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	<title>Arquivo para Aline Laranjeira - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Aline Laranjeira - Só Sergipe</title>
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		<title>A Bela e a Fera – um emocionante live action</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2017 14:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[século XVIII]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Só o amor é capaz de desfazer um terrível feitiço. Assim é desenvolvida a premissa do mais novo live action produzido pela Disney, A Bela e a Fera. Inspirado no desenho animado que ganhou uma legião de fãs, o filme agora retorna com personagens humanizados e, obviamente, computadorizados, proporcionando uma experiência ainda mais real. [box [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Só o amor é capaz de desfazer um terrível feitiço. Assim é desenvolvida a premissa do mais novo live action produzido pela Disney, A Bela e a Fera. Inspirado no desenho animado que ganhou uma legião de fãs, o filme agora retorna com personagens humanizados e, obviamente, computadorizados, proporcionando uma experiência ainda mais real.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A fidelidade entre o filme recém lançado e o desenho de 1991 é um ponto forte nessa obra. Emma Watson pôde se descaracterizar completamente de sua inesquecível personagem Hermione da saga Harry Potter. O papel interpretado por ela, Bela, representa um grande marco em sua carreira, não só pela imponência retratada, fazendo jus às suas ideologias feministas, mas também a possibilidade de se apreciar uma interpretação distinta e diversificada. Já a Fera, interpretada pelo Dan Stevens, não desfrutou de um protagonismo na história. Suas cenas não são enfatizadas ou bem exploradas, sendo a atuação do Luke Evans, como o caçador Gaston, mais priorizada e relevante ao longo da trama.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os efeitos visuais podem ser melhor apreciados se assistidos na qualidade IMAX e, apesar da aparência fantasiosa da película a partir da ênfase em planos que destacam os objetos falantes, a história não perde a originalidade, representando, inclusive, uma singela homenagem ao desenho, com faixas musicais regravadas e inéditas. O roteiro reescrito por Steven Chbosky merece evidência por atribuir características sutis, delicadas e inovadoras na história. A diversidade foi um atributo positivo e certeiro, tornando a narrativa dinâmica e fazendo os 129 minutos passarem rapidamente para o telespectador.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dessa questão, é valido salientar a modernidade da obra, mesmo sendo ambientada durante o século XVIII. O enredo abarca a importância da leitura, a necessidade de se colocar no lugar do outro, além do amadurecimento através da convivência, a fim de se aniquilar a alienação e a ignorância, os quais são assuntos pertinentes nesta década.</p>
<p style="text-align: justify;">A Bela e a Fera, portanto, pode não perdurar nas mentes daqueles que assistiram, porém, certamente, é um filme feito para agradar os fãs que já conheciam a história e a apreciam desde o seu formato animado.</p>
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		<title>Moana: a história de uma princesa sem príncipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 13:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aline Laranjeira (*) Dos mesmos criadores de Frozen- uma aventura congelante e Zootopia, temos Moana- Um mar de aventuras. Mais uma obra de arte produzida pela Walt Disney Animation Studios, a história ressalta a vida da curiosa filha (Moana) de um chefe tribal, cujo sonho, desde criança, era de ser uma grande desbravadora dos mares. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Aline Laranjeira</strong> (*)</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6103 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/5-estrelas.png" alt="5-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;">Dos mesmos criadores de Frozen- uma aventura congelante e Zootopia, temos Moana- Um mar de aventuras. Mais uma obra de arte produzida pela Walt Disney Animation Studios, a história ressalta a vida da curiosa filha (Moana) de um chefe tribal, cujo sonho, desde criança, era de ser uma grande desbravadora dos mares. Escolhida pelo oceano para realizar um ato que salvará seu povo de uma maldição, seu desejo de explorar as águas torna-se uma missão, precisando enfrentar diversos obstáculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Moana transmite um ar independente, perspicaz e soberano. Ela não tem pretensões amorosas, como vistas em várias histórias da própria Disney, em que as donzelas, nos finais de seus contos, terminam com um rapaz extremamente idealizado. Moana é intensa, real e verdadeira. Dona de traços