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	<title>Arquivo para crise - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para crise - Só Sergipe</title>
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	<item>
		<title>Brasileiro quer juntar dinheiro para pagar dívidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2019 12:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>00Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que as principais metas financeiras do brasileiro para 2019 são juntar dinheiro para pagar dívidas. [box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] Segundo a pesquisa, 51% do total dos entrevistados pretende juntar dinheiro em 2019 e 37% e &#8220;sair do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">00Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que as principais metas financeiras do brasileiro para 2019 são juntar dinheiro para pagar dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisa, 51% do total dos entrevistados pretende juntar dinheiro em 2019 e 37% e &#8220;sair do vermelho&#8221;. Sete em cada dez entrevistados (72%) dizem estar otimistas com a economia neste ano e que a vida financeira será melhor, enquanto 8% do total revela pessimismo, dizendo que a economia vai piorar.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">“À medida em que o novo governo anuncia seus projetos para o país, aumenta o clima de otimismo com a retomada da economia, que deve começar a ser percebido a partir do segundo semestre”, disse José César da Costa, presidente da CNDL.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os otimistas, as perspectivas para este ano são manter os pagamentos das contas em dia (69%), fazer reserva financeira (59%) e realizar algum sonho de consumo (57%).</p>
<p style="text-align: justify;">Foram entrevistadas 702 pessoas, entre os dias <span id="OBJ_PREFIX_DWT398_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT401_com_zimbra_date" role="link">27 de novembro</span></span> e <span id="OBJ_PREFIX_DWT399_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT402_com_zimbra_date" role="link">10 de dezembro</span></span> de 2018, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Crise -Seis em cada dez entrevistados (58%) acreditam que os efeitos da crise terão impacto ainda neste ano. Para evitar o impacto dela no cotidiano, os entrevistados dizem que pretendem organizar ou controlar mais as contas da casa (51%), pesquisar mais os preços (50%), aumentar a renda com trabalho extra e bicos (44%) e evitar o uso do cartão de crédito (44%).</p>
<p style="text-align: justify;">Temores &#8211; Entre os principais temores para este novo ano foram citados: não conseguir pagar as contas (61%), não guardar dinheiro (45%), abrir mão de determinados confortos no dia a dia (34%), não obter um emprego (28%) e perder o emprego (20%).</p>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de os brasileiros continuarem sentindo os efeitos da crise, a possibilidade de crescimento da economia impõe novos desafios para o sucesso de projetos pessoais, que passará pela capacidade do consumidor de controlar o orçamento, planejar e poupar”, disse Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>A EVOLUÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO BRASILEIRO EM DÓLARES NOMINAIS – 1973 / 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Fábio Salviano e Emerson Souza (*) Mais do que um parâmetro de remuneração básica da força de trabalho, o Salário Mínimo (SM) deve ser recepcionado como um patamar fundamental do nível de dignidade socialmente aceito numa dada economia. Logo, a ampliação do seu poder de compra deve ser um dos objetivos a ser perseguido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Por Fábio Salviano e Emerson Souza (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que um parâmetro de remuneração básica da força de trabalho, o Salário Mínimo (SM) deve ser recepcionado como um patamar fundamental do nível de dignidade socialmente aceito numa dada economia. Logo, a ampliação do seu poder de compra deve ser um dos objetivos a ser perseguido pelas medidas de política econômica.</p>
<figure id="attachment_14929" aria-describedby="caption-attachment-14929" style="width: 211px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-14929 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/12/tatu-no-toco-211x300.png" alt="" width="211" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/12/tatu-no-toco-211x300.png 211w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/12/tatu-no-toco.png 680w" sizes="(max-width: 211px) 100vw, 211px" /><figcaption id="caption-attachment-14929" class="wp-caption-text">Tatu no toco &#8211; tatu não sobe em árvore; logo, alguém o colocou. A economia não se move sozinha, então alguém é responsável pelo que ocorre no setor, seja de bom ou de ruim</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, por conta da sua estrutura produtiva, ainda dominada por produtos primários, e da sua iníqua estrutura de distribuição da riqueza gerada, a determinação do valor do salário mínimo, tanto o nível nominal quanto real, reflete contornos ainda mais carregados.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1973, quando da eclosão da Primeira Crise do Petróleo, o Brasil ainda vivia sob os efeitos do chamado Milagre Econômico, que se iniciara cinco anos antes. Nessa época, o Salário Mínimo (SM) estava fixado em Cr$ 312,00 mensais. Algo em torno de R$ 268,38 a valores atuais, se corrigido pelo IPCA-E.