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	<title>Arquivo para comparação - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para comparação - Só Sergipe</title>
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	<item>
		<title>Arrecadação de ICMS em Sergipe sobe 4,5% em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 13:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em Sergipe teve um aumento real de 4,5% em abril, na comparação com março. Foram arrecadados em abril R$ 280,2 milhões. No entanto, foi verificada uma retração de 3% do imposto, quando comparado com abril do ano passado. Os dados são do Conselho Nacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em Sergipe teve um aumento real de 4,5% em abril, na comparação com março. Foram arrecadados em abril R$ 280,2 milhões. No entanto, foi verificada uma retração de 3% do imposto, quando comparado com abril do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados são do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e analisados pelo Boletim Sergipe Econômico, em parceria com o Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias de Sergipe (FIES) e Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O Confaz verificou, também, a arrecadação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Em abril, totalizou mais de R$ 14,8 milhões. Em termos relativos, houve acréscimo de 1,8% sobre abril do ano passado. Em relação a março observou-se retração de 22%.</p>
<p style="text-align: justify;">O recolhimento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) ficou em R$ 5,9 milhões, enquanto que as taxas pagas em função da contraprestação de algum serviço público recolheram mais de R$ 39,8 mil aos cofres do estado, no mês de abril.</p>
<p>[/box]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Produção industrial sergipana em queda, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 14:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não integre a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Embora não integre a pesquisa do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/03/producao-industrial-cai-13percent-em-marco-diz-ibge.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></span>, divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, abaixo da linha divisória de 50,0, o que representa queda na comparação com fevereiro, justificado, em parte, pelo feriado de Carnaval.</p>
<figure id="attachment_11409" aria-describedby="caption-attachment-11409" style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-11409" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><figcaption id="caption-attachment-11409" class="wp-caption-text">Economista Rodrigo Rocha, do IEL</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A Sondagem Industrial, elaborado pela Federação das Indústrias de Sergipe (FIES), aponta, ainda, que o índice de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) efetiva em relação ao usual, recuou 4,1 pontos e foi a 34,9.  “É o menor índice desde julho de 2017, quando registrou 32,0 pontos, reforçando que a produção das indústrias sergipanas está muito abaixo do que costuma ser neste período”, diz o estudo, coordenado pelo economista Rodrigo Rocha, superintendente do Instituto Euvaldo Lodi, da FIES.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há, pelo menos, aspectos positivos na Sondagem Industrial, quanto ao emprego no setor. Sergipe se destacou regional e nacionalmente, no item “Evolução do número de empregados”  ao registrar 49,3 pontos, contra 48,5 pontos assinalados no Brasil e 46,5 pontos pelo Nordeste. Ou seja, a menor queda no emprego no Estado, frente ao Nordeste e ao Brasil. “No entanto, todos os agregados permaneceram com resultados abaixo da linha divisória dos 50,0 pontos”.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Situação financeira</h3>
<p style="text-align: justify;">Os dados de “satisfação da situação financeira” das empresas sergipanas, assim como os da Sondagem Industrial, pioraram no primeiro trimestre do ano. O índice de “satisfação com o lucro operacional”, o mais preocupante dessa análise, recuou de 43,1 pontos no trimestre anterior para 32,4 pontos no trimestre analisado, indicando perda de 10,7 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">O “índice de satisfação com a situação financeira” caiu de 42,7 pontos para 38,3 pontos. Na comparação com os índices registrados no primeiro trimestre de 2018, o de satisfação com o lucro operacional recuou 6,6 pontos, enquanto o de satisfação financeira retrocedeu 1,5 ponto. Esses resultados denotam piora nas condições financeiras das empresas sergipanas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Carga tributária</h3>
<p style="text-align: justify;">A elevada carga tributária novamente foi apontada como o principal problema enfrentado pela indústria sergipana, embora o percentual tenha se reduzido em 2,0 pontos no 1º  trimestre de 2019, fechando em 53,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de capital de giro apareceu como segundo principal problema enfrentado pela indústria, sinalizado por 38,5% das empresas. A assinalação teve aumento expressivo de 12,9 pontos percentuais (p.p.) entre o 4º trimestre de 2018 e o 1º trimestre de 2019, após aumentar 11,9 p.p. no trimestre anterior. O percentual de assinalação do trimestre é o maior desde o 4o trimestre de 2016, quando alcançou 34,8 pontos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Brasil</h3>
<p style="text-align: justify;">O estudo do IBGE mostrou, que no país, a produção industrial brasileira registrou em março uma queda de 1,3%, na comparação com fevereiro, eliminando o crescimento de 0,6% observado no mês anterior. Com mais esse resultado negativo, o setor passou a acumular queda de 2,2% no ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se do pior resultado mensal desde setembro do ano passado, quando houve queda de 2,1% na produção do setor. Na comparação com março do ano passado, a indústria caiu 6,1%, queda anual mais intensa desde maio de 2018 (-6,3%). O resultado de março veio pior que o esperado pelo mercado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de quedas de 0,7% na comparação mensal e de 4,6% na base anual.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Cesta básica de Aracaju aumenta 6,5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 17:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor da cesta básica de Aracaju, em fevereiro, aumentou 6,5% na comparação com o mês de janeiro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese).  Para adquirir todos os produtos, o aracajuano gastou R$ 379,61. No entanto, o valor foi o sexto mais barato entre as 18 capitais pesquisadas pelo Dieese. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O valor da cesta básica de Aracaju, em fevereiro, aumentou 6,5% na comparação com o mês de janeiro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese).  Para adquirir todos os produtos, o aracajuano gastou R$ 379,61. No entanto, o valor foi o sexto mais barato entre as 18 capitais pesquisadas pelo Dieese.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as capitais examinadas registraram alta no preço do feijão carioquinha, sendo que Aracaju se destacou nas taxas do grão, com elevação de 91,65%. Os fatores que ocasionaram o aumento foram a baixa oferta do produto e a redução da área semeada, em virtude da migração dos produtores para outros tipos de plantios, como a soja e o milho.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a alta está associada às mudanças climáticas, que prejudicaram a qualidade dos grãos. Em consequência dos acontecimentos abordados acima, houve uma demanda maior pelo feijão preto, que também resultou no aumento do preço desse bem substituto.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Capitais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com fevereiro do ano passado, a cesta básica subiu 11,1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em fevereiro, levando-se em consideração a comparação com o mês de janeiro, observou-se que a redução, no valor da cesta, foi registrada em apenas uma capital, Belém (-0,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a fevereiro do ano passado, os preços médios da cesta não tiveram decréscimo em nenhuma das capitais analisadas. Por sua vez, as maiores altas foram em Campo Grande (+17,7%), Goiânia (+14,4%) e Belo Horizonte (+11,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">O menor valor da cesta básica, no mês em análise, foi observado em Salvador (R$ 362,93). Já os maiores valores permaneceram registrados em São Paulo (R$ 482,40), Rio de Janeiro (R$ 464,47) e Porto Alegre (R$ 449,95).</p>
<p style="text-align: justify;">A análise é do  Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
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		<item>
		<title>Compras com cartões cresceram 14,7% no terceiro trimestre do ano</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/compras-com-cartoes-cresceram-147-no-terceiro-trimestre-do-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 17:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[cartão]]></category>
		<category><![CDATA[comparação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 14,7% no 3º trimestre de 2018 em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados da Associação das Empresas Brasileiras de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs), o resultado é o maior desde o 2º trimestre de 2014, quando o setor avançou 15%. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 14,7% no 3º trimestre de 2018 em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados da Associação das Empresas Brasileiras de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs), o resultado é o maior desde o 2º trimestre de 2014, quando o setor avançou 15%.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento mostra que os brasileiros movimentaram R$ 391,1 bilhões em transações, com maior peso para os cartões de crédito, que registraram R$ 244,4 bilhões e crescimento de 14,8%. Os cartões de débito somaram R$ 143,8 bilhões (13,7%) e os cartões pré-pagos, R$ 2,9 bilhões (67%).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo aponta ainda que a região Sudeste concentra a maior quantidade de uso de cartões, que detém 60,4% de todo o volume movimentado. No entanto, os crescimentos mais expressivos no período vieram das regiões Norte, com alta de 16,4%, e Nordeste, com 15%. Em seguida estão Sudeste (14,7%), Centro-Oeste (14,6%) e Sul (13,9%).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">No acumulado do ano, o uso dos cartões chegou a R$ 1,11 trilhão, com crescimento de 14% em relação ao mesmo intervalo de 2017. A projeção da Abecs é que o valor transacionado supere R$ 1,5 trilhão em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">As compras internacionais realizadas por brasileiros com cartão de crédito somaram R$ 8 bilhões, avanço de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Já os gastos de estrangeiros no Brasil com cartões cresceram 20,4%, chegando a R$ 3,6 bilhões.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cheques compensados em Sergipe caem 7,3%</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/cheques-compensados-em-sergipe-caem-73/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 18:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[comparação]]></category>
		<category><![CDATA[compensados]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<category><![CDATA[setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em setembro deste ano, foram compensados mais de R$ 123 mil cheques em Sergipe, o que representa uma queda de 7,3% na comparação com agosto. Os dados são do Banco Central,  analisados pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/cheques-compensados-em-sergipe-caem-73/">Cheques compensados em Sergipe caem 7,3%</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em setembro deste ano, foram compensados mais de R$ 123 mil cheques em Sergipe, o que representa uma queda de 7,3% na comparação com agosto. Os dados são do Banco Central,  analisados pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de movimentação financeira, sem considerar o efeito da inflação, os cheques compensados totalizaram mais de R$ 325 millhões, sendo este montante 7,3% menor que o valor registrado em agosto último. Já na comparação com o mês de setembro de 2017, houve avanço de 8,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro, o número de cheques devolvidos no estado ficou em 16,9 mil. Em números financeiros, sem considerar o efeito da inflação, a quantia devolvida somou R$ 53 milhões, sendo 0,2% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Comparando com o mês imediatamente anterior, agosto último, o valor dos cheques devolvidos ficou 10,3% menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os seis motivos de devolução de cheques elencados pelo Banco Central, existem aqueles que não são compensados pela falta de provisão de fundos, os chamados cheques sem fundos.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a essa modalidade, foram contabilizados 14,3 mil cheques, abrangendo 84,6% do total de devolvidos, no mês em análise. Em valores financeiros, o somatório dos cheques sem fundos ficou em R$ 41,4 milhões, compreendendo 78,1% do valor total dos cheques que foram devolvidos, registrando queda de 5,9% no volume, quando comparado a setembro de 2017, e decréscimo de 14,5% em relação ao mês imediatamente anterior (agosto/2018).</p>
<p style="text-align: justify;">
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