<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo para Bolsonaro - Só Sergipe</title>
	<atom:link href="https://teste.sosergipe.com.br/tag/bolsonaro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://teste.sosergipe.com.br/tag/bolsonaro/</link>
	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 May 2019 12:19:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.4.2</generator>

<image>
	<url>https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Logo-site2-150x94.png</url>
	<title>Arquivo para Bolsonaro - Só Sergipe</title>
	<link>https://teste.sosergipe.com.br/tag/bolsonaro/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O PROBLEMA NÃO É BRASÍLIA, É A AVENIDA PAULISTA!</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/o-problema-nao-e-brasilia-e-a-avenida-paulista/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/o-problema-nao-e-brasilia-e-a-avenida-paulista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2019 12:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[avenida Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[capital financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[economia herética]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira República]]></category>
		<category><![CDATA[tripé macroeconômico]]></category>
		<category><![CDATA[União]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=18091</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*) Tornou-se popular, desde as manifestações de 2013, a proposição “Mais Brasil, menos Brasília!”. A ideia aí subjacente é a de que o principal entrave ao desenvolvimento do país estaria na estrutura político-burocrática que reside na capital nacional e que, em se reduzindo essa presença, o alcance da sustentabilidade econômica seria apenas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/o-problema-nao-e-brasilia-e-a-avenida-paulista/">O PROBLEMA NÃO É BRASÍLIA, É A AVENIDA PAULISTA!</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa <strong>(*)</strong></p>
<figure id="attachment_16764" aria-describedby="caption-attachment-16764" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png"><img decoding="async" class="wp-image-16764 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-16764" class="wp-caption-text">Economia Herética</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Tornou-se popular, desde as manifestações de 2013, a proposição “Mais Brasil, menos Brasília!”. A ideia aí subjacente é a de que o principal entrave ao desenvolvimento do país estaria na estrutura político-burocrática que reside na capital nacional e que, em se reduzindo essa presença, o alcance da sustentabilidade econômica seria apenas uma questão de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, caso se joguem luzes na história econômica do país, há de se ver que talvez o problema não esteja no Planalto Central, mas se localize em latitudes mais subtropicais. Para ser mais preciso, os problemas da nossa estrutura produtiva provavelmente tenham suas origens na região da avenida Paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de qualquer coisa, é preciso ressaltar que não se quer aqui estigmatizar as pessoas que transitam ou se alojam na centenária via pública. Apenas se deseja dar um posicionamento geográfico ao conjunto de percepções, ideias e interesses que, dos mais diversos modos, condicionam as relações sociais de produção em todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">A gênese da lógica que sustenta o presente argumento está no papel assumido pelo Brasil no contexto da divisão internacional do trabalho. Desde o século XVI, a economia brasileira sempre foi destinada a atender a demanda das nações centrais por produtos primários.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto é assim que se é possível separar a história do país a partir dos <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.todamateria.com.br/ciclos-economicos-do-brasil/">ciclos desses mesmos itens</a>.</span> Primeiro foi o açúcar, depois o café, o ouro e as pedras preciosas, a borracha e, atualmente, o minério de ferro e os grãos de soja.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário, as localidades que serviram de mediação entre as áreas de produção e a metrópole, exercendo o controle político-econômico desse processo em nome dos países centrais; cidades tais como Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, sempre foram a mais perfeita tradução dos interesses externos presentes nestas terras.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>PAULISTA E O INTERESSE DO CAPITAL FINANCEIRO</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nos dias atuais, dado o seu grau de centralidade em serviços financeiros, é na capital paulista que se localiza o nódulo principal do capitalismo brasileiro e, consequentemente, esse se organiza no sentido de ser apenas um fornecedor de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.significados.com.br/commodities/"><em>commodities</em></a></span>, sendo a avenida Paulista o mais acabado símbolo dessa trajetória.</p>
<p style="text-align: justify;">Com efeito, essa composição organizativa afeiçoa toda a estrutura produtiva do país a partir desse mesmo molde, não permitindo a emergência de paradigmas de desenvolvimento que destoem dessa lógica, haja vista representarem riscos reais e imediatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorre que tal fenômeno, que já foi hegemônico na Primeira República (1889-1930), perdendo muito do seu ímpeto nos 50 anos seguintes, vem recuperando suas forças desde o início da década de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa época em diante, o Brasil vem sistematicamente diminuindo a participação da indústria em seu produto e aumentando o peso dos produtos básicos em sua pauta de exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulatinamente, todo um parque industrial formado entre 1930 e 1980, foi desmontado enquanto o agronegócio exportador – externamente dependente de insumos e maquinário – vem se tornado o principal dínamo da economia brasileira. E tudo isso sempre com o beneplácito da banca sediada na avenida Paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que isso ocorra, a Paulista vem modificando o arcabouço coordenativo da economia brasileira, de modo mais intenso, desde a posse de Fernando Collor na Presidência República e persistindo, em graus diferenciados, até o mandato Bolsonaro.</p>
