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	<title>Arquivo para agropecuária - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para agropecuária - Só Sergipe</title>
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		<title>Laércio Oliveira participa de reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 22:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O  deputado federal Laércio Oliveira participou nessa terça-feira, dia 5, da reunião na Frente Parlamentar da Agropecuária com a presença do presidente da Câmara, Rodrigo Maia e da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para tratar de temas de interesse do agronegócio, que representa hoje 35% do PIB brasileiro. Laércio aproveitou para falar sobre a situação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O  deputado federal Laércio Oliveira participou nessa terça-feira, dia 5, da reunião na Frente Parlamentar da Agropecuária com a presença do presidente da Câmara, Rodrigo Maia e da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para tratar de temas de interesse do agronegócio, que representa hoje 35% do PIB brasileiro. Laércio aproveitou para falar sobre a situação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados em Sergipe (Fafen-SE).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“Contei para os colegas a gravidade do assunto e a problemática com referência aos fertilizantes no país, que com esse cenário o Brasil passa a depender de 100% da importação dos seus fertilizantes e fiz dois encaminhamentos importantes. Criar um grupo temático da Frente Parlamentar para estudar o assunto essa semana, porque nós precisamos com urgência tratar desse assunto e a ministra, publicamente, me garantiu que vai marcar uma audiência para a próxima semana com o presidente da Petrobras, e vai tentar encontrar uma solução para a Fafen em Sergipe e para a fábrica na Bahia. A ministra me convidou para que eu fizesse parte com ela da comissão que vai ao Rio de Janeiro com o presidente da Petrobras”, explicou o deputado.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Laércio vem defendendo esse tema há algum tempo. Recentemente participou de reuniões do grupo de trabalho criado pelo governo do Estado com a participação do secretário de Estado do Desenvolvimento e Ciência e Tecnologia (Sedetec), José Augusto Carvalho para tratar do assunto. O grupo realizou um estudo profundo sobre a viabilidade da permanência da Fafen em Sergipe. “Com os dados apresentados fomos buscar engajamento e unir forças políticas de Sergipe e da Bahia, que também está nessa luta para manter a fábrica. A Fafen precisa continuar em operação ou será um prejuízo muito grande”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sergipe, um Estado pobre que não seguiu o ritmo do Nordeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2016, Sergipe foi responsável por um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 38,9 bilhões, o que equivale a 0,62% de toda a riqueza gerada no país. Isso implica dizer que, se todos os estados fizessem uma “vaquinha” de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2016, Sergipe foi responsável por um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 38,9 bilhões, o que equivale a 0,62% de toda a riqueza gerada no país. Isso implica dizer que, se todos os estados fizessem uma “vaquinha” de R$ 10.000,00, proporcional às suas economias, Sergipe contribuiria com apenas R$ 62,00.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, em termos de produto econômico, o estado ocupa a 23ª colocação no país, ficando à frente tão somente do Tocantins, do Amapá, do Acre e de Roraima. Todos esses, tendo em comum o fato de que são entes federativos da região Norte, de formação recente e geograficamente isolados.</p>
<p style="text-align: justify;">O agravante é que, entre 2006 e 2016, Sergipe vem num processo de perda de espaço nesse mosaico. Tanto que, durante todo esse período, cedeu colocações para os estados de Rondônia e do Piauí. Com isso, desde 2014, ele também vem a ser a menor economia da região Nordeste, segundo dados do próprio IBGE.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Quando em comparação com os municípios brasileiros é visto que, no ano de 2006, Sergipe detinha um produto interno bruto inferior ao de dezenove cidades no país. Em 2016, esse quantitativo cai para dezoito. Isso porque São José dos Campos (SP) apresentou um desempenho menor do que o seu e Campos de Goytacazes (RJ) foi alvo de uma brutal retração econômica. Mesmo assim, Jundiaí (SP) conseguiu superar a economia sergipana.</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito das localidades nordestinas, tem-se que, em 2006, o produto do estado de Sergipe equivalia a 95,3% da soma das economias de Camaçari (BA) e Natal (RN), que, depois de Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE), são as mais ricas cidades da região. Pois bem, passada uma década, o produto sergipano atendia apenas a 88,8% dos produtos somados desses dois municípios.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Outrossim, quando se divide o produto interno bruto pelas populações dos estados brasileiros, ambos igualmente estimados pelo IBGE, vê-se que Sergipe também deixou de ser o maior produto per capita nordestino, não sendo nem mais o segundo, uma vez que, a economias potiguar e pernambucana tomaram-lhe o posto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível regional, Sergipe perdeu participação em todos os setores econômicos – inclusive na agropecuária &#8211; mas a maior queda foi no segmento industrial. Em 2006, quase 7% da riqueza advinda da atividade de transformação no Nordeste era gerada em terras sergipanas. Dez anos depois, essa proporção decaiu para 4,5%.</p>
