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	<title>Arquivo para déficit - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para déficit - Só Sergipe</title>
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		<title>O CRÔNICO DÉFICIT EXTERNO SERGIPANO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 12:57:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo informações do Ministério da Economia, nos dois primeiros meses de 2019, o estado de Sergipe já produziu um déficit de US$ 11.95 milhões em suas operações comerciais com o exterior. Isso representa um saldo 19,7% menor do que o ocorrido no mesmo período do ano passado. Em todo o ano de 2018, Sergipe apresentou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-15807 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg" alt="" width="300" height="146" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-768x375.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-1024x500.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA.jpg 1928w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Segundo informações do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/comex-vis/frame-uf-produto?uf=se">Ministério da Economia</a></span>, nos dois primeiros meses de 2019, o estado de Sergipe já produziu um déficit de US$ 11.95 milhões em suas operações comerciais com o exterior. Isso representa um saldo 19,7% menor do que o ocorrido no mesmo período do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todo o ano de 2018, Sergipe apresentou um déficit de US$ 118.3 milhões em suas transações com nações estrangeiras. Promoveu exportações de US$ 74.0 milhões (<span style="color: #0000ff;"><em><a style="color: #0000ff;" href="http://accamposcomex.com/blog/fob-incoterm-comercio-internacional/">Free on Board &#8211; FOB</a></em>)</span> – uma queda de 18,6% em relação ao ano anterior – e importou US$ 192.3 milhões (FOB), num aumento anual de 39,5% desse mesmo volume.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esse nível de transações exteriores, Sergipe estaria no mesmo patamar de países como Palau, São Tomé e Príncipe, Antígua Barbuda ou Serra Leoa, caso fosse uma nação independente.</p>
<h2>Posicionamento residual</h2>
<p style="text-align: justify;">O déficit apresentado em 2018 é quase o triplo do existente em 2017 e aproximadamente quatro vezes o experimentado três anos atrás. Com isso se estabelece a reversão da tendência de redução desses resultados negativos observada entre 2013 e 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos 11 anos entre 2008 e 2018, a média do déficit anual comercial sergipano ficou em torno de US$ 108.6 milhões. Situando-se em 2013 o pior saldo produzido nessa série – US$ 202.49 milhões negativos – e em 2016, o melhor (US$ -31.49 milhões).</p>
<p style="text-align: justify;">O posicionamento da economia sergipana no contexto das transações externas brasileiras é extremamente residual. Sergipe atende por tão somente 0,03% das exportações e por 0,1% das importações nacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses números fizeram com que Sergipe fosse, em 2018, o 3º menor exportador e o 6º menor importador do país. Apenas para fins de comparação, Alagoas ocupa a 8ª e 9ª posições em ambas as listas, enquanto que o Rio Grande do Norte é o 6º e 4º colocado respectivamente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pautas concentradas</h2>
<p style="text-align: justify;">Contudo, ao contrário dessas duas unidades federativas, a pauta de exportações sergipana é fortemente definida por produtos manufaturados. Entre 2008 e 2018, esse fator agregado compreendeu uma média de 94,5% dos produtos vendidos ao exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse rol também é muito concentrado. Nada menos do que 54% das exportações sergipanas, em 2018, foram cobertas por suco de laranja congelado, sendo seguido pela exportação de calçados (15%). Em 2017, a bebida respondia por 38% da pauta, cabendo novamente aos calçados o segundo lugar no pódio (30%).</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais destinos das vendas sergipanas são os Países Baixos, atendendo 39% do volume total, e a Bélgica (12%). No âmbito do Mercado Comum do Sul (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.mercosul.gov.br">Mercosul</a></span>), o maior parceiro do estado nordestino é o Paraguai, para onde se dirigem 3,6% das suas exportações. Essas três nações injetaram na economia sergipana um total aproximado de US$ 40 milhões FOB.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, ganha relevância o desempenho das exportações para a Turquia (6,2% do total) que, por conta de um incremento de 156% em seu volume de transações, em relação a 2017, transferiu para Sergipe algo em torno de US$ 4.6 milhões FOB.