar o mundo e a si mesmo) e senti uma nostalgia devastadora. Minha alma parecia saltar igual à raposinha da fábula, sem alcançar a alegria das uvas. Minha tristeza é por saber quanto se tem esquecido a verdadeira face da mãe de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses me deparei com um livro de Filosofia (a grande arte de pensar o mundo e a si mesmo) e senti uma nostalgia devastadora. Minha alma parecia saltar igual à raposinha da fábula, sem alcançar a alegria das uvas. Minha tristeza é por saber quanto se tem esquecido a verdadeira face da mãe de todas as ciências; o quanto se despreza o conhecimento em detrimento da informação superficial.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u>Cara, é coisa de doido! A superficialidade das informações toma o lugar paupaupaulatinamente a importância de se conhecer profundamente ou até mesmo os assuntos.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> -“Tava no fluxo, avistei a novinha no grau&#8230;”<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, mudando de pau pra cacete, fiquei estupefato, absorto e com vontade de vomitar quando vi (quando estava navegando pelas águas infindas da internet) um edital de um concurso em 2010 com vistas ao provimento de vagas no município sergipano de Nossa Senhora da Glória, terra boa, capital do ouro branco (e tome leiteeeee!!!).<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Velho, os salários destinados aos cargos de Professor eram maravilhas da natureza do mundo bizarro (lembra da Liga da Justiça? Havia o Bizarro, vilão contrário do Super-Homem). O Professor nível 1 tinha salário previsto de R$ 380,00, sendo 40 horas semanais, com exigência de formação no Magistério ou Pedagogia com Habilitação para o Ensino Fundamental.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; O nível está correto? Não deveria ser nível 0?<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Tudo bem, você pode até dizer que o ano era de 2010 e coisa e tal. Porém o que me chamou a atenção foi o fato de que o valor do salário previsto para esse cargo era o mesmo para pedreiro, eletricista, agente de serviços gerais e auxiliar de dentista. Ah, o vigilante também! Para essas profissões, a exigência de formação é&#8230; hummm&#8230; Ensino Fundamental Incompleto&#8230;<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; É pra rir?!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Não!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; É pra chorar?<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Também não! Fique na sua, você nem liga pra isso!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Aí eu fui fuçar mais um pouquinho (remexer em baú só dá problema) e descobri que havia cargos com salários maiores, a exemplo de técnico em laboratório e auxiliar de enfermagem, com salários previstos à época de R$ 600,20, e exigência de Ensino Médio completo. Claro que você, se fizesse o concurso, precisaria de um curso que habilitasse vossa senhoria a exercer a função.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u>Mas, se você tivesse nível superior em Letras &#8211; Inglês, História, Matemática e Educação Física poderia concorrer a um cargo acima do nível 1 e subir para um super salário de R$ 591,36. Já iria ganhar mais que um pedreiro.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Peraí, mas é mais baixo que o técnico.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Tá vendo aí, Zé Oreba, foi estudar pra quê? Kkkkkkk<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Ainda tem gente que pergunta por que essa %$#@* de país está do jeito que está. Ah, vá à *&amp;%$#.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; “Tava no fluxo, avistei a novinha no grau! Sabe o que ela quer?”</p>
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		<title>TÉIN&#8230;TÉIN&#8230;TÉIN&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 18:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Maracanã]]></category>
		<category><![CDATA[Trem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu passava ali na avenida Rio de Janeiro (tentaram batizá-la como avenida Augusto Franco, mas não teve jeito. Quando o povo quer, é assim!) e lembrava dos tempos de menino. Eu nasci na casa nº 1288, quase esquina com rua Guaporé. Nessa época, não era possível o trânsito de carros. As casas ficavam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu passava ali na avenida Rio de Janeiro (tentaram batizá-la como avenida Augusto Franco, mas não teve jeito. Quando o povo quer, é assim!) e lembrava dos tempos de menino. Eu nasci na casa nº 1288, quase esquina com rua Guaporé. Nessa época, não era possível o trânsito de carros. As casas ficavam a uma certa altura, como se fosse uma pequena colina. Descíamos na grama em pedaços de papelão, nos invólucros de cachos de coco, que mais pareciam navios rompendo o mar imenso.