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	<title>Arquivo para Adema - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Adema - Só Sergipe</title>
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		<title>Velho Chico em Sergipe está sendo monitorado por causa de Brumadinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2019 12:26:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O superintendente especial de Recursos Hídricos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurb), Olivier Chagas, garantiu hoje, 28, que as águas do rio São Francisco em Sergipe estão sendo monitoradas em virtude do rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho (MG).  A informação foi dada em entrevista ao radialista Narcizo Machado, durante o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O superintendente especial de Recursos Hídricos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurb), Olivier Chagas, garantiu hoje, 28, que as águas do rio São Francisco em Sergipe estão sendo monitoradas em virtude do rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho (MG).  A informação foi dada em entrevista ao radialista Narcizo Machado, durante o Jornal da Fan, na Fan FM. Segundo Olivier, o monitoramento é necessário diante do risco da lama com rejeito minério chegar ao Velho Chico. O último boletim do Corpo de Bombeiros em Brumadinho informa que 58 corpos já foram encontrados e 297 pessoas estão desaparecidas. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-01/lista-da-vale-mostra-nomes-de-297-desaparecidos-em-brumadinho">Veja a lista divulgada hoje cedo.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Olivier afirmou que “estamos monitorando a qualidade da água para garantir a oferta deste recurso aos sergipanos. A impressão que a gente tem é que pela distancia e pelas barragens que antecedem o nosso estado, é que a lama não chegue aqui”.</p>
<p style="text-align: justify;">No final de semana, a Adema e a Deso distribuíram uma nota conjunta afirmando que a probabilidade dos rejeitos chegarem a Sergipe era muito remota, mas que o monitoramento estava sendo feito.</p>
<figure id="attachment_15755" aria-describedby="caption-attachment-15755" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-15755 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/barragem-do-rio-poxim-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/barragem-do-rio-poxim-300x196.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/barragem-do-rio-poxim-768x501.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/barragem-do-rio-poxim.jpg 900w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-15755" class="wp-caption-text">Barragem do Rio Poxim também está sendo observada   Foto: Marcelle Cristinne \ASN</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas esse não é o único problema. Um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www3.ana.gov.br/portal/ANA/noticias/45-barragens-preocupam-orgaos-fiscalizadores-aponta-relatorio-de-seguranca-de-barragens-elaborado-pela-ana/rsb-2017.pdf">relatório da Agência Nacional de Águas (ANA)</a> </span>divulgado em 2017, mostrou que a barragem Jaime Umbelino de Souza, conhecida como Barragem do Poxim, em São Cristóvão, apresenta comprometimento nas estruturas. O relatório da ANA diz que o “local apresenta fundação composta de calcário e a presença de várias surgências, que são pontos de água brotando do solo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Olivier Chagas disse que a situação da Barragem do Poxim está sendo acompanhada juntamente com a Companhia de Saneamento e Obras de Sergipe (Deso). “Temos tomado todos os cuidados, com vistorias e análises periódicas”, garantiu.</p>
<p style="text-align: justify;">A Deso informou que a barragem foi construída em cima de uma formação calcária, que possui algumas fissuras que permitem a passagem de água pelo subsolo, mas que essas fissuras foram tratadas com o preenchimento de nata de cimento durante a construção da barragem.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Associação Comercial de Itabaiana pede à Adema mais agilidade  nos processos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2019 13:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Adema]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais agilidade nos processos de licença para que os empresários possam trabalhar. Essa foi a solicitação que o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabaiana (ACEI), Givaldo Marcelino dos Santos, fez ao diretor- presidente da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), Gilvan Dias, em reunião que aconteceu na quarta-feira,16. “O presidente foi muito solícito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais agilidade nos processos de licença para que os