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o ano de 2018, a pauta de importações, que detém um perfil mais desconcentrado e também é dominada por bens manufaturados (82,2%), os primeiros lugares couberam às aquisições de trigo em grãos, que abarcaram 15% desse montante, às de adubos e fertilizantes, com 14% de participação, e às de coque de petróleo, que compreenderam 7,8% desse <em>quantum</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017, esses mesmos itens também lideraram as importações sergipanas, todavia, seus coeficientes de participação ficaram em 10%, 16% e 8,5%, respectivamente. Tais modificações ocorreram dado que as importações de adubos e fertilizantes e de coque de petróleo cresceram menos do que o total de aquisições e as de trigo, que quase dobraram em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Também apresentando menor nível de concentração de volume, os maiores fornecedores internacionais de Sergipe, nesse último ano, foram os Estados Unidos (20% do total), a Argentina (15%), o Marrocos (14%) e a China (9,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">De todo modo, chama atenção o fato de que dois dos maiores itens da lista importação sergipana – adubos e fertilizantes e coque de petróleo &#8211; têm como matéria-prima insumos que são largamente produzidos no próprio estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Sergipe é o sexto maior produtor de petróleo do país e possui a maior reserva de potássio do hemisfério sul, bem como possui um fábrica de fertilizantes nitrogenados em uma situação de hibernação. Logo, se torna estranho como essa unidade federativa necessita importar tais produtos na escala que o faz.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Termos de troca</h2>
<p style="text-align: justify;">Os números do comércio exterior sergipano apontam para o fato de que os seus <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.infoescola.com/economia/deterioracao-dos-termos-de-troca/">termos de troca</a> </span>, uma medida que relaciona o valor das importações como uma proporção do valor das exportações, se deterioram de 2017 para 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele primeiro ano, o valor unitário da tonelada exportada era US$ 2,414.40 FOB, enquanto a mesma medida para a tonelada importada estava em US$ 318.73 FOB, ou seja, uma relação de 13,2% entre esses valores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em 2018, a tonelada exportada detinha um valor médio de US$ 1,678.71 FOB, ao passo em que a tonelada importada se movera para US$ 394.14 FOB. O que vai colocar o valor médio por toneladas das importações em 23,5% do valor médio por toneladas das exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso ocorreu porque os valores unitários da tonelada nas exportações sergipanas – seja de produtos básicos, de manufaturados ou de semimanifaturados – caíram, ao passo em que nas importações aumentaram em todas essas três categorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, é possível argumentar que Sergipe possui alguma vantagem em seus termos de troca no âmbito do comércio internacional, dado o diferencial existente entre o preço da tonelada por ele exportada e o da tonelada por ele contraída. O que permite antever no comércio exterior um caminho de desenvolvimento para o estado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Problemas de escala</h2>
<p style="text-align: justify;">Muito embora o déficit externo sergipano seja pequeno – algo em torno de 1,2% do seu produto – ele é sintoma de um problema maior: a baixa dinamicidade da economia do estado, que o mantém às margens do comércio internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa deficiência se mostra quando da construção dessas perdas sob dois aspectos: no primeiro, o volume dos bens comercializáveis não é grande o suficiente para financiar os níveis de importação e, no segundo, a pauta de aquisições é composta por itens que, por algum motivo, poderiam, mas não são localmente produzidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução, que não aparenta ser fácil, poderia advir por meio da construção de uma opção pelo comércio exterior, já que os bens exportados por Sergipe aparentam possuir algum grau de agregação de valor, com uma complementação de medidas de substituição de importações.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, como saída para alguns dos problemas econômicos que o estado vem enfrentando no decorrer desta década, um redirecionamento da estrutura produtiva de Sergipe para o Comércio Exterior não é uma possibilidade que se venha a descartar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fábio Salviano, sociólogo</strong></p>
<p><strong>Emerson Sousa, economista</strong></p>
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		<title>Balança comercial fecha com déficit de US$ 4,7 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 12:52:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O saldo da balança comercial sergipana fechou com déficit de US$ 4,7 milhões, em janeiro deste ano. As exportações somaram US$ 6,3 milhões, com queda de 9,6%, anti janeiro do ano passado, mas com aumento de 32% em relação a dezembro de 2018. As importações ficaram em US$ 11 milhões, com queda de 10,2%, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O saldo da balança comercial sergipana fechou com déficit de US$ 4,7 milhões, em janeiro deste ano. As exportações somaram US$ 6,3 milhões, com queda de 9,6%, anti janeiro do ano passado, mas com aumento de 32% em relação a dezembro de 2018. As importações ficaram em US$ 11 milhões, com queda de 10,2%, no comparativo a janeiro de 2017.  Com relação a dezembro de 2108, o aumento foi de 42,9%.</p>
<p style="text-align: justify;"> As vendas de sucos de laranja, congelado, não fermentados fecharam em US$ 3,3 milhões, respondendo por 53,2% das exportações. Já as vendas de outros açúcares de cana, beterraba, sacarose quimicamente pura, sol somaram US$ 1,1 milhão, representando 18,3% das exportações. Dessa forma, 71,5% das exportações do estado foram representadas por esses dois produtos.</p>
<h2>Importações</h2>
