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	<title>Arquivo para Educação - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Educação - Só Sergipe</title>
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		<title>São Cristóvão vai receber projeto Vacaciones Solidárias,  da Vivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 17:30:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O desempenho de São Cristóvão foi o que nos colocou para sermos escolhidos no âmbito estadual para receber o Vacaciones Solidárias&#8221;.  A afirmação é da secretária municipal de Educação de São Cristóvão, Quitéria Lúcia Araujo de Barros, ao se referir ao projeto de voluntariado corporativo promovido pela Fundação Telefônica Vivo, em parceria com o Pro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;O desempenho de São Cristóvão foi o que nos colocou para sermos escolhidos no âmbito estadual para receber o Vacaciones Solidárias&#8221;.  A afirmação é da secretária municipal de Educação de São Cristóvão, Quitéria Lúcia Araujo de Barros, ao se referir ao projeto de voluntariado corporativo promovido pela Fundação Telefônica Vivo, em parceria com o Pro Futuro.  Essa é a primeira vez que Sergipe recebe este projeto, que vai acontecer entre os dias 1 e 12 de julho, com  15 voluntários de nove países que trabalharão na Escola Municipal de Ensino Fundamental Frei Fernando.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta escola atende 285 estudantes da Educação Infantil e do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Além da Secretaria Municipal de Educação de São Cristóvão, o projeto tem a parceria do Instituto Paramitas, parceiro executor dessa edição em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo que a escola de Sergipe receberá é formado por três colaboradores brasileiros e doze estrangeiros, sendo um do México, um do Peru, dois da Espanha, três da Argentina, um da Colômbia, dois do Equador, um da França e um do Uruguai. A partir da aplicação da metodologia de Design Thinking, eles terão duas semanas para criar e implementar um plano de ação para três temáticas principais.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<figure id="attachment_19325" aria-describedby="caption-attachment-19325" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/vacacaiones-soldiárias-em-manaus.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-19325 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/vacacaiones-soldiárias-em-manaus-300x236.png" alt="" width="300" height="236" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/vacacaiones-soldiárias-em-manaus-300x236.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/vacacaiones-soldiárias-em-manaus.png 750w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-19325" class="wp-caption-text">Vacaciones Solidárias em Manaus<br />Foto: Telefônica</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">São eles: o empoderamento dos professores por meio de oficinas com uso da Plataforma Pro Futuro, explorando os conteúdos digitais pedagógicos voltados aos planos de ensino; o aprender por meio do brincar, em que os voluntários vão pintar o chão da escola com jogos e brincadeiras infantis (amarelinha, caracol, mini quadra de esporte), de forma a proporcionar a interação com os estudantes a fim de desenvolver atividades lúdicas e de coordenação motora; e o ressignificar dos espaços com a instalação do parquinho e melhorias de estrutura da escola.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os voluntários farão o plano de ação e desenvolverão todas as atividades, além de participarem de diferentes momentos de integração com os alunos, o que reforça o compromisso do programa de transformar e sensibilizar o voluntário com base na convivência com a comunidade.</p>
<h3>Feira cultural</h3>
<p style="text-align: justify;">Ainda dentro da programação, acontecerá, no dia 08/07, uma Feira Cultural cujo objetivo é estimular os alunos e voluntários a valorizarem o conhecimento científico e interdisciplinar, despertando o interesse pelo aprendizado, além de proporcionar um momento de vivência entre a equipe de voluntariado, a comunidade e a escola. A ideia é que cada grupo de voluntários conte para os estudantes e comunidade um pouco da história, cultura e tradições de seu país de origem, por meio de salas temáticas, através da realização de workshops, ensinar termos linguísticos, culinária local e mais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por meio desse projeto, os participantes podem contribuir com seu tempo e suas habilidades, além de ter uma experiência única para desenvolver e descobrir novas competências. As atividades variam em função do trabalho que a Fundação desempenha em cada país e em função do contexto social de cada comunidade”, afirma Americo Mattar, diretor-presidente da Fundação Telefônica Vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Para a secretária municipal de Educação, Quitéria Lúcia Araujo de Barros, o Projeto Vacaciones Solidárias fortalece a criação de um ambiente onde as crianças podem aprender brincando, considerando as várias propostas de criação de espaços recreativos que propiciarão aos professores e alunos novas possibilidades pedagógicas.</p>
<h3>Rota do conhecimento</h3>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Desde o inicio dessa gestão, implementamos ações para fortalecer   a qualidade de ensino, de modo a contribuir para elevação do desempenho escolar de nossos alunos. Entendemos que a tecnologia é um atrativo a mais para isso. Nós investimos em material didático e infraestrutura, climatizamos as escolas, estamos preparando um centro de educação continuada para os professores, nos três turnos. Temos um projeto de artes nas escolas, com o artista Gladston Barroso. Com a pintura, queremos que as crianças deem uma identidade à escola. Esse é um projeto bacana&#8221;, afirmou  Quitéria de Barros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela ressaltou, também, o Projeto Rota do Conhecimento, que consiste em preencher o tempo em que o estudante espera o ônibus para ir ao colégio e  o trajeto. Ele ouve palestras, manifestações de arte, contação de estórias, exposição de trabalhos dentro do ônibus. Eles ficam concentrados na Praça da Bíblia à espera do ônibus e lá recebem orientações de trânsito e educação patrimonial.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de Sergipe, a edição nacional do <em>Vacaciones Solidárias</em> seguirá para a cidade de São Paulo, em novembro deste ano. Para a edição internacional do projeto, 15 colaboradores voluntários da Vivo selecionados serão recebidos em sete países (Chile, Argentina, Colômbia, Filipinas, Uruguai).</p>
<p>[/box]</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Vacaciones Solidárias</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Criado na Espanha, o programa <em>Vacaciones Solidárias</em> começou oferecendo aos funcionários locais uma experiência de voluntariado na América Latina. Depois, incluiu também colaboradores<strong> </strong>de outros países da Europa. Com o tempo, foi desenvolvida uma metodologia de intervenção para definir os países e os projetos que entrariam no programa. Hoje, as vagas são abertas a funcionários de todo o Grupo Telefônica, de modo que haja troca de conhecimento e cultura. A seleção é feita na Espanha pela gestão global do Programa de Voluntariado da companhia e exige que o colaborador tenha experiência prévia em atividades de voluntariado e nível avançado de espanhol para edição internacional.</p>
