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	<title>Arquivo para Cinemark - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Cinemark - Só Sergipe</title>
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		<title>CineMaterna estreia dia no Cinemark do Shopping Jardins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2018 08:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atenção mamães no pós-parto! O CineMaterna estreia em Aracaju na próxima quarta-feira, 09 de maio. O lançamento será no Cinemark do Shopping Jardins, às 14h10, com sessão de cinema programada especialmente para que as mães possam se divertir em companhia de seu bebê de até um ano e meio. E para o passeio ficar melhor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Atenção mamães no pós-parto! O CineMaterna estreia em Aracaju na próxima quarta-feira, 09 de maio. O lançamento será no Cinemark do Shopping Jardins, às 14h10, com sessão de cinema programada especialmente para que as mães possam se divertir em companhia de seu bebê de até um ano e meio. E para o passeio ficar melhor ainda, a entrada será gratuita para todas as mães com bebês e um acompanhante. E elas ainda ganharão um presente da Natura, em homenagem ao mês das Mães.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">O filme em exibição será a comédia nacional ‘Os Farofeiros’, com Danielle Winits e Cacau Protásio no elenco. O filme mostra os perrengues passados por quatro famílias brasileiras de classe média baixa ao decidirem alugar uma casa de praia. <u></u><u></u>O CineMaterna promove sessões de cinema que proporcionam diversão, conforto e facilidades para mães e bebês. O som do filme é mais baixo, o ar condicionado é suave e há uma leve iluminação.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Trocadores também são colocados dentro do cinema, equipados com fraldas, pomadas e lenços umedecidos – que podem ser usados gratuitamente – e, na entrada, há um &#8216;estacionamento&#8217; improvisado de carrinhos de bebês. Além disso, um tapete emborrachado é colocado na frente da sala de exibição para os nenéns que já andam ou engatinham. Mães voluntárias recepcionam o público e estão prontas para ajudar em caso de necessidade. E para usufruir de toda essa comodidade, não é preciso reservar lugares.<u></u><u></u></p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">“O pós-parto é sempre um momento delicado e sair de casa pode ser um desafio. E é nessa fase da vida, em que a mulher está muito carente de diversão, que o CineMaterna tira essa mãe de casa e a leva para o cinema, mas sempre junto de seu bebê, que muitas vezes ainda mama e precisa de sua companhia. O CineMaterna promove o retorno dessas mulheres à vida social, proporcionando entretenimento e cultura. No cinema, elas desfrutam de momentos de alegria e relaxamento&#8221; diz Irene Nagashima, fundadora do CineMaterna, que estará presente na estreia.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">Em todo o país, o CineMaterna promove sessões mensais em 105 cinemas de 47 cidades, em 17 estados. Mais de 440 mil pessoas já foram às mais de seis mil sessões realizadas desde 2008.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">“Queremos ajudar essas mulheres a tirar o pijama e se aventurar para além do consultório do pediatra. Por isso, estamos muito felizes que o CineMaterna esteja chegando a Aracaju”, enfatiza Nagashima.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tenho um bebê de três meses e sentia muita falta de ir ao cinema e poder conversar com meus amigos sobre qualquer outra coisa que não fosse a maternidade. Gostei tanto que pretendo ir sempre. Deixo aqui meu agradecimento à equipe e a todos que possibilitam essa experiência incrível!  Muito obrigada, de coração!&#8221;, diz Marília Goulart.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em Aracaju, as sessões CineMaterna serão realizadas uma vez por mês, patrocinadas pelo Shopping Jardins e por Natura Mamãe e Bebê.<u></u><u></u></p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da Associação CineMaterna é resgatar o convívio social das mães no pós-parto, proporcionando a elas uma oportunidade de retornar à vida cultural e de criar uma nova rotina saudável, de lazer e integração, em companhia do neném de até um ano e meio. E para que a experiência seja prazerosa, tranquila e confortável para mães e bebês, uma equipe de voluntárias transforma as salas de exibição onde acontecem as sessões em um cenário perfeito para agregar o máximo de conveniência e facilidades. O ambiente é levemente iluminado, o volume do som é reduzido, o ar condicionado é mais suave e são colocados trocadores dentro da sala, abastecidos com fraldas, pomadas e lenços umedecidos, que podem ser usados gratuitamente; além de um &#8220;estacionamento&#8221; de carrinhos de bebês.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">Para atender à demanda em todo o país, a equipe da ONG CineMaterna conta com 388 colaboradoras, entre administrativas e mães voluntárias que atuam nos cinemas recepcionando o público e prontas para ajudar em caso de necessidade.