<p>Em se atualizando os valores por uma medida bastante conhecida dos economistas – o Deflator Implícito do Produto – percebe-se que Sergipe não apresentou um perfil de crescimento semelhante das demais unidades federativas nordestinas. Em média, esses estados cresceram 3,1% ao ano, enquanto que a economia sergipana evoluiu algo em torno de 1,3% em termos anuais no mesmo período.</p>
<p>Muitas devem ser as causas desse fenômeno, mas torna-se óbvio que Sergipe não apresentou o mesmo grau de dinamicidade que os demais estados nordestinos num dos períodos de maior crescimento da economia da região. Agora, diante essa realidade, o desafio que se coloca é o de saber se ele terá condições de, nos próximos anos, recuperar o espaço perdido.</p>
<p><strong>Emerson Sousa – Economista</strong></p>
<p><strong>Fábio Salviano – Sociólogo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>PIB de Sergipe caiu  5,2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 14:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do estado do Sergipe foi R$ 38,87 bilhões em 2016, o que representa um declínio em volume de 5,2% em relação ao ano anterior.  Esses dados foram divulgados hoje, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo diz, ainda, que devido ao agravamento da estiagem, que afetou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Produto Interno Bruto (PIB) do estado do Sergipe foi R$ 38,87 bilhões em 2016, o que representa um declínio em volume de 5,2% em relação ao ano anterior.  Esses dados foram divulgados hoje, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo diz, ainda, que devido ao agravamento da estiagem, que afetou o setor agropecuário, aliado ao contexto nacional de crise econômica, o estado apresentou, pelo segundo ano consecutivo, queda em todos os setores econômicos. A maior queda foi registrada na Agropecuária (-20,9%), seguida pela indústria (-7,5%) e por serviços (-2,9%).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Na agropecuária, a queda em volume refletiu principalmente o resultado da atividade agricultura, inclusive apoio à agricultura e a pós-colheita (-25,7%). A estiagem acentuada intensificou a queda na produção das principais culturas: milho, mandioca, cana-de -açúcar e laranja. Também contribuiu para o resultado do setor, a atividade pecuária, inclusive apoio à pecuária (-14,9%), em que se verificou a redução do efetivo de bovinos, aves e da produção de leite e ovos.</p>
<p style="text-align: justify;">O desempenho da indústria sergipana acompanhou o resultado verificado nacionalmente, já que houve retração de 7,5% em volume do setor. Além da variação em volume negativa, o setor perdeu participação no valor adicionado bruto total da economia do estado, ao sair de 22,7% em 2015 para 20,1% em 2016. A queda em volume de 9,2% em Indústrias extrativas e a perda de 2,2 pontos percentuais de participação em valor na economia do estado, justificam-se pela redução de investimentos no setor e pela desvalorização dos preços de petróleo, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na  indústria de transformação, a redução em volume foi de 6,7%, influenciada pelos segmentos de fabricação de cimento, preparação de couros e fabricação de  calçados e pelo segmento têxtil; atividades em que além da redução de produção das fábricas espalhadas pelo estado, houve encerramento das atividades de algumas empresas de porte. Eletricidade e gás, água e esgoto, gestão de resíduos e  descontaminação e construção também contribuíram para a queda de produção do setor, ainda que nestes casos tenha havido ganho em valor relativo.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O setor de serviços correspondeu a 75,0% da economia do Sergipe em 2016 (72,2% em 2015). As duas atividades de maior destaque no setor foram comércio e  reparação de automóveis e veículos automotores e administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira delas, a entrada de novas redes de “atacarejos”, que combinam vendas de produtos atacados com produtos em varejo, não foi suficiente para amenizar a queda de 11,6% da atividade; o que  pode relacionar-se à redução do consumo das famílias no contexto de crise econômica. Já na atividade relacionada à administração pública, houve aumento de 1,7% em volume e a atividade manteve-se como mais participativa no PIB do estado: 28,4% em 2016 (27,8% em 2015) na sua equipe.</p>
