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	<title>Arquivo para André Brito - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para André Brito - Só Sergipe</title>
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		<title>Metástase social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 18:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu estava pensando: &#8211; Porra, André, você nunca mais escreveu? Faltou inspiração ou faltaram palavras? Vê se toma vergonha nessa cara barbada! [box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] Esse meu diálogo quase onanista com meu amigo pensar me deixou em um vácuo existencial sem tamanho. Refleti! Cheguei à conclusão: não escrevia porque havia tanta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu estava pensando: &#8211; Porra, André, você nunca mais escreveu? Faltou inspiração ou faltaram palavras? Vê se toma vergonha nessa cara barbada!</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Esse meu diálogo quase onanista com meu amigo pensar me deixou em um vácuo existencial sem tamanho. Refleti! Cheguei à conclusão: não escrevia porque havia tanta coisa acontecendo que não sabia sobre o que falar. É sério. O montante de assuntos virou um problemão (igual ao Roger Federer que teve problemas no início da carreira por ter tantas opções de jogadas que não sabia o que fazer). Parei respirei e decidi ser cirúrgico.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos não sei quantos meses (pra não dizer séculos), vivenciamos inúmeros fatos nacionais e locais, voltados à corrupção, à violência urbana, aos desserviços públicos. Jogue esses ingredientes num liquidificador social e teremos: o Brasil! Cara, na moral, isso aqui não tem jeito! E não é de agora.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-6601 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-212x300.jpg" alt="Brasil de cabeça para baixo" width="212" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-212x300.jpg 212w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-768x1087.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo-723x1024.jpg 723w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Brasil-de-cabeça-para-baixo.jpg 1130w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" />Vamos fazer uma analogia pura e simples com uma doença: o câncer. Quando esse problema de disfunção celular entra em metástase, o carcinoma se espalha pelo corpo e aí já era. O Brasil entrou em uma metástase social. Não tem Moroterapia que dê jeito. A corrupção está entranhada no sangue, na pele, nos poros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mário de Andrade, fio do cabrunco assertivo, fez uma análise certeira (igual a uma flecha guarani) do traço corruptivo no Brasil, ao escrever Macunaíma – o herói sem nenhum caráter. Chega a ser monstruoso o dardo envenenado no coração!</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Eu, um esperançoso por natureza, baixei minha cabeça, lacrimei, ouvi um arrocha e me entorpeci bebendo vinho com o Ira! A minha sensação foi a mesma do Capitão Nascimento ao saber que tinha trabalhado em prol do sistema, achando que o estava combatendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, a sensação de desesperança é um vazio na alma tão destrutivo que provoca um sentimento niilista absurdamente dormente e evasivo. (porraaa, nem sei o que falei. Eita, falei porra).</p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber? Vou correr pra ser blasé!</p>
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		<title>A democracia do rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 23:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Osmário]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Sergipe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses fui à Barra dos Coqueiros. Olhei impávido para Aracaju, admirado pela beleza singela que permeia o horizonte tão perto dessa cidade menina. &#8211; A guria é bonita mesmo, bradei retumbantemente para mim mesmo. Olhei o rio e vi uma canoa, pano ao alto (ainda bem que não havia mãos no barco nem ladrões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses fui à Barra dos Coqueiros. Olhei impávido para Aracaju, admirado pela beleza singela que permeia o horizonte tão perto dessa cidade menina.</p>
<p>&#8211; A guria é bonita mesmo, bradei retumbantemente para mim mesmo.</p>
<p>Olhei o rio e vi uma canoa, pano ao alto (ainda bem que não havia mãos no barco nem ladrões na travessia!). Pouco tempo depois: uma lancha singra as águas do Sergipe. Parei. Refleti.</p>
<p>Eita democracia absorta! O mesmo rio que recebe a canoa e o Tototó recebe a ostentosa lancha. Será que existem outros locais democráticos como o Rio Sergipe, que, durante décadas, foi a casa preferida de Zé Peixe (aquele simpático prático amigo de Netuno, dono de feitos que mereciam uma odisseia só sua)?</p>
<p>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p>Pois é, acho que não há espaços tão democráticos assim disponíveis para todos. O Rio Sergipe é tão dado que vários outros seres também usufruem da sua benevolência. As bactérias e outros microscópicos agentes do mal são exemplo disso. As toneladas de esgoto <em>in natura</em> e de lixo que são despejadas no Rio conduzem mortais seres pequeniníssimos, poluindo a água como se fossem as milhares de sustâncias tóxicas que adentram no pulmão do fumante. Acredito que os peixes se sintam asmáticos aquáticas com a falta de oxigenação gerada pela dileta e diária poluição.</p>
<p>[/box]</p>
<p>Tal qual o armazenamento maldito pulmonar, a sujeirada micro e macroscópica enaltece o bojo da falta de tratamento dos resíduos jogados no amigo Sergipão&#8230; e tome lixo! Jererés, varas de pesca e tarrafas, vez em quando, são vistas pela Beira-Mar (nunca entendi este nome, já que é um rio beirado pela avenida. A não ser que o nome tenha se remetido à grandeza do Rio Sergipe e absorvido no nome&#8230;vá lá!), pegando o quê? Não sei. Também são vistos garrafas pet, pets, sofás, carrinho de mão patá patapatapá&#8230;</p>
<p>Ah, o único lugar onde nem bactéria existe deve ser o mangue da Praia 13 de Julho. Ali até a própria vegetação já está se rendendo. Olhe, vou dizer uma coisa: só Dom QuixotOsmário mesmo para se atrever a conscientizar todo mundo do que está acontecendo. Ave, Osmário!</p>
