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	<title>Arquivo para discórdia - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>O peru da discórdia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 07:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para Salete Kuwer Pare e pense o seguinte: você está numa festa repleta de crianças, correndo de um lado para outro, quando, de repente, alguém solta um grito, você olha para a criatura e vê a seguinte cena: muito óleo de comida escorrendo pelos cabelos recém-torturados num salão de beleza, destruindo as pinturas do rosto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Para Salete Kuwer</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pare e pense o seguinte: você está numa festa repleta de crianças, correndo de um lado para outro, quando, de repente, alguém solta um grito, você olha para a criatura e vê a seguinte cena: muito óleo de comida escorrendo pelos cabelos recém-torturados num salão de beleza, destruindo as pinturas do rosto que levaram horas para serem feitas, e ainda sujando o vestido encomendado para a ocasião.   Sim, ali estava uma mulher atarantada, com um olhar fuzilante à procura de alguém que teria derrubado das suas mãos, a bandeja com um peru assado que ela levava para a mesa principal da festa.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira pessoa que ela enxergou por entre a graxa que deslizava no rosto e atrapalhava sua visão, foi a culpada por tamanha tragédia. E apesar das defesas insistentes, com provas irrefutáveis de que o acusado era inocente, a matrona seguia a desfiar seus rosários de impropérios contra o convidado.  Consciente da sua inocência, o jovem acusado, ainda que constrangido, continuou na festa.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vários motivos: primeiro, o jovem foi levado para o local por uma pessoa maravilhosa que o defendeu como uma leoa. Falou firme, mas não perdeu a ternura para dizer que o rapazola estava bem junto a ela e era impossível que ele tivesse empurrado a matrona.  O outro, é que coube a defensora aclamá-lo e garantir que nada lhe aconteceria, pois ela era a testemunha ocular de que ele não tinha nada a ver com aquela história inverossímil.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, como sair de local onde tinham tantas comidas gostosas? Um peru, certamente, não faria falta. Vale lembrar que a matrona era uma excelente cozinheira, trabalhava com doces e salgados sob encomenda e, tenha certeza, numa festa na própria casa ela não ia deixar por menos. Não lhe faltava competência para desvendar os segredos do forno e do fogão.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Até hoje não se sabe exatamente o que aconteceu: se alguém derrubou a bandeja com o peru ou se a matrona se atrapalhou quando passava entre um convidado e outro, e, solenemente, o galináceo foi ao chão.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não se sabe quem fim levou o peru da discórdia. Para alguns, lavou está novo. Mas não sei se a sabedoria popular se aplica a esse caso.</p>
<p style="text-align: justify;">O certo é que quando saí daquela casa, tudo indica que a festa prosseguiu até altas horas, com a matrona quase refeita de episódio tão insólito: estava de roupa limpa, maquiada, tudo quase em ordem.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase. Naquela noite, seus cabelos nunca mais seriam os mesmos!</p>
<p>[/box]</p>
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