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	<title>Arquivo para desempregados - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para desempregados - Só Sergipe</title>
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		<title>Sergipe tem 163 mil desempregados, diz pesquisa do IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 17:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/sergipe-tem-163-mil-desempregados-diz-pesquisa-do-ibge/">Sergipe tem 163 mil desempregados, diz pesquisa do IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi de 15,50%, 0,5% ponto percentual acima, na comparação com o trimestre anterior (15%) e 1,6 ponto percentual abaixo do primeiro trimestre de 2018 (17,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Subutilização</h2>
<p style="text-align: justify;">A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar, mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores proporções de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%) e Pará (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[acarajé]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[Diesse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), Luís Moura.  A taxa de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/taxa-de-desemprego-sobe-e-fica-em-124-em-fevereiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desemprego no Brasil subiu para 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro</a></span>, atingindo 13,1 milhões de pessoas. Essa alta significa que 892 mil pessoas estão desocupadas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Luís Moura, pelo menos 267 mil pessoas trabalham por conta própria em Sergipe, mas somente  22 mil delas tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) por serem Micro Empreendedores Individuais (MEI).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da facilidade de ser MEI, as pessoas têm uma ocupação sem legalizá-la. Não procuram órgãos como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/se?codUf=27" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sebrae </a></span>ou a Prefeitura Municipal de Aracaju, através da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://fundat.aracaju.se.gov.br/dash/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Municipal do Trabalho (Fundat)</a></span>. Outra  alternativa é acessar na internet o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O empresário no  <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://panificacaouniao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ramo da panificação,</a></span>  Carlos Alberto Santos da Paixão, é um defensor da formalização. E sugere que todos os entes públicos &#8211; municipais, estaduais e federal &#8211;  orientem as pessoas a regularizarem seus trabalho.  Carlos Alberto diz, ainda, que  antes de qualquer reforma &#8211; tributária, trabalhista, previdenciária &#8211; o governo deveria agir para cuidar deste aspecto, tirando milhares de pessoas da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o que diz Carlos Alberto</p>
<p><iframe title="Cobrança ao Estado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nhq6Y00amvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Carlos Alberto é importante que toda a sociedade colabore. Segundo ele, isso é uma questão de educação.</p>
<p><iframe title="Carlos Alberto  - macro economia" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nqVx-gYMngg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Coincidentemente, quando Carlos Alberto sugere que os impostos sejam pagos por todos, mas, de acordo com as possibilidades de cada um, o presidente Jair Bolsonaro diz num twitter, que o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/bolsonaro-diz-que-governo-estuda-reduzir-impostos-de-empresas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas</a></span> para gerar empregos, competitividade interna e no exterior e a redução no preço de produtos.</p>
<h2>Sem carteira</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luís Moura, estas pessoas não têm direitos previdenciários, não pode contratar um empregado e participar de licitações. “O que acontece numa empresa não legalizada é que  o empregado, também, não será legalizado”, ressaltou o economista.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem Marcos (nome fictício, a pedido do entrevistado)  se encaixa no que diz o economista Luís Moura. Marcos, 22 anos, trabalha desde os 16 e nunca teve a carteira de trabalho assinada. Há dois meses ele  vende milho assado e cozido nas ruas de Aracaju, das 15 às 19h30,  e ganha R$ 600 por mês, menos que o salário mínimo (R$ 954).</p>
<p style="text-align: justify;">O patrão dele tem outros três carrinhos para vender milho assado e cozido, cada um deles com um funcionário, que fica em pontos estratégicos da cidade.  Ele não sabe se seu chefe trabalha de maneira informal ou não.  O  Marcos tem um foco: concluir o  segundo grau no próximo ano e ir para uma  universidade. Quer ser professor de Educação Física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acarajé formalizado</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as 22 mil pessoas em Sergipe que é MEI,  um deles é o vendedor de acarajé Edivaldo Jesus Oliveira, que abriu a pequena empresa há três anos, exatamente no dia 11 de outubro de 2015. Ele era apontador numa fábrica e ficou desempregado. Então, juntou-se com o pai e a madrasta para abrir o “Acarajé do Baiano”, numa praça do bairro do Luzia.  “Mas hoje, somos divididos. Meu pai continua, como eu, vendendo acarajé. E ele também é MEI e divulga seu trabalho nas redes sociais. Você pode encontrá-lo no Instagram, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/acarajedobaianoaju/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@acarajedobaianoaju </a></span></p>