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		<title>Obras do Tobias Barreto e Centro de Convenções: quando serão entregues ao povo sergipano?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2019 13:34:53 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14638" aria-describedby="caption-attachment-14638" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes.jpg"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-14638" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-14638" class="wp-caption-text">Valtênio Paes</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Quem passa, como eu, frequentemente pela frente das edificações do Teatro Tobias Barreto (TTB) e do Centro de Convenções fica sempre perguntando: quando terminarão estas obras de reformas? A primeira não tem placa com valor da obra, nem prazo para terminar. Apenas nome da empresa, dados dos responsáveis técnicos e a informação de que está sendo “executada de acordo com Protocolo de Intenção celebrado entre Governo de Estado de Sergipe e a CELSE- Centrais Elétricas de Sergipe”. Já a segunda, com recursos de R$19.314.300,42, constam os dados com data de conclusão para 02.06.2019. No entanto, o prazo venceu e a obra não foi concluída.</p>
<p style="text-align: justify;">Concernente ao Teatro Tobias Barreto, único de grande porte em Sergipe, deixa o povo de nosso Estado privado do espaço para a prática da arte sem qualquer justificativa pública. Tão pouco, não se explica as condições deste “Protocolo de Intenção”. Se o bem é público nada mais justo que a transparência prevaleça. Atente-se para a lentidão, além de não expor valores, origem e contrapartidas dos recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Aceitar justificativa de que teatro não é para o povo, e como tal, não tem pressa “é conversa para boi dormir” porque em Buenos Aires, a capital da leitura, facilmente encontra-se mendigos praticando a leitura. Em Bogotá, anualmente, acontece festival de música clássica com participação popular, logo, o povo gosta de arte. Falta aqui quem a proporcione.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisa-se oferecer qualidade e quantidade para o bem do fortalecimento da cultura,  porque povo sem valorização da cultura é povo sem alma e sem autoestima, entregue ao consumismo descartável. Ademais, a Lei de Diretrizes e Bases do ensino brasileiro, nos parágrafos segundo e sexto do artigo 26, também determina que seja trabalhado o teatro nas escolas públicas e particulares.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Duas obras vizinhas demonstram muito bem o zelo dos nossos gestores pelo tema. Povo e escola sem teatro é apenas opção dos nossos gestores. Lastimável!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Valtênio Paes de Oliveira </strong>colabora quinzenalmente, às segundas-feiras<strong>. </strong>Ele é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O INVESTIMENTO FEDERAL PER CAPITA EM EDUCAÇÃO E SAÚDE VEM CAINDO DESDE 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 21:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) Uma série de cálculos promovidos por esta coluna, gerados a partir de informações da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), detectou que o gasto federal em Saúde e Educação, atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até abril de 2019, vem sendo relativamente reduzido desde 2015. Muito embora o somatório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16764 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Emerson Sousa <strong>(*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma série de cálculos promovidos por esta coluna, gerados a partir de informações da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/series-historicas">Secretaria do Tesouro Nacional (STN)</a></span>, detectou que o gasto federal em Saúde e Educação, atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até abril de 2019, vem sendo relativamente reduzido desde 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito embora o somatório das duas rubricas tenha chegado ao patamar de R$ 202,8 bilhões em 2018 – um crescimento de 1,22% em relação a 2015 – é possível identificar que, sob as mais diversas perspectivas, esse montante está relativamente aquém do apresentado há quatro anos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A PARTICIPAÇÃO RELATIVA DA SAÚDE E DA EDUCAÇÃO</h4>
<p style="text-align: justify;">Em 2015, excluídas as operações de renegociação da dívida pública, Saúde e Educação representavam 7,67% do total de gasto do Governo Federal. Em 2018, essa proporção vai a 7,53%. Ressalte-se que, em 2003, ambas as funções cobriam apenas 4,72% de todo esse total. O pico dessa série foi 2014, com 7,78% do montante.</p>
<p style="text-align: justify;">Saúde e Educação também cresceram em importância em relação ao <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://sidra.ibge.gov.br/tabela/5938#resultado">Produto Interno Bruto (PIB)</a> </span>brasileiro. No ano de 2000, elas representavam 2,58% do PIB, chegando ao teto de 2,93% em 2016. Passando a decair daí em diante.</p>
<p style="text-align: justify;">Saliente-se que, embora uma expansão de 0,35% do PIB pareça ser pouco, tal incremento equivale a toda a riqueza gerada em um ano por cidades como Camaçari (BA), Vitória (ES) ou Santos (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, o volume percentual perdido desde 2016 – 0,02% do PIB – é similar ao montante de bens e serviços produzidos anualmente por municípios como Balneário Camboriú (SC) ou Charqueadas (RS). Todavia, essa redução fica mais perceptível quando se analisa o gasto sob a óptica per capita.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo saído de uma marca atualizada de R$ 562,38 por habitante, no ano 2000, para o máximo de R$ 1.000,59 por brasileiro, em 2015, o dispêndio federal em Saúde e Educação decaiu, em 2018, para uma média de R$ 972,83 por pessoa.</p>
<p>[/box]</p>
<h4 style="text-align: justify;">EXPECTATIVAS PESSIMISTAS</h4>
<p style="text-align: justify;">Ocorre que as expectativas são de aprofundamento desse cenário de queda. Até o último dia 30 de maio, o Governo Federal havia <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldatransparencia.gov.br/funcoes">executado</a> </span>algo em torno de R$ 68,2 bilhões em Saúde e Educação. Isso resulta num valor de R$ 324,52 per capita.</p>
<p style="text-align: justify;">Se esse indicador for alvo de um processo de uma anualização, tem-se uma razão de R$ 795,01 por brasileiro, ou seja, o montante total destinado a essas funções será de pouco mais de R$ 166,9 bilhões. Comparado a 2015, a retração do investimento total seria de 17,7% e do nível per capita de outros 20,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o agravante de que, se a trajetória desenhada nos primeiros cinco meses de 2019 se mantiver, os níveis reais de investimento federal em Saúde e Educação, tanto em termos absoluto quanto <em>per capita</em>, irão retornar aos de quase uma década atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se alcançar o nível per capita de 2018, o Governo Federal precisaria aumentar em 37,9% o seu investimento diário em Saúde e Educação até o fim do ano. Se o objetivo fosse recuperar o teto de 2015, isso demandaria uma majoração da ordem de 44,9% nesse montante. Trocando em miúdos: não iria conseguir!</p>
<h4 style="text-align: justify;">UMA OPÇÃO POLÍTICA DA SOCIEDADE</h4>
