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	<title>Arquivo para Brasil - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Brasil - Só Sergipe</title>
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		<title>&#8220;O Brasil é um carro  que está no atoleiro&#8221;, diz presidente da FIES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 12:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), Eduardo Prado de Oliveira, diz que o país é como “um carro que resvalou ribanceira abaixo e estamos conseguindo tirá-lo da grande baixada do atoleiro, mas ainda não o colocamos, outra vez, na estrada para seguir viagem”. O empresário usa essa metáfora ao analisar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), Eduardo Prado de Oliveira, diz que o país é como “um carro que resvalou ribanceira abaixo e estamos conseguindo tirá-lo da grande baixada do atoleiro, mas ainda não o colocamos, outra vez, na estrada para seguir viagem”. O empresário usa essa metáfora ao analisar os números da Junta Comercial de Sergipe (Jucese) sobre abertura e fechamento de empresas em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Jucese, de janeiro a junho deste ano, 1.494 empresas foram extintas, mas mesmo assim ainda teve um saldo positivo de 795 novos empreendimentos.  Mas o desemprego continua alto, atingindo 15,5% no primeiro trimestre. E fechou junho com um saldo positivo de apenas 265 postos de trabalho. Algo bastante tímido.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Eduardo Prado, é emergencial a aprovação de medidas que potencializem a economia, como a Reforma da Previdência, já adiantada, e a tributária, bem como a supressão das centenas de entraves burocráticos que encarem a produção.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os economistas da FIES, por sua vez, analisam que o número positivo de empresas constituídas nem sempre representará uma elevação significativa do número de postos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">“Normalmente, boa parte das empresas que são constituídas são micro ou pequenos empreendimentos, abertos por ex-empregados recém-demitidos de empresas que encerraram suas atividades, como, por exemplo, ao fechamento de uma grande marcenaria, verifica-se, muitas vezes, a abertura de pequenas outras empresas do mesmo segmento, mas com baixo potencial empregatício”, disse em nota a equipe econômica da FIES.</p>
<p style="text-align: justify;">Trazendo como exemplo o estado de São Paulo, considerado como um termômetro para a economia no país, registrou-se de janeiro a maio deste ano, a abertura de 4.491 indústrias, bem como, o maior índice de empresas fechadas na década, com o encerramento de 2.325 fábricas, de acordo com a Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp). No âmbito nacional, todos os anos empresas de todos os portes e startups fecham as portas, mostrando que abrir um novo negócio é uma tarefa árdua, cuja dificuldade está atrelada à burocratização e ao encolhimento da economia do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>02/08: Negócios &#038; Prosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 13:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[atuação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[UNIT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ampliar o seu mercado de atuação, participe do Workshop sobre o programa de internacionalização empresarial Brasil x Espanha. Aproveite para considerar  a entrada de sua empresa no mercado da União Européia. A UNIT &#8211; Universidade Tiradentes &#8211; em parceria com o Portal Escritório Virtual estará trazendo o Professor João Lago para o evento. Local:  [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para ampliar o seu mercado de atuação, participe do Workshop sobre o programa de internacionalização empresarial Brasil x Espanha. Aproveite para considerar  a entrada de sua empresa no mercado da União Européia.</p>
<p style="text-align: justify;">A UNIT &#8211; Universidade Tiradentes &#8211; em parceria com o Portal Escritório Virtual estará trazendo o Professor João Lago para o evento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Local:</strong><strong>  </strong>Portal Escritório Virtual<br />
Rua Padre Nestor Sampaio , 140, Luzia, Aracaju, SE</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>08h-09h30</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faça a sua inscrição (gratuitamente) clicando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sympla.com.br/negocios--prosa__592650" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a></span></strong></p>
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		<title>Mais de 1,4 milhão de clientes pediram bloqueio de ligações de telemarketing; Anatel não tem números de Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 12:13:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No ar, há uma semana,  o site “não me perturbe” fechou a noite de quinta, 23, com 1,459 milhão de pedidos de bloqueio de ligações indesejadas de serviços de telecomunicações. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por enquanto, não tem como especificar os números de pedidos de bloqueio por Estado, mas informou ao Só Sergipe, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No ar, há uma semana,  o site “não me perturbe” fechou a noite de quinta, 23, com 1,459 milhão de pedidos de bloqueio de ligações indesejadas de serviços de telecomunicações. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por enquanto, não tem como especificar os números de pedidos de bloqueio por Estado, mas informou ao <strong>Só Sergipe</strong>, com exclusividade, quantas foram, até agora, as reclamações em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">De 2016 até agora, a Anatel registrou 396 reclamações de ligações indesejadas de serviços de telemarketing no Estado. Em 2016, foram 88; em 2017,117; em 2018, 113; e em 2019, 78 reclamações.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">A Anatel informa que para deixar de receber as chamadas com ofertas de serviços de telefonia, TV por assinatura e banda larga o consumidor deverá preencher o formulário de inscrição na plataforma no endereço <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://naomeperturbe.com.br/">www.naomeperturbe.com.br</a></span>. A suspensão das chamadas pelas empresas de telecomunicações ocorrerá em até 30 dias, contados da data do cadastramento.</p>
<h3>Brasil</h3>