<figure id="attachment_17223" aria-describedby="caption-attachment-17223" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17223 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-575x1024.jpg 575w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano.jpg 719w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-17223" class="wp-caption-text">A Fundat fez o marketing da marca de Edilson</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas para vender acarajé, Edivaldo fez um planejamento. O  primeiro passo foi participar de um curso sobre manipulação de alimentação na Fundação Municipal do Trabalho (Fundat), órgão da Prefeitura Municipal de Aracaju. Durante as aulas, um dos instrutores lhe mostrou o que é MEI e a importância de ser formalizado. Edivaldo não pensou duas vezes e já saiu da Fundat com a empresa aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Edivaldo tem uma mini indústria que fabrica a massa do acarajé e, em breve,  terá outra para  fabricar vatapá e caruru. “Estamos nos atualizando. O nosso acarajé  é de qualidade, totalmente higienizado e vamos crescer sempre.  Breve estaremos no aplicativo I food. Hoje aconselho todos a se formalizarem. O MEI me ajuda a ter acesso a linhas de crédito, dou nota fiscal e posso ter um funcionário de carteira assinada”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 12 de abril, por exemplo, quem quiser buscar orientações sobre como se transformar em MEI, poderá participar do Encontro de Empreendedores de Aracaju, promovido pela Fundat, na Unidade de Qualificação Profissional (UQP) Cleia Maria Brandão, situada no bairro Coroa do Meio. Saiba como participar  clicando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.aracaju.se.gov.br/noticias/80683" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que já viu vendedores de acarajé, como ele, com mais tempo de serviço. Um dia, a pessoa teve um infarto “e hoje vive com uma mão na frente outra atrás. Então oriento a qualquer um, seja vendedor ambulante, qualquer um, a  ser MEI. Se a gente contribui, quer receber, ter uma aposentadoria”, frisou.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sergipe começa 2019 com 182 mil desempregados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2019 15:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2019 começa com uma herança de 2018 nada interessante e preocupante. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que no último trimestre de 2018 terminou com 182 trabalhadores sem emprego em Sergipe, um crescimento de 17,5% na comparação com igual período de 2017. Para o economista do Departamento Intersindical de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/sergipe-comeca-2019-com-182-mil-desempregados/">Sergipe começa 2019 com 182 mil desempregados</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ano de 2019 começa com uma herança de 2018 nada interessante e preocupante. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que no último trimestre de 2018 terminou com 182 trabalhadores sem emprego em Sergipe, um crescimento de 17,5% na comparação com igual período de 2017. Para o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócios Econômicos (Dieese), Luís Moura, não há mudança em vista, pelo menos por enquanto.</p>
<figure id="attachment_1730" aria-describedby="caption-attachment-1730" style="width: 346px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1730" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Luiz-Moura.jpg" alt="" width="346" height="237" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Luiz-Moura.jpg 346w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Luiz-Moura-300x205.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Luiz-Moura-110x75.jpg 110w" sizes="(max-width: 346px) 100vw, 346px" /><figcaption id="caption-attachment-1730" class="wp-caption-text">Luiz Moura disse que o cenário de desemprego deve continuar Foto: Jadilson Simões/ Jornal da Cidade</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Fazendo um rápido balanço entre 2017 e 2018, Luís Moura  lembra que entre setembro e novembro de 2017, eram 139 mil trabalhadores procurando emprego. Analisando o número de sergipano sem carteira assinada, o IBGE verificou o seguinte:  eram 130 mil em 2017, pulando para 143 mil em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">“Considerando os que trabalham por contra própria, o número de sergipanos sem carteira assinada sobe para cerca de 400 mil”, disse Luís Moura. Entre setembro e novembro de 2018, haviam 215 mil trabalhadores com carteira assinada (ano passado era 235 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">“A economia de Sergipe não cresceu e isso reflete no desemprego”, avaliou Luis Moura. Ele disse que os dados revelados na pesquisa do IBGE são preocupantes diante da precarização do mercado de trabalho e que só poderá ser revertido com o surgimento de novas indústrias e empresas. “Não adianta o empresariado fazer só campanha para garantir emprego ao sergipano. É preciso que surjam novas vagas”, ensina.</p>
