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	<title>Arquivo para dívida pública - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para dívida pública - Só Sergipe</title>
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		<title>Dívida pública federal: um peso excruciante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2019 08:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[amortização]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png"><img decoding="async" class="wp-image-18874 size-medium alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Emerson Sousa <strong>(*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre o primeiro dia de mandato presidencial do Sr. Fernando Henrique Cardoso e o último do Sr. Michel Lulia Temer, o governo federal brasileiro promoveu gastos, correntes e de capital, da ordem de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/series-historicas">R$ 35,3 trilhões</a></span>, em valores atualizados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até março deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse montante, foi destinado um total de R$ 9,2 trilhões para o pagamento de juros e encargos e para a amortização da dívida pública, de modo que 25,9% de toda a despesa federal nesses grupos foi canalizada para a remuneração das obrigações junto ao Sistema Financeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo uma ilustração do que isso significa, pode-se dizer que, nesses 24 anos de gasto federal, seis foram totalmente dedicados à remuneração de papéis e letras governamentais negociados pelas tesourarias dos bancos.</p>
<p style="text-align: justify;">Verificando tão somente a despesa com juros e encargos, percebe-se que, de 1995 a 2018, eles consumiram um total atualizado de R$ 4,34 trilhões, algo como o Produto Interno Bruto (PIB) de um país semelhante à Austrália.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu turno, no mesmo período, as Amortizações totalizaram um montante atualizado de R$ 4,81 trilhões. Um valor superior ao da riqueza gerada em um ano pela Coreia do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Interessante notar que, apesar desse volume de abatimento, a Dívida Pública federal líquida, em valores atualizados, saiu de um patamar de R$ 338,2 bilhões, em janeiro de 1995, para R$ 2,83 trilhões, em março de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, mesmo com todo esse esforço orçamentário de amortização, o passivo federal líquido deslocou-se de um volume do tamanho da economia do Marrocos para outro similar ao PIB da Turquia.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A TRAJETÓRIA DO SERVIÇO DA DÍVIDA</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Analisando a trajetória do serviço da Dívida Pública – aqui tratados como o total de juros, encargos e amortizações – de modo mais detido, é passível de identificação a existência de três fases distintas de conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">De 1995 até 2009, quando os juros, os encargos e as amortizações somados saíram de 16,7% para 35,2% do total das <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://manualsiafi.tesouro.fazenda.gov.br/020000/020300/020332">Despesas Correntes e de Capital</a></span>. De 2010 a 2013, quando essa proporção decaiu para 19,6% e, a partir de 2014, quando as rubricas voltam a crescer em participação, chegando a 28,1%, em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a trama que se apresenta é a de que, a despeito do crescente quantitativo de recursos direcionados para a Dívida Pública, o seu estoque apenas tem aumentado e a sua manutenção mostra-se custosa no decorrer do tempo, o que debilita profundamente o alcance das políticas públicas promovidas pelo Estado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CAUSAS E MOTIVOS PROVÁVEIS</h3>
<p style="text-align: justify;">Torna-se necessário entender porque o serviço da Dívida Pública custa tanto. A despeito do que preconiza o discurso conservador, que vê no aumento dos gastos públicos a principal causa desse fenômeno, fica claro que tal abordagem não corresponde à realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Haja vista que, entre 1995 e 2018, não houve um estouro do gasto corrente. No início desse período, ele representava 16,5% do PIB. Ao seu final, ele crescera para 21,8% desse total, apenas superando a marca de 20% no ano de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, de 1997 a 2014, o Governo Federal promoveu superávits primários anuais da ordem de 1,81% do PIB, o que gerou uma poupança de R$ 871,1 bilhões em valores não corrigidos pela inflação oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">Se houve uma explosão do dispêndio, ela ocorreu com o serviço da Dívida Pública, que cresceu 404% de 1995 a 2018, chegando a sequestrar 9% do PIB brasileiro. Ressalte-se que, no início dessa época, tal participação era de apenas 3,7% do produto interno bruto.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Outras abordagens adicionais – tais como a necessidade de controle inflacionário ou recompensa ao risco de calote – também não se sustentam. Afinal, boa parte da inflação brasileira é determinada por serviços indexados, os chamados <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/FAQs/FAQ%2005-Pre%C3%A7os%20Administrados.pdf">preços administrados</a>,</span> que são pouco afetados pelas forças de oferta e demanda do mercado e pouco reagem à política de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/metainflacao">Metas de Inflação</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">E, do mesmo modo, alegar que os juros são altos porque o Brasil é arriscado do ponto de vista macroeconômico, também não faz sentido. O país possui US$ 380 bilhões em reservas, está entre as 30 maiores economias exportadoras do mundo, é um dos dez principais destinos de investimento externo e, há mais de uma década, recomprou os títulos remanescentes de sua última reestruturação.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Não há razão plausível para o país possuir um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.knoema.com/atlas/Brasil/topics/Economia/Setor-Financeiro-Taxa-de-juros/Pr%C3%AAmio-de-risco-por-empr%C3%A9stimo?compareTo=MX,ZA,TH,PK">nível de risco</a></span> superior ao do México, África do Sul, Tailândia ou Paquistão ou, mesmo, praticar <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://tradingeconomics.com/country-list/interest-rate">taxas básicas</a> </span>de juros superiores às observadas em Honduras, Paraguai e Bangladesh.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A CAPTURA DA DÍVIDA PÚBLICA</h3>