<p style="text-align: justify;">Abertura comercial e financeira, desvinculação de receitas da União, tripé macroeconômico, desonerações de exportações, reformulação das leis trabalhistas, teto de gastos e reformas da previdência são medidas que atendem aos imperativos da  avenida Paulista em seu projeto de um Brasil potência primário-exportadora.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão é que essa realidade requer um país primarizado, com atividades de baixos níveis de produtividade e de pouco valor agregado, além de totalmente dependente. Com o agravante de o Brasil ser uma nação de quase 210 milhões de habitantes, dimensões continentais e iníquos níveis das mais sortidas desigualdades.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>BRASÍLIA: UMA ARENA POLÍTICA</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, Brasília sempre foi mais um espaço de enfrentamento desses ditames do que de atrapalho para o país. Pois é na capital federal que o Brasil consegue debater de modo democrático sobre os seus problemas. Não é à toa que foi lá que se gestou a mais cidadã de nossas Constituições, em 1988.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi em Brasília, dentre outras coisas, que se criou os fundos constitucionais e as superintendências de desenvolvimento. Foi de lá que saiu o comando para iniciativas como a Zona Franca de Manaus ou a aposentadoria rural, coisas que muito dificilmente teriam guarida na avenida Paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se olha para a história do Brasil, fica nítido que o país apenas se desenvolveu de modo consistente nos momentos em que os seus interesses se afastaram da Paulista e, coincidentemente ou não, se aproximaram de Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob a óptica aqui defendida, a avenida Paulista tão somente é uma sala corporativa de comando, ao passo em que a estrutura política à disposição em Brasília a transforma numa arena de diálogos entre os mais diversos cantos do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, é preciso rever esse preconceito com a capital federal e entender que o desenvolvimento social é mais um fenômeno político do que puramente econômico e que é melhor alcançado quando discutido num ambiente em que todos são ouvidos, o que só pode ocorrer mais facilmente em Brasília do que na avenida Paulista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> Emerson Sousa – Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/o-problema-nao-e-brasilia-e-a-avenida-paulista/">O PROBLEMA NÃO É BRASÍLIA, É A AVENIDA PAULISTA!</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/o-problema-nao-e-brasilia-e-a-avenida-paulista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>POSSÍVEL PROPOSTA DE BOLSONARO CONGELA O PODER DE COMPRA DO SALÁRIO MÍNIMO</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/possivel-proposta-de-bolsonaro-congela-o-poder-de-compra-do-salario-minimo/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/possivel-proposta-de-bolsonaro-congela-o-poder-de-compra-do-salario-minimo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 23:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[dignidade]]></category>
		<category><![CDATA[miserabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[proposta]]></category>
		<category><![CDATA[salário minimo]]></category>
		<category><![CDATA[século]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=17227</guid>

					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) Foi ventilada na semana passada a possibilidade de o mandato Bolsonaro enviar ao Congresso Nacional o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), para o ano de 2020, sem a devida previsão de reajuste real do salário mínimo, que hoje está definido em R$ 998,00. Na proposta elaborada pela equipe do Ministério [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/possivel-proposta-de-bolsonaro-congela-o-poder-de-compra-do-salario-minimo/">POSSÍVEL PROPOSTA DE BOLSONARO CONGELA O PODER DE COMPRA DO SALÁRIO MÍNIMO</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emerson Sousa (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="wp-image-16764 size-thumbnail alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-150x150.png" alt="" width="150" height="150" />Foi ventilada na semana passada a possibilidade de o mandato Bolsonaro enviar ao Congresso Nacional o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), para o ano de 2020, sem a devida previsão de reajuste real do salário mínimo, que hoje está definido em R$ 998,00.</p>
<p style="text-align: justify;">Na proposta elaborada pela equipe do Ministério da Economia, o piso salarial deveria ser corrigido apenas pela inflação, sem qualquer tipo de dispositivo de aumento real, tendo como indicador de referência o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://economia.uol.com.br/guia-de-economia/entenda-o-que-e-o-inpc.htm">Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)</a></span>, calculado e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h2>Contas públicas</h2>
<p style="text-align: justify;">Os defensores da sugestão alegam que aumentos reais do salário mínimo gerariam pressões inflacionárias e contribuiriam para o baixo nível de produtividade da economia e que, além disso, tais reajustes também afetariam as contas públicas porque são usados para revisar o valor mínimo de aposentadorias e outros benefícios assistenciais e trabalhistas pagos pelo governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, a política de valorização do salário-mínimo é regulada pela <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13152-29-julho-2015-781314-publicacaooriginal-147699-pl.html">Lei 13.152/15</a></span> que, para o quadriênio 2016/2019, previa que os reajustes para a preservação do poder aquisitivo do referido piso corresponderiam à variação do INPC, acumulada nos 12 (doze) meses anteriores ao mês do reajuste.</p>
<p style="text-align: justify;">A norma também previa um adicional, a título de aumento real, correspondendo à taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB), apurada pelo IBGE, de dois anos antes. Sob esta regulação, o salário mínimo foi alvo de um ganho de 1,15% acima da inflação no período 2015/2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Situação aquém da observada entre julho de 1994 e janeiro de 2015, quando o Salário Mínimo sofreu uma valorização real de 150,81%, ou seja, uma correção acima da variação do índice de preços semelhante a 4,47% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, se a propositura aventada pelo gabinete Bolsonaro estivesse valendo desde o início da vigência do Real (julho de 1994), o valor nominal oficial do Salário Mínimo seria de tão somente R$ 393,37 por mês. Isso equivale a apenas 2/5 do atualmente corrente.</p>
<h2>Dignidade</h2>
<p style="text-align: justify;">Caso essa regra venha a vigorar, o Salário Mínimo passaria a ter um valor esperado de R$ 1.037,32 para 2020 e, não, os possíveis R$ 1.047,80 previstos pela atual legislação de reajuste do piso salarial geral. E esses são R$ 10,48 que podem pesar na realidade dos brasileiros que têm a sua vida vinculada a esse mesmo nível de renda.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Tal proposição mostra que há um aspecto que passa ao longe na forma de pensar da equipe econômica do Sr. Bolsonaro: o salário mínimo não pode ser visto unicamente como um parâmetro do nível remuneratório usual, mas também como um padrão do grau de dignidade que uma sociedade concerta em fornecer aos seus indivíduos.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De todo modo, independentemente do padrão que se venha a adotar, o certo é que o ciclo político que permitiu o aumento do poder real de compra do salário mínimo e que contribuiu para a redução das desigualdades sociais e regionais e reduziu sensivelmente os níveis de miserabilidade brasileira, nesse último quarto de século, aparenta estar com os seus dias contados.</p>