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		<title>Sergipe tem saldo negativo no emprego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 13:54:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelou que em Sergipe  houve um saldo negativo de 593 vagas de emprego com carteira assinada em agosto deste ano. O resultado é fruto da diferença entre admissões (6.969) e desligamentos (7.562).  A análise é do Boletim Econômico de Sergipe, da Federação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelou que em Sergipe  houve um saldo negativo de 593 vagas de emprego com carteira assinada em agosto deste ano. O resultado é fruto da diferença entre admissões (6.969) e desligamentos (7.562).  A análise é do Boletim Econômico de Sergipe, da Federação das Indústrias (FIES).</p>
<p style="text-align: justify;">Dos oito setores avaliados pelo Boletim Econômico de Sergipe, no mês  de agosto, destacou-se a criação de empregos no setor de serviços, com a abertura de 83 postos de trabalho. O segundo melhor desempenho foi o setor serviços industriais de Utilidade Pública, que apresentou saldo positivo de 53 novos empregos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras atividades que registraram saldo positivo foram o comércio (+30 empregos formais) e administração pública (+9 vagas).</p>
<p style="text-align: justify;">A indústria de transformação (-531), a indústria extrativa mineral (-11 vagas) e a construção civil (-4 empregos) apresentaram saldo de demissões maior que o de contratações, em agosto deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">No acumulado do ano (de janeiro a agosto), Sergipe registrou saldo negativo de 4.354 empregos formais. Dentre os setores com saldos negativos, a indústria de transformação e a agropecuária, apresentaram redução de 2.498 e 1.955 empregos, respectivamente, até o mês de agosto de 2018. O setor de serviços (+940) foi o destaque entre os três setores que registraram saldo positivo de empregos até o mês analisado.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os treze municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, cujos dados são disponibilizados para análise, a cidade de São Cristóvão assinalou a maior criação de empregos, em agosto deste ano, com a abertura de 143 postos de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em três meses, mais de 4 mil perderam o emprego em SE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 08:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro a março deste ano, 4.053 pessoas perderam o emprego em Sergipe, sendo que somente no mês de março foram 2.700 demissões. “O mês de março de 2018 foi um dos piores na série histórica desde 2003”, assegura o economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócios Econômicos (Dieese), Luiz Moura, ao analisar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De janeiro a março deste ano, 4.053 pessoas perderam o emprego em Sergipe, sendo que somente no mês de março foram 2.700 demissões. “O mês de março de 2018 foi um dos piores na série histórica desde 2003”, assegura o economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócios Econômicos (Dieese), Luiz Moura, ao analisar os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) do Ministério do Trabalho. Ele acrescenta, ainda, que se continuar essa tendência, a expectativa de emprego para os demais meses é muito ruim.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“Acredito que o Estado tem que olhar o que está acontecendo na indústria de transformação. Elas não são tantas, mas se fechar uma ou outra, o baque enorme. Temos problemas na Mosaic (antiga Vale) e a Fafen, o que é preocupante”, alertou Moura. De acordo com o Caged, em março ocorreram 1.699 demissões na indústria de transformação, cujos empregados tem salários mais altos isso tem impacto no consumo. Em 12 meses verificou-se um aumento de 0,47% no nível de emprego ou 1.311 postos de trabalho.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Outro setor que também contribuiu para o déficit no emprego foi a agropecuária com 782 desligamentos. “Normalmente, em março acontecem demissões de trabalhadores neste setor, pois eles foram contratados em setembro. Ocorre que além do pessoal da agricultura, houve esse número significativo na indústria”, explicou o economista do Dieese.  No comércio, foram 160 desligamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que houve muita contratação de empregos intermitentes, que é aquele em tempo parcial onde nem todos os direitos dos trabalhadores são garantidos. Em março, no Brasil, foram contratados 4 mil trabalhadores. “Nacionalmente, foram criados 556 mil postos de trabalho, mas Sergipe está em dissonância com o que ocorre no restante do país”, disse o economista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aease vai premiar os destaques na agropecuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2018 14:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seis personalidades da sociedade sergipana serão agraciadas, na 1ª Edição da Comenda Ceres do Mérito Agronômico &#8211; Reconhecimento dos Engenheiros Agrônomos aos que fazem a Agropecuária em Sergipe.  A cerimônia de caráter honorífico será realizada, às 20h do dia 20, no Salão de Festa da Associação de Engenheiros Agrônomos de Sergipe- AEASE, localizada na Av. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Seis personalidades da sociedade sergipana serão agraciadas, na 1ª Edição da Comenda Ceres do Mérito Agronômico &#8211; Reconhecimento dos Engenheiros Agrônomos aos que fazem a Agropecuária em Sergipe.  A cerimônia de caráter honorífico será realizada, às 20h do dia 20, no Salão de Festa da Associação de Engenheiros Agrônomos de Sergipe- AEASE, localizada na Av. Beira Mar, 2400 &#8211; Jardins, Aracaju.</p>