<p style="text-align: justify;">Óbvio que tais resultados surtem efeitos negativos por sobre a qualidade de vida da população brasileira em geral, especialmente entre as camadas de menor renda. Só que esse não é um acontecimento fortuito, ele deriva de decisões tomadas por agentes políticos que, consequentemente, são movidos por pressão e interesses externos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 2015, o caminho tomado pela <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1679-39512017000400939&amp;script=sci_abstract&amp;tlng=pt">administração política brasileira</a></span> tem sido balizado pela contenção dos gastos governamentais com as suas funções finalísticas – Saúde e Educação, por exemplo – sem o equivalente controle da Despesa Financeira, o que limita a oferta de Serviços Públicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que o pronto atendimento das necessidades coletivas por meio de Serviços Públicos gratuitos, universais e de qualidade é um espelho dos graus médios de cidadania proporcionados por uma sociedade ao seu povo. Quanto maior essa escala, mais cidadã é uma comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, resta à sociedade civil brasileira identificar as motivações por trás desse fenômeno e decidir se vai aceitar ou não esse mosaico de desmobilização de dois dos mais essenciais serviços públicos: a Saúde e a Educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O impacto dos cortes do MEC na economia dos Estados brasileiros</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/o-impacto-dos-cortes-do-mec-na-economia-dos-estados-brasileiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2019 11:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*) No último dia 22 de maio, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que não vai mais promover os cortes previstos pela sua Portaria de n° 44, editada em 2 de maio. Atualmente, conforme estabelecido no Decreto 9.741, de 29 março, a pasta possui um total de R$ 5,8 bilhões contingenciados. Atualmente, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-16764 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>No último dia 22 de maio, o Ministério da Educação (MEC) <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=76391">anunciou</a></span> que não vai mais promover os cortes previstos pela sua Portaria de n° 44, editada em 2 de maio. Atualmente, conforme estabelecido no Decreto 9.741, de 29 março, a pasta possui um total de R$ 5,8 bilhões contingenciados.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, de acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal, o orçamento para a função <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaltransparencia.gov.br/funcoes/12-educacao?ano=2019">Educação</a> </span>está dimensionado em R$ 117,1 bilhões. Desses, até o presente momento, foram executados R$ 29,9 bi.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte do dinheiro – R$ 15,8 bilhões – foi para programas de gestão e manutenção do próprio Ministério da Educação. Para o funcionamento de instituições federais de ensino superior e a concessão de bolsas o desembolso foi de apenas R$ 1,99 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, e se tais cortes, que inicialmente se apresentaram como uma punição à autonomia da comunidade acadêmica e depois foram estendidos linearmente a todas as instituições de ensino federais, tivessem sido levados adiante, qual seria o seu impacto  sobre as economias dos estados brasileiros?</p>
<h3 style="text-align: justify;">A DISTRIBUIÇÃO DO VOLUME TOTAL DE RECURSOS</h3>
<p style="text-align: justify;">Para se estimar tais efeitos, é preciso voltar a 2016, uma vez que esse é o ano com dados mais recentes sobre Produto Interno Bruto (PIB) dos estados. Por essa época, conforme a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o MEC dispendeu um total de R$ 95,2 bilhões. Desses recursos, R$ 48,5 bilhões foram distribuídos sem especificação do estado de destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, outros 46,7 bilhões foram direcionados especificamente a cada uma das unidades da federação. Numa ordem decrescente de participação, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e o Distrito Federal ficaram com 51,9% desse montante.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa desses números, o Sudeste é a região que mais recebeu recursos do MEC, algo em torno de 34,4% do total. Em seguida, veio o Nordeste, com 26,8%; o Sul, com 19,4%; o Centro-Oeste, com 11,7% e, por fim, o Norte com tão somente 7,7% do volume distribuído.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob esse aspecto, pode ser intuído que, na ocorrência de um corte orçamentário linear, o peso maior recairia sobre aquelas áreas menos assistidas pelo Ministério, tal como a região Norte do Brasil.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A IMPORTÂNCIA DO GASTO EM EDUCAÇÃO</h3>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é preciso ainda especular sobre o impacto relativo desse contingenciamento. Afinal, todo o volume executado pelo MEC, em 2016, no conjunto das três regiões do Centro/Sul, equivale a 0,60% do PIB daquelas onze unidades federativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu turno, os R$ 16,3 bi aplicados pelo Ministério no Norte/Nordeste representam 1,32% do PIB dessas duas regiões. Nesse quesito, em nível nacional, ganham destaque Paraíba (3,27% do PIB), Rio Grande do Norte (2,78%), Roraima (2,37%), Acre (2,16%) e Piauí (2,04%).</p>
<p style="text-align: justify;">Com o agravante de que, nos dois primeiros estados, a despesa federal em Educação conforma mais de 10% do total do valor agregado bruto pelo Setor Público, dando à função um <em>status</em> de segmento estratégico em ambas as economias.</p>
<p style="text-align: justify;">Em adição a isso, ainda é possível evocar o quadro geral a partir do dispêndio <em>per capita</em>. Em 2016, por sinal, o Ministério da Educação distribuiu especificamente aos estados recursos que alcançavam um nível de R$ 226,59 por habitante.</p>
<p style="text-align: justify;">No Norte/Nordeste, esse valor estava em R$ 219,03 per capita, ao passo em que no Centro/Sul alcançou a marca de R$ 230,88 por habitante. Nessa dimensionalidade, Distrito Federal (R$ 718,92), Roraima (R$ 507,21), Paraíba (R$ 482,69), Rio Grande do Norte (R$ 476,82) e Rio Grande do Sul (R$ 446,97) se sobressaíram.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, há outra ressalva a ser feita: a qualidade do acesso das populações estaduais a uma Universidade. No Centro/Sul, há uma Universidade para cada 1,34 milhões de pessoas, em média. No Norte/Nordeste esse indicador dispara para 2,35 milhões. Ou seja, ainda que em condições normais de “pressão e temperatura”, as regiões periféricas do Brasil apresentam um quadro de maior dificuldade de acesso a essas instituições.</p>
<h3 style="text-align: justify;">POR UMA NOVA ABORDAGEM DO GASTO</h3>
<p style="text-align: justify;">De todo modo, o mosaico ora construído sugere uma situação na qual um corte nos gastos federais com Educação – deixando de lado o prejuízo na formação de nosso povo – afetaria também o ambiente econômico local, principalmente naqueles estados de menor expressão produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque a proeminência do gasto público é considerável nessas localidades e, dentro desse contexto, o dispêndio federal em Educação possui maior incidência. Some-se a isso que, o corte então proposto, afetaria as rubricas discricionárias, logo aquelas que serviriam para manter as instituições federais funcionando.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa decisão, ainda que marginalmente, poderia redundar em efeitos nocivos à capacidade de geração de emprego e renda nos lugares menos dinâmicos da economia brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, talvez, como forma alternativa de intervenção, dado os seus graus de encadeamento, principalmente nos estados de menor dinamismo, o gasto em Educação deveria ser utilizado como agente de recuperação e, não, de retração.</p>