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		<item>
		<title>Número de desempregados cai 5,3%, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 15:09:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[cai]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número total de desempregados no país caiu de 13,7 milhões no primeiro trimestre deste ano para 13 milhões no segundo trimestre. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de um trimestre para outro, houve uma queda de 723 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O número total de desempregados no país caiu de 13,7 milhões no primeiro trimestre deste ano para 13 milhões no segundo trimestre. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de um trimestre para outro, houve uma queda de 723 mil pessoas na população desocupada, ou seja, de 5,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, também houve queda: 520 mil pessoas ou 3,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de desemprego foi outro indicador que apresentou queda nesta edição da PNAD-C de 13,1%, no primeiro trimestre, para 12,4% no segundo trimestre do ano. No segundo trimestre do ano passado, a taxa era de 13%.</p>
<p style="text-align: justify;">A população ocupada ficou em 91,2 milhões de pessoas, crescimentos de 0,7% (mais 657 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 1,1% (mais 1 milhão de pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Informalidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, o crescimento do contingente de ocupados foi puxado pelos trabalhadores sem carteira assinada e aqueles que trabalham por conta própria. O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, de 32,8 milhões, manteve-se estável em relação ao primeiro trimestre e caiu 1,5% (menos 497 mil pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de empregados sem carteira (11 milhões) cresceu 2,6% (mais 276 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 3,5% (mais 367 mil pessoas) em relação ao segundo trimestre do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,1 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,5% (mais 555 mil pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Setores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os dez grupamentos de atividades da economia, apenas dois tiveram crescimento nos postos de trabalho em relação ao primeiro trimestre: indústria geral (2,5%) e administração pública, defesa, saúde e educação (3,8%). Os demais setores mantiveram-se estáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com o segundo trimestre de 2017, também houve aumento em dois setores: administração pública, defesa, saúde e educação (3,7%) e outros serviços (6%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rendimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O rendimento médio real habitual ficou em R$ 2.198 no segundo trimestre deste ano, relativamente estável tanto em relação ao trimestre anterior quanto na comparação com o segundo trimestre do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sergipe tem quase 2 mil desempregados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2016 18:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de fevereiro fechou com um saldo negativo de 1.989 demissões em Sergipe, principalmente no setor da indústria de transformação, onde ocorreram 1.417 desligamentos. Os números foram divulgados pelo  Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mês de fevereiro fechou com um saldo negativo de 1.989 demissões em Sergipe, principalmente no setor da indústria de transformação, onde ocorreram 1.417 desligamentos. Os números foram divulgados pelo  Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM),</p>
<p style="text-align: justify;">Em fevereiro, o setor que mais empregou foi o de serviços industriais de utilidade pública (grupo que inclui as estatais responsáveis pela distribuição de serviços essências, como água e energia elétrica), criando 50 novos empregos formais, no mês em análise.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro bimestre de 2016, Sergipe acumula um saldo negativo de empregos formais, tendo reduzido 2.372 postos de trabalho para os sergipanos. O resultado negativo dos dois primeiros meses do ano, está atrelado ao elevado número de desligamentos da Indústria de transformação (-1.708), do comércio (-793) e em seguida a agropecuária (-195).</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado oposto, o setor da construção civil criou 179 novos empregos no mês, enquanto que no mesmo mês do ano anterior o setor registrou uma redução de 301 postos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasil</strong> &#8211; O desemprego em fevereiro foi de 8,2%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É o pior resultado para o mês desde 2009, quando havia sido de 8,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado representa uma alta de 0,6 ponto percentual na comparação com janeiro (<a href="http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2016/02/25/pme.htm">7,6%</a>). Em relação a fevereiro de 2015 (5,8%), a alta foi de 2,4 pontos percentuais.</p>
<p style="text-align: justify;">
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