<p style="text-align: justify;">O prêmio a ser conferido será uma estatueta da imagem da deusa Ceres da agricultura e de um diploma, a serem entregues a seis categorias distintas da sociedade que, de forma direta ou indireta, contribuem para o engrandecimento da agropecuária e/ou da engenharia agronômica em nosso Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado pela Associação de Engenheiros Agrônomos pelo Ato da Assembleia Geral Extraordinária realizada em dezembro de 2017, a condecoração tem como objetivo agraciar personalidades sergipanas que tenham se distinguido por excepcionais serviços prestados a agropecuária e/ou da engenharia agronômica em nosso Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Os prêmios são os seguintes: Destaque Educação, Ciência e Tecnologia em Agropecuária; Jovem Empreendedor em Agropecuária; Destaque do Agronegócio na Agricultura Familiar; Imprensa Amiga da Engenharia Agronômica e da Agropecuária; Destaque na Agropecuária e na Agroindústria; Engenheiro Agrônomo Emérito.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Na  programação  do  dia 20, consta um discurso do presidente da Aease, Fernando Andrade, um vídeo institucional sobre o evento, apresentação do coral da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e a entrega das comendas. Em seguida será oferecido um coquetel aos presentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sergipe tem saldo negativo de 6.554 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 19:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro trimestre deste ano – janeiro a março – Sergipe teve um saldo negativo de 6.554 empregos. Desse total, 2.477 foram somente no mês de março. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao mostrar que em todo Brasil existem  14,2 milhões de desempregados, batendo recorde da série histórica. Os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre deste ano – janeiro a março – Sergipe teve um saldo negativo de 6.554 empregos. Desse total, 2.477 foram somente no mês de março. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao mostrar que em todo Brasil existem  14,2 milhões de desempregados, batendo recorde da série histórica. Os números estaduais foram analisados pelo Boletim Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em Sergipe, entre os setores que apresentaram saldos negativos, no mês de março, o grande destaque foi o da agropecuária, que somou 1.323 vagas a menos, principalmente no cultivo de cana-de-açúcar. A construção civil, com a redução de 330 postos de trabalho, apresentando o pior desempenho nas áreas de construção de difícil e de instalação e manutenção elétrica. A indústria de transformação também apresentou redução significava, com a redução de 293 vagas de emprego, principalmente na fabricação de álcool.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os setores de serviços e do comércio, os resultados também foram negativos, com redução de 286 e 261 empregos, no mês em análise. Entretanto, no primeiro trimestre do ano, o setor de serviços ainda contabiliza saldo positivo, com a criação de 110 novas vagas, já o setor do comércio, considerando o primeiro trimestre, acumula saldo negativo de 1.096 empregos.</p>
<p style="text-align: justify;">No mês em análise, somente o setor de serviços industriais de utilidade pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica) registrou saldo positivo, com a criação de 66 novos empregos. Considerando o acumulado do ano, o setor gerou 252 novos empregos.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Municípios</strong> &#8211; Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, no mês de março de 2017, contabilizaram os maiores saldos negativos, os municípios de Capela e Aracaju, com redução de 1.452 e 685 postos de trabalho, respectivamente. Em Capela, a agropecuária foi a principal responsável pelo saldo negativo, já em Aracaju, a construção civil e o setor de serviços apresentaram as maiores reduções de vagas de emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa Senhora do Socorro apresentou o melhor resultado entre os municípios sergipanos, com a criação de 143 novas vagas, geradas principalmente no setor de serviços e da indústria de transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">Brasil &#8211; A taxa de desemprego no Brasil atingiu 13,2% no trimestre encerrado em fevereiro, informou na sexta-feira,. 31, o IBGE. Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), foi apurada uma alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, sendo a maior taxa de desocupação no País da série histórica do indicador iniciada em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o resultado, o Brasil tem 13,5 milhões de pessoas desocupadas e teve alta de 11,7%, ou seja, mais de 1,4 milhão de pessoas quando comparada ao trimestre encerrado em novembro de 2016. Na comparação com igual trimestre de 2016, a alta foi de 3,2 milhões no número de desempregados no País, informou o IBGE.</p>
<p>&nbsp;</p>
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