<p><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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<p>Leia também:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/quanto-e-como-o-governo-federal-gastou-em-educacao/">QUANTO E COMO O GOVERNO FEDERAL GASTOU EM EDUCAÇÃO?</a></span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O que o Brasil quer da vida?  Educação x Dívida pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 19:16:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*) As manifestações do último dia 15 de maio deixaram claro que o brasileiro tomou a Educação como uma de suas prioridades políticas. No consciente coletivo (sic) da nação, não há como se desenvolver garroteando os recursos dessa função orçamentária, em específico o ensino, a extensão e a pesquisa de nível superior. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16764" aria-describedby="caption-attachment-16764" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16764 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-16764" class="wp-caption-text">Economia herética</figcaption></figure>
<p><strong>Por Emerson Sousa (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As manifestações do último dia 15 de maio deixaram claro que o brasileiro tomou a Educação como uma de suas prioridades políticas. No consciente coletivo (<em>sic</em>) da nação, não há como se desenvolver garroteando os recursos dessa função orçamentária, em específico o ensino, a extensão e a pesquisa de nível superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu turno, o <a href="http://www.portaltransparencia.gov.br/funcoes">orçamento federal</a> atualizado para as áreas de atuação do governo, as chamadas funções, encontra-se estimado em torno de R$ 3,19 bilhões para o ano de 2019. Uma redução real de 7,7% em relação a 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a grande despesa pública federal ainda está com os encargos da dívida (refinanciamento, amortizações e juros). Em 134 dias de mandato, completados naquela data, o Sr. Bolsonaro já havia gastado com essa rubrica, que não é de natureza <a href="http://porque.uol.com.br/cards/deficit-e-superavit/">primária</a> e, logo, não sujeita a restrições vinculatórias, um total R$ 606,2 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso implica em um dispêndio diário de R$ 4,52 bilhões, ou seja, desde o início do ano, todos os dias, o Governo Federal vem transferindo aos bancos o equivalente ao trabalho de um ano inteiro de uma cidade como Santarém, no estado do Pará.</p>
<p style="text-align: justify;">Se essa despesa fosse dividida por todos os brasileiros, então caberia a cada um deles contribuir diariamente com um valor de R$ 21,55 em todo esse período, ou seja, ao menos uma refeição de alguns rentistas estaria tranquilamente garantida.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um valor relativamente alto quando analisado em retrospecto. Veja que em 2015, a despesa diária per capita com a dívida pública ficou em R$ 12,61. Em 2016, foi a R$ 13,62. Em 2017, caiu para R$ 10,99, recrudescendo para R$ 12,75 no ano de 2018.</p>
<h3 style="text-align: justify;">ATÉ ONDE A EDUCAÇÃO É PRIORIDADE?</h3>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, nesses quase cinco meses de mandato, o Ministério da Educação executou um total de gastos da ordem de R$ 29,6 bilhões. O mesmo que a despesa de apenas uma semana com amortizações e juros da dívida pública federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob a perspectiva aqui adotada, no ano de 2019, o investimento federal em Educação no Brasil recebeu um volume diário per capita de tão somente R$ 1,05. Logo, se cada brasileiro pagou um “prato comercial” diariamente para os detentores da dívida pública, com a Educação ele mal cobriu o “cafezinho” depois da refeição.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números também mostram que há uma fuga da série histórica recente dessa rubrica orçamentária. Se, em 2015, a Educação Federal recebia dos brasileiros um financiamento diário per capita de R$ 1,29, no ano seguinte, essa medida foi a R$ 1,26, chegando a R$ 1,34, em 2017, e voltando a decair em 2018, quando foi a R$ 1,25.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, seja feito um adendo: se as trajetórias das duas contas até aqui tratadas forem comparadas, há de se ter uma dimensão dos efeitos da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/emecon/2016/emendaconstitucional-95-15-dezembro-2016-784029-publicacaooriginal-151558-pl.html">Emenda Constitucional 95/2016</a>, que estabeleceu um teto para os gastos primários durante duas décadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o gasto per capita diário da dívida pública, que não é tangenciado pela referida norma constitucional, aumentou em 96%, o investimento público federal em Educação, sob essa mesma óptica, decaiu algo em torno de 22% até o presente momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, tais indicadores fornecem pistas de o quanto o interesse político da sociedade brasileira por Educação, demonstrado nos últimos anos, realmente vem impactando a execução orçamentária brasileira. Obviamente, há um descompasso entre a ação e o pensamento.</p>
<h3 style="text-align: justify;">DE CORTES E CONTINGENCIAMENTOS</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/gráfico-educação.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18353 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/gráfico-educação-300x187.png" alt="" width="300" height="187" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/gráfico-educação-300x187.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/gráfico-educação-768x479.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/gráfico-educação-1024x639.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/gráfico-educação.png 1586w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Agora, falando de chocolates: numa de suas apresentações numa rede social de compartilhamento de vídeos, o Sr. Bolsonaro abriu espaço para que o Ministro da Educação, o Sr. Weintraub, viesse a público mostrar que a sua proposta de contingenciamento dos gastos em Educação tinha pouco impacto sobre a realidade orçamentária do ministério.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele, de forma lúdica, utilizando unidades de bombons de chocolate, quis mostrar que o valor cortado seria muito pequeno em relação ao gasto total da rubrica. A estratégia, inicialmente utilizada para constranger politicamente a Comunidade Acadêmica, logo mostrou-se um feitiço que se volta contra o feiticeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que está correta a percepção de que os <a href="https://miniplan.fandom.com/pt-br/wiki/Despesas_discricionárias">gastos discricionários</a>  do Ministério diretamente vinculados aos Institutos Federais de Ensino Superior (IFES), que compõem algo próximo a 18% do total, fazem com que a restrição proposta realmente fosse de 3,5% sob o montante geral de dotação.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, é, no mínimo, absurdo crer que isso não prejudicasse seriamente o funcionamento daquelas instituições. Isso porque tais verbas, por menores que sejam, são o sangue que mantém vivas aquelas autarquias.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o dia das manifestações contra o Sr. Bolsonaro, essas unidades gestoras haviam recebido do Tesouro Nacional, para garantir o seu andamento ou pagar as bolsas concedidas, além de outras despesas de menor expressão, um volume de R$ 3,47 bilhões. Mantendo a comparação, por mais insano que pareça, isso equivale a 18 horas, 26 minutos e 13 segundos do volume total gasto com a Dívida Pública no mesmo período.</p>