empresários possam trabalhar. Essa foi a solicitação que o presidente da
Associação Comercial e Empresarial de Itabaiana (ACEI), Givaldo Marcelino dos
Santos, fez ao diretor- presidente da Administração Estadual do Meio Ambiente
(Adema), Gilvan Dias, em reunião que aconteceu na quarta-feira,16.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/reunião-acei-e-adema-I-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-15524" width="342" height="257" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/reunião-acei-e-adema-I-1024x768.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/reunião-acei-e-adema-I-300x225.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/reunião-acei-e-adema-I-768x576.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/reunião-acei-e-adema-I.jpg 1280w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /><figcaption>Givaldo Marcelino, o primeiro da esquerda, aguarda nova reunião no dia 15 de fevereiro</figcaption></figure></div>



<p>“O presidente foi muito solícito conosco, vai fazer um check-list das empresas que aguardam liberação da licença e marcou para o dia 15 de fevereiro uma reunião  para explicar aos empresários de Itabaiana a maneira como devem proceder para agilizar a documentação e o processo”, disse Givaldo Marcelino. Nessa audiência, que ainda não tem horário definido, além dos empresários, serão convidados representantes do Ministério Público Estadual e Prefeitura de Itabaiana.</p>



<p><strong>Empréstimos</strong> &#8211; Segundo Givaldo Marcelino, até mesmo para obter empréstimos junto às instituições financeiras, as empresas precisam estar com essa liberação da Adema em dia. “Por isso, é necessário saber como proceder e de forma ágil. A abertura de empresa significa novos  empregos e também pagamento de impostos, tanto para a Prefeitura Municipal como também para o Governo do Estado”, ressaltou.</p>



<p>Além do presidente da ACEI, Givaldo Marcelino, também participaram da reunião, o superintendente do Consórcio Público do Agreste Central Sergipano (CPAC), Caio Marcelo Valença, e a secretária de Planejamento, do Desenvolvimento Sustentável e do Meio Ambiente de Itabaiana, Mariana Mendonça Sena da Costa.</p>



<p><strong>Leia mais:</strong><br><br><a href="https://www.sosergipe.com.br/burocracia-e-fiscalizacao-exagerada-atrapalham-pequenos-empresarios-de-itabaiana/"><strong><em>Burocracia e fiscalização exagerada atrapalham pequenos empresários de Itabaiana</em></strong></a></p>


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		<title>A carcinicultura como atividade sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 13:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por : José Milton Barbosa (*)         Anderson de Almeida (*) &#160; Nos últimos dias temos ouvido repetidamente a afirmação: a carcinicultura está devastando os manguezais do Baixo São Francisco. Será que esta afirmação tão simplória traz em seu bojo toda a realidade da degradação do nosso “Velho Chico”?  E onde estão os outros fatores, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por : <strong>José Milton Barbosa (*)</strong></p>
<p><strong>        Anderson de Almeida (*)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias temos ouvido repetidamente a afirmação: a <em><strong>carcinicultura</strong></em> está devastando os manguezais do Baixo São Francisco. Será que esta afirmação tão simplória traz em seu bojo toda a realidade da degradação do nosso “Velho Chico”?  E onde estão os outros fatores, a saber:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>a) implantação da rizicultura &#8211; incentivada nas margens do baixo São Francisco por políticas públicas, ações do Banco Mundial e Codevasf, há algumas décadas;</li>
<li>b) lançamento de esgotos &#8211; das 507 cidades apenas 33% tem tratamento de esgotos;</li>
<li>c) ocupação tradicional desordenada das margens e das áreas marginais e ilhas: invasão imobiliária e turística, plantios diversos e criação de grandes e médios animais;</li>
<li>d) a transposição que reduzirá ainda mais o volume da água do rio e possibilitará um grande aporte de espécies de outras bacias pondo em risco as espécies nativas;</li>
<li>e) redução drástica da vazão do rio que atualmente é de 576 metros cúbicos/segundo em Xingó, aumentando a salinidade, em virtude do avanço da cunha salina pelo enfraquecimento do rio. Fato que está inviabilizando algumas culturas tradicionais, como por exemplo: arroz e frutas.</li>