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Na frente, depois da linha do trem, havia um terreno, com minadouros e córregos, popularmente conhecido como “Xoxota da Véia” – era assim mesmo que se chamava. Lá havia um campinho de futebol, cujas traves eram troncos de coqueiro. Certa vez, perdemos para um time de outra zona (era assim que se chamava a divisão de bairros entre os guris) por sete a zero. Como eu era muito pequenininho (acho que tinha uns cinco a seis anos), não quiseram me colocar de primeira. Acho que foi por isso que perdemos feio. Se isso me dói até hoje, imagine os jogadores da seleção brasileira depois da derrota pra Alemanha no Maracanã. Se bem que nós, crianças apaixonadas pelas brincadeiras, tínhamos paixão pelo que fazíamos. Já os profissionais&#8230;não sei dizer.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Enfim&#8230; muitas mulheres iam para a “Xoxota da Véia” com as trouxas de roupa equilibradas na cabeça sobre uma rodilha de pano (era o tempo que só mulheres executavam essa atividade!).<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Quer que eu fale a verdade?<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Diga lá!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Era um tempo bom!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> A gente também, nas imediações da Rio de Janeiro com Guaporé, brincava de muitas coisas: pega-ladrão, salve-latinha, pembarra ou bimbarra. Mas havia uma que me deixava alucinado: jogar pedra no trem. Claro que eu fazia escondido de minha mãe. Ela já me proibira de fazer isso. Por sinal, quando o trem passava (a linha férrea está lá intacta), ela não permitia que ficássemos na rua.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; André, o trem chama. Se ficar perto, morre!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Eu me revoltava contra o trem porque ‘ele chamava’ e lhe atirava pedras nos vagões.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Téin&#8230;téin&#8230;téin. Era mais ou menos assim o choro onomatopaico que aquele monstro de ferro deixava sair das paredes dos vagões enfileirados militarmente.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> O trem passando me dava a impressão de imponência, de solidez, de certeza de chegada ao destino. Tudo parava para o trem passar.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Foi então que me peguei pensando:<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Por que acabaram com esse meio de transporte tão eficaz, barato, seguro, coletivo?<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Os trens são capazes de dirimir, e muito, o problema do inchaço das cidades por causa do trânsito. O metrô é uma grande saída para esse infortúnio de que milhões e milhões de pessoas padecem diariamente neste país sem rumo.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> E tem mais: por que o transporte de grão não é feito completamente por trens? A quem interessa a utilização das mortais rodovias e do consumo de combustíveis fósseis?<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Alguém me responda!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> Aracaju é uma cidade plana, possui linha férrea, tem um desenho arquitetônico interessante para a promoção de mais ferrovias e uma consequente fluência mais acentuada com redução do tráfego de carros, caso houvesse um transporte coletivo de qualidade, segurança, conforto e acessibilidade.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> [box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] Sinceramente, como não sou Engenheiro do Havaí, devo ser burro demais para entender que o trem é porcaria, que não há vantagem alguma de mudar o transporte coletivo e que ninguém ganha em manter um serviço rodoviário de baixo nível, com ruas estreitas e esburacadas e horríveis, motoristas tresloucados, superlotação em todas as linhas, um quebra-coco-sem-fim. Eu devo ser surdo, cego, mudo e abestadóóó!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> &#8211; Garcia, taca uma pedra aí na minha cabeça! Aliás, três!<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Téin&#8230;téin&#8230;téin!</p>
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		<title>Nenhuma saudação ao Papai Noel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2015 19:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu estava assistindo ao Jornal Nacional e via uma matéria sobre o incêndio no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, ocorrido no 21 de dezembro. Velho, já não bastam os assassínios com a língua, agora também tem que queimar a bichinha? Dias desses eu estava revirando algumas caixas, sobras de mudanças e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu estava assistindo ao Jornal Nacional e via uma matéria sobre o incêndio no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, ocorrido no 21 de dezembro. Velho, já não bastam os assassínios com a língua, agora também tem que queimar a bichinha?</p>