<p style="text-align: justify;">Transformando esses números no indicador diário per capita aqui calculado, vê-se que as Universidades e os Institutos Federais de Ensino, até metade de maio de 2019, custaram ao povo brasileiro tão somente R$ 0,12. Sim, isso mesmo, <strong>DOZE CENTAVOS!</strong> Ressaltando que, entre 2015 e 2018, esse valor orbitou uma média de R$ 0,23.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O VIÉS É POLÍTICO</h3>
<p style="text-align: justify;">Não há racionalidade nessa proposta que não o de que intimidar a Academia brasileira. A intenção soa ser a de retirar das asas do setor público a obrigação de ofertar uma educação pública, universal e gratuita.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não há esse conflito entre Creches e Universidades como quer fazer quer os atuais condutores do Ministério da Educação. Pelo contrário, só é possível evoluir a educação de base quando se monta uma estrutura técnico-intelectual que possa planejar e interferir adequadamente na realidade socioeconômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica claro que o viés é político e, pelos mais diversos motivos, essas medidas sugerem que o Sr. Bolsonaro e seus auxiliares viram no constrangimento dos que fazem o Ensino Público Federal um dos seus principais rivais.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, resta à sociedade brasileira, caso essa seja realmente a sua opção, deixar claro ao governo central aquilo o que ela não tem interesse em ceder no que concerne a um sistema educacional que atenda aos desejos, necessidades e vontades.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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		<title>QUANTO E COMO O GOVERNO FEDERAL GASTOU EM EDUCAÇÃO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 20:20:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*) Em valores atualizados pelo Índice de Preços Ao Consumidor Especial (IPCA-E), tendo como data base o mês de maio de 2019, os números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) mostram que, entre 1980 e 2018, o Governo Federal já dispendeu com a função Educação o total de R$ 1.619.185.715.677,34. Isso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16764" aria-describedby="caption-attachment-16764" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16764 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-16764" class="wp-caption-text">Economia Herética</figcaption></figure>
<p><strong>Por</strong> <strong>Emerson Sousa (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em valores atualizados pelo Índice de Preços Ao Consumidor Especial (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/precos-e-custos/9262-indice-nacional-de-precos-ao-consumidor-amplo-especial.html?=&amp;t=o-que-e">IPCA-E</a></span>), tendo como data base o mês de maio de 2019, os números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/in/series-historicas">STN</a></span>) mostram que, entre 1980 e 2018, o Governo Federal já dispendeu com a função Educação o total de <strong>R$ 1.619.185.715.677,34</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que, em quase quatro décadas, o Brasil destinou para a educação federal algo em torno de 23,7% do Produto Interno Bruto (PIB) gerado no país em todo o ano passado. O que redunda numa média anual de pouco mais de R$ 41,5 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, essa não foi uma trajetória linear, muito pelo contrário. Todo o caminho do gasto federal em educação foi marcado por idas e vindas, ainda que a tendência tenha sido de crescimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A EVOLUÇÃO DO GASTO FEDERAL EM EDUCAÇÃO </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18223 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-300x187.png" alt="" width="300" height="187" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-300x187.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-768x479.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-1024x639.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação.png 1300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Entre 1980 e 1989, a valores de maio de 2019, o gasto anual médio foi de R$ 17,9 bilhões. De 1990 a 1999, esse valor foi a R$ 31,2 bilhões. Já entre 2000 e 2009, tal medida cravou a média de R$ 36,2 bilhões por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, foi entre 2010 e 2018 que a educação passou a observar seus maiores níveis de dotação orçamentária, chegando a R$ 84,5 bilhões em cada ano em média.</p>
<p style="text-align: justify;">Tais números também expressam os efeitos da Constituição Cidadã de 1988 sobre o gasto federal em educação e, também, o ganho de importância política dessa função para a sociedade como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque, no primeiro dos decênios acima (1980/1989), apenas o dispêndio federal em educação abarcou algo em torno de 0,6% do produto interno bruto gerado em todo esse período, ao passo que, entre 2010 e 2018, esse percentual era de 1,23%.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>BRASIL &#8211; O GASTO EM EDUCAÇÃO POR HABITANTE</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Sob uma óptica alternativa, esse processo evolutivo pode ser melhor percebido quando se vê que, em 1984, ao final do mandato do ditador João Figueiredo, o gasto federal em educação por brasileiro era de R$ 76,99 a preços de maio de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao término do governo José Sarney (1989), essa mesma medida per capita estava em R$ 160,94, enquanto que durante o interregno Fernando Collor decaiu para R$ 63,15 em 1992.</p>
<p style="text-align: justify;">A recuperação vem com o breve Itamar Franco que, em 1994, realiza um gasto per capita em educação da ordem de R$ 188,44, enquanto que o seu sucessor, o ex-ministro Fernando Henrique, finaliza seus oito anos de presidência com a marca de R$ 194,07 em valores atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é com os governos petistas que o dispêndio em educação por parte do Governo Federal vem quebrar a marca dos R$ 200,00. Para ser mais preciso, ao final de seu governo, o presidente Lula da Silva alocava R$ 319,31 por brasileiro na referida função.</p>
<p style="text-align: justify;">A presidenta Dilma Roussef, por sua vez, assenta o gasto per capita com educação em seu nível mais alto, quando passa a destinar, no ano de 2015, um volume atualizado de R$ 456,30 por brasileiro para a educação.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu sucessor, o Sr. Michel Temer, no entanto, decide-se por não ampliar esse patamar e, em 2018, o reduz para R$ 443,74 – em valores atualizados para maio de 2019 – o que significa uma queda de 2,8% em relação a sua antecessora.</p>