<li>f) uso não orientado e indiscriminado de agrotóxicos, utilização de EPIs, causando problemas de saúde ambiental e humana.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A soma destes vetores causa a degradação econômica da população ribeirinha e dos municípios, afetando os baixos Índices de Desenvolvimento Humanos (0,540 em Brejo Grande – o terceiro menor de Sergipe), já combalidos pelos baixos indicadores de saúde, educação e Produto Interno Bruto – PIB &#8211;  (53 007 Mil, 55º do Estado).</p>
<p style="text-align: justify;">Ademais, a louvável ação da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) identificou os maus criadores. Será que são carcinicultores unicamente, ou já foram bovinocultores, fruticultores ou rizicultores, que sempre degradaram o meio ambiente ao logo do tempo e nunca foram orientados ou cobrados pelos seus desmazelos?</p>
<p style="text-align: justify;">Das centenas de carcinicultores apenas 18 foram autuados (menos de 10%) em vários municípios, o que se enquadra perfeitamente dentro de um cenário de dificuldades enfrentadas pelos criadores o que inclui a demora e clareza na elaboração e aplicação da legislação, falta de assistência técnica e a incipiência de políticas públicas de apoio aos produtores. A legislação sobre o assunto só foi estabelecida claramente com o novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012).</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso atenuar que, muitas vezes, os pequenos produtores têm na pobreza e no baixo nível educacional os principais entraves ao exercício da cidadania e o usufruto responsável dos recursos naturais. Visto que, certamente, o homem, enquanto espécie animal, na imperiosidade de escolher entre prover a subsistência de sua família e a preservação ambiental, geralmente optará pela primeira em detrimento da segunda. É possível inferir que a falta de investimentos e a incapacidade gerencial ou descapitalização institucional precisa de alguma forma ser superada para prover a melhoria dos Índices de Desenvolvimento Humano na região, com aporte de atividades capazes de gerar renda e manter o homem nas suas comunidades como, por exemplo, o artesanato, o turismo e a aquicultura i.e. carcinicultura (Leitão &amp; Barbosa, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">É possível asseverar que a carcinicultura é uma atividade capaz de resgatar a dignidade e a cidadania de pessoas sem  acesso as alternativas tradicionais, inviabilizadas por percalços ambientais e incipiência de políticas acumulados ao longo dos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Brejo Grande é um novo e promissor pólo de Carcinicultura. A atividade substitui, em grande área, a rizicultura – atividade praticada deste a década de 1990 e inviabilizada pelo aumento da salinidade da água na região. A carcinicultura é muito mais rentável economicamente, emprega mais mão-de-obra e é de produtividade superior que a maioria das atividades agropecuárias, produzindo mais em menor espaço o que é salutar para o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da Embrapa a rizicultura utiliza muito agrotóxico sendo altamente impactante, além de gerador de gás metano para o meio ambiente. No Brasil, o total de ingredientes ativos de agrotóxicos comercializados para uso no cultivo do arroz irrigado por inundação, do total, 93,2% correspondeu a venda de herbicidas, 3,8% de fungicidas e 3% de inseticidas. Para o arroz de terras altas, do total, 78,9% correspondeu a venda de herbicidas, 16,4% de fungicidas e 4,8% de inseticidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na carcinicultura não há a necessidade do uso de agrotóxicos e é de baixo impacto quando comparada a outras atividades, pois o criador precisa cuidar da qualidade ambiental para garantir a sustentabilidade de seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Alberto Vinicius Santos, ex-procurador da Adema em Sergipe, no seu artigo “Carcinicultura e o novo código Florestal” publicado no <a href="http://www.jus.com.br">www.jus.com.br</a>,  a carcinicultura no Brasil é praticada há cerca de 30 anos e vem sendo alvo, ao longo desse tempo, de forma cíclica e sistemática, de muitas incompreensões, desconfianças e preconceitos que, a pretexto de tentarem enquadrá-la como uma atividade econômica de menor importância e, aprioristicamente, degradadora do meio ambiente, na verdade tem instigado aqueles que a praticam e a estudam a, cada vez, mais, contextualizá-la num cenário de desenvolvimento sustentável, de importante gerador de divisas para a economia nacional e de atividade legalmente protegida.</p>