<p>(*) Emerson Sousa é economista</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/possivel-proposta-de-bolsonaro-congela-o-poder-de-compra-do-salario-minimo/">POSSÍVEL PROPOSTA DE BOLSONARO CONGELA O PODER DE COMPRA DO SALÁRIO MÍNIMO</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/possivel-proposta-de-bolsonaro-congela-o-poder-de-compra-do-salario-minimo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresários sergipanos estão apoiando Bolsonaro</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/empresarios-sergipanos-estao-apoiando-bolsonaro/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/empresarios-sergipanos-estao-apoiando-bolsonaro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 15:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[eleito]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=14937</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente da Federação das Indústrias de Sergipe (Fies), Eduardo Prado, reagiu positivamente às declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro,  sobre novas mudanças nas leis trabalhistas para que se aproximem da “informalidade”. Para o segmento industrial o presidente eleito tem demonstrado sensibilidade para com o atual momento do país, atolado numa crise sem precedentes e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/empresarios-sergipanos-estao-apoiando-bolsonaro/">Empresários sergipanos estão apoiando Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente da Federação das Indústrias de Sergipe (Fies), Eduardo Prado, reagiu positivamente às declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro,  sobre novas mudanças nas leis trabalhistas para que se aproximem da “informalidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o segmento industrial o presidente eleito tem demonstrado sensibilidade para com o atual momento do país, atolado numa crise sem precedentes e precisando retomar o crescimento econômico, única forma de melhorar a qualidade de vida pela oferta de trabalho remunerado à massa trabalhadora, hoje superior a 12 milhões de brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Eduardo Prado, “é preciso ter coragem para enfrentar as resistências de grupos corporativos e ideológicos, e o presidente tem demonstrado disposição para o enfrentamento”. Para Eduardo, não é o caso de restringir direitos, mas de oferecer o direito de sobrevivência digna ao trabalhador e isso não se faz sem a oferta de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao criticar a estrutura do Ministério Público do Trabalho, órgão segundo o qual, “cada um faz o que quer” e sem hierarquia, Jair Bolsonaro ecoou um sentimento consolidado no meio empresarial, afligido por multas, como aquelas decorrentes da NR12, copiada de países europeus e inaplicável à realidade brasileira.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda comentado as declarações do presidente eleito, Eduardo Prado, destaca que a recente Reforma Trabalhista teve o condão de sinalizar a existência de problemas, mas foi tímida no seu alcance, muito distante das necessidades do momento.</p>
<p style="text-align: justify;">O assunto, pela sua delicadeza e importância, deve ser abordado na próxima sexta-feira, quando se reúnem diretores e conselheiros da Federação das Indústrias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/empresarios-sergipanos-estao-apoiando-bolsonaro/">Empresários sergipanos estão apoiando Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/empresarios-sergipanos-estao-apoiando-bolsonaro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em diplomação, Bolsonaro pede confiança daqueles que não votaram nele</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/em-diplomacao-bolsonaro-pede-confianca-daqueles-que-nao-votaram-nele/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/em-diplomacao-bolsonaro-pede-confianca-daqueles-que-nao-votaram-nele/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 20:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[diplomação]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[distinção]]></category>
		<category><![CDATA[prometeu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=14867</guid>

					<description><![CDATA[<p>No discurso de diplomação, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, prometeu hoje (10) governar para todos, sem qualquer distinção ou discriminação. Bolsonaro pediu a confiança daqueles que não votaram nele. Também afirmou que o voto popular é um “compromisso inquebrantável”. Segundo ele, a construção de uma nação mais justa depende da “ruptura de práticas que retardaram o progresso no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/em-diplomacao-bolsonaro-pede-confianca-daqueles-que-nao-votaram-nele/">Em diplomação, Bolsonaro pede confiança daqueles que não votaram nele</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No discurso de diplomação, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, prometeu hoje (10) governar para todos, sem qualquer distinção ou discriminação. Bolsonaro pediu a confiança daqueles que não votaram nele. Também afirmou que o voto popular é um “compromisso inquebrantável”. Segundo ele, a construção de uma nação mais justa depende da “ruptura de práticas que retardaram o progresso no país”, como mentiras e manipulação.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“A partir de 1º de janeiro, serei o presidente dos 210 milhões de brasileiros. Governarei em benefício de todos sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião”, afirmou o presidente eleito durante a cerimônia de diplomação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p style="text-align: justify;">Bolsonaro disse que a diplomação representa o reconhecimento da decisão do eleitorado brasileiro, em “eleições livres e justas”. Agradeceu o trabalho da Justiça Eleitoral, o apoio da família e os 57 milhões de votos. Em primeiro lugar, agradeceu a Deus por estar vivo, após ter sido esfaqueado no início da campanha eleitoral.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Afirmou que cumprirá sua determinação de transformar o país em um local de justiça social. “Eu me dedicarei dia e noite a um objetivo que nos une: a construção de um Brasil próspero,  justo, seguro e que ocupe o lugar que lhe cabe no mundo.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Democracia</strong> &#8211; O presidente eleito lembrou que o Brasil deu um exemplo de respeito à democracia nas eleições de outubro. “Em um momento de profundas incertezas, somos um exemplo que a transformação pelo voto popular é possível. Este processo é possível. O nosso compromisso com o voto popular é inquebrantável. Os desejos de mudanças foram expressos nas eleições.”</p>
