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	<title>Arquivo para ciência - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para ciência - Só Sergipe</title>
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		<title>Em defesa da Ciência e Tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2019 03:00:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_17204" aria-describedby="caption-attachment-17204" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/gilberto-kassab.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17204" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/gilberto-kassab-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/gilberto-kassab-300x223.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/gilberto-kassab-768x571.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/gilberto-kassab-1024x761.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/gilberto-kassab.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-17204" class="wp-caption-text">Gilberto Kassab, durante evento em Aracaju (*)</figcaption></figure>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Assumimos em maio de 2016 a pasta do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que fundia as áreas governamentais responsáveis por dois grandes setores da economia. Parte da comunidade científica e entidades representativas tinham receio com aquela fusão: temiam não “dar certo” conectar o que se acreditava serem áreas díspares, e ainda havia quem visse o fantasma do enfraquecimento político, sobretudo em crise econômica. Passado o instante inicial, pudemos fazer ver que nossa equipe lá esteve pelas grandes causas.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O tempo todo exercitamos – eu e nossa equipe – essa grande tarefa que é a articulação política. Para que se observasse que ciência precisa de apoio público, de recursos, mesmo em tempos de ajuste fiscal. É preciso “colocar o dedo na ferida”: para o Brasil se desenvolver, sua ciência não pode prescindir do investimento público.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Conseguimos a liberação de orçamento para grandes programas. Como o Sirius, acelerador de partículas entregue em novembro, maior projeto da nossa ciência e que vai permitir pesquisas em diferentes segmentos. Nas telecomunicações, destaco o “Internet para Todos”, com o Satélite Geoestacionário, para banda larga em todo o país, conexão em escolas e unidades de saúde, além de inúmeras possibilidades que a rede traz.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Um antigo Ministério da Ciência e Tecnologia com dificuldade em honrar compromissos chegou a 2019 como MCTIC com contas em dia e outros projetos engatilhados, como o Reator Multipropósito Brasileiro (que vai permitir a produção de radiofármacos, importante para tratar o câncer). Também tendo lançado o maior edital da história do CNPq, projetos de apoio a startups (como o “Centelha”, em todo o país) e um volume inédito de investimento pelo BID (US$ 1,5 bilhões), para inovação em diversos setores.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Voltou-se no Brasil também a outorgar a Ordem Nacional do Mérito Científico, reconhecendo quem produz conhecimento. E reinstalou-se o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, órgão governo-sociedade de discussão da ciência. Para além dessa instância, os gabinetes do MCTIC mantiveram permanente interlocução com organizações de C&amp;T e do setor empresarial, sobre os projetos e a construção de mecanismos legais. Foi entregue por exemplo a regulamentação do Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, construído sob este signo de diálogo. Desburocratiza a pesquisa, aproxima ciência e empresa, e facilita a internacionalização do setor.</p>
<h2>Valorizar ciência</h2>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Lembro ainda a TV digital, que chegou em 2019 com uma cobertura a 130 milhões de brasileiros. Também avançou-se na radiodifusão, com as migrações de AM a FM que melhoram o sinal, e a desburocratização para outorgas, tudo com muita transparência.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Falando em ciência, reafirmo: é preciso colocar o dedo na ferida. Por exemplo, os cortes lineares determinados pela equipe econômica foram um erro. Uma pasta com recursos pequenos frente ao montante total do “bolo” federal ter mais de 40% do orçamento cortado, como feito em 2017, por exemplo, é não compreender o quanto C&amp;T são estratégicas. Que a nova gestão do MCTIC tenha sucesso na importante tarefa que tem à frente. E tenho certeza que dará o devido encaminhamento aos grandes projetos e às demandas do setor.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Aprendi muito no MCTIC, e sou grato pela experiência. Como engenheiro e economista, já tendo sido também presidente da comissão de C&amp;T da Câmara dos Deputados, sempre soube que a ciência está em tudo e precisa ser tratada com prioridade. Esta convicção foi agora reforçada. Estamos finalizando um balanço das atividades que desenvolvemos e isso me trouxe novamente a reflexão: é preciso defender e valorizar a nossa ciência.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><strong>* Gilberto Kassab,  presidente nacional do PSD, engenheiro e economista, ex-ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.</strong></p>
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		<title>Profissionais alertam sobre o perigo da &#8220;baleia azul&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2017 14:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Azul]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[comprovação]]></category>