<p style="text-align: justify;">As imagens acima do Google Earth mostram claramente que a ação antrópica &#8211; que alterou a paisagem da região &#8211; é muito anterior à carcinicultura, atividade que teve seu desenvolvimento consolidado apenas nesta década, em substituição a outras atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, é notório que não é justo imputar os erros do passado a atividade “carcinicultura”, havendo necessidade de separar o joio do trigo, pois há muito mais criadores legais e respeitadores das leis ambientais do que os poucos que as têm desrespeitado. A carcinicultura praticada de forma correta promove o desenvolvimento sustentável como atividade agrosilvopastoril como define a lei <a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2013.288-2016?OpenDocument"> nº 13.288, de 16 de maio de 2016</a><strong>, Art. 2º no item V.</strong></p>
<p><strong>(*) Engenheiros de Pesca / Associação Norte Sergipana de Aquicultura-ANSA e Associação de Engenheiros de Pesca de Sergipe-AEP/SE</strong></p>
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		<title>Multa, ação judicial e muito lixo em Aracaju</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 18:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Adema]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[Cavo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) pode multar a empresa Cavo por não ter licença ambiental, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou ação civil pública contra o município, a Torre e a Cavo para que regularizem a coleta, e às vésperas de completar 161 anos – nesta quinta, 17 – Aracaju é um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) pode multar a empresa Cavo por não ter licença ambiental, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou ação civil pública contra o município, a Torre e a Cavo para que regularizem a coleta, e às vésperas de completar 161 anos – nesta quinta, 17 – Aracaju é um lixo só. Hoje, 15, pela manhã, o diretor-presidente da Adema, José Almeida Lima, alertou que a multa pela falta de licenciamento ambiental, varia de R$ 500 a R$ 10 milhões, mas ainda não há valor definido.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta terça-feira, os técnicos da Adema já começaram a analisar o pedido de licenciamento ambiental feito pela Cavo. Almeida Lima diz que o pedido não será negado. Enquanto isso, o MPT explica que na ação, além da proibição do transporte irregular nos estribos e partes externas dos caminhões de lixo, foi requerida a implementação de transporte auxiliar (carro de apoio) para movimentação dos trabalhadores, em veículos de passageiros, tanto no transporte de ida, como de volta, até o local dos roteiros e rotas, bem como durante a realização do serviço de limpeza urbana e coleta de resíduos sólidos.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o procurador do Trabalho, Raymundo Lima Ribeiro Júnior, em fevereiro deste ano, o município de Aracaju e a Emsurb foram notificados pelo MPT para fiscalizarem as empresas terceirizadas da coleta de lixo. “Mesmo assim, continuaram permitindo o transporte ilegal dos trabalhadores, tanto que a empresa Cavo, nos primeiros dias de prestação de serviços, foi flagrada transportando os trabalhadores de forma ilegal e insegura”, explica o procurador.</p>
<p style="text-align: justify;">Em vários pontos da cidade, o lixo se acumula nas calçadas e, diante do imbróglio, o problema parece estar longe de ser resolvido. Nos condomínios residências, os síndicos estão preocupados porque não têm nenhum local para colocar o lixo, acumulado desde a semana passada. A Emsurb garantiu que a coleta vai ser regularizada a partir desta quarta-feira.</p>
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		<title>Coleta de lixo vira caso de polícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 23:07:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cavo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O serviço de limpeza pública de Aracaju virou caso de polícia. Na tarde desta  segunda-feira, 14, sete caminhões foram apreendidos, após fiscalização da Administração Municipal Estadual do Meio Ambiente (Adema) e o três motoristas levados para a delegacia, sob acusação de estarem cometendo crime ambiental.  Enquanto isso, em diversos pontos da cidade, o lixo tomava conta das ruas e a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) garantiu que até quarta-feira, 16, a coleta estará regularizada com chegada do restante da frota da Cavo.</p>