<p style="text-align: justify;">Em junho deste ano, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.anatel.gov.br/institucional/component/content/article?id=2319">a Anatel determinou que as empresas de telecomunicações criassem uma lista única</a></span> de consumidores que não queriam mais receber chamadas de oferta de serviços de telefonia, tv por assinatura e internet. A medida vale para as empresas Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Telefônica/Vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">A lista do “não me perturbe” vale para todo o Brasil e não substitui os cadastros geridos por Procons em algumas Unidades da Federação. O problema de ligações indesejadas tem escala global e vem sendo enfrentado por órgãos reguladores de outros países, como Estados Unidos e Índia.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, estudos de mercado estimam que cerca de dois terços dessas ligações são provenientes de outros setores econômicos que não os de telecomunicações. Em função das competências legais da Anatel, a medida alcança apenas as empresas de telecomunicações, que respondem por cerca de 32% das chamadas indesejadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>Em Sergipe, mais de 198 mil pessoas receberão o abono do PIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 05:00:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sergipe, 198.804 beneficiários irão receber o abono salarial do PIS (Programa de Integração Social), que começa a ser pago amanhã, quinta-feira, 25. As pessoas nascidas em julho serão as primeiras a receber. Os pagamentos são disponibilizados de forma escalonada conforme o mês de nascimento do trabalhador. Os titulares de conta individual na Caixa com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Sergipe, 198.804 beneficiários irão receber o abono salarial do PIS (Programa de Integração Social), que começa a ser pago amanhã, quinta-feira, 25. As pessoas nascidas em julho serão as primeiras a receber. Os pagamentos são disponibilizados de forma escalonada conforme o mês de nascimento do trabalhador. Os titulares de conta individual na Caixa com cadastro atualizado e movimentação na conta recebem o crédito automático antecipado.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor total disponibilizado pela Caixa para esse calendário de pagamentos é de R$ 16.4 bilhões para 21,6 milhões de beneficiários.</p>
<p>Veja a data  que o seu PIS estará liberado:</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela-PIS-2019-2020.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-20024 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela-PIS-2019-2020.png" alt="" width="680" height="505" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela-PIS-2019-2020.png 680w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela-PIS-2019-2020-300x223.png 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O valor do benefício pode ser sacado até 30/06/2020 e pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.caixa.gov.br/PIS">www.caixa.gov.br/PIS</a></span>) ou pelo Atendimento ao Cidadão  pelo 0800 726 0207.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem tem direito a sacar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência, apresentando o documento de identificação oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalhador com vínculo a empresa pública possui inscrição PASEP, e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/em-sergipe-mais-de-198-mil-pessoas-receberao-o-abono-do-pis/">Em Sergipe, mais de 198 mil pessoas receberão o abono do PIS</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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		<item>
		<title>Brasil, China, EUA, Índia e Rússia: cinco economias colossais</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/brasil-china-eua-india-e-russia-cinco-economias-colossais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 13:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) No atual contexto geopolítico, ainda que não sejam as únicas, três dimensões assumem considerável relevância para se projetar o nível de importância de um país: o tamanho do seu produto interno bruto, a sua extensão territorial e a sua população residente. De acordo com dados disponibilizados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), somente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png"><img decoding="async" class="wp-image-18874 size-medium alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><strong>Emerson Sousa (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No atual contexto geopolítico, ainda que não sejam as únicas, três dimensões assumem considerável relevância para se projetar o nível de importância de um país: o tamanho do seu produto interno bruto, a sua extensão territorial e a sua população residente.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados disponibilizados pelo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.imf.org/external/index.htm">Fundo Monetário Internacional (FMI)</a></span>, somente cinco países conseguem estar simultaneamente entre os dez primeiros colocados em todas essas categorias: Brasil, China, EUA, Índia e Rússia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos econômicos, pode-se afirmar que esse agrupamento é dotado de um considerável estoque de fatores de produção, ao menos, no que se refere à combinação dessas três medidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GIGANTES PELAS PRÓPRIAS NATUREZAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em conjunto, no ano de 2017, essas nações respondiam por 35,6% da área total dos países do planeta, por 45,8% da população mundial e por 46,6% do produto global, sendo esse último medido pelo método da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://maisretorno.com/blog/termos/p/paridade-do-poder-de-compra-ppc">Paridade do Poder de Compra (PPC)</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">E esses cinco países são uma parte do mundo que cresce mais do que o próprio mundo. Em relação a 2016, o seu produto conjunto variou 6,6%, enquanto o remanescente da economia mundial cresceu 4,9% no ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Consequentemente, o seu produto per capita variou mais do que o do conjunto dos países. O referido quinteto viu esse indicador aumentar em 5,7% entre 2016 e 2017, ao passo em que as demais economias viram tal razão crescer apenas 3,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, o produto per capita desse grupo no de 2017, também mensurado pela PPC, é de US$ 17.6 mil. Algo ligeiramente acima do resto do mundo que, pela mesma régua, equivalia a US$ 17.0 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, internamente ao quinteto, há uma disparidade considerável entre seus níveis de produto per capita. Nos EUA, esse chega a US$ 57,876; na Rússia, a US$ 27,006; na China, a US$ 15,416; no Brasil, a US$ 15,406 e na Índia, em US$ 6,760.