<p style="text-align: justify;">O principal destino da produção sergipana, em janeiro, foram os Países Baixos, que demandaram 41,7% das vendas. Em termos nominais, as vendas para os holandeses somaram mais de US$ 2,6 milhões. O segundo principal destino das exportações  foi a Bélgica, que adquiriu US$ 827,9 mil, equivalente a 13,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as importações concentraram-se nas aquisições de outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura, que somou US$ 2,9 milhões, ou 26,8% das compras, e diidrogeno-ortofosfato de amônio (fosfato monoamônico ou monoamoniacal), mesmo misturado com hidrogeno-ortofosfato de diamônio (fosfato diamônico ou diamoniacal), que totalizou US$ 2,2 milhões ou 20,5% das compras do mês. Quanto à origem dos produtos adquiridos por Sergipe, os fornecedores que se destacaram foram a Argentina e os Estados Unidos, ao enviarem US$ 2,9 milhões e US$ 2,8 milhões em produtos, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">As análises são realizadas pelo Núcleo de Informações Econômicas (NIE), com o apoio do Centro Internacional de Negócios – CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Balança comercial de Sergipe tem déficit de US$ 47 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2018 18:37:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A balança comercial sergipana apresentou um déficit de US$ 47 milhões, entre janeiro a dezembro do ano passado, sendo US$ 90,0 milhões de bens exportados, contra US$ 137,9 milhões importados. Esse foi o segundo maior déficit da balança nos últimos cinco anos. Nesse período, a pior situação do Estado foi em 2013, quando a balança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A balança comercial sergipana apresentou um déficit de US$ 47 milhões, entre janeiro a dezembro do ano passado, sendo US$ 90,0 milhões de bens exportados, contra US$ 137,9 milhões importados. Esse foi o segundo maior déficit da balança nos últimos cinco anos. Nesse período, a pior situação do Estado foi em 2013, quando a balança apresentou um saldo negativo de US$ 205.876.853.  Entre os nove estados nordestinos, Sergipe ocupa a sexta posição, enquanto que o lanterna é Pernambuco com um déficit de US$ -3.742.112.792.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes números fazem parte da Análise da Balança Comercial Sergipana 2017, elaborado  pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) e Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) divulgado hoje, 29, e mostra que o déficit na balança comercial em 2017 representa um aumento de 48,2% na comparação com 2016, cujo saldo negativo foi de US$31.721.624.</p>
<p style="text-align: justify;">Na análise do desempenho das exportações, chegou-se à conclusão que elas reduziram 20% na comparação com o acumulado com o ano anterior. A maioria das exportações sergipanas escoou por via marítima – 73,2% delas, enquanto que por rodovia e aéreo a participação foi de 21,6% e 4,9%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Como acontece há décadas nas exportações de Sergipe, o suco de laranja congelado não fermentado ficou no topo da lista com US$ 34.547.201, seguindo de calçados sola exterior borracha/plástico, de couro/natural que somaram US$ 34,5 milhões e US$ 18 milhões, respectivamente. Juntos, esses dois itens representaram 71,2% do total exportado dentro da categoria de bens de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Sergipe exportou para 80 países em 2017, mas a Holanda sempre é destaque, tendo registrado uma participação de 30,9% do valor exportado, recebendo, principalmente, suco de laranja congelado. Depois, foi o Paraguai, com 18,7%, que comprou calçados com sola exterior de borracha, enquanto que a Bélgica adquiriu suco de laranja congelado (9,1%).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os Estados Unidos e a Argentina foram os destinos de 7,4% e 3,3%, respectivamente, das exportações sergipanas. Os principais produtos exportados para esses países foram óleos essenciais, de laranja e os outros calçados cobrindo o tornozelo, parte superior de borracha, plástico, respectivamente. A participação conjunta desses cinco países foi de 69,4% do total exportado por Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo, 15 municípios participaram das exportações e Estância ficou em primeiro lugar com US$ 106.810.330. Aracaju ficou em quinto lugar, com US$ 4.988.670, enquanto que em último Itaporanga D’Ajuda, com US$ 8.442.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Importação</strong> – Durante 2017, Sergipe comprou US$ 137,9 milhões, mas 87,2% ou US$ 120,1 milhões vieram da indústria de transformação; 11,3%, ou US$ 15,5 milhões, da agricultura; 1,2% das indústrias extrativas e 0,3% de outros serviços coletivos, sociais e pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos, 23 municípios sergipanos compuseram a pauta de importações no ano passado, sendo destaque Nossa Senhora do Socorro como principal importador, respondendo por 25,8% do total do Estado. O segundo principal importador sergipano, representando 21,5% das importações do estado, foi o município de Rosário do Catete, que comprou principalmente adubos (fertilizantes).</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, o município de Aracaju, foi responsável por 13,7% das importações sergipanas. Importou, principalmente, trigo e mistura de trigo com centeio. Enquanto Laranjeiras, representou 9,4% das compras adquiridas, com destaque para a aquisição de coque de petróleo, betume de petróleo e outros resíduos dos óleos de petróleo ou de minerais betuminosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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