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase meio século depois, o SM alcançou a marca de R$ 954,00 ao mês, ou seja, uma valorização acima da inflação de 255% em todo o período. Em termos práticos, quem recebe um SM hoje, ganha mais do que quem embolsava três SM´s há 45 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa valorização ganha cores mais fortes quando se avalia o valor do SM em termos da cotação nominal do dólar ianque. Em maio de 1973, ele equivalia, pela taxa de câmbio oficial então vigente, a US$ 51.15 mensais. Em novembro de 2018, essa marca é de US$ 249.86 por mês.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, essa valorização é relativamente recente. Entre 1973 e 2005, em termos de dólares nominais, onde não se desconta os efeitos das variações nos índices de preços brasileiros ou norte-americanos, o SM orbitou uma média de US$ 81.00 ao mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito embora o SM viesse sendo corrigido acima da inflação desde 1997, ainda no governo Efeagá, somente com o Presidente Lula ele veio a quebrar a marca dos US$ 100.00 de modo consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso se deu por conta de dois motivos: a apreciação do Real perante o Dólar norte-americano e a aceleração da política de valorização real do SM iniciada pós Plano Real.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos oito anos de governo tucano, o ganho do SM foi da ordem de 20,3% acima da inflação, ao passo em que, nos dois primeiros mandatos petistas, essa medida foi de 51,1%. Enquanto isso, em termos nominais, a moeda brasileira se valorizou 81,97% ante à norte-americana nesse último período.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é com a Presidenta Roussef que o SM acelera esse processo de valorização em dólar nominal. Em janeiro de 2012, a referida medida remuneratória chega à marca de US$ 348.40 ao mês. Esse é o maior valor nominal alcançado em todo interregno aqui analisado.</p>
<p style="text-align: justify;">Daí em diante, tanto por conta de fatores econômicos – internos e externos – quanto políticos, o SM passa a perder valor quando nominado na divisa ianque. Tanto o é que, na cotação atual, o Salário Mínimo previsto para entrar em vigor a partir de janeiro de 2019 está avaliado em US$ 263.48 mensais.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, é possível identificar três fases pelas quais passou a política de valorização do SM em dólares nominais nessas mais de quatro décadas: a primeira, entre 1973 e 2005, quando ele oscilou sem ultrapassar a marca dos US$ 100 mensais. A segunda, de 2005 a 2012, quando da sua forte valorização e, uma terceira, iniciada nesse último ano, marcada pelo refluxo desse processo.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio que se posta é saber se a fase de redução do valor do SM, que ora se inicia, é apenas uma fase temporária ou se vai se assumir como uma política de Estado e, em sendo essa última, a alternativa definida pelo futuro mandato, como as massas assalariadas poderão se defender desse projeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;note&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*) Emerson Sousa é economista, Mestre em Economia e torcedor do Confiança.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fábio Salviano  é sociólogo e torcedor do Sergipe</strong></p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
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		<item>
		<title>PM tem 75% de sucesso em reintegrações de posse de terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 20:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Gabinete de Gestão de Crises e Conflitos (GGCC), da Polícia Militar, obteve 75% de cumprimentos de reintegração de posse este ano sem a necessidade do uso da tropa. O recorde anterior era de 50%, em 2016. E mais um detalhes: não houve nenhum distúrbio nesses cumprimentos, a exemplo do que ocorreu  hoje, 19, na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Gabinete de Gestão de Crises e Conflitos (GGCC), da Polícia Militar, obteve 75% de cumprimentos de reintegração de posse este ano sem a necessidade do uso da tropa. O recorde anterior era de 50%, em 2016. E mais um detalhes: não houve nenhum distúrbio nesses cumprimentos, a exemplo do que ocorreu  hoje, 19, na Fazenda Monte Alegre, em Itaporanga da Ajuda, a 29 quilômetros de Aracaju.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano, é nona vez que o GGCC da PM garantiu a reintegração sem o emprego da força. As negociações entre a equipe do GGCC, o oficial de justiça e representantes de movimentos sociais foram de suma importância para o equilíbrio das ações. As primeiras visitas técnicas a Fazenda Monte Alegre foram iniciadas no dia 23 de outubro deste ano, com a finalidade de mostrar a importância do cumprimento espontâneo das decisões judiciais e, consequentemente, a saída voluntária das regiões ocupadas.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Na ocasião, manteve-se um diálogo aberto e transparente com as partes, demonstrando, o esforço da Polícia Militar, para evitar o confronto e a presença da tropa especializada em ações como essas. Além disso, a disposição ao diálogo da liderança da Frente Nacional de Lutas, movimento social, facilitou as negociações, desenvolvendo uma relação de confiabilidade entre a PM e os ocupantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o início do ano, foram cumpridos 12 mandados, dos quais, nove foram cumpridos de forma espontânea e pacífica, e três com a presença de tropa especializada, resultando no saldo positivo de 75% de demandas solucionadas voluntariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">As ações do Grupo de Gestão de Crises e Conflitos da Polícia Militar de Sergipe tiveram início oficialmente no ano de 2006, com o objetivo de atuar na negociação de conflitos envolvendo posse de terra, por meio do diálogo com os movimentos sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Os integrantes do GGCC atuam com base nas regras internacionais em Direitos Humanos e nas diretrizes da Ouvidoria Agrária Nacional para Execução de Mandados Judiciais de Manutenção e Reintegração de Posse Coletiva. Além disso, mantém suas ações sintonizadas com o  Provimento nº 05/2018 do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sergipe tem uma das maiores taxas de desemprego do País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 20:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