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas de crescimento desse último indicador também se modificaram de forma diferente entre eles. Brasil, Índia e Rússia observaram um crescimento de 2,8% a.a., em média, enquanto China e EUA perceberam uma alta anual média de 8,5%. No entanto, observando-se em retrospectiva, esse quadro muda totalmente a sua feição.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 2001 e 2015, o produto per capita chinês cresceu a uma taxa média de 9,7% ao ano, ao passo em que o indiano variou, em média, outros 5,4% anuais. A Rússia assume uma posição mediana ao ter o seu produto per capita crescendo 3,9% anuais. O Brasil – com um crescimento anual médio de 1,7% &#8211; e os EUA – com uma taxa de variação de 0,9% anuais – são os piores desempenho do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DIFERENÇAS E SIMILARIDADES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, a partir da análise de algumas variáveis macroeconômicas, todas elas referenciadas a 2017, é possível identificar um padrão de classificação para essa quíntupla de nações. À primeira vista, percebe-se que China e Brasil se colocam como seus pontos extremos enquanto as outras três ocupam posições intermediárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se examina o volume de investimentos como percentual do produto, descobre-se que a China (44,6% do PIB) assume o primeiro lugar. A Índia (30,9%), a Rússia (23,9%) e os EUA (20,6%) aparecem logo em seguida colocando o Brasil – com 15,1% do produto em investimento – na última posição.</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro se repete no que se refere ao nível de poupança como proporção do produto. A China (46% do PIB) lidera o grupo. A Índia (29,1%), a Rússia (25,9%) e os EUA (18,9%) aparecem logo atrás ficando à frente do Brasil (14,7%).</p>
<p style="text-align: justify;">Eles são mais homogêneos quando vistos sob a óptica da variação do nível de preços e da carga tributária. A inflação anual chinesa é a menor de todas (1,6%), sendo secundada pela dos EUA (2,1%), enquanto que os outros três países possuem taxas na casa dos 3,5% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, a receita governamental total é maior na Rússia, que ocupa o primeiro lugar (33,2% do PIB), ficando os EUA com a segunda posição (30,9%), o Brasil com a terceira (30,8%), a China na quarta (28,3%) e a Índia na quinta (19,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">A triste nota é que, dentre esses cinco, o Brasil possui de longe a maior taxa de desemprego: 12,77% da força de trabalho, em 2017. Enquanto isso, os outros quatro vivem, praticamente, num estado de Pleno Emprego. Na Rússia, a taxa de desocupação é de 5,2%; nos Estados Unidos, 4,35%; na China, 3,9% e na Índia, 2,56% nesse mesmo ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OS PERFIS DE COMÉRCIO EXTERIOR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas as cinco nações estão inseridas no seleto clube de países que participam com mais de 1% das exportações mundiais. Todavia, há uma disparidade considerável entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">A China, com 12,77% dos níveis de exportações do planeta, em 2017, é a principal potência comercial do grupo. Em seguida, aparecem os EUA, com 8,72% desse volume.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem mais distante aparecem Rússia, com 1,99% desse total; Índia, com 1,68% e o Brasil, fechando esse pequeno agrupamento, com 1,23% do patamar mundial de exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre eles, somente Rússia (2,6% do PIB) e China (1,4%) apresentaram saldos positivos em suas Contas Correntes, EUA (2,4%), Índia (2,0%) e Brasil (0,5%) obtiveram déficits como resultados em suas transações reais com o resto do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, chamam a atenção os perfis de comércio exterior desses países. A China, com 93% de participação dos manufaturados em sua pauta comercial; os EUA, com 74,9% e a Índia, com 70,5%, são os de maior grau de elaboração nesse segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, o Brasil, com 37,9% de participação de bens manufaturados e a Federação Russa, com 21,8%, são os mais primarizados dentre os cinco. Mesmo assim, ambos os países possuem diferentes perfis de comércio exterior. A Rússia tem na exportação de combustíveis e bens minerais o seu carro-chefe (62,9% do volume total), ao passo em que os brasileiros concentram sua pauta em bens agrícolas (41,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">Tais números vão resultar num mosaico bastante heterogêneo, de um modo que o volume de comércio norte-americano chega a 13,4% do seu produto e gera um valor per capita de US$ 7.8 mil. Já chinês representa 12% do seu produto, criando um valor per capita de US$ 1.1 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, na Rússia esses indicadores são, respectivamente, de 24% e US$ 2.3 mil. No Brasil, de US$ 12% e também US$ 1.1 mil e, por fim, na Índia, cujo comércio exterior representa 20,5% do seu PIB ao passo em que ele formata um valor per capita de apenas US$ 368.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A MÃO VISÍVEL DO ESTADO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, de acordo com a Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE), por meio do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://stats.oecd.org/index.aspx?DataSetCode=PMR"><em>Product Market Regulation (PMR)</em></a></span> – um conjunto de indicadores que mensura o grau de barreiras à competição e ao empreendedorismo e o volume da intervenção estatal – esses dínamos da economia mundial não possuem grandes níveis de liberalidade econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição de 2013 dessa pesquisa – que foi a última a trazer dados em conjunto sobre o quinteto – os EUA, que são o único membro da OCDE dentre os cinco países, são superados por vários outros integrantes do referido organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um índice de 1,59 pontos, o seu grau de regulação está acima da média desse bloco – que é de 1,48 pontos – e longe dos líderes dessa lista: Reino Unido (1,08 pts.) e Holanda (0,92 pts.).</p>