<p style="text-align: justify;">Bolsonaro disse ainda que só com rupturas de algumas práticas haverá avanços. “A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer uma ruptura com práticas que retardaram o nosso progresso, não mais violência, não mais as mentiras, não mais manipulação ideológica, não mais submissão de nosso destino.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente eleito, as novas tecnologias demonstraram sua força nas urnas. “As eleições de outubro revelaram uma realidade distinta das práticas do passado. O poder popular não precisa mais de intermediação. As novas tecnologias permitiram uma eleição direta entre o eleitor e seus representantes. Esse novo ambiente, a crença na liberdade, é a melhor garantia dos ideiais que balizam a nossa Constituição.”</p>
<p style="text-align: justify;">Bolsonaro agradeceu o apoio da família, citou a mulher Michelle, os cinco filhos e a mãe Olinda, de 91 anos. Ao mencionar o nome da caçula, Laura, 8 anos, acenou para a menina que estava sentada na plateia.</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/em-diplomacao-bolsonaro-pede-confianca-daqueles-que-nao-votaram-nele/">Em diplomação, Bolsonaro pede confiança daqueles que não votaram nele</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/em-diplomacao-bolsonaro-pede-confianca-daqueles-que-nao-votaram-nele/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confirmada extinção do Ministério do Trabalho</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/confirmada-extincao-do-ministerio-do-trabalho/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/confirmada-extincao-do-ministerio-do-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 19:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[extinção]]></category>
		<category><![CDATA[janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[ministro]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=14718</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmou hoje (3) a extinção do Ministério do Trabalho a partir de 1º de janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro assume o Executivo nacional. Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta manhã, Onyx explicou que as atuais atividades da pasta serão distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/confirmada-extincao-do-ministerio-do-trabalho/">Confirmada extinção do Ministério do Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmou hoje (3) a extinção do Ministério do Trabalho a partir de 1º de janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro assume o Executivo nacional. Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta manhã, Onyx explicou que as atuais atividades da pasta serão distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, tanto as concessões de cartas sindicais quanto a fiscalização das condições de trabalho ficarão a cargo da equipe de Sergio Moro (Justiça). Sob o guarda-chuva de Paulo Guedes (Economia) e Osmar Terra (Cidadania) serão divididas as políticas de emprego, contemplando ações voltadas para o empregador e para empresários.</p>
<p style="text-align: justify;">Onyx afirmou que o futuro governo terá 20 ministérios funcionais e dois eventuais. Os dois últimos são estruturas com status ministerial temporariamente, de acordo com estratégias defendidas pela equipe de Bolsonaro. Trata-se do Banco Central que “quando vier a independência deixa status de Ministério” e a Advocacia-Geral da União (AGU).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Bolsonaro deve definir nos próximos dias o comando do Meio Ambiente e dos Direitos Humanos. Onyx Lorenzoni vai detalhar a nova estrutura do governo em uma entrevista coletiva marcada para esta tarde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parlamentares</strong> &#8211; Nesta terça-feira, Onyx acompanha o presidente eleito em conversas com bancadas parlamentares. O primeiro grupo será do MDB e PRB que, juntos, têm mais de 60 parlamentares. Na quarta-feira, será a vez das bancadas do PR e PSDB.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o futuro ministro de Bolsonaro, os encontros têm como finalidade apresentar um modelo diferente da relação entre Executivo e Legislativo. Onyx reiterou a afirmação que vem sendo feita pelo presidente eleito de que não haverá mais a política “toma lá, dá cá”, quando cargos eram distribuídos em troca de apoio na votação de projetos prioritários.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ao longo dos anos esses lugares eram dados e usados para operações que eram desvio de dinheiro público. E isso não vai ter no governo Bolsonaro. Estamos criando um novo mecanismo que não existe, uma nova lógica de relacionamento de construção de maioria que passa primeiro na relação com as bancadas, depois frentes parlamentares e vamos ter coordenadores regionais”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, a maioria será construída com apoio a parlamentares em projetos nos seus estados, como a execução de obras e atendimento de outras emendas, além da participação em programas do governo.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/confirmada-extincao-do-ministerio-do-trabalho/">Confirmada extinção do Ministério do Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/confirmada-extincao-do-ministerio-do-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governadores do NE fecham agenda única para levar a Bolsonaro</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/governadores-do-ne-fecham-agenda-unica-para-levar-a-bolsonaro/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/governadores-do-ne-fecham-agenda-unica-para-levar-a-bolsonaro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 20:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[eleitos]]></category>
		<category><![CDATA[governadores]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[propostas]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=14505</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os governadores do Nordeste, incluindo os atuais e os eleitos, se reúnem nesta quarta-feira (21), em Brasília, para ajustar as propostas apresentadas ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, na semana passada. A ideia, segundo o governador reeleito do Piauí, Wellington Dias (PT), é debater detalhadamente a pauta e fechar uma agenda única que será levada ao [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/governadores-do-ne-fecham-agenda-unica-para-levar-a-bolsonaro/">Governadores do NE fecham agenda única para levar a Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os governadores do Nordeste, incluindo os atuais e os eleitos, se reúnem nesta quarta-feira (21), em Brasília, para ajustar as propostas apresentadas ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, na semana passada. A ideia, segundo o governador reeleito do Piauí, Wellington Dias (PT), é debater detalhadamente a pauta e fechar uma agenda única que será levada ao encontro de governadores, no dia 12 de dezembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa reunião, Bolsonaro será representado pelo ministro indicado da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. “Somos parte da federação e queremos dialogar e integrar ações com o governo federal”, afirmou Dias, que já está em Brasília preparando a reunião do Fórum de Governadores do Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A pauta já vem sendo debatida com o governo do presidente Michel Temer, mas alguns pontos não avançaram. Os temas prioritários são segurança pública e controle das fronteiras, combate ao desemprego, crescimento econômico, retomada de obras, como a ferrovia Transnordestina e a transposição do Rio São Francisco, política de créditos, política industrial focada no Nordeste, política de recursos hídricos e equilíbrio fiscal, incluindo a reforma da Previdência.