<p style="text-align: justify;">Dias desses eu estava revirando algumas caixas, sobras de mudanças e me deparei com um CD de músicas, que se remetiam à minha época de adolescente punkrockheadbanger. E, dentre as pérolas musicais da época, havia uma canção da banda ‘careca do Brasil’ Garotos Podres: o hit ‘Papai Noel’, uma canção anticapitalista que dizia assim:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Papai Noel, velho batuta,<br />
Rejeita os miseráveis.<br />
Eu quero matá-lo.<br />
Aquele porco capitalista<br />
Presenteia os ricos,<br />
Cospe nos pobres”.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A letra da banda skinhead tupiniquim tem, mesmo na sua raivosidade peculiar à natureza roqueira da periferia da época, um quê de verdade: o brinde do Natal aos que têm condições de comprar, comprar, comprar. Em vez do aniversariante – neste caso dizem que Jesus nasceu em dezembro – ser o grande celebrado no Natal, Papai Noel se torna a figura central do momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, na Sala de Justiça&#8230; esquecemos que o Natal é o nascimento de Jesus, o símbolo maior e razão da existência do Cristianismo. Durante o ano inteiro, esquecemos a pregação do amor, do compartilhamento, da fraternidade, da exaltação à vida, da aproximação com Deus (que são as bases cristãs) e, simplesmente, substituímos isso tudo pelo amigo secreto e pelo pinheiro de plástico.</p>
<p style="text-align: justify;">Dinheiro entra em tudo. Mas o bichinho não tem culpa de nada. Ser inanimado como é, apenas se transforma na vontade das pessoas. Estas, sim, que deveriam aprender todo mundo é importante, que cada ser humano é um presente embrulhado para o outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Troque o panetone por um sorriso de alguém que não tem o que comer o ano inteiro. Troque o peru por um abraço em uma criança na rua, cujos olhos são desprovidos de esperança. Troque a árvore plástica pelo apertar de mãos de alguém que não se preparou e não teve oportunidades na vida e dê-lhe o que falta.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida nos dá a oportunidade de vivenciar um Natal TODO OS DIAS DO ANO. O problema é que vivemos esperando o Papai Noel. Mas deixe-me contar um segredo: ELE NÃO EXISTE!</p>
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		<title>Entrevista com mosquito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 22:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu estava dobrando a esquina e encontrei, esgueirando-se de forma sorrateira, o mosquito Aedes Aegypti, o inimigo público número&#8230;hummmm&#8230;peraí&#8230; Está entre os 100 primeiros inimigos públicos (com tanto corrupto em tudo que é canto, fica difícil falar quem é o nº 1). Seguindo a linha&#8230; encontrei com o famigerado sanguessuga, monstro inescrupuloso transmissor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu estava dobrando a esquina e encontrei, esgueirando-se de forma sorrateira, o mosquito Aedes Aegypti, o inimigo público número&#8230;hummmm&#8230;peraí&#8230; Está entre os 100 primeiros inimigos públicos (com tanto corrupto em tudo que é canto, fica difícil falar quem é o nº 1). Seguindo a linha&#8230; encontrei com o famigerado sanguessuga, monstro inescrupuloso transmissor de dores nas articulações e corpo inteiro, de microcefalia e de desespero populacional inveterado.</p>
<p style="text-align: justify;">Rapidamente, puxei o veneno (temos que andar prevenido!), o repelente e a raquete elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Vai morrer, carniça!<br />
&#8211; Espere! Não me mate! Eu tenho filhos&#8230; e muitos!<br />
&#8211; Diga suas últimas palavras!<br />
&#8211; Pode ser em entrevista?<br />
&#8211; Hã?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Eu sei que você é jornalista. Então me deixe passar minha versão da história.</p>
<figure id="attachment_3454" aria-describedby="caption-attachment-3454" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-3454 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/12/entrevistadengue-300x150.jpg" alt="entrevistadengue" width="300" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/12/entrevistadengue-300x150.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/12/entrevistadengue.jpg 660w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-3454" class="wp-caption-text">Entrevista exclusiva com o Mosquito da Dengue.