<p style="text-align: justify;">No que concerne ao desempenho dos outros quatro países, vê-se que a Rússia é o de menor graduação (2,22 pts.), seguido por Brasil (2,54 pts.), China (2,86 pts.) e, por fim, a Índia (3,10 pts.).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no âmbito do PMR 2013, torna-se mais curioso ainda quando se observa que, na dimensão controle estatal da economia, o Brasil aparece com a menor nota do grupo (2,51 pontos). Logo depois, surgem os EUA (2,70 pts.), seguidos pela Rússia (3,41 pts.), China (3,57 pts.) e Índia (4,02 pts.).</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desses dados, fica nítido que uma das marcas dessas economias é o peso da “Mão Visível” do Estado como elemento influenciador da coordenação normativa das relações sociais de produção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> MODELOS PRÓPRIOS DE DESENVOLVIMENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As vantagens advindas das combinações desses fatores é que esses países têm uma maior liberdade para criarem modelos próprios de desenvolvimento do que as demais nações do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo nesses países é grande em relação aos seus pares. Tudo neles envolve escalas raramente compartilhadas em outros cantos da economia-mundo. A simples mobilização de seus fatores de produção já criam externalidades positivas que potencializariam o seu próprio desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">E, ao que tudo indica, China, Federação Russa e Índia perceberam isso. Mesmo com todos os percalços, os seus níveis de desenvolvimento nas últimas décadas são dignos de nota.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto que, nesses últimos trinta anos, segundo dados disponibilizados pelo Banco Mundial, esses dois primeiros praticamente <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://data.worldbank.org/indicator/SI.POV.DDAY?end=2017&amp;locations=US&amp;start=1990&amp;view=chart">erradicaram a pobreza extrema</a></span> ao passo em que o subcontinente indiano reduziu os seus níveis a menos da metade.</p>
<p style="text-align: justify;">E todo esse cenário foi montado em cima de um padrão de desenvolvimento autônomo e integrado, no qual cada uma das administrações políticas voltou-se para a expansão dos níveis sociais de bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que essas nações estão em níveis de desenvolvimento distintos, suas institucionalidades em graus diversos de consolidação, mas uma coisa é patente: todas elas possuem os insumos básicos para se tornarem lugares melhores para se viver, basta apenas se organizarem politicamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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		<title>Futuro do gás natural em Sergipe será discutido hoje e amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2019 10:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, participa hoje, 4, do “Simpósio de Oportunidades – novo cenário da cadeia do gás natural em Sergipe”, que acontece no Radisson Hotel. O evento ocorre no momento estratégico para o Estado, diante da descoberta, em águas profundas, de uma potencial reserva de gás natural, reverenciado como um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, participa hoje, 4, do “Simpósio de Oportunidades – novo cenário da cadeia do gás natural em Sergipe”, que acontece no Radisson Hotel. O evento ocorre no momento estratégico <span style="color: #000000;">para o </span>Estado, diante da descoberta, em águas profundas, de uma potencial reserva de gás natural, reverenciado como um divisor de águas para a região. Tanto a descoberta como o simpósio animam a presidente da Associação das Empresas da Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Energia de Sergipe, Ana Maria Mendonça.</p>
<figure id="attachment_19456" aria-describedby="caption-attachment-19456" style="width: 225px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/ana-maria-mendonça-petróleo-e-gas.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-19456 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/ana-maria-mendonça-petróleo-e-gas-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/ana-maria-mendonça-petróleo-e-gas-225x300.jpg 225w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/ana-maria-mendonça-petróleo-e-gas-768x1022.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/ana-maria-mendonça-petróleo-e-gas-769x1024.jpg 769w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/ana-maria-mendonça-petróleo-e-gas.jpg 849w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><figcaption id="caption-attachment-19456" class="wp-caption-text">Ana Mendonça: quebra de monopólio</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Um marco de mudança”. É assim que Ana Maria se refere à descoberta que, na verdade, não aconteceu tão recentemente,<span style="color: #000000;"> mas</span> sim em 2008. E somente agora é que a Petrobras sinalizou os investimentos em Sergipe. Para ela, que dirige uma entidade que congrega 80 sócios, é imprescindível que o governo do Estado, através da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Sergipe (Agrese) atue firmemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela diz, ainda, que com a descoberta do gás, <span style="color: #000000;">um novo mercado pode quebrar o monopólio da Sergás, com a concorrência, o que pode ser benéfico para os consumidores.</span> Ana Maria Mendonça, também, acredita que o simpósio, que prossegue até sexta-feira, será um momento para uma discussão importante para o setor.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Debater estratégias</h3>
<p style="text-align: justify;">O simpósio, organizado pelo Governo do Estado e patrocinado por diversas empresas, irá discutir aspectos relacionados à produção e oferta de gás em Sergipe, as estratégias do Governo Federal e Estadual para a área, bem como a visão de instituições e empresas envolvidas no tema.</p>
