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	<title>Arquivo para escala - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para escala - Só Sergipe</title>
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		<title>Terra treme em Malhador hoje, 2, à tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jun 2019 20:46:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte I registrou hoje, 2, dois tremores de terra no município de Malhador. O primeiro foi  às 14h52, de magnitude  1.9, e o segundo, às 17h10, com magnitude de 1.5 na Escala Richter. Uma moradora entrou em contato com o técnico do laboratório, Eduardo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte I registrou hoje, 2, dois tremores de terra no município de Malhador. O primeiro foi  às 14h52, de magnitude  1.9, e o segundo, às 17h10, com magnitude de 1.5 na <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://super.abril.com.br/mundo-estranho/ate-quanto-vai-a-escala-richter/">Escala Richter.</a></span> Uma moradora entrou em contato com o técnico do laboratório, Eduardo Menezes, relatando os dois tremores que  condizem com o registrado pelas estações sismográficas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Eduardo Menezes, o município de Malhador se encontra em uma área sismicamente ativa e afirma que o LabSis mantém o monitoramento da região através das várias estações instaladas próximas ao local. Em fevereiro dois eventos foram registrados e divulgados pelo LabSis e estão disponíveis para acesso clicando<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://labsis.ufrn.br/noticias/29116237/novos-tremores-proximos-ao-municipio-de-malhador-se-em-09-01-2019-e-12-02-2019">aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Os tremores, segundo a LabSis, ocorrem devido às falhas geológicas que entram em atividade sísmica e são recorrentes em várias partes do Nordeste. O LabSis informou, também, que em breve realizará um estudo mais aprofundado na região.</p>
<p>Não há registro de danos aos imóveis e de feridos.</p>
<p><strong>Matéria atualizada às 18h17 para acrescentar informação sobre o segundo tremor das 17h10.</strong></p>
<p>Os tremores de terra em Malhador são recorrentes. Confira nos links abaixo.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/terra-volta-a-tremer-em-malhador/">Terra volta a tremer em Malhador</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/terra-treme-duas-vezes-neste-sabado-em-malhador/">Terra treme duas vezes, neste sábado, em Malhador</a></span></p>
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		<title>O CRÔNICO DÉFICIT EXTERNO SERGIPANO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 12:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo informações do Ministério da Economia, nos dois primeiros meses de 2019, o estado de Sergipe já produziu um déficit de US$ 11.95 milhões em suas operações comerciais com o exterior. Isso representa um saldo 19,7% menor do que o ocorrido no mesmo período do ano passado. Em todo o ano de 2018, Sergipe apresentou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-15807 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg" alt="" width="300" height="146" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-768x375.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-1024x500.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA.jpg 1928w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Segundo informações do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/comex-vis/frame-uf-produto?uf=se">Ministério da Economia</a></span>, nos dois primeiros meses de 2019, o estado de Sergipe já produziu um déficit de US$ 11.95 milhões em suas operações comerciais com o exterior. Isso representa um saldo 19,7% menor do que o ocorrido no mesmo período do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todo o ano de 2018, Sergipe apresentou um déficit de US$ 118.3 milhões em suas transações com nações estrangeiras. Promoveu exportações de US$ 74.0 milhões (<span style="color: #0000ff;"><em><a style="color: #0000ff;" href="http://accamposcomex.com/blog/fob-incoterm-comercio-internacional/">Free on Board &#8211; FOB</a></em>)</span> – uma queda de 18,6% em relação ao ano anterior – e importou US$ 192.3 milhões (FOB), num aumento anual de 39,5% desse mesmo volume.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esse nível de transações exteriores, Sergipe estaria no mesmo patamar de países como Palau, São Tomé e Príncipe, Antígua Barbuda ou Serra Leoa, caso fosse uma nação independente.</p>
<h2>Posicionamento residual</h2>
<p style="text-align: justify;">O déficit apresentado em 2018 é quase o triplo do existente em 2017 e aproximadamente quatro vezes o experimentado três anos atrás. Com isso se estabelece a reversão da tendência de redução desses resultados negativos observada entre 2013 e 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos 11 anos entre 2008 e 2018, a média do déficit anual comercial sergipano ficou em torno de US$ 108.6 milhões. Situando-se em 2013 o pior saldo produzido nessa série – US$ 202.49 milhões negativos – e em 2016, o melhor (US$ -31.49 milhões).</p>
<p style="text-align: justify;">O posicionamento da economia sergipana no contexto das transações externas brasileiras é extremamente residual. Sergipe atende por tão somente 0,03% das exportações e por 0,1% das importações nacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses números fizeram com que Sergipe fosse, em 2018, o 3º menor exportador e o 6º menor importador do país. Apenas para fins de comparação, Alagoas ocupa a 8ª e 9ª posições em ambas as listas, enquanto que o Rio Grande do Norte é o 6º e 4º colocado respectivamente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pautas concentradas</h2>