<p style="text-align: justify;">De todo modo, esse cenário é uma das variáveis que explicam as conquistas obtidas nessas quatro décadas pela educação brasileira, dentre as quais ganham destaque: a universalização do ensino, a redução do analfabetismo, o aumento dos níveis de escolaridade, a diminuição da evasão escolar e o aumento da expectativa de vida escolar.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O PERIGO REAL E IMEDIATO</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O dilema que agora se coloca é o de saber se o atual gabinete sustentará ou não essa política de ampliação da importância da educação no contexto do Orçamento Geral da União. Infelizmente, dado o conjunto de ações tomadas pelo atual mandato até o momento, essa perspectiva não mira claramente algum futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa percepção se deve ao fato de que, até a data de 06/05/2019, já havia sido executado, no âmbito da educação federal, o montante de R$ 28,4 bilhões. Se essa informação for anualizada, isso resulta num total de R$ 82,3 bilhões. O que representa um valor per capita de apenas R$ 392,15.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, ocorreria outra redução no valor <em>per capita</em> destinado à educação. Para que isso fosse evitado, o gabinete Bolsonaro deveria aumentar em 14% o gasto mensal com educação. Todavia, não é isso  que se tem ouvido do Ministro da Educação, o Sr. Abraham Weintraub.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu discurso de contingenciamento das despesas afronta a opção pela educação feita pela sociedade brasileira, nessas quase quatro décadas entre 1980 e 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">A despeito dos modelos pensados e propostos, é ponto pacífico que não se é garroteando o financiamento do ensino que se conseguirá algum progresso nessa área.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, não fosse o aumento das despesas com pesquisa, ensino e extensão e a expansão da malha escolar, o Brasil ainda seria um país com 25,4% de seus adultos analfabetos e com 35% de suas crianças e seus adolescentes até 17 anos fora da escola, como acontecia em 1980. E foi combatendo essas mazelas que o país “gastou” com educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Grupo Pio Décimo apoia o É de Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 15:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[é de sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento É de Sergipe ganhou mais uma importante adesão esta semana. O diretor em exercício do grupo educacional Pio Décimo, Antônio Thiers Vieira Almeida dos Santos, se colocou à disposição da entidade para auxiliá-la no que for possível. Na tarde da quinta-feira, o idealizador do Movimento, Linconlin Amazonas, foi recebido por Thiers, no Colégio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.edesergipe.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Movimento É de Sergipe</a></span> ganhou mais uma importante adesão esta semana. O diretor em exercício do grupo educacional Pio Décimo, Antônio Thiers Vieira Almeida dos Santos, se colocou à disposição da entidade para auxiliá-la no que for possível. Na tarde da quinta-feira, o idealizador do Movimento, Linconlin Amazonas, foi recebido por Thiers, no Colégio Pio Décimo.</p>
<figure id="attachment_18215" aria-describedby="caption-attachment-18215" style="width: 291px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/linconlin-e-thiers-II-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-18215 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/linconlin-e-thiers-II-1-291x300.jpg" alt="" width="291" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/linconlin-e-thiers-II-1-291x300.jpg 291w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/linconlin-e-thiers-II-1.jpg 485w" sizes="(max-width: 291px) 100vw, 291px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18215" class="wp-caption-text">Linconlin Amazonas, do É de Sergipe, com Thiers Vieira, do grupo Pio Décimo: apoio</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Thiers afirmou que a instituição de ensino e o Movimento É de Sergipe podem promover ações conjuntas, com o objetivo de sensibilizar o consumidor a adquirir produtos e serviços de empresas sergipanas. A meta principal do É de Sergipe é, justamente, mexer com a sensibilidade do consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando você compra um produto ou serviço de empresa sergipana, o dinheiro fica aqui dentro”, disse Linconlin Amazonas. Thiers Vieira concorda com esse raciocínio e disse que tanto o colégio como a faculdade estão à disposição do movimento, caso necessite das instalações para promover alguma reunião.</p>
<p>Leia também:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/cidades-inteligentes-e-tema-de-palestra-na-pio-decimo/">&#8220;Cidades inteligentes&#8221; é tema de palestra na Pio Décimo</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O grupo Pio Décimo, que completará, no dia 29 de maio, 65 anos, foi fundado pelo professor José Sebastião dos Santos. O grupo é formado pelo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://colegio.piodecimo.edu.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Colégio Pio Décimo</a></span>, que tem cerca de 1 mil alunos, pelo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.cepjss.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Centro Educacional Professor José Sebastião dos Santos (CEPJSS)</a></span>, com aproximadamente, 600 alunos, e a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://faculdade.piodecimo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Faculdade Pio Décimo</a></span>, que tem em torno de cinco mil alunos e possui duas unidades: uma na avenida Tancredo Neves e outra no município Canindé do São Francisco.</p>
<h2 style="text-align: justify;">FIES</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa semana foi bastante produtiva para o Movimento É de Sergipe. Na última quarta-feira, Linconlin Amazonas se reuniu com o presidente da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/movimento-e-de-sergipe-e-apresentado-a-liderancas-industriais/">Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), Eduardo Prado</a></span>, que foi receptivo com os objetivos da entidade. Depois, conversou com o presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Socorro (Assedis), Celso Hiroshi Hayasi, e o empresário Domingos Pingo, da Tok Cosméticos.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>BOLSONARO MANIPULA INFORMAÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 04:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia herética]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[manipulação de estatística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*) No último dia 4, o Sr. Jair Bolsonaro afirmou em sua conta numa rede social que o “Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos,” ressaltando que, mesmo assim, o desempenho do país em exames internacionais de proficiência educativa é pífio. Porém, até onde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Emerson Sousa (*)</p>
<figure id="attachment_16764" aria-describedby="caption-attachment-16764" style="width: 264px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16764" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="264" height="116" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /><figcaption id="caption-attachment-16764" class="wp-caption-text">Economia herética</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">No último dia 4, o Sr. Jair Bolsonaro afirmou em sua conta numa rede social que o “Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos,” ressaltando que, mesmo assim, o desempenho do país em exames internacionais de proficiência educativa é pífio. Porém, até onde esse argumento é correto?</p>