<p style="text-align: justify;">O governador Belivaldo Chagas e o secretário da Sedetec, José Augusto Carvalho, farão a abertura do evento, que terá início às 8h. Logo após, haverá a palestra do Ministério da Economia (ME), cujo tema é “Estratégia do Governo Federal para elevar a competitividade no setor de Petróleo e Gás &#8211; novo modelo e regulação”, seguido da palestra do ministro Bento Albuquerque, cujo tema gira em torno do novo mercado de gás e as oportunidades de desenvolvimento para o estado de Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">“Temos um momento promissor em Sergipe, com uma oferta de gás confirmada, que será maior do que o transportado pelo gasoduto Brasil-Bolívia. Isso representará um marco para o estado e o país, por isso, estamos realizando este evento no estado, a fim de atrair empresas consumidoras de gás e instituições envolvidas com o setor, a fim de dialogar e mostrar tudo que Sergipe e o Governo do Estado têm a oferecer”, informa o secretário José Augusto de Carvalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos ministros, alguns nomes de destaque já estão confirmados no evento, como o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone; o secretário executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), Antônio Guimarães; o presidente da Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (ABRACE), Paulo Pedrosa; além de membros da Petrobras, da Empresas de Pesquisas Energéticas (EPE), e toda a equipe da área de gás do Ministério de Minas e Energia.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a programação do Simpósio</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>04 de Julho &#8211; Manhã</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/banner-simpósio.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-19457 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/banner-simpósio-300x171.png" alt="" width="300" height="171" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/banner-simpósio-300x171.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/banner-simpósio-768x438.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/banner-simpósio.png 881w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Painel 1 &#8211; Novas Perspectivas para Sergipe<br />
<strong>07:00</strong> &#8211; Credenciamento<br />
<strong>08:00</strong> &#8211; Abertura do evento: Governador do Estado de Sergipe, Belivaldo Chagas e Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, José Augusto Carvalho<br />
<strong>08:15</strong> &#8211; Palestra Ministério da Economia (ME): “Estratégia do Governo Federal para elevar a competitividade no setor de Petróleo e Gás &#8211; novo modelo e regulação”. Paulo Roberto Nunes Guedes &#8211; Ministro da Economia<br />
<strong>08:55</strong> &#8211; Palestra do Ministério de Minas e Energia (MME): “O novo mercado de gás”.<br />
Bento Albuquerque – Ministro de Minas e Energia<br />
<strong>09:35</strong> &#8211; Palestra Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): “Abertura do Mercado de Gás Natural”. Décio Oddone &#8211; Diretor-Geral da ANP.<br />
<strong>10:15</strong> &#8211; Espaço para Perguntas e Respostas<br />
<strong>10:30</strong> &#8211; Coffee Break<br />
<strong>10:50</strong> &#8211; Palestra da ExxonMobil: “Apresentação das atividades da ExxonMobil na exploração de Petróleo e Gás Natural e suprimento de GNL em Sergipe”<br />
Carla Lacerda &#8211; Presidente da ExxonMobil Brasil<br />
<strong>11:30</strong> &#8211; Palestra da Centrais Elétricas de Sergipe S.A (CELSE): “Geração de Energia da UTE Porto de Sergipe e Perspectivas de Novos Empreendimentos para Geração de Energia”.<br />
Pedro Litsek &#8211; Diretor Presidente<br />
<strong>12:10</strong> &#8211; Espaço para Perguntas e Respostas<br />
<strong>12:30</strong> &#8211; Almoço</p>
<p><em><strong>04 de Julho &#8211; Tarde</strong></em></p>
<p><strong>Painel 2 &#8211; Novo Mercado do Gás Natural para o Brasil</strong><br />
<strong>14:00</strong> &#8211; Palestra da Petrobras: “Planejamento de Investimentos em Petróleo e Gás em Sergipe: prazos e volume de produção”. Rodrigo Costa Lima e Silva &#8211; Gerente executivo de gás e energia.<br />
<strong>14:40</strong> &#8211; Palestra da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) &#8211; “Apresentação do Estudo Exploratório da Bacia de Sergipe-Alagoas (SEAL) no Zoneamento de Recursos de Óleo e Gás”. José Mauro Ferreira Coelho &#8211; Diretor de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis.<br />
<strong>15:20</strong> &#8211; Espaço para Perguntas e Respostas<br />
<strong>16h</strong> – Coffee Break<br />
<strong>16:30</strong> &#8211; Palestra da Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (ABRACE): “Atração de novos empreendimentos a partir da oferta de gás a preços competitivos em Sergipe”. Paulo Pedrosa &#8211; Presidente da Abrace<br />
<strong>17:10</strong> &#8211; Palestra do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP): “A competitividade do setor de Gás Natural no Brasil e as questões tributárias relacionadas às atividades da Cadeia de Valor do Gás Natural no Brasil” &#8211; Luiz Costamillan &#8211; Sec. de gás natural do IBP<br />
<strong>17:40</strong> &#8211; Espaço para Perguntas e Respostas<br />
<strong>18:00</strong> &#8211; Encerramento</p>
<p><em><strong>05 de Julho &#8211; Manhã</strong></em></p>
<p><strong>Painel 3 &#8211; Negócios e Oportunidades de Investimentos na cadeia de Petróleo, Gás e Energia em Sergipe</strong><br />
<strong>08:00</strong> &#8211; Credenciamento<br />
<strong>08:40</strong> &#8211; Palestra da Golar Power: “Oportunidades de negócios com o GNL a partir do FRSU Golar Nanook”.<br />
Celso Silva &#8211; Vice-presidente Executivo da Golar Latam<br />
Marcelo Rodrigues &#8211; Vice-presidente Executivo da Golar SSLNG<br />
<strong>09:20</strong> &#8211; Palestra DBO Energy: “Exploração de Petróleo e Gás com foco em campos offshore maduros no Brasil ”. Kjetil Solbraekke &#8211; CEO da DBO Energy<br />
<strong>09:55</strong> &#8211; Palestra Noxis Energy: “Perspectivas de Implantação de Refinaria em Sergipe”.<br />
Marcio Dutra – Chairman da Noxis Energy<br />
<strong>10:45</strong> &#8211; Palestra VLI Logística: “Operações portuárias em Sergipe e suas oportunidades de negócio”<br />
Asley Ribeiro &#8211; General Manager Sales da VLI Logística<br />
<strong>11:25</strong> &#8211; Espaço para perguntas e respostas<br />
<strong>12:00 </strong>&#8211; Encerramento</p>
<p>[/box]</p>
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		<title>Sebrae Sergipe tem projeto de startups aprovado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 12:44:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[ABStartups]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sebrae nacional aprovou um programa do Sebrae Sergipe que trabalha a pré-aceleração das startups e a capacitação dos empreendedores para colocar suas ideias de negócio no mercado de forma rápida e consistente.  Essa semana, o deputado federal Fábio Reis (MDB) tomou conhecimento deste fato através do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles. A gestora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Sebrae nacional aprovou um programa do Sebrae Sergipe que trabalha a pré-aceleração das startups e a capacitação dos empreendedores para colocar suas ideias de negócio no mercado de forma rápida e consistente.  Essa semana, o deputado federal Fábio Reis (MDB) tomou conhecimento deste fato através do presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles.</p>