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		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sergipe encerrou o segundo trimestre deste ano, com 173 mil pessoas desempregadas, 52 mil delas somente em Aracaju e os demais 121 mil em outros municípios sergipanos.  Esse total &#8211; sendo 90 mil mulheres e 83 mil homens &#8211; coloca Sergipe como uma das maiores taxas de desemprego do país, 16,08%. Esses dados são da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sergipe encerrou o segundo trimestre deste ano, com 173 mil pessoas desempregadas, 52 mil delas somente em Aracaju e os demais 121 mil em outros municípios sergipanos.  Esse total &#8211; sendo 90 mil mulheres e 83 mil homens &#8211; coloca Sergipe como uma das maiores taxas de desemprego do país, 16,08%. Esses dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), Luís Moura, o número do segundo trimestre é um pouco menor que no primeiro, quando 178 mil pessoas estavam procurando emprego. Com isso, a taxa que era de 17% caiu para 16,08%, mas ele alerta para um detalhe: nesse grupo estão aquelas que deixaram de procurar emprego – algo em torno de 40 mil pessoas.</p>
<p>“As taxas de desemprego do Nordeste são muito elevadas. Nessa crise, os Estados mais pobres têm a maior taxa”, disse Luís Moura.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">“No nosso caso, crise não é só do Estado, porque temos empreendimentos nacionais com problemas, que acaba contaminando a economia sergipana. O desemprego de 52 mil pessoas em Aracaju, não é irrelevante, mas outros municípios estão sofrendo, como Itabaiana, Nossa Senhora do Socorro, Lagarto dentre outros”, explicou.</p>
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		<title>Crise afeta indústrias sergipanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 06:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<category><![CDATA[industriais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (Fies), Eduardo Prado de Oliveira, disse que  a  queda  de 0.9 pontos percentuais no nível de utilização da capacidade instalada na indústria brasileira  também atinge o Estado. Ele toma como base uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada essa semana, que mostra um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (Fies), Eduardo Prado de Oliveira, disse que  a  queda  de 0.9 pontos percentuais no nível de utilização da capacidade instalada na indústria brasileira  também atinge o Estado. Ele toma como base uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada essa semana, que mostra um cenário nada animador no país, com desemprego e queda no faturamento.</p>
<p style="text-align: justify;">No entendimento de Eduardo Prado, “os industriais já sentem há algum tempo as dificuldades vivenciadas pelo setor. A alta carga tributária, que tem sito bastante discutida pela CNI e FIES e que gera a desvalorização do produto brasileiro, é um entrave clássico e perceptível nesse período de crise”.</p>
<p style="text-align: justify;">Na pesquisa que avalia os Indicadores das Indústrias, o resultado de uma comparação entre os meses de junho e julho deste ano apontam uma queda de 0,9 pontos percentuais no nível de utilização da capacidade instalada na indústria brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse dado reflete no aumento do índice de desemprego, no faturamento, que caiu 0,2% em julho, e nas horas trabalhadas, com redução de 2,3% no mesmo mês. Segundo a pesquisa, de janeiro a julho de 2015 essas horas trabalhadas já totalizam um recuo de 9,0%. Além do nível de emprego que está 6,3% menor do que o de julho de 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A participação da indústria brasileira no mercado internacional também está prejudicada, é o que afirma sondagem industrial especial divulgada ontem, 2, pela CNI. “Mais da metade das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros países (54%) e o percentual das que deixaram de exportar em função da concorrência com o país aumentou de 7% para 11%.”. A sondagem traz ainda um dado importante em relação ao mercado brasileiro, “16% das indústrias perderam participação no mercado interno em função das importações da China”.</p>
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<p style="text-align: justify;">Que a indústria tem passado por um período difícil já se sabe, mas quando indicadores reafirmam a piora do setor a situação se torna ainda mais crítica e preocupante. Esse cenário afeta não só os industriais, mas todas as camadas sociais que preenchem o Brasil e que dependem direta ou indiretamente do segmento. É uma cadeia produtiva que tem perdido força a cada dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses números enfatizam a perda da competitividade da indústria brasileira e reforçam a necessidade de medidas de incentivo urgentes, que diminuam a burocracia e ampliem a capacidade da indústria brasileira, para conter o quadro de recessão instalado no país.</p>
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