<p style="text-align: justify;">Em verdade, o Sr. Bolsonaro promoveu uma manipulação estatística. Ele se valeu de números verdadeiros, os tratou de forma enviesada e chegou às conclusões equivocadas. Até o momento, está em suspensa a hipótese que isso tenha sido feito de modo proposital.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua falha reside no uso do indicador: a proporção percentual do gasto em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Isso porque, essa abordagem desconsidera o impacto populacional num quadro onde a maioria dos países desenvolvidos, geralmente, são detentores de populações inferiores à brasileira e contam com altos níveis de geração de riqueza.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, o Brasil possuía só na Educação Infantil, no ano de 2015, 7,97 milhões de crianças matriculadas, um contingente maior do que a população de 13 dos 36 países membros da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.oecd.org/about/">Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)</a></span>, organismo que reúne as economias mais desenvolvidas do planeta, e que deve ter sido o parâmetro comparativo do referido mandatário.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante de tais discrepâncias, o mais adequado seria comparar o valor <em>per capita</em> destinado à educação, de modo que seria possível estabelecer o volume de recursos que cada país aloca para cada estudante para o desenvolvimento intelectual das gerações futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os números divulgados pela OCDE, em seu <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://stats.oecd.org/">banco de dados estatísticos</a>,</span> na data base de 2015, seus países membros dispenderam US$ 10,348.00 para educar cada um dos seus alunos nas instituições públicas, do ensino infantil até o superior. Algo bem diverso dos US$ 4,450.50 aplicados pelo setor público brasileiro.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as nações associadas à OCDE que prestaram informações sobre os seus gastos com educação, somente a Turquia (US$ 4,100.70) e o México (US$ 3,534.50) ficam abaixo do Brasil, que é superado até pela Grécia (US$ 5,356.00) e pelo Chile (US$ 5,454.20).</p>
<p style="text-align: justify;">As duas maiores marcas de alocação de recursos pertencem ao Grão-Ducado de Luxemburgo (US$ 23,770.70) e ao Reino da Noruega (US$ 15,795.50). Curiosamente, na Áustria (US$ 15,412.20), nos EUA (US$ 15,201.50) e no Reino Unido (US$ 12,215.20), três países considerados como baluartes do pensamento neoliberal, o Estado gasta valores acima da média do grupo de países da OCDE.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números mostram que o Brasil está anos-luz do estágio dos países desenvolvidos, ficando no mesmo patamar de outras nações em desenvolvimento. Mas, também, deixam claro que a saída para o desenvolvimento está na ampliação e não na retenção dos investimentos em Educação.</p>
<p>(*) Economista</p>
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		<title>Sintese vai ser vizinho incômodo de Belivaldo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 19:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Belivaldo Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[magistério]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[Sintese]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, terá um vizinho e tanto nos próximos dias. Os professores da rede estadual  decidiram, hoje, 20, o seguinte: &#8220;enquanto você não negociar o reajuste do piso do magistério da rede estadual, não vamos sair da sua porta”. O recado foi dado, em frente ao Palácio dos Despachos, após um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content clearfix">
<p style="text-align: justify;">O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, terá um vizinho e tanto nos próximos dias. Os professores da rede estadual  decidiram, hoje, 20, o seguinte: &#8220;enquanto você não negociar o reajuste do piso do magistério da rede estadual, não vamos sair da sua porta”. O recado foi dado, em frente ao Palácio dos Despachos, após um ato  da categoria. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese) foi cobrar do governador não só o reajuste de 4,17% para 2019, mas também a continuidade da reconstrução da carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">“O magistério da rede estadual está mobilizado para a luta. Belivaldo Chagas, enquanto você não negociar o reajuste do piso do magistério da rede estadual, não vamos sair da sua porta”, disse o professor Joel Almeida, diretor de Comunicação do Sintese.</p>
<p style="text-align: justify;">A categoria começou a cobrança pelo reajuste do piso, em frente à Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura &#8211; Seduc. Também denunciou que apesar da mudança do titular da pasta, a política de desmonte da Educação continua.</p>
<p style="text-align: justify;">“Saiu Jorge Carvalho, entrou Josué Passos, mas a política continua a mesma. Fechamento de turmas, de escolas, redução de matrícula, implantação do ensino médio em tempo integral sem diagnóstico, todas essas ações que levaram a rede estadual ao caos que é hoje”, aponta a presidente do Sintese, Ivonete Cruz.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Crise é fake</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Tanto na Seduc  quanto no Palácio de Despachos, o Sintese questionou sobre a crise financeira propagandeada pelo Governo do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As receitas do estado crescem. Há condições de assegurar o reajuste do piso salarial aos professores e professoras da rede Estadual. Este é o menor percentual de reajuste que já tivemos, 4,17%. A conta é muito simples: Receita do estado cresce; reajuste do piso de 2019 é 4,17% e o piso salarial é Lei. Ou seja, tá muito fácil de resolver essa conta, Belivaldo&#8221;, cobra a presidente do Sintese,  Ivonete Cruz.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Acionou o TCE</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://sintese.org.br/educacao/rede-estadual/6871-sintese-aciona-tribunal-de-contas-sobre-%E2%80%9Ccrise-financeira%E2%80%9D-do-estado.html">O sindicato solicitou ao Tribunal de Contas</a></span> que faça uma tomada especial de contas para averiguar se realmente o Estado de Sergipe está em crise financeira.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Assembleia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A categoria terá assembleia no próximo dia 26, às 15h no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, na pauta: eleições do Sintese, luta pelo reajuste do piso e da retomada da carreira do magistério.</p>
</div>
<div class="socialbuttons clearfix">
<div style="text-align: justify;">
<div id="___plusone_0"></div>
</div>
<div>
<div class="fb-like fb_iframe_widget" style="text-align: justify;" data-href="http://sintese.org.br/educacao/rede-estadual/6872-“belivaldo-chagas-enquanto-você-não-negociar-o-reajuste-do-piso-do-magistério-da-rede-estadual,-não-vamos-sair-da-sua-porta”.html" data-send="false" data-layout="button_count" data-width="100" data-show-faces="false"></div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>SMTT prepara atividades para educação no trânsito</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/smtt-prepara-atividades-para-educacao-no-transito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 13:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Educação é palavra fundamental no processo de construção de um trânsito mais seguro.&#160; Atenta a isso, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) iniciará as atividades educativas do ano de 2019 nesta terça-feira, 8, com foco no pedestre. Serão realizadas ações educativas nas faixas localizadas em pontos de grande movimentação na cidade e onde [&#8230;]</p>
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<p>Educação é palavra fundamental no processo de
construção de um trânsito mais seguro.&nbsp; Atenta a isso, a Superintendência
Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) iniciará as atividades educativas do
ano de 2019 nesta terça-feira, 8, com foco no pedestre.</p>