<p style="text-align: justify;">A gestora do projeto de startups do Sebrae Sergipe, Lara Andrade, disse que o objetivo geral “é transformar ideias inovadoras em negócios de alto impacto, por meio de uma metodologia de capacitação intensiva. Nessa capacitação, os empreendedores vivenciam as diversas fases de desenvolvimento de uma startup com a ajuda de mentor e profissional especializado que irá compartilhar suas experiências em módulos práticos e mentorias”.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa tem como público-alvo empreendedores (potenciais e ativos) com startups nas fases de ideação e operação, projetos de inovação tecnológica e economia criativa em desenvolvimento.</p>
<figure id="attachment_19232" aria-describedby="caption-attachment-19232" style="width: 167px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Fábio-Reis-deputado-federal.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19232 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Fábio-Reis-deputado-federal-300x300.jpeg" alt="" width="167" height="167" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Fábio-Reis-deputado-federal-300x300.jpeg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Fábio-Reis-deputado-federal-150x150.jpeg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Fábio-Reis-deputado-federal-768x771.jpeg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Fábio-Reis-deputado-federal-1021x1024.jpeg 1021w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Fábio-Reis-deputado-federal.jpeg 1222w" sizes="(max-width: 167px) 100vw, 167px" /></a><figcaption id="caption-attachment-19232" class="wp-caption-text">Fábio Reis: &#8220;esperamos que Sergipe avance nesse segmento&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Tenho certeza que com essa aprovação, haverá um grande estímulo para o desenvolvimento do ecossistema de inovação e empreendedorismo em Sergipe. Existem milhares de cases de sucesso econômico criados a partir de startups que se tornaram referência de negócio. Com esse projeto, esperamos que o nosso Estado avance nesse segmento altamente competitivo e tecnológico”, destacou Fábio Reis.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Pesquisa</h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o Sebrae é um dos principais atores do ecossistema de startups no Brasil. Em Sergipe, desde 2014, a instituição participa de eventos pontuais como parceiro na área. Em 2017 foi aprovado o Projeto de Desenvolvimento e Fortalecimento de Startups, que desenvolveu ações de consultoria, capacitações e inserções dos startups nos mais variados segmentos do mercado.·.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa recente do Instituto Startup Genome apontou que o Brasil é hoje o 13º melhor ecossistema do mundo para startups. De acordo com a StartSe, o maior banco de dados de startups do país existe atualmente em seu cadastro mais de nove mil startups registradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse número pode ser ainda maior segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), que aponta para algo entre 10 e 15 mil espalhadas pelo país, levando em conta a falta de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) para boa parte delas, que ainda se encontram em fase inicial.</p>
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		<title>Dívida pública federal: um peso excruciante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2019 08:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) Entre o primeiro dia de mandato presidencial do Sr. Fernando Henrique Cardoso e o último do Sr. Michel Lulia Temer, o governo federal brasileiro promoveu gastos, correntes e de capital, da ordem de R$ 35,3 trilhões, em valores atualizados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até março deste ano. Desse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-18874 size-medium alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Emerson Sousa <strong>(*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre o primeiro dia de mandato presidencial do Sr. Fernando Henrique Cardoso e o último do Sr. Michel Lulia Temer, o governo federal brasileiro promoveu gastos, correntes e de capital, da ordem de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/series-historicas">R$ 35,3 trilhões</a></span>, em valores atualizados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até março deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse montante, foi destinado um total de R$ 9,2 trilhões para o pagamento de juros e encargos e para a amortização da dívida pública, de modo que 25,9% de toda a despesa federal nesses grupos foi canalizada para a remuneração das obrigações junto ao Sistema Financeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo uma ilustração do que isso significa, pode-se dizer que, nesses 24 anos de gasto federal, seis foram totalmente dedicados à remuneração de papéis e letras governamentais negociados pelas tesourarias dos bancos.</p>
<p style="text-align: justify;">Verificando tão somente a despesa com juros e encargos, percebe-se que, de 1995 a 2018, eles consumiram um total atualizado de R$ 4,34 trilhões, algo como o Produto Interno Bruto (PIB) de um país semelhante à Austrália.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu turno, no mesmo período, as Amortizações totalizaram um montante atualizado de R$ 4,81 trilhões. Um valor superior ao da riqueza gerada em um ano pela Coreia do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Interessante notar que, apesar desse volume de abatimento, a Dívida Pública federal líquida, em valores atualizados, saiu de um patamar de R$ 338,2 bilhões, em janeiro de 1995, para R$ 2,83 trilhões, em março de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, mesmo com todo esse esforço orçamentário de amortização, o passivo federal líquido deslocou-se de um volume do tamanho da economia do Marrocos para outro similar ao PIB da Turquia.