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	<title>Arquivo para estudo - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para estudo - Só Sergipe</title>
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		<title>Confiança da indústria cai para pior nível; em Sergipe, no entanto, empresariado ainda está confiante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2019 18:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) em Sergipe, no mês de julho, avançou apenas, 0,2 ponto, alcançando 56,5 pontos, na comparação com mês de junho, informa o boletim Sondagem Industrial da Federação das Indústrias de Sergipe (FIES). &#8220;Os resultados indicam que os empresários sergipanos continuam confiantes&#8221;, diz boletim. Enquanto os empresários sergipanos continuam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) em Sergipe, no mês de julho, avançou apenas, 0,2 ponto, alcançando 56,5 pontos, na comparação com mês de junho, informa o boletim Sondagem Industrial da Federação das Indústrias de Sergipe (FIES). &#8220;Os resultados indicam que os empresários sergipanos continuam confiantes&#8221;, diz boletim. Enquanto os empresários sergipanos continuam confiantes, no restante do País esse índice chegou ao pior nível desde outubro do ano passado, com uma retração de 0,9 ponto, chegando a 94,8 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em julho, de acordo com a FIES, os componentes do ICEI variaram em direções opostas. O Indicador de Condições Atuais retrocedeu 2,2 pontos, mantendo-se abaixo da linha divisória, em 44,5 pontos. Já o Indicador de Expectativas cresceu 0,4 ponto, para 61,4 pontos. Assim, o aumento do ICEI em julho deve-se ao crescimento do otimismo quanto aos próximos seis meses, embora a piora nas condições dos negócios seja percebida pelos empresários sergipanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois componentes do ICEI, condições atuais e expectativas, estão 3,0 pontos e 6,8 pontos acima do registrado em julho de 2018, respectivamente. Em relação aos índices que integram esses componentes, os das Condições Atuais (Economia, Estado e Empresa) permanecem abaixo dos 50,0 pontos. Em julho, a avaliação do indicador Condições da Economia praticamente permaneceu com mesmo resultado do mês anterior ao cair apenas 0,3 ponto, para 44,5 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quedas mais consistentes foram observadas nas Condições do Estado e nas Condições da Empresa quando recuaram 3,6 pontos e 3,3 pontos, resultando em 40,7 pontos e 44,4 pontos, nesta ordem.</p>
<h2 style="text-align: justify;">FGV</h2>
<p style="text-align: justify;">Os dados nacionais da Ibre\FGV mostram que a confiança dos empresários recuou em 11 dos 19 segmentos industriais pesquisados, e as quedas foram concentradas na avaliação do cenário atual. O Índice de Situação Atual caiu 2,2 pontos e chegou a 94,4, enquanto o Índice de Expectativas, que mede as projeções do setor para o futuro, teve sua primeira alta em 2019. O indicador avançou 0,5 ponto, chegando a 95,3.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Ibre/FGV, caiu de 19