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		<title>Dona Não-Sei-Quem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 18:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Dona]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses eu encontrei o gênio IsmaEl Pereira, grande representante mandalístico das artes plásticas universais, e ele comentava sobre uma certa crônica que eu havia escrito no ano passado. O universo, como quem conspira quando quer algo, colocou-me encliticamente diante de algumas outras pessoas que abordaram nas conversas o mesmo texto levantado por IsmaEl. Indagaram-me [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses eu encontrei o gênio IsmaEl Pereira, grande representante mandalístico das artes plásticas universais, e ele comentava sobre uma certa crônica que eu havia escrito no ano passado. O universo, como quem conspira quando quer algo, colocou-me encliticamente diante de algumas outras pessoas que abordaram nas conversas o mesmo texto levantado por IsmaEl. Indagaram-me por qual razão eu não havia publicado ainda aqui no Só Sergipe. Claro, refleti&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente, como bom obediente das forças da vontade do universo, publico aqui o que foi escrito em face de um fato, acontecido ano passado, no contexto da realização da %*#$* Copa do Mundo (saudade: nenhuma!), que poderia passar insignificante. Mas não passou. Para vocês, Dona Não-Sei-Quem!</p>
<p style="text-align: justify;">A vida é um livro cheio de lições&#8230;boas ou más&#8230;porém lições. Sempre temos algo a aprender. Cabe a cada um de nós saber, cirurgicamente, aproveitar os ensinamentos gratuitos que nos cercam a toda hora. Esse ‘saber aproveitar’ diz respeito à capacidade que temos de discernir o que queremos ou não aprender.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dessas lições se insurgiu para mim no dia 08 de julho (logo no dia da emancipação política do meu querido Sergipe, essa terra que amo incondicionalmente!). Era o fatídico dia da semifinal da Copa do Mundo no Brasil entre a nossa ‘seleção’ e a Alemanha, aquele massacre indelével, que não sairá das nossas retinas nem se quisesse.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] Eram precisamente 14h30min. Eu, dentro do meu possante e vintage modelo 97, passava pela Avenida Gentil Tavares, nas proximidades do IFS – Instituto Federal de Sergipe. Fazia um friozinho bom, daqueles que dão vontade de estar enrolado num aconchegante lençol&#8230;uma costelinha&#8230; Uma chuva fina, parecendo uma cortina tênue, caía profetizando as lágrimas que seriam derramadas pelo povo brasileiro em razão das sete flechadas alemãs no nosso coração. De repente, olhei pro lado e vi uma figura humana que me chamou a atenção: uma senhora, de cor negra, aparentando mais de 70 anos, caminhando na pouco movimentada Avenida, ao lado da proteção do canal. Ela levava uma caixa de papelão contendo trecos equilibrada na cabeça, lembrando as antigas lavadeiras com trouxa de roupas e rodilha. A distinta senhora estava na mesma direção que eu, mas resolveu atravessar para a outra pista, cujos carros vinham em sentido contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">A chuva&#8230; a idade&#8230; o peso da caixa&#8230; enfim, o contexto mexeu comigo. Sinceramente, fiquei impactado (parecia os jogadores do Brasil no intervalo de pouco mais de seis minutos quando levaram 4 gols). Minha cabeça parecia um liquidificador que bateu informações como uma vitamina e alimentou meu coração. Foi um misto de sensações. Não sei dizer se, naquele instante, senti compaixão, pena, ódio (por ver uma situação daquelas), um verdadeiro paradoxo digno de catarse diante de uma tragédia grega.</p>
<p style="text-align: justify;">Movido por esse impacto, passei a frente do IFS, fiz a volta e parei o carro. Esperei que ela se aproximasse. Chamei-a:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Minha senhora, boa tarde!</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; ô, meu fio, respondeu-me a mulher, vindo na direção do carro, com seu rosto enrugado, olhos de quem já morreu faz tempo, palavras balbuciadas que saíam com dificuldade bilabialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A senhora tá indo pra onde?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Pra minha casa.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Onde fica?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Perto do campo do Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Bora, eu levo a senhora. Tá chovendo e a senhora tá com esse peso na cabeça. Entre.</p>
<p style="text-align: justify;">A distinta senhora, cujo nome não tive nem a decência de perguntar, simplesmente me disse não. Afirmou que iria caminhando. Agradeceu e, antes de seguir estrada, me pediu uma ajuda “pra comprar a balança”. Como um autômato, sem pensar no que fazia, abri a carteira e lhe dei uma nota de dez reais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ajuda?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">E balbuciou outras palavras, pra mim, ininteligíveis. E seguiu caminho, curvada, olhar perdido, com a ajuda no bolso. Uma balança pra pesar o quê? Sonhos perdidos?</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele instante em que me despedia simbolicamente daquela senhora, questionei a mim mesmo o porquê dela não ter aceitado a minha carona amiga. Meu próprio consciente me respondeu afirmando veementemente que não devemos confiar em estranhos (estamos vivenciando dias de dor, traições e muito sofrimento, verdadeiros descasos com o ser humano). Estava respondida a minha angústia. Ela estava certa. Distância de estranhos. Distância.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] Distante ficou meu olhar por alguns instantes, que mais pareceram horas de reflexão. Enquanto a cidade (e o país inteiro) se preparava para assistir à melancólica tragédia futebolística goleatória, aquela senhora, ‘Dona Não-Sei-Quem, deixava em mim uma marca. Vi nela uma representação de um Brasil que sofre, morre vivamente, mas ninguém vê. As pessoas, com suas bandeiras e camisas verdeamareladas, amalgamam tudo que não diz respeito aos seus próprios interesses. E nada veem. E eu achando que ver o Brasil perder pra Alemanha era um sofrimento&#8230; ledo e ridículo engano. “Acho que isso vira crônica”.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/dona-nao-sei-quem/">Dona Não-Sei-Quem</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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