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	<title>Arquivo para digitais - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Oitenta presos usavam nomes falsos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2017 14:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho dos papiloscopistas da Divisão Criminal do Instituto de Identificação impediu que cerca de 80 pessoas acabassem tendo problemas com a Justiça em 2017, em virtude de terem suas identificações utilizadas por criminosos no momento da prisão. De janeiro até o dia 30 de novembro, a Divisão realizou 3.004 identificações criminais. Também foram verificadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho dos papiloscopistas da Divisão Criminal do Instituto de Identificação impediu que cerca de 80 pessoas acabassem tendo problemas com a Justiça em 2017, em virtude de terem suas identificações utilizadas por criminosos no momento da prisão. De janeiro até o dia 30 de novembro, a Divisão realizou 3.004 identificações criminais. Também foram verificadas 7.350 fichas de antecedentes para Justiça ou delegacias e realizados 1,2 mil cadastros criminais.</p>
<p>De acordo com o papiloscopista Jenilson Gomes, o trabalho desenvolvido é de suma importância no suporte às investigações da Polícia Judiciária e no decorrer do processo judicial, pois através da realização da identificação criminal é que se pode, a princípio, comprovar a identidade do preso. &#8220;Quando a autoridade judiciária levanta suspeita sobre a identificação de um suspeito é solicitada a identificação criminal dele&#8221;, explicou.</p>
<p>O papiloscopista ressalta que, em alguns casos, na tentativa de burlar a polícia e escapar de um novo processo, pessoas com antecedentes criminais acabam se apresentando com nome de familiares, geralmente irmãos ou primos. &#8220;Elas escolhem pessoas próximas, em especial parentes, por terem informações privilegiadas, ficando assim mais fácil de montar a farsa&#8221;, lembrou Jenilson Gomes, acrescentando que graças ao exame papiloscópico o infrator acaba sendo penalizado, e não um terceiro.</p>
<p>Em setembro, um integrante de uma milícia do Rio de Janeiro, que foi preso em Sergipe durante uma blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com um veículo roubado, apresentou a identificação de um familiar. No entanto, durante a realização do flagrante no Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), a autoridade policial desconfiou da identificação apresentada e, graças ao exame papiloscópico, descobriu-se a farsa.</p>
<p>Não fosse o trabalho realizado pelos papiloscopistas da Divisão Criminal do Instituto de Identificação, o suspeito Habdalla Nascimento de Souza, o “Bibi”, que estava com preventiva decretada por conta do assassinato de um cadete do Exército no ano passado, poderia ser colocado em liberdade enquanto o irmão dele acabaria processado.</p>
<p>Segundo Jenilson Gomes, quando solicitado, o papiloscopista vai na delegacia ou unidade prisional realizar a coleta das impressões digitais. &#8220;Isso deixa a prestação do serviço mais humanizada, pois, antes o preso era levado até a sede do Instituto, gerando constrangimento para as pessoas que estavam aguardando atendimento e para o próprio interno&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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