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O danado é malandro mesmo. Sabe que tem direito de defesa pública. E pensando bem, estava diante de um bandido que jamais falou em público. Se Gugu (em uma ânsia louca por audiência e freak show) entrevistou Susane Von %$#@ e outros seres (des)humanos, por que eu não poderia entrevistá-lo? Rapidamente acionei o aplicativo de gravação de voz do smartphone (fiquei com medo apenas de ser assaltado. Afinal, na rua, ninguém deve dar vacilo, senão ‘morreu Maria Preá) e comecei a entrevista:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eu</strong> – Aedes, por que você entrou no mundo do crime?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mosquito</strong> – Cara, é da minha natureza. Mas, se você reparar bem, eu pareço com muita gente que está por aí. Veja: sou sanguessuga. Quantos políticos não são? Transmito doenças. Quantas pessoas não fazem isso também, e de forma consciente? Dou umas picadas. E quem não dá? Se ligou?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eu</strong> – E Por que você decidiu aumentar seu poder de fogo, transmitindo três doenças, uma pior que a outra?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mosquito</strong> – Isso é complexo de explicar. Mas vou resumir. Primeiro: é uma ação de Marketing. No mundo animal, quem tem força comanda. No meio dos humanos também é assim. Traficante que se preza ostenta armas. Político vive se gabando que tem influência e tudo mais. Então eu sigo a vibe. Segundo: temos que ser darwinistas. Quem não se adapta não sobrevive. Ou seja, preciso ser multifuncional para acabar com a concorrência. Então eu carrego vários problemas, fico famoso, respeitado e viro o ‘dono do morro’.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eu</strong> – Mas muita gente está sofrendo. Você não sente remorso por causa disso?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mosquito</strong> – Cara, você sabe porque eu virei essa celebridade toda? Por causa de vocês humanos. Quem mandou vocês vacilarem? Bicho, tem lugar em tudo que é canto pra eu depositar meus ovos. P&#8230; eu olho prum lado, tem copos descartáveis, garrafas pet, pneus. Olho pro outro, vejo cacos de plantas, vasinhos chiques, calhas sujas, ferro velho&#8230; Um bando de gente displicente preocupada com a vida alheia e esquece que eu estou na área. A culpa é minha? De jeito nenhum. Vocês que vacilam. Aí criam campanhas caras em tudo que é mídia, dinheiro pra tudo que é lado, forças armadas nas ruas&#8230;kkkkkkkk (momento whatsapp)&#8230; pra quê? Pro carinha jogar o lixo no quintal e permitir que eu coloque meus ovos? Eu dou é risada!!!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eu</strong> – E por que você não vira um mosquito normal, sugando seu sanguezinho na boa, sem fazer mal a ninguém?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mosquito</strong> – Aí ninguém vai me respeitar. Malandro que se preza adquire respeito. Me deixaram crescer, vacilaram, agora tem que aguentar o Aedinho aqui. E tem mais: vocês brasileiros não têm que reclamar de nada não. Tem doença bem pior circulando e vocês decidiram pegar no meu pé. Por que neguin fura fila, cobra propina, se corrompe, compra voto, compra certificados, mente pra todo mundo, corta o dedo, fura o olho, faz delação premiada e ninguém fala nada? Só o mosquito aqui é quem paga o pato, é?</p>
<p style="text-align: justify;">O desgraçado do mosquito colocou violinos no meu ouvido e minhocas na minha cabeça. Fiquei me sentindo lixo. Prontamente me recuperei e mantive a postura. Enraivecido (mesmo tendo milhões de perguntas), matei o mosquito com o veneno (só pra vê-lo agonizar). Depois dei uma raquetada na minha cabeça, pra ver se aprendo a deixar de ser besta.</p>
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		<title>A degradação do intelecto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 12:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Delcídio]]></category>
		<category><![CDATA[Edson]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses me revoltei e parei de escrever&#8230; fiquei me perguntando o porquê de exercitar a arte de pensar, de me debruçar sobre mim mesmo e sobre os assuntos que nos cercam, transformar o SUORPENSAR em palavras&#8230; em períodos&#8230; em parágrafos&#8230; em texto&#8230; em reflexão. [box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]  &#8211; Pra quê, doutor!? Nossa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses me revoltei e parei de escrever&#8230; fiquei me perguntando o porquê de exercitar a arte de pensar, de me debruçar sobre mim mesmo e sobre os assuntos que nos cercam, transformar o SUORPENSAR em palavras&#8230; em períodos&#8230; em parágrafos&#8230; em texto&#8230; em reflexão.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8211; Pra quê, doutor!? Nossa intelectualidade virou a lama de Mariana&#8230; e, em enxurrada frenética do tipo “lá vem o Brasil descendo a ladeira”, deixou de pensar o que o país precisa e passou a exercer o papel de “sempre mais do mesmo”, pedra cantada por Renato Russo ainda na década de 80.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos ‘heróis’ intelectuais, que sobreviveram à ‘ditadura’, gozaram de direitos e salários (e ainda o gozam zam zam), tiveram passagem gratuita para países chiques da Europa, viraram ícones da voz dos mais sofridos (Luiz Gonzaga canta uma música bacana pra essa história: “que mentira, que lorota boa”).</p>