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Para Dias, é necessário priorizar temas que são importantes para a população, como o crescimento econômico e a geração de empregos. “Como se faz isso? Com a retomada de obras que estão paralisadas ou andando muito devagar. Em cada estado há um conjunto de obras que, sendo retomadas, vão gerar empregos”, disse Dias, acrescentando que a ideia é integrar ações do governo federal, dos estados, dos municípios e da iniciativa privada.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos caminhos apontados pelo governador para aliviar as finanças dos entes federados é o projeto de securitização das dívidas. A proposta, já aprovada no Senado, prevê a possibilidade de venda dos créditos a serem recebidos pela União, pelos estados e pelos municípios. Ainda precisa ser votada na Câmara.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/governadores-do-ne-fecham-agenda-unica-para-levar-a-bolsonaro/">Governadores do NE fecham agenda única para levar a Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/governadores-do-ne-fecham-agenda-unica-para-levar-a-bolsonaro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COMO SERÁ O AMANHÃ?</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/como-sera-o-amanha/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/como-sera-o-amanha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 13:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[contradições]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[expectativas]]></category>
		<category><![CDATA[governos militares]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[ministérios]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[recuos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=14294</guid>

					<description><![CDATA[<p>Faltam 55 dias para que os novos gestores brasileiros tomem posse nos cargos para os quais foram eleitos livremente pelo povo este ano. No Poder Legislativo, os deputados estaduais, deputados federais e senadores da República; no Executivo, os governadores do Distrito Federal e de 26 Estados, além do presidente da República. Em torno deste, o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/como-sera-o-amanha/">COMO SERÁ O AMANHÃ?</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11644" aria-describedby="caption-attachment-11644" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-11644" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-11644" class="wp-caption-text">Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Faltam 55 dias para que os novos gestores brasileiros tomem posse nos cargos para os quais foram eleitos livremente pelo povo este ano. No Poder Legislativo, os deputados estaduais, deputados federais e senadores da República; no Executivo, os governadores do Distrito Federal e de 26 Estados, além do presidente da República. Em torno deste, o capitão Jair Bolsonaro (foto), a maior das expectativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o período da chamada ditadura militar tivemos cinco generais que governaram o país: Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Baptista Figueiredo. Depois que o Brasil superou o período da ditadura militar e reencontrou os caminhos da democracia tivemos quatro presidentes eleitos democraticamente, mas com tendência ideológica liberal conservadora: Tancredo Neves, José Sarney, Fernando Collor e Michel Temer.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Do primeiro, nada se pode dizer de bom ou de ruim. Afinal, sagrado no Colégio Eleitoral, morreu antes de tomar posse. Seu vice, José Sarney, assumiu. Dele, é possível afirmar que garantiu com firmeza o funcionamento das instituições democráticas e desse ponto de vista tomou decisões que para as circunstâncias da época foram ousadas, coadjuvado e tendo como fiador a emblemática figura do presidente do PMDB, da Assembleia Nacional Constituinte e da Câmara dos Deputados, Ulisses Guimarães. Mas, sua política econômica foi desastrosa. Tivemos três moedas entre 1985 e 1990: Cruzeiro, Cruzado e Cruzeiro Novo. No último mês do governo do seu antecessor, o general João Baptista Figueiredo, com Delfim Neto como ministro da Fazenda, em fevereiro de 1985, a inflação era escandalosa – 14 por cento ao mês. Ao final do governo Sarney, em março de 1990, Mailson da Nóbrega era o ministro da Fazenda e a inflação mensal chegou a inimagináveis 84,3 por cento ao mês.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Fernando Collor de Melo abriu o mercado brasileiro que era fechado e vinha representando um entrave ao desenvolvimento tecnológico do país. O seu estilo histriônico e espetaculoso foi inaugurado no primeiro dia de Governo, 15 de março de 1990, com o confisco das poupanças. Terminou com o triste espetáculo do impeachment, no dia 30 de dezembro de 1992, por crime de responsabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Michel Temer era o vice-presidente eleito na chapa de Dilma Roussef. Em 12 de maio de 2016 ele tomou posse após o afastamento da titular, em face do processo de impeachment no Senado Federal. Realizou um conjunto de reformas que dividiu a opinião pública: trabalhista, terceirização, previdência e ensino médio. Termina o período de governo no dia 31 de dezembro sob ameaça de várias denúncias em rumorosos casos de suposta improbidade administrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, o país conheceu quatro presidentes com viés ideológico que aponta nos rumos da social-democracia: Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef. Itamar tomou posse após a renúncia de Fernando Collor, de quem era o vice-presidente, em 29 de dezembro de 1992. O grande número de mineiros no Ministério fez seu governo ficar conhecido como o período da República do Pão de Queijo. Durante a sua administração o PIB cresceu 10 por cento e a renda per capita 6,78 por cento. Ao tomar posse, encontrou o país com uma inflação anual de 1191,09 por cento. Ao final do governo, em 31 de dezembro de 1994, esse índice