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">Para conhecer a iniciativa, conferir as sessões e se cadastrar para a escolha dos filmes das próximas sessões, basta acessar: <a href="http://www.cinematerna.org.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.cinematerna.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1525369073688000&amp;usg=AFQjCNH7iytaPSymtJ_vS7Z-ChWr3MDcew">www.cinematerna.org.br</a>.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Assassin’s Creed: um filme que se perdeu na história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2017 19:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Assassin's Creed]]></category>
		<category><![CDATA[blockbuster]]></category>
		<category><![CDATA[Cinemark]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Irons]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Kurzel]]></category>
		<category><![CDATA[Marion Cotillard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aline Laranjeira (*) Ao observamos o orçamento de 125 milhões e uma dupla de peso contracenando em uma adaptação para os cinemas de um video game, ficamos cheios de expectativas e ansiedades, entretanto, Assassin&#8217;s creed, assim como outras adaptações de games para as telas, consegue ser desconexo, atrapalhando o entendimento do texto fílmico. [box type=&#8221;warning&#8221; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6100 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/2-estrelas.png" alt="2-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;">Aline Laranjeira (*)</p>
<p style="text-align: justify;">Ao observamos o orçamento de 125 milhões e uma dupla de peso contracenando em uma adaptação para os cinemas de um <em>video game</em>, ficamos cheios de expectativas e ansiedades, entretanto, Assassin&#8217;s creed, assim como outras adaptações de games para as telas, consegue ser desconexo, atrapalhando o entendimento do texto fílmico.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A película é dirigida pelo Justin Kurzel, que tenta dar ao filme o design dos jogos, a partir de ângulos e enquadramentos que ressaltam a interface do jogo. No entanto, como o roteiro de Bill Collage e Adam Cooper se torna confuso ao combinar a Idade Média com a atualidade vivida na película. A atmosfera do longa se modifica e apenas as partes técnicas se sobressaem. A história a ser transmitida se torna vazia e sem muito envolvimento, favorecendo o gosto apenas pela banda sonora, efeitos visuais e montagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O personagem do Michael Fassbender, Cal Lynch\Aguilar, se esforça para manter seu papel principal com seriedade e força, convivendo entre o medievo e o presente, a fim de defender o seu clã dos assassinos. Embora Cal seja o fio que desenrola a narrativa, quem se sobressai e segura a trama, na maior parte de suas cenas, é a cientista Sofia Rikkin, interpretada por Marion Cotillard, a qual demonstra austeridade e firmeza em suas propostas e ações, auxiliando o credo dos assassinos. Os demais atores renomados, como Charlotte Rampling e Jeremy Irons são ofuscados pelos vácuos deixados pelo roteiro, impedindo uma maior magnitude de suas interpretações.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De modo geral, o filme não traz um encantamento e não deslumbra o público. Não satisfaz os fãs, tampouco envolve aqueles que ainda desconhecem o jogo, causando descontentamento e expectativas baixas para o sucesso de uma sequência. Contudo, provavelmente haverá uma continuação, em que o diretor e os roteiristas poderão se redimir e realizar uma história que traga entusiasmo para o grande público, fazendo jus ao seu <em>status</em> de blockbuster.</p>
<p style="text-align: justify;">(*) <strong>Aline escreve todas as sextas-feiras sobre cinema</strong></p>
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		<title>Moana: a história de uma princesa sem príncipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 13:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Laranjeira]]></category>
		<category><![CDATA[Cinemark]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aline Laranjeira (*) Dos mesmos criadores de Frozen- uma aventura congelante e Zootopia, temos Moana- Um mar de aventuras. Mais uma obra de arte produzida pela Walt Disney Animation Studios, a história ressalta a vida da curiosa filha (Moana) de um chefe tribal, cujo sonho, desde criança, era de ser uma grande desbravadora dos mares. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Aline Laranjeira</strong> (*)</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6103 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/5-estrelas.png" alt="5-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;">Dos mesmos criadores de Frozen- uma aventura congelante e Zootopia, temos Moana- Um mar de aventuras. Mais uma obra de arte produzida pela Walt Disney Animation Studios, a história ressalta a vida da curiosa filha (Moana) de um chefe tribal, cujo sonho, desde criança, era de ser uma grande desbravadora dos mares. Escolhida pelo oceano para realizar um ato que salvará seu povo de uma maldição, seu desejo de explorar as águas torna-se uma missão, precisando enfrentar diversos obstáculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Moana transmite um ar independente, perspicaz e soberano. Ela não tem pretensões amorosas, como vistas em várias histórias da própria Disney, em que as donzelas, nos finais de seus contos, terminam com um rapaz extremamente idealizado. Moana é intensa, real e verdadeira. Dona de traços marcantes, ela destoa dos excessivos padrões estéticos das tradicionais animações de princesa, constituindo, assim, uma autêntica personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O enredo é intrigante ao englobar cenas musicadas, dramáticas e engraçadas. Os momentos cômicos se concretizam, em especial, com o galo Heihei, que, aparentemente, parece atrapalhar a jornada da garota, porém ao longo da trama ele se mostra prestativo e amigável. Além disso, é válido destacar a presença do semideus Maui e a clara inversão de arquétipos vistos ao longo do filme. Moana é valente e corajosa, enquanto Maui revela-se altamente covarde e fraco diante de múltiplas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">É notável também a sensibilidade do diretor ao abordar os elementos da natureza. Os seres inanimados do nosso cotidiano ganham vida e apresentam cores que se difundem numa atmosfera energética e brilhante, incitando no espectador o encantamento pelo ambiente abordado. Mesmo que o filme animado pretenda ser inovador ao enaltecer a diversidade de um povo, o padrão Walt Disney não se dissipa, visto que a exploração da imagem, do som e construção de enredo seguem os mesmos. Em vista disso, a interação entre Moana, a natureza e sua gente favorece, no fim das contas, um bonito ensinamento, o qual pode ser depreendido com facilidade pelo público-alvo. Levando esses aspectos em consideração, Moana torna-se a animação da vez, a qual deverá ser lembrada como um marco na roteirização de histórias que abordam a face da mulher como um ser forte, incisivo e astucioso, fazendo valer a pena o investimento para se contemplar essa película.</p>
<p style="text-align: justify;">(*) Aline é crítica de cinema e escreve todas as sextas-feira para o portal</p>
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		<title>Rogue One: Uma História Star Wars –  Revivendo a galáxia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2017 18:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Laranjeira]]></category>
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		<category><![CDATA[galáxias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aline Laranjeira (*) Há muito tempo em uma galáxia muito distante&#8230;Acontecia mais um episódio de Star Wars, porém, dessa vez, relacionada a uma arma, a Estrela da Morte, que, até então, possuía pouco esclarecimento nas histórias já lançadas. Spin-off localizado entre os episódios III e IV desta saga, vê-se aqui, um enredo maduro, o qual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6103 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/5-estrelas.png" alt="5-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;">Aline Laranjeira (*)</p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo em uma galáxia muito distante&#8230;Acontecia mais um episódio de Star Wars, porém, dessa vez, relacionada a uma arma, a Estrela da Morte, que, até então, possuía pouco esclarecimento nas histórias já lançadas. Spin-off localizado entre os episódios III e IV desta saga, vê-se aqui, um enredo maduro, o qual transmite ares nostálgicos para todos aqueles fãs assíduos de Star Wars, remetendo, inclusive, às guerras conhecidas pela história mundial, como a Segunda Guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A trama se desenrola com JynErso, filha de um dos maiores cientistas do Império Galáctico e projetista da já citada arma com alto potencial destrutivo. A missão desse episódio é a de tentar desativar a Estrela da Morte, mas, para isso, muitos esforços serão necessários. O telespectador, rapidamente, deslumbra-se com os efeitos visuais realizados pela Industrial Light&amp;Magic e coma trilha sonora composta por Michael Giacchino, cuja música retoma a trilha tradicional mesclada com novos arranjos, proporcionando uma experiência intergaláctica tão palpável quanto as edições anteriores. As atuações não decepcionam. Apesar de um semblante, durante muitas cenas, antipático da personagem principal, Jyn (Felicity Jones), é possível compreender que o ambiente sórdido, hostil e denso favorece a aparência austera não apenas da Jyn, mas de todos os atores em cena.