<p><figure id="attachment_4202" aria-describedby="caption-attachment-4202" style="width: 169px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-4202 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/03/CAMINHOES-PARADOS-169x300.jpg" alt="Caminhões foram fiscalizados pela Adema" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/03/CAMINHOES-PARADOS-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/03/CAMINHOES-PARADOS-768x1365.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/03/CAMINHOES-PARADOS-576x1024.jpg 576w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/03/CAMINHOES-PARADOS.jpg 900w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-4202" class="wp-caption-text">Caminhões foram fiscalizados pela Adema</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A fiscalização que culminou com a apreensão dos caminhões foi uma demanda da própria Adema, cujos servidores visitaram a zona de transbordo da Estre, em Nossa Senhora do Socorro, e o aterro sanitário em Rosário do Catete.  Os fiscais da Adema foram verificar se todos os carros possuíam licença ambiental para fazer o serviço na cidade. A empresa Cavo informou, através da assessoria de imprensa, que tomou todas as medidas necessárias para obter a licença para que os veículos fossem liberados o mais rápido possível.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor presidente da Adema, Almeida Lima, disse que nem a Prefeitura de Aracaju e nem a Cavo, fizeram nenhum requerimento de licenciamento, mas a Cavo afirmou que “lamenta  que estejam circulando boatos e informações inverídicas sobre serviços de limpeza urbana na cidade de Aracaju”.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora à noite, o secretário de Comunicação da Prefeitura de Aracaju, Carlos Batalha, fez um apelo a Almeida Lima para que libere os caminhões  compactadores para que se possa  fazer a coleta de lixo ainda hoje. Isso porque, ele soube, através do vice-prefeito José Carlos Machado, que somente nesta terça-feira, às 9, quando chegar a Adema é que dará o licenciamento ambiental, cujo pedido já está em suas mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Isso é uma questão de saúde pública. Como Almeida tem muitos predicados, que ele use os predicados que tem para liberar os veículos”, pediu Carlos Batalha. Segundo ele, a Cavo já tem29 caminhões compactadores e faltam apenas nove para completar a frota.  A probabilidade é que todo serviço esteja regularizado nesta quarta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Audiência </strong>&#8211; O Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE) se reuniu na manhã desta segunda-feira, 14, com representantes do Sindicato dos Empregados da Limpeza Pública e Comercial em Sergipe (Sindelimp) para uma audiência sobre a situação dos funcionários da Torre Empreendimentos após a rescisão contratual com a Prefeitura Municipal de Aracaju.</p>
<p style="text-align: justify;">O contrato entre a empresa e a prefeitura de Aracaju para coleta de lixo urbano encerrou na quinta-feira (10) e a Torre afirma não ter condições de manter o número de funcionários ou pagar as rescisões enquanto a prefeitura não quitar a dívida, apesar de manter <em>contrato</em> nas cidades de Laranjeiras, Nossa Senhora do Socorro e em Aracaju para a coleta de lixo hospitalar.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Sindlimp, as concessões de aviso prévio começaram a ser feitas no último dia 12, no entanto, estão sendo concedidas em regime trabalhado já que a Torre dispensou 2 horas diárias dos funcionários. Para Rayvanderson Fernandes, presidente do sindicato, “essa situação é inadmissível, pois os trabalhadores não podem procurar emprego em outras empresas enquanto a situação não for resolvida, além disso, sem ter serviço os garis e margaridas ficam de 7h às 14h em frente à sede da empresa expostos ao sol e calor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo denúncia apresentada pelo sindicato, a Cavo Saneamento e Serviços, que assumiu os serviços de limpeza urbana da capital, garantiu em reunião com o Sindicato a contratação dos funcionários da Torre, mas ainda não foram tomadas medidas no sentido de aproveitamento da mão de obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda nesta segunda-feira, o Ministério Público do Trabalho notificou as empresas Torre e Emsurb para nova audiência que será realizada nesta terça-feira, dia 15, às 14h30, na sede do MPT-SE. O procurador do Trabalho Adroaldo Bispo afirma que será ajuizada uma Ação Civil Pública com pedido de antecipação de tutela para que seja proibido imediatamente o transporte de funcionários da Cavo em caminhões caçamba e fornecidos todos os Equipamentos de Proteção Individual necessários.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
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