<p style="text-align: justify;">Mas há uma resposta que talvez explique esse mosaico: por meio de ocupação de espaços na estrutura governamental e de modo totalmente legal, o Sistema Financeiro foi sistematicamente capturando o mercado primário da Dívida Pública a ponto de poder arbitrar os preços ali praticados.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, ainda que só isso não seja determinante, é bom saber que, dos quase 150 bancos registrados no país, somente <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/342765/Dealers+-+Hist%EF%BF%BDrico.pdf/af81a9a4-6ca5-47a6-9bc2-ea6a90314f65">doze</a></span> fazem parte do seleto grupo que pode participar dos leilões dos títulos públicos federais e definir os preços de negociação.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Sem falar que os bancos historicamente fornecem quadros ao Governo Federal para se ocuparem da condução normativa e transacional da Dívida Pública, tanto no Banco Central quanto na Secretaria de Tesouro Nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Não que haja ilegalidades nisso, mas esses agentes, por pura osmose, levam para a formação do custo da Dívida Pública a lógica, a visão e as perspectivas do Sistema Financeiro que, geralmente, colide com as do resto da nação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, se o Brasil considera importante reduzir o peso excruciante da pouco mencionada Dívida Pública, talvez estivesse na hora de perceber que, provavelmente, esse é mais um problema político do que puramente econômico.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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		<title>Dívida pública pode alcançar até R$ 3,98 trilhões em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 14:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Anual de Financiamento (PAF)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de encerrar 2017 acima da barreira de R$ 3,5 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim de 2018 entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões. Os números foram divulgados hoje (25) pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de encerrar 2017 acima da barreira de R$ 3,5 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim de 2018 entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões. Os números foram divulgados hoje (25) pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o PAF, que apresenta metas para a dívida pública para este ano, o governo pretende estabilizar a composição da DPF em 2018, mantendo a fatia de títulos prefixados (com taxas de juros fixas e definidas antecipadamente), vinculados à inflação, e reduzindo levemente a parcela da dívida corrigida por taxas flutuantes como a Selic (juros básicos da economia) e pelo câmbio.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o documento, a fatia dos títulos prefixados deverá encerrar o ano entre 32% e 36% da DPF. Atualmente, a participação está em 35,3%. A parcela corrigida por índices de preços deverá ficar entre 27% e 31%. Hoje, está em 29,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">A parcela da DPF vinculada a taxas flutuantes deverá encerrar 2018 entre 31% e 35%, contra os 31,5% registrados atualmente. Já a participação da dívida corrigida pelo câmbio, considerando a dívida pública externa, deverá encerrar o ano entre 3% e 7%. O percentual atual está em 3,6%. Os números não levam em conta as operações de compra e venda de dólares no mercado futuro pelo Banco Central, que interferem no resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017, a DPF registrou uma leve piora na composição, com aumento de títulos corrigidos por taxas flutuantes, que subiram de 28,2% em dezembro de 2016 para 31,5% no mês passado. Em tese, essas operações aumentam o risco da dívida pública, porque os títulos vinculados à Selic pressionam menos o endividamento do governo quando os juros básicos da economia sobem. No entanto, com a queda recorde dos juros básicos no ano passado, o aumento da participação desses papéis beneficiou o Tesouro porque ajudou a segurar o pagamento dos juros da dívida pública.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o Banco Central reajusta os juros básicos, a parte da dívida interna corrigida pela Selic aumenta imediatamente. A taxa de juros dos papéis prefixados é definida no momento da emissão e não varia ao longo do tempo. Dessa forma, o Tesouro sabe exatamente quanto pagará de juros daqui a vários anos, quando os papéis vencerem e os investidores tiverem de ser reembolsados.</p>
<p style="text-align: justify;">O Plano Anual de Financiamento também prevê uma leve diminuição do prazo da DPF. No fim de 2017, o prazo médio ficou em 4,3 anos. O PAF estipulou que ficará entre 4 e 4,2 anos no fim de dezembro. O Tesouro divulga as estimativas em anos, não em meses. Já a parcela da dívida que vence nos próximos 12 meses encerrará 2018 entre 15% e 18%. Atualmente, está em 16,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Tesouro, o governo tem dois mecanismos de segurança para assegurar a capacidade de financiamento em caso de crise econômica que não permita ao Tesouro lançar títulos no mercado. Em primeiro lugar, o Tesouro tem reservas de R$ 9,5 bilhões, suficientes para pagar os vencimentos da dívida pública externa em 2018. Além disso, o governo tem um colchão para cobrir cerca de seis meses dos vencimentos da dívida pública interna, que totalizarão R$ 617,3 bilhões este ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos e pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o governo compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada, definida com antecedência.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: EBC</p>
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