<p>Serão realizadas ações educativas nas faixas
localizadas em pontos de grande movimentação na cidade e onde há dificuldade na
travessia. A estratégia é levar uma mensagem de conscientização à população em
horários de pico, atingindo, assim, um maior número de condutores e pedestres.</p>



<p>O trabalho é conduzido pela Coordenadoria de
Educação da SMTT. A supervisora Heloísa Rezende, que integra a equipe, avalia o
impacto dessas atividades. “É sempre bom termos esse contato direto com a
sociedade. A conversa frente a frente, olho no olho, para que a gente possa
falar sobre o respeito ao pedestre e sobre a importância da travessia segura
nas ruas e avenidas da cidade”, relata Heloísa.</p>



<p>A programação de ações em faixas de pedestres começa na terça-feira e vai até a sexta-feira, 10. </p>



<p><strong>Confira:</strong></p>



<p><strong>08/01 (terça-feira)</strong></p>



<p>Horário: 6h30</p>



<p>Local: avenida Quirino – bairro Inácio Barbosa</p>



<p><strong>09/01 (quarta-feira)</strong></p>



<p>Horário: 6h30</p>



<p>Local: avenida Tancredo Neves – em frente ao Huse</p>



<p><strong>10/01 (quinta-feira)</strong></p>



<p>Horário: 7h30</p>



<p>Local: avenida José Carlos Silva (antiga Heráclito
Rolemberg) – bairro São Conrado</p>



<p><strong>11/01 (sexta-feira)</strong></p>



<p>Horário: 8h30</p>



<p>Local: avenida Mamede Paes Mendonça – Centro</p>
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