havia sofrido uma pequena redução, chegando a 916,43 porcento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1993 organizou o plebiscito constitucional que definiu a República presidencialista como forma de governo e em fevereiro de 1994 anunciou o chamado Plano Real, que substituiu a moeda e criou as bases para a estabilização econômica do país, sob a coordenação do seu então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoiado por Itamar Franco, Fernando Henrique venceu as eleições e tomou posse como presidente da República em primeiro de janeiro de 1995. Reeleito em 1998, governou até dezembro de 2002. Privatizou empresas estatais, criou agências regulatórias, reorganizou o funcionalismo público, estabeleceu programas compensatórios de transferência de renda como o Bolsa Escola e a sua principal obra: reduziu a inflação anual de 916,43% para 12,53%. O acesso ao ensino básico aumentou em 25 por cento e o analfabetismo caiu de 14,7 por cento para 11,9 por cento. Mas, a dívida pública saltou de 60 bilhões de dólares, em 1994, para 245 bilhões, em 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência do Brasil em janeiro de 2003, após ser candidato ao cargo pela quinta vez consecutiva, elegendo-se em primeiro turno e derrotando José Serra, o candidato de Fernando Henrique. Foi o primeiro operário a governar o país, com dois mandatos, até dezembro de 2010. Encerrou seu segundo governo com a popularidade recorde que lhe dava 80 por cento de aprovação. Com ele, o PIB cresceu 32,62 por cento e a renda per capita, 23,05. Recebeu a economia do Brasil com inflação de 12,53 por cento ao ano e terminou a gestão com índice inflacionário anual de 5,9 por cento. Manteve a mesma política econômica do seu antecessor, reduziu o desemprego e aperfeiçoou a balança comercial em favor do Brasil. Em 2005, a indústria automobilística brasileira registrou a maior produção da sua história e o seu governo promoveu um aumento real do salário mínimo sem precedentes. Privatizou 2600 quilômetros de rodovias federais e 720 quilômetros de ferrovias.</p>
<p style="text-align: justify;">A pobreza se reduziu num ritmo que impressionou o mundo e a expansão do ensino superior foi a maior da História do Brasil. Propôs a reforma do Poder Judiciário e criou o Conselho Nacional de Justiça. Instituiu os programas sociais Bolsa Família e Fome Zero e reduziu a mortalidade infantil de 20,5 para 15,9 por cento. A partir de 2004 enfrentou crises políticas e acusações de corrupção e improbidade administrativa: Escândalo dos Bingos, Mensalão, Caso Waldomiro Diniz, Cartões Corporativos, Erenice Guerra e Caso Amir Lando, dentre outros, além de alguns escândalos que viriam a tona quando o país já era governado pela sua sucessora como o caso Petrobrás.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Primeira mulher a presidir o governo do Brasil, Dilma Rousseff tomou posse em janeiro de 2011, foi reeleita em 2014 e deposta em 31 de agosto de 2016. Sua gestão foi marcada por uma grave crise econômica que fez o PIB brasileiro sofrer a maior queda desde 1930, encolhendo mais de nove por cento entre 2014 e 2016. No mesmo período, o Brasil foi o país que mais caiu no ranking mundial de competitividade, passando da posição 38 para a 54, segundo a Fundação Dom Cabral. O saldo da balança comercial caiu 34,75 por cento entre 2011 e 2012 e em 2014 a balança comercial brasileira deixou de ser superavitária e apresentou um prejuízo de 3,93 bilhões de dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011 a inflação foi de 6,50 por cento, a maior desde 2004. Dilma suspendeu a contratação dos aprovados em concursos públicos a partir de 2011 e também a realização de novos concursos para o funcionalismo, em face das dificuldades financeiras do Tesouro Nacional. Por outro lado, a presidente Dilma ampliou as relações comerciais com a China, possibilitando a produção de aeronaves da Embraer em território chinês e assinou com aquele país mais de 20 novos acordos comerciais, inclusive para exportação de carne suína.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 34 anos, o Brasil voltará a ser governador por militares. O capitão Jair Bolsonaro será o presidente e o general Mourão o vice-presidente. É verdade que diferente dos últimos governos saídos da caserna, ambos foram escolhidos pela vontade livre e soberana dos brasileiros, em um processo eleitoral tenso e muito disputado. A expectativa em torno de como será o amanhã com Bolsonaro é muito elevada. São muitas mudanças de posição antes mesmo de completar 30 dias da conclusão do processo eleitoral. Anunciou que reduziria a quantidade de 29 para 15 ministérios, mas agora já são 18. Anunciou a fusão dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente, mas já mudou de opinião.</p>
<p style="text-align: justify;">Pretendia colocar a CGU no Ministério da Justiça sob o comando de Sérgio Moro, mas recuou e vai manter a instituição com o status de ministério. Anunciou mudar a embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, mas também já recuou de tal decisão. Por duas vezes já mudou de opinião a respeito da absorção do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio pelo Ministério da Economia, sob o comando de Paulo Guedes. Anunciou que retiraria o Brasil do Acordo de Paris, mas já desistiu da ideia. Disse que iria negociar a dívida interna de quatro trilhões de reais, mas o seu ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não negocia. Além destas, são muitas as outras contradições que preocupam os brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Como será o amanhã com Jair Bolsonaro? O ano de 2019 dirá.</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/como-sera-o-amanha/">COMO SERÁ O AMANHÃ?</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/como-sera-o-amanha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bolsonaro promete abrir &#8220;caixa preta&#8221; do BNDES</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/bolsonaro-promete-abrir-caixa-preta-do-bndes/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/bolsonaro-promete-abrir-caixa-preta-do-bndes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 12:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[caixa preta]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[presidente eleito]]></category>
		<category><![CDATA[sigilos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=14290</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente eleito Jair Bolsonaro reiterou hoje (8) a determinação de abrir os sigilos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tão logo assuma o governo em janeiro. Nas redes sociais, ele usou a expressão “abrir a caixa-preta”, que, segundo o presidente eleito, é um “anseio” dos brasileiros. “Firmo o compromisso de iniciar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/bolsonaro-promete-abrir-caixa-preta-do-bndes/">Bolsonaro promete abrir &#8220;caixa preta&#8221; do BNDES</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente eleito Jair Bolsonaro reiterou hoje (8) a determinação de abrir os sigilos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tão logo assuma o governo em janeiro. Nas redes sociais, ele usou a expressão “abrir a caixa-preta”, que, segundo o presidente eleito, é um “anseio” dos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">“Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa-preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que esse é um anseio de todos”, escreveu Bolsonaro, no Twitter.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left" style="text-align: justify;">