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Além desses aspectos, vale ressaltar, ainda, a presença dos personagens mais amados pelo amplo público fã de Star Wars. A pequena aparição da princesa Lea, do C-3PO e do Darth Vader, por exemplo, comove e alegra, trazendo um ambiente familiar para este spin-off. Rogue One, portanto, não perde a essência dos outros filmes da saga. Os roteiristas Chris Weitz e Tony Gilroy fazem jus ao peso que Star Wars carrega consigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que alguns pontos do filme possam ser contestados, como a insistente fragilidade dos stormtroopers, os 133 minutos da película estão repletos daquilo que o espectador mais aguarda: as guerras interestelares, o velho dilema bem X mal e as questões afetivas a partir de laços familiares, os quais são extremamente enaltecidas e não deixam a desejar, tornando esse episódio digno de ser assistido e apreciado com atenção e entusiasmo não só pelos cinéfilos de carteirinha, mas, também, por aqueles que desejam iniciar uma longa jornada pelo mundo fascinante de Star Wars.</p>
<p style="text-align: justify;">(*) Aline Laranjeira é crítica de cinema</p>
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		<title>Minha mãe é uma peça 2: uma comédia inteligente</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/minha-mae-e-uma-peca-2-uma-comedia-inteligente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2016 14:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cinemark]]></category>
		<category><![CDATA[Globo Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Jardins]]></category>
		<category><![CDATA[MInha Mãe é uma peça II]]></category>
		<category><![CDATA[Patrícya Travassos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tia Zélia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aline Laranjeira (*) Dona Hermínia não para. Nesse segundo filme, o qual está sendo mais um sucesso de bilheteria nacional e com razão, suas aventuras de ora moderna, ora tradicional mãe da família brasileira são cada vez mais inusitadas. Apesar de continuar revelando-se uma mãe preocupada, estressada e ansiosa, novas emoções e eventos acometem-na, fazendo-lhe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6102 alignnone" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/4-estrelas.png" alt="4-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aline Laranjeira (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dona Hermínia não para. Nesse segundo filme, o qual está sendo mais um sucesso de bilheteria nacional e com razão, suas aventuras de ora moderna, ora tradicional mãe da família brasileira são cada vez mais inusitadas. Apesar de continuar revelando-se uma mãe preocupada, estressada e ansiosa, novas emoções e eventos acometem-na, fazendo-lhe refletir ainda mais sobre o seu papel de mãe solteira e qual caminho deve trilhar dali para frente.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A história continua com seu teor inovador ao abordar de maneira natural, engraçada e não caricata a homossexualidade, independência, dramas juvenis, questões feministas, além dos próprios sentimentos e inquietações de uma mãe. A trama, dessa vez, envolve ainda mais assuntos como amizade, companheirismo, perdas e dilemas familiares recorrentes no cotidiano de qualquer ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste segundo episódio é possível enxergar uma Tia Zélia mais delicada e necessitada de acompanhamentos especiais, entretanto a atenção e o carinho de Dona Hermínia, que mesmo tão atarefada com seu trabalho na emissora de televisão e na resolução das indecisões e decisões de seus filhos, não a abandona, tornando a questão da fidelidade familiar um aspecto que enaltece e sustenta de maneira positiva o enredo.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O telespectador se depara, inclusive, com a relação entre a protagonista e sua irmã, Lúcia Helena (Patrícya Travassos), a qual inicialmente aparenta ser invasiva e enfadonha, porém, durante o longa, essa descrição se altera e é possível entender que a própria personalidade de Dona Hermínia transmite uma visão negativa e aborrecida.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha mãe é uma peça 2 é uma das poucas comédias inteligentes amparadas pela Globo Filmes, a qual, sistematicamente, vem empurrando uma fase sem muitas criatividades no mundo da comédia, principalmente, no que se refere à realidade do dia a dia do brasileiro, lançando, muitas vezes, histórias sem conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Diante disso, o filme em questão apresenta um roteiro bem estruturado, com uma trilha sonora bastante interessante, abrangendo do mundo jovem e descolado até pequenas doses de melodias mais adultas. Este filme é, portanto, uma demonstração de que é possível se fazer comédia com piadas que agradem a todos os públicos, sem exageros ou desastres e nisso, certamente, Paulo Gustavo (roteirista e protagonista da história) acertou na dose.</p>
<p><strong>(*) Crítica de cinema</strong></p>
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