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		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os perigos ocasionados pelo jogo clandestino ‘Baleia Azul’ (Blue Whale) têm preocupado famílias e profissionais da saúde, a exemplo da equipe que compõe a Rede de Atenção Psicossocial da Secretaria de Estado da Saúde (REAP/SES). O jogo, que teve início na Rússia, consiste numa série de instruções que agridem, fragilizam e induzem os participantes a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os perigos ocasionados pelo jogo clandestino ‘Baleia Azul’ (Blue Whale) têm preocupado famílias e profissionais da saúde, a exemplo da equipe que compõe a Rede de Atenção Psicossocial da Secretaria de Estado da Saúde (REAP/SES). O jogo, que teve início na Rússia, consiste numa série de instruções que agridem, fragilizam e induzem os participantes a tirarem a própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O jogo funciona a partir do Facebook. Os participantes passam dados pessoais e de familiares, e recebem, posteriormente, as orientações via WhatsApp. São 50 desafios que devem ser gravados e enviados aos membros do grupo, aumentando gradativamente os riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a coordenadora Estadual da Rede de Atenção Psicossocial, Renata Roriz, o ‘Baleia Azul’, ao contrário do que se costuma dizer, não é um jogo, já que não apresenta qualquer recurso lúdico, pedagógico ou divertido. Ele é literalmente um convite ao suicídio.</p>
<figure id="attachment_7352" aria-describedby="caption-attachment-7352" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-7352 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/04/renata-roriz-300x199.jpg" alt="Renata Roriz: os desafios são macabros" width="300" height="199" /><figcaption id="caption-attachment-7352" class="wp-caption-text">Renata Roriz: os desafios são macabros</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]“Os desafios são macabros, recebidos e cumpridos durante a madrugada, a fim de não chamar a atenção dos adultos. O público que tem aderido a esse ritual tem a partir de 10 anos de idade, portanto, é recomendável que professores, pais e demais responsáveis estejam atentos às evidências mais explícitas relacionadas ao jogo, a exemplo da automutilação, uma das tarefas exigidas por um dado tutor”, orientou Roriz.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os desafios sigilosos ou explícitos sugeridos pelo ‘Baleia Azul’, estão assistir a filmes de terror e escutar músicas determinadas pelos autodenominados “tutores”. A fase final é a que compromete a própria vida do participante que, se mostrar sinais de resistência ao cumprimento das provas, tem a sua família ameaçada.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga Anusca Barros, também integrante da REAP/SES, destaca a importância de que meninos e meninas sejam emocionalmente saudáveis. “Os que assim são, dificilmente se sentem atraídos por sugestões como essa. É preciso, para desenvolver essa saúde emocional no público infanto-juvenil, cultivar um relacionamento qualitativo entre familiares, considerando a necessidade dos adultos de não estarem o tempo todo com essas crianças, devido às necessidades pessoais”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Disk Saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os pais que detectarem em meninos e meninas evidências do cumprimento de tarefas sugeridas pelo ‘Baleia Azul’ podem recorrer a REAP/SES, que dispõe de equipamentos e profissionais aptos a acompanhar pacientes de todas as faixas etárias, bem como seus familiares. A assistente social Suely Matos assegura que a população pode recorrer a diversos componentes, entre eles, a Atenção Básica, Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), Serviços de Urgência e Hospitais Regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Além disso, a REAP/SES disponibiliza o <strong>Disk Saúde</strong>. Através do <strong>0800 282 282 2,</strong> um técnico realiza atendimentos telefônicos em horário comercial,<strong> das 8h às 18h</strong>. Mesmo não sendo integrante da Rede consideramos também a importância de serviços, como o <strong>CVV [Centro de Valorização da Vida]</strong>, que disponibiliza o ramal <strong>141</strong> para atendimentos”,  detalhou a assistente social.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as profissionais, não há registros de vítimas do jogo ‘Baleia Azul’ em Sergipe, mas a intenção de desenvolver atividades educativas e conscientizadoras para o público infanto-juvenil permanece em função das vítimas acometidas no Brasil e no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre as baleias azuis</strong> &#8211; A revista Veja publicou em sua página na internet a seguinte explicação a respeito das baleias azuis. Segundo a reportagem não ha confirmação científica de que as baleias cometem suicídio e que isso ocorre em massa por mera solidariedade das demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja:</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;note&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem diga, em geral nas redes sociais, que as baleias são capazes de se suicidar, provocando o próprio encalhamento. A crença vai além: encalhamentos em massa seriam desencadeados por um animal que fica preso na praia, e os outros, como uma forma de solidariedade (ou simplesmente um instinto de manter o bando reunido), se atirariam também à terra firme.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é, porém, o que a ciência diz. Não há comprovação, estudo, pesquisa alguma que indique qualquer veracidade nesse comportamento dos mamíferos marinhos. O que os biólogos sabem é que fatores como doenças e algumas ações do homem podem levar os animais a nadarem até muito próximo da praia, o que causaria – acidentalmente – o encalhamento e eventual morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e quando não há uma explicação aparente, seria o suicídio coletivo uma possibilidade para as baleias? A ciência garante que não. “Essa é mais uma tentativa de transferir para os animais algo que é um comportamento exclusivamente humano”, diz Mario Rollo, professor e pesquisador de biologia marinha do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Vicente. “Não há evidências científicas de nenhuma outra espécie que cometa suicídio.” As baleias, portanto, foram muito injustamente usadas por criadores e usuários da página ‘Baleia Azul’, que induz seus usuários às práticas suicidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Com informação da Veja</strong></p>
<p>[/box]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/profissionais-alertam-sobre-o-perigo-da-baleia-azul/">Profissionais alertam sobre o perigo da &#8220;baleia azul&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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