<div class="dnd-atom-rendered">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</div>
<div class="dnd-atom-rendered">Ontem (7), o presidente eleito afirmou que essa é uma prioridade para ele. “Vamos abrir todos os sigilos do BNDES, sem exceção. É o dinheiro do povo e nós temos que saber onde está sendo usado.”</div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div></div>
<div>O BNDES foi alvo de investigações da Polícia Federal, que indiciou os ex-ministros Guido Mantega e Antônio Palocci, o ex-presidente da instituição Luciano Coutinho, além do empresário Joesley Batista, da JBS, por suspeitas de operações ilícitas.</div>
<div>[/box]</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/bolsonaro-promete-abrir-caixa-preta-do-bndes/">Bolsonaro promete abrir &#8220;caixa preta&#8221; do BNDES</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/bolsonaro-promete-abrir-caixa-preta-do-bndes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alessandro: &#8220;Haddad recebe ordens de uma cela em Curitiba&#8221;</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/alessandro-haddad-recebe-ordens-de-uma-cela-em-curitiba/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/alessandro-haddad-recebe-ordens-de-uma-cela-em-curitiba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 14:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Belivaldo Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[delegado]]></category>
		<category><![CDATA[eleito]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>
		<category><![CDATA[Rede +]]></category>
		<category><![CDATA[senador]]></category>
		<category><![CDATA[Valadares Filho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=13971</guid>

					<description><![CDATA[<p>O senador eleito, Delegado Alessandro Vieira (Rede), divulgou uma nota onde afirma que o PT é uma “organização criminosa”, declara que não votará no presidenciável Fernando Haddad, mas também não  deixa claro se votará em Jair Bolsonaro, PSL. Sobre o adversário de Haddad,  Alessandro diz  que Jair, ao longo da carreira de deputado federal,  “acumulou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/alessandro-haddad-recebe-ordens-de-uma-cela-em-curitiba/">Alessandro: &#8220;Haddad recebe ordens de uma cela em Curitiba&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O senador eleito, Delegado Alessandro Vieira (Rede), divulgou uma nota onde afirma que o PT é uma “organização criminosa”, declara que não votará no presidenciável Fernando Haddad, mas também não  deixa claro se votará em Jair Bolsonaro, PSL. Sobre o adversário de Haddad,  Alessandro diz  que Jair, ao longo da carreira de deputado federal,  “acumulou dezenas de manifestações de caráter preconceituoso e ofensivo para grupos sociais específicos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é ácido com o PT. “Não existe ilusão neste ponto: Haddad é um candidato à Presidência que recebe ordens de uma cela em Curitiba”, disparou.</p>
<p>Recentemente, ele  declarou apoio a Valadares Filho, que disputa o Governo do Estado com Belivaldo Chagas. De quebra, ainda ganhou o apoio da delegada Daniela Garcia que, em vídeo, fez críticas a atual gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia, agora a carta de Alessandro Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É chegado o momento de me manifestar com relação ao segundo turno da eleição presidencial. Agradeço em primeiro lugar às centenas de pessoas que entraram em contato com a genuína preocupação em “me preservar”, sugerindo a adoção de uma postura de “neutralidade” no processo para evitar a contrariedade de parcela expressiva do eleitorado.</p>
<p style="text-align: justify;">Aponto também as dezenas de mensagens que tinham o objetivo legítimo de induzir apoio para seu candidato de preferência. Tudo isso faz parte do jogo democrático.</p>
<p style="text-align: justify;">Não acredito em lideranças que se omitem nas horas mais difíceis. A comodidade da dita “neutralidade”, palavra da moda, não raro esconde covardia e oportunismo. É preciso ter transparência e responsabilidade, mais ainda quando se carrega a missão de representar Sergipe, confiada por mais de 470 mil eleitores.</p>
<p style="text-align: justify;">As alternativas que restaram na disputa, Jair Bolsonaro, PSL, e Fernando Haddad, PT, estão muito distantes do ideal que projeto para a ocupação do mais importante cargo da República.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito, inclusive, que os dois projetos representam por motivos distintos um risco considerável para democracia brasileira. As respectivas campanhas, baseadas no “nós contra eles” e na desinformação do eleitor com a massificação de fake news, são indutoras de um clima de confronto não de ideias, mas de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Jair Bolsonaro, ao longo da sua carreira política, acumulou dezenas de manifestações de caráter preconceituoso e ofensivo para grupos sociais específicos e por consequência para todos os cidadãos cientes da importância essencial do respeito aos direitos individuais abrigados na Constituição Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa postura acaba validando, de forma consciente ou não, a ação dos diversos grupos de ódio latentes em qualquer sociedade. É perceptível o baixo apreço ao diálogo e conciliação, característica básica de uma liderança democrática.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o projeto materializado na figura de Fernando Haddad também representa uma ameaça cristalina para a normalidade democrática. Primeiro porque o próprio candidato nada mais é que representante de uma cúpula partidária já reconhecida e condenada como organização criminosa. Não existe ilusão neste ponto: Haddad é um candidato à Presidência que recebe ordens de uma cela em Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ataques verbais de Bolsonaro aos valores democráticos são evidentes e graves, mas não menos notórios são os ataques concretos da organização criminosa à democracia. A corrupção eleitoral gigantesca aplicada na eleição de 2014 é um ataque ao processo eleitoral, somado ao emprego das fake news em proporção inédita. As práticas apontadas no mensalão e na Lava-jato demonstram um ataque escancarado ao processo legislativo e à moralidade administrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">O desrespeito ao Judiciário é igualmente flagrante, marcado pelo confronto político contra decisões judiciais e pela busca da quebra institucional dos órgãos responsáveis pelo combate à corrupção.<br />