<p style="text-align: justify;">Anos depois, o Brasil vive a pior das crises políticas, um  tsulama de corrupção, escândalos e coisas que nem nome têm&#8230;mesmo assim&#8230; os únicos poetas e artistas outros que saem na ‘porrada’ com o que está aí são os adeptos do Bailão do Robyssão&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Onde estão os nossos heróis? Onde estão as vozes que clamaram e lutaram por um país livre e dias melhores?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Nem me pergunte.</p>
<p style="text-align: justify;">-Por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Não sei responder.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ah, tá!</p>
<p style="text-align: justify;">Olhe, cara, quer saber, vou dançar pagode. Não quero mais MPB. Pelo menos o Delcídio foi preso&#8230;</p>
<p>&#8211; Vamos dançar um reggae!!! Chama o Edson!!!</p>
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		<title>A cultura do C&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2015 16:49:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[cu]]></category>
		<category><![CDATA[Patativa do Assaré]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu estava pensando em escrever uma crônica sobre a mediocridade dourada que vivenciamos no dia a dia, a superficialidade intelectual criada em quinze minutos de leitura de redes sociais blá blá blá blá&#8230; Aí foi quando me mostraram uma &#8230; um&#8230; sei lá&#8230; não sei dar nome a isso (vou ver se falo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu estava pensando em escrever uma crônica sobre a mediocridade dourada que vivenciamos no dia a dia, a superficialidade intelectual criada em quinze minutos de leitura de redes sociais blá blá blá blá&#8230; Aí foi quando me mostraram uma &#8230; um&#8230; sei lá&#8230; não sei dar nome a isso (vou ver se falo com Adão, o primeiro homem, foi ele quem deu nome a tudo)&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Vou chamar de cena grotescanalha: um ‘espetáculo’, encenado no Ceará, mais precisamente no teatro SESC Patativa do Assaré (o grande poeta do Cariri cearense, ícone da poesia do Cante lá que eu canto cá), durante a Mostra SESC Cariri de Culturas. O troço que, carregado de pretensão insólita é chamado de arte, foi nominado ‘Macaquinhos&#8230; ARTE DE EXPLORAR O CU ALHEIO. (Garcia, pode falar essa palavra aqui?). Cara, o troço (repito) consiste em CUtucar o orifício de saída vetorizada fecal. O projeto é de um grupo de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">PERAÍ, VOU TRADUZIR! O ‘espetáculo performance’ é um bocado de gente nua (homens, mulheres, afins) introduzindo dedos, mãos e pensamentos uns nos ânus dos outros. PERFORMANCE DE EXPLORAÇÃO ANAL, com base em três premissas: aprender que existe cu; aprender a ir para o cu; e aprender a partir do cu e com o cu.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Você tá falando sério?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Sério. E quem banca é &#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; &#8230;!</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Isso mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Tive que refletir! A arte, segundo Aristóteles, é mimese, imitação da realidade. Então, se meu amigo Ari estiver correto, ‘Macaquinhos’ representa muito bem o que estamos vivenciando no Brasil: uma enxurrada de introduções fiofosóficas na população. Eureca. Genial, Macaquinhos!</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Explicando.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Problemas de corrupção ativa, pré-ativa, pró-ativa: empurra no O do povo.</li>
<li>Mensalão: empurra no O do povo.</li>
<li>Petrolão: empurra no O do povo.</li>
<li>Saúde precária em todos os recantos do país:empurra no O do povo.</li>
<li>Educação precária: empurra no O do povo.</li>
<li>Segurança insegura: empurra no O do povo.</li>
<li>Alta do dólar: empurra no O do povo.</li>
<li>Inflação: empurra no O do povo.</li>
<li>Transporte público ordinário: empurra no O do povo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">É uma verdadeira CUTURA, a cultura do cu. O ESPETÁCULO é composto por nove pessoas. Coloquei nove problemas enumerados, assim cada pessoa representa um problema. Viu lá, que o ‘Macaquinhos’ é arte sim, é mimese? Tudo é uma questão de interpretação. Acho que até Patativa entendeu, lá do céu dos poetas! E pensar que eu comecei esse texto achando o espetáculo sem graça. Ah, André, vá pensar antes de falar bobagens&#8230;</p>
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