marcantes, ela destoa dos excessivos padrões estéticos das tradicionais animações de princesa, constituindo, assim, uma autêntica personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O enredo é intrigante ao englobar cenas musicadas, dramáticas e engraçadas. Os momentos cômicos se concretizam, em especial, com o galo Heihei, que, aparentemente, parece atrapalhar a jornada da garota, porém ao longo da trama ele se mostra prestativo e amigável. Além disso, é válido destacar a presença do semideus Maui e a clara inversão de arquétipos vistos ao longo do filme. Moana é valente e corajosa, enquanto Maui revela-se altamente covarde e fraco diante de múltiplas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">É notável também a sensibilidade do diretor ao abordar os elementos da natureza. Os seres inanimados do nosso cotidiano ganham vida e apresentam cores que se difundem numa atmosfera energética e brilhante, incitando no espectador o encantamento pelo ambiente abordado. Mesmo que o filme animado pretenda ser inovador ao enaltecer a diversidade de um povo, o padrão Walt Disney não se dissipa, visto que a exploração da imagem, do som e construção de enredo seguem os mesmos. Em vista disso, a interação entre Moana, a natureza e sua gente favorece, no fim das contas, um bonito ensinamento, o qual pode ser depreendido com facilidade pelo público-alvo. Levando esses aspectos em consideração, Moana torna-se a animação da vez, a qual deverá ser lembrada como um marco na roteirização de histórias que abordam a face da mulher como um ser forte, incisivo e astucioso, fazendo valer a pena o investimento para se contemplar essa película.</p>
<p style="text-align: justify;">(*) Aline é crítica de cinema e escreve todas as sextas-feira para o portal</p>
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		<title>Rogue One: Uma História Star Wars –  Revivendo a galáxia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2017 18:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Laranjeira]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6103 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/5-estrelas.png" alt="5-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;">Aline Laranjeira (*)</p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo em uma galáxia muito distante&#8230;Acontecia mais um episódio de Star Wars, porém, dessa vez, relacionada a uma arma, a Estrela da Morte, que, até então, possuía pouco esclarecimento nas histórias já lançadas. Spin-off localizado entre os episódios III e IV desta saga, vê-se aqui, um enredo maduro, o qual transmite ares nostálgicos para todos aqueles fãs assíduos de Star Wars, remetendo, inclusive, às guerras conhecidas pela história mundial, como a Segunda Guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A trama se desenrola com JynErso, filha de um dos maiores cientistas do Império Galáctico e projetista da já citada arma com alto potencial destrutivo. A missão desse episódio é a de tentar desativar a Estrela da Morte, mas, para isso, muitos esforços serão necessários. O telespectador, rapidamente, deslumbra-se com os efeitos visuais realizados pela Industrial Light&amp;Magic e coma trilha sonora composta por Michael Giacchino, cuja música retoma a trilha tradicional mesclada com novos arranjos, proporcionando uma experiência intergaláctica tão palpável quanto as edições anteriores. As atuações não decepcionam. Apesar de um semblante, durante muitas cenas, antipático da personagem principal, Jyn (Felicity Jones), é possível compreender que o ambiente sórdido, hostil e denso favorece a aparência austera não apenas da Jyn, mas de todos os atores em cena.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Além desses aspectos, vale ressaltar, ainda, a presença dos personagens mais amados pelo amplo público fã de Star Wars. A pequena aparição da princesa Lea, do C-3PO e do Darth Vader, por exemplo, comove e alegra, trazendo um ambiente familiar para este spin-off. Rogue One, portanto, não perde a essência dos outros filmes da saga. Os roteiristas Chris Weitz e Tony Gilroy fazem jus ao peso que Star Wars carrega consigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que alguns pontos do filme possam ser contestados, como a insistente fragilidade dos stormtroopers, os 133 minutos da película estão repletos daquilo que o espectador mais aguarda: as guerras interestelares, o velho dilema bem X mal e as questões afetivas a partir de laços familiares, os quais são extremamente enaltecidas e não deixam a desejar, tornando esse episódio digno de ser assistido e apreciado com atenção e entusiasmo não só pelos cinéfilos de carteirinha, mas, também, por aqueles que desejam iniciar uma longa jornada pelo mundo fascinante de Star Wars.</p>
<p style="text-align: justify;">(*) Aline Laranjeira é crítica de cinema</p>
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