Como disse no início, os dois projetos são extremamente problemáticos. Mas foram esses dois projetos que chegaram à etapa final da eleição.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vou votar em Fernando Haddad. Não farei campanha e não tenho a menor intenção de convencer nenhum eleitor no sentido de acompanhar minha decisão. É um voto para evitar o retorno ao poder de uma organização criminosa, que tem como objetivo essencial acabar com a Lava-jato e todas as perspectivas de combate à corrupção. É um voto para virar uma página triste da história.</p>
<p style="text-align: justify;">O longo processo de conversa com eleitores, familiares e parceiros da renovação política me fez perceber com clareza o risco do uso da minha credibilidade para validar manifestações de ódio, como infelizmente já está ocorrendo na internet. É preciso preservar a capacidade de diálogo com os extremos. Por esta razão vou limitar a minha declaração pública de voto a uma rejeição absoluta a qualquer possibilidade de retorno ao poder de uma organização criminosa.</p>
<p style="text-align: justify;">É evidente que existe um risco nesta escolha. Como disse, é um voto absolutamente realista dentro das alternativas disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Estarei a todo tempo, na condição de senador da República, na luta pela manutenção da democracia e dos direitos dos grupos mais vulneráveis, na mesma medida em que estarei na frente de batalha pelo combate à corrupção e pela modernização do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Aceito com tranquilidade as críticas, que certamente virão em torrente. Respeito a opinião de todos, mesmo aquelas manifestadas com a falta de equilíbrio típica dos apaixonados.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sou dono da verdade, nem quero ser. Não sou dono da vontade dos eleitores, nem quero ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero ser sempre um cidadão transparente e objetivo nas minhas posições, que hoje precisam ser públicas por conta do cargo que me foi conferido pelos eleitores.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito na construção de um Brasil mais justo para todos, baseado no diálogo e no respeito. Vou trabalhar para isso. Enfrentar a polarização crescente sem medo e com equilíbrio é parte importante nesse resgate indispensável de uma sociedade fraterna e tolerante. Convido a todos que têm os mesmos objetivos que se juntem nessa caminhada, muito mais importante que uma vitória eleitoral momentânea.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos reconstruir o Brasil!.</p>
<p style="text-align: justify;">Senador eleito Delegado Alessandro Vieira&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/alessandro-haddad-recebe-ordens-de-uma-cela-em-curitiba/">Alessandro: &#8220;Haddad recebe ordens de uma cela em Curitiba&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/alessandro-haddad-recebe-ordens-de-uma-cela-em-curitiba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PSB, PSDB, Rede, DC e PPL devem anunciar apoio no 2º turno</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/psb-psdb-rede-dc-e-ppl-devem-anunciar-apoio-no-2o-turno/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/psb-psdb-rede-dc-e-ppl-devem-anunciar-apoio-no-2o-turno/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 12:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[partidos]]></category>
		<category><![CDATA[políticos]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro turno]]></category>
		<category><![CDATA[segundo turno]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=13821</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem hoje (9), em Brasília, as decisões. [box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/psb-psdb-rede-dc-e-ppl-devem-anunciar-apoio-no-2o-turno/">PSB, PSDB, Rede, DC e PPL devem anunciar apoio no 2º turno</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem hoje (9), em Brasília, as decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Informalmente, alguns líderes políticos sinalizaram como atuarão nesta reta final. O comando do PDT, do candidato Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, indicou que deve assumir um “apoio crítico” à candidatura de Haddad.</p>
<p style="text-align: justify;">Sofrendo com uma redução nos quadros, o PSDB, que lançou o candidato Geraldo Alckmin, deve ter uma divisão interna, segundo analistas políticos. Mesmo se houver uma decisão fechada em torno de um dos nomes, a tendência é de racha. A vice na chapa de Alckmin, Ana Amélia, afirmou que apoiará Bolsonaro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas redes sociais, o candidato do PPL à Presidência, João Goulart Filho, fez elogios a Ciro Gomes, mas não apontou se pretende apoiar Bolsonaro ou Haddad. A candidata da Rede, Marina Silva, fez severas críticas aos dois que disputarão o segundo turno, assim como João Amoêdo, do Partido Novo.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Reuniões</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão Executiva Nacional do PSB se reúne, às 14h30, na sede do partido, em Brasília. Às 15h, a executiva nacional do PSDB também se encontra na capital federal. O PPL, que lançou João Goulart Filho, é outro partido que se reúne nesta terça-feira em Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é de que Rede e o DC, de Eymael, anunciem hoje também seus apoios. O MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (MDB-RR), que perdeu a reeleição, deve se reunir amanhã (10) na capital federal. Já o PSTU, de Vera Lúcia, marcou para o dia 11 o anúncio.</p>
<p style="text-align: justify;"> O Podemos, que lançou Alvaro Dias, o Partido Novo, de João Amoêdo, e o PV, que lançou Eduardo Jorge, vice de Marina Silva, ainda não marcaram reuniões para decidir sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Agendas</p>
<p style="text-align: justify;">Bolsonaro afirmou que pretende se reunir com o economista Paulo Guedes, apontado como seu eventual ministro da Fazenda. O candidato deverá permanecer em casa, no Rio de Janeiro. Amanhã (10), ele será examinado por uma junta médica para poder definir sua agenda de campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Haddad terá encontros hoje com governadores do PT e correligionários, em São Paulo. As reuniões ocorrem um dia depois de ele visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em Curitiba. O candidato ainda não anunciou como será a agenda de campanha até o segundo turno.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/psb-psdb-rede-dc-e-ppl-devem-anunciar-apoio-no-2o-turno/">PSB, PSDB, Rede, DC e PPL devem anunciar apoio no 2º turno</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://teste.sosergipe.com.br/psb-psdb-rede-dc-e-ppl-devem-anunciar-apoio-no-2o-turno/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