<p style="text-align: justify;">Contudo, ao contrário dessas duas unidades federativas, a pauta de exportações sergipana é fortemente definida por produtos manufaturados. Entre 2008 e 2018, esse fator agregado compreendeu uma média de 94,5% dos produtos vendidos ao exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse rol também é muito concentrado. Nada menos do que 54% das exportações sergipanas, em 2018, foram cobertas por suco de laranja congelado, sendo seguido pela exportação de calçados (15%). Em 2017, a bebida respondia por 38% da pauta, cabendo novamente aos calçados o segundo lugar no pódio (30%).</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais destinos das vendas sergipanas são os Países Baixos, atendendo 39% do volume total, e a Bélgica (12%). No âmbito do Mercado Comum do Sul (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.mercosul.gov.br">Mercosul</a></span>), o maior parceiro do estado nordestino é o Paraguai, para onde se dirigem 3,6% das suas exportações. Essas três nações injetaram na economia sergipana um total aproximado de US$ 40 milhões FOB.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, ganha relevância o desempenho das exportações para a Turquia (6,2% do total) que, por conta de um incremento de 156% em seu volume de transações, em relação a 2017, transferiu para Sergipe algo em torno de US$ 4.6 milhões FOB.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o ano de 2018, a pauta de importações, que detém um perfil mais desconcentrado e também é dominada por bens manufaturados (82,2%), os primeiros lugares couberam às aquisições de trigo em grãos, que abarcaram 15% desse montante, às de adubos e fertilizantes, com 14% de participação, e às de coque de petróleo, que compreenderam 7,8% desse <em>quantum</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017, esses mesmos itens também lideraram as importações sergipanas, todavia, seus coeficientes de participação ficaram em 10%, 16% e 8,5%, respectivamente. Tais modificações ocorreram dado que as importações de adubos e fertilizantes e de coque de petróleo cresceram menos do que o total de aquisições e as de trigo, que quase dobraram em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Também apresentando menor nível de concentração de volume, os maiores fornecedores internacionais de Sergipe, nesse último ano, foram os Estados Unidos (20% do total), a Argentina (15%), o Marrocos (14%) e a China (9,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">De todo modo, chama atenção o fato de que dois dos maiores itens da lista importação sergipana – adubos e fertilizantes e coque de petróleo &#8211; têm como matéria-prima insumos que são largamente produzidos no próprio estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Sergipe é o sexto maior produtor de petróleo do país e possui a maior reserva de potássio do hemisfério sul, bem como possui um fábrica de fertilizantes nitrogenados em uma situação de hibernação. Logo, se torna estranho como essa unidade federativa necessita importar tais produtos na escala que o faz.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Termos de troca</h2>
<p style="text-align: justify;">Os números do comércio exterior sergipano apontam para o fato de que os seus <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.infoescola.com/economia/deterioracao-dos-termos-de-troca/">termos de troca</a> </span>, uma medida que relaciona o valor das importações como uma proporção do valor das exportações, se deterioram de 2017 para 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele primeiro ano, o valor unitário da tonelada exportada era US$ 2,414.40 FOB, enquanto a mesma medida para a tonelada importada estava em US$ 318.73 FOB, ou seja, uma relação de 13,2% entre esses valores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em 2018, a tonelada exportada detinha um valor médio de US$ 1,678.71 FOB, ao passo em que a tonelada importada se movera para US$ 394.14 FOB. O que vai colocar o valor médio por toneladas das importações em 23,5% do valor médio por toneladas das exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso ocorreu porque os valores unitários da tonelada nas exportações sergipanas – seja de produtos básicos, de manufaturados ou de semimanifaturados – caíram, ao passo em que nas importações aumentaram em todas essas três categorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, é possível argumentar que Sergipe possui alguma vantagem em seus termos de troca no âmbito do comércio internacional, dado o diferencial existente entre o preço da tonelada por ele exportada e o da tonelada por ele contraída. O que permite antever no comércio exterior um caminho de desenvolvimento para o estado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Problemas de escala</h2>