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A TRAJETÓRIA DO SERVIÇO DA DÍVIDA</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Analisando a trajetória do serviço da Dívida Pública – aqui tratados como o total de juros, encargos e amortizações – de modo mais detido, é passível de identificação a existência de três fases distintas de conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">De 1995 até 2009, quando os juros, os encargos e as amortizações somados saíram de 16,7% para 35,2% do total das <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://manualsiafi.tesouro.fazenda.gov.br/020000/020300/020332">Despesas Correntes e de Capital</a></span>. De 2010 a 2013, quando essa proporção decaiu para 19,6% e, a partir de 2014, quando as rubricas voltam a crescer em participação, chegando a 28,1%, em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a trama que se apresenta é a de que, a despeito do crescente quantitativo de recursos direcionados para a Dívida Pública, o seu estoque apenas tem aumentado e a sua manutenção mostra-se custosa no decorrer do tempo, o que debilita profundamente o alcance das políticas públicas promovidas pelo Estado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CAUSAS E MOTIVOS PROVÁVEIS</h3>
<p style="text-align: justify;">Torna-se necessário entender porque o serviço da Dívida Pública custa tanto. A despeito do que preconiza o discurso conservador, que vê no aumento dos gastos públicos a principal causa desse fenômeno, fica claro que tal abordagem não corresponde à realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Haja vista que, entre 1995 e 2018, não houve um estouro do gasto corrente. No início desse período, ele representava 16,5% do PIB. Ao seu final, ele crescera para 21,8% desse total, apenas superando a marca de 20% no ano de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, de 1997 a 2014, o Governo Federal promoveu superávits primários anuais da ordem de 1,81% do PIB, o que gerou uma poupança de R$ 871,1 bilhões em valores não corrigidos pela inflação oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">Se houve uma explosão do dispêndio, ela ocorreu com o serviço da Dívida Pública, que cresceu 404% de 1995 a 2018, chegando a sequestrar 9% do PIB brasileiro. Ressalte-se que, no início dessa época, tal participação era de apenas 3,7% do produto interno bruto.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Outras abordagens adicionais – tais como a necessidade de controle inflacionário ou recompensa ao risco de calote – também não se sustentam. Afinal, boa parte da inflação brasileira é determinada por serviços indexados, os chamados <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/FAQs/FAQ%2005-Pre%C3%A7os%20Administrados.pdf">preços administrados</a>,</span> que são pouco afetados pelas forças de oferta e demanda do mercado e pouco reagem à política de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/metainflacao">Metas de Inflação</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">E, do mesmo modo, alegar que os juros são altos porque o Brasil é arriscado do ponto de vista macroeconômico, também não faz sentido. O país possui US$ 380 bilhões em reservas, está entre as 30 maiores economias exportadoras do mundo, é um dos dez principais destinos de investimento externo e, há mais de uma década, recomprou os títulos remanescentes de sua última reestruturação.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Não há razão plausível para o país possuir um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.knoema.com/atlas/Brasil/topics/Economia/Setor-Financeiro-Taxa-de-juros/Pr%C3%AAmio-de-risco-por-empr%C3%A9stimo?compareTo=MX,ZA,TH,PK">nível de risco</a></span> superior ao do México, África do Sul, Tailândia ou Paquistão ou, mesmo, praticar <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://tradingeconomics.com/country-list/interest-rate">taxas básicas</a> </span>de juros superiores às observadas em Honduras, Paraguai e Bangladesh.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A CAPTURA DA DÍVIDA PÚBLICA</h3>
<p style="text-align: justify;">Mas há uma resposta que talvez explique esse mosaico: por meio de ocupação de espaços na estrutura governamental e de modo totalmente legal, o Sistema Financeiro foi sistematicamente capturando o mercado primário da Dívida Pública a ponto de poder arbitrar os preços ali praticados.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, ainda que só isso não seja determinante, é bom saber que, dos quase 150 bancos registrados no país, somente <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/342765/Dealers+-+Hist%EF%BF%BDrico.pdf/af81a9a4-6ca5-47a6-9bc2-ea6a90314f65">doze</a></span> fazem parte do seleto grupo que pode participar dos leilões dos títulos públicos federais e definir os preços de negociação.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Sem falar que os bancos historicamente fornecem quadros ao Governo Federal para se ocuparem da condução normativa e transacional da Dívida Pública, tanto no Banco Central quanto na Secretaria de Tesouro Nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Não que haja ilegalidades nisso, mas esses agentes, por pura osmose, levam para a formação do custo da Dívida Pública a lógica, a visão e as perspectivas do Sistema Financeiro que, geralmente, colide com as do resto da nação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, se o Brasil considera importante reduzir o peso excruciante da pouco mencionada Dívida Pública, talvez estivesse na hora de perceber que, provavelmente, esse é mais um problema político do que puramente econômico.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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		<title>Amor e negócios dão certo, garante especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 19:01:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Amor e negócios podem andar unidos?  Para o fundador e CEO do Instituto Empresariar, Cícero Rocha, a reposta é sim. Hoje, segundo ele, 85% das empresas brasileiras são familiares e num ranking de zero a 10, elas têm a nota sete pela qualidade do empreendimento.  Agora, o Instituto Empresariar, presente em vários Estados do país, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Amor e negócios podem andar unidos?  Para o fundador e CEO do <a href="http://www.institutoempresariar.com.br/"><span style="color: #0000ff;">Instituto Empresariar</span>,</a> Cícero Rocha, a reposta é sim. Hoje, segundo ele, 85% das empresas brasileiras são familiares e num ranking de zero a 10, elas têm a nota sete pela qualidade do empreendimento.  Agora, o Instituto Empresariar, presente em vários Estados do país, já tem um representante em Sergipe com o objetivo de dar apoio aos empreendimentos locais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terça-feira, 11, Cícero Rocha falou sobre empresas familiares a jovens da Federação do Comércio de Sergipe (Fecomércio). O assunto foi tão palpitante, já que ele é um dos poucos especialistas do tema no país.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“As dúvidas eram muitas e foi gratificante conversar um assunto tão complexo”, disse Cícero que elencou as principais dúvidas da plateia: “o que fazer com aquele filho que não quer dar continuidade aos negócios? Como convencer as novas gerações? As empresas familiares vão se extinguir? É bom negócio ter uma empresa familiar?”. Segundo Cícero, o importante é ter metodologia para esses casos, a fim de que a empresa dê certo. E ele garante que usando os métodos, os negócios avançam.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque, antigamente, segundo o especialista, estes negócios eram feitos de forma empírica, sem técnicas e conhecimento. “Usando tudo adequadamente, reduz a possibilidade das empresas perecerem. As empresas familiares são o negócio do futuro. Basta sair do empirismo”, afirmou.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Sonhos</h3>
<p style="text-align: justify;">Para Cícero Rocha, é necessário que o casal, ao abrir uma empresa, alinhe os sonhos, pois ele entende que o trabalho é como um casamento. “Tem altos e baixos. Eles têm que conversar para não acabar o casamento. É preciso, também, pensar no futuro e não apenas naquela necessidade, por que a dificuldade vai passar”, frisou.  Ele alerta que, antes mesmo de abrir a empresa, é necessário debater sobre todas as possibilidades, os riscos. Enfim, todos os problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o casal abrir um negócio é preciso ter muito equilíbrio para não se frustrar. “Por isso, assim como deve ser no relacionamento, é preciso entender que o seu parceiro tem opiniões diferentes. Além disso, é preciso entender que uma segunda opinião pode ajudar a enxergar outros aspectos e tomar uma decisão mais assertiva para a empresa”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, segundo a psicóloga do Instituto Empresariar, Vanuza Ferraz, quando ambos, enquanto casal, conseguem perceber que essa união pode render frutos não somente na constituição de uma família, mas também no campo dos negócios, eles podem conquistar uma força nos empreendimentos. “O entendimento dos negócios fortalece também o próprio relacionamento, pois passam a perceber que estão juntos numa busca de um bem comum”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">O CEO do Instituto Empresariar, Cícero Rocha, explica que existem algumas vantagens entre casais empreendedores. “Em um relacionamento, há a possibilidade de fazer um planejamento mútuo, no qual os dois têm os mesmos objetivos, além disso, há uma motivação quando um pensa em desistir, já que o outro encontra motivos para continuar investindo nos negócios. Ainda temos que citar a cumplicidade e a confiança que existe entre ambas as partes”, avalia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Laércio Oliveira assume a Frente Parlamentar em Defesa do Pescado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 20:05:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado federal Laércio Oliveira assumiu o cargo de primeiro secretário da Frente Parlamentar em Defesa do Pescado, em evento realizado essa semana em Brasília, com a presença da ministra da Agricultura Tereza Cristina, produtores de diversos estados e parlamentares. Ele afirmou que  vai trabalhar na construção de uma agenda legislativa para incentivar o crescimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O deputado federal Laércio Oliveira assumiu o cargo de primeiro secretário da Frente Parlamentar em Defesa do Pescado, em evento realizado essa semana em Brasília, com a presença da ministra da Agricultura Tereza Cristina, produtores de diversos estados e parlamentares. Ele afirmou que  vai trabalhar na construção de uma agenda legislativa para incentivar o crescimento do setor no país e também defender a conclusão das obras dos terminais pesqueiros, especialmente o de Sergipe, que é o mais avançado e considerado prioridade para o governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os objetivos da Frente estão o apoio à criação de projetos que visem à desburocratização, à regulamentação, à livre iniciativa, o estímulo à atividade pesqueira, o estabelecimento de acordos bilaterais de comércio e o fomento do mercado interno. “O Legislativo pode auxiliar muito a melhorar isso, ao ponto de transformar o Brasil em um grande país exportador de pescado”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">O brasileiro come por ano aproximadamente 10 quilos da proteína, um índice ainda muito abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde, que é de 20 quilos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignleft&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ressalta que se o Brasil tivesse condições de produzir mais, com certeza consumiria mais. Isso porque o que é produzido aqui não atende toda a demanda. E todos os anos são importados cerca de US$ 1,3 milhão em peixes, mesmo o Brasil tendo 8 mil quilômetros de costa e 12% de água doce do mundo. “Nós precisamos conquistar essa competitividade através da solução de uma série de gargalos, principalmente do ponto de vista burocrático e tributário”, disse Laércio.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado lembrou ainda do grande potencial de Sergipe para a atividade. “Já fui procurado por pescadores e carcinicultores do estado, que trouxeram suas demandas, a exemplo dos de Brejo Grande, que antes era uma região reconhecida pela rizicultura e agora passa a ser um local em pleno desenvolvimento da aquicultura, principalmente a criação de camarão. Precisamos implementar essa cultura para trazer desenvolvimento econômico, gerando emprego e renda” disse.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">“Estou muito honrado com o convite da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) para assumir a Secretaria Geral da Frente. A pesca merece lugar de destaque na economia do nosso país porque tem grande potencial de geração de empregos e renda”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8230;</p>
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