<p style="text-align: justify;">Muito embora o déficit externo sergipano seja pequeno – algo em torno de 1,2% do seu produto – ele é sintoma de um problema maior: a baixa dinamicidade da economia do estado, que o mantém às margens do comércio internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa deficiência se mostra quando da construção dessas perdas sob dois aspectos: no primeiro, o volume dos bens comercializáveis não é grande o suficiente para financiar os níveis de importação e, no segundo, a pauta de aquisições é composta por itens que, por algum motivo, poderiam, mas não são localmente produzidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução, que não aparenta ser fácil, poderia advir por meio da construção de uma opção pelo comércio exterior, já que os bens exportados por Sergipe aparentam possuir algum grau de agregação de valor, com uma complementação de medidas de substituição de importações.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, como saída para alguns dos problemas econômicos que o estado vem enfrentando no decorrer desta década, um redirecionamento da estrutura produtiva de Sergipe para o Comércio Exterior não é uma possibilidade que se venha a descartar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fábio Salviano, sociólogo</strong></p>
<p><strong>Emerson Sousa, economista</strong></p>
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		<title>Tremor de terra é registrado em três cidades sergipanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2018 19:45:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um tremor de terra foi registrado na tarde desta sexta-feira,14, em três cidades do interior sergipano. A confirmação foi do Laboratório de Sismologia (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que monitora esse tipo de atividade em Sergipe. De acordo com o professor da UFRN, Eduardo Menezes, o abalo sísmico aconteceu às [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um tremor de terra foi registrado na tarde desta sexta-feira,14, em três cidades do interior sergipano. A confirmação foi do Laboratório de Sismologia (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que monitora esse tipo de atividade em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o professor da UFRN, Eduardo Menezes, o abalo sísmico aconteceu às 13h50 com magnitude de 2,6 na escala Richter, e inicialmente originado na cidade de Gararu, mas os efeitos foram sentidos em outras cidades sergipanas como Propriá, Porto da Folha, Nossa Senhora da Glória e Amparo do São Francisco. Porém, moradores de Canhoba, Cedro de São João e Nossa Senhora de Lourdes afirmaram que também sentiram os efeitos do tremor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escala Richter</strong> &#8211; A Escala Richter é um sistema de medição elaborado por Charles Richter e Beno Gutenberg utilizado para quantificar a intensidade dos terremotos conforme a sua manifestação na superfície terrestre. Seu limite, teoricamente, não existe, mas é comum a convenção de que não haja terremotos que ultrapassem o grau 10.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa escala surgiu para medir não tão somente a magnitude dos terremotos, mas também para comparar suas intensidades entre si, conferindo uma noção relativa da força de um abalo sísmico em relação a outro. Assim, tremores muito fracos possuem um grau menor e aqueles mais evidentes possuem uma graduação maior.</p>
<p style="text-align: justify;">A Escala Richter, por definição, é uma escala logarítmica. Isso quer dizer, por exemplo, que um tremor de intensidade cinco é 10 vezes mais forte que um de escala quatro e, consequentemente, 100 vezes mais forte que um de nível três.</p>
<p style="text-align: justify;">O cálculo da Escala Richter costuma estar associado à distância do hipocentro (ponto exato do tremor no subsolo) ao epicentro (ponto em que o tremor é sentido mais fortemente na superfície), além do tempo de manifestação e a sua amplitude. No entanto, para casos em que os terremotos ocorrem em grandes profundidades, há outros meios de cálculo, haja vista que suas consequências na superfície são pequenas.</p>
<p style="text-align: justify;">De modo geral, podemos considerar que os abalos sísmicos acima de 6 podem ser considerados graves.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a seguir uma relação comparativa entre a intensidade dos terremotos e os seus efeitos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnitude menor que 2</strong>: tremores captados apenas por sismógrafos;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnitude entre 2 e 4: impacto semelhante à passagem de um veículo grande e pesado; (ocorrido em Sergipe hoje)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnitude entre 4 e 6</strong>: quebra vidros, provoca rachaduras nas paredes e desloca móveis;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnitude entre 6 e 7</strong>: danos em edifícios e destruição de construções frágeis;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnitude entre 7 e 8</strong>: danos graves em edifícios e grandes rachaduras no solo;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnitude entre 8 e 9</strong>: destruição de pontes, viadutos e quase todas as construções;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Magnitude maior que 9</strong>: destruição total com ondulações visíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O maior terremoto já registrado ocorreu no Chile em 1960, com uma magnitude de 9,5 graus na Escala Richter, provocando inúmeros feridos e cerca de dois mil mortos. Nessa ocasião, houve um ponto de ruptura nas placas tectônicas de cerca de 1000 km de extensão, com uma quantidade de energia liberada tão grande que a Usina de Itaipu levaria quatro anos para produzir um valor correspondente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p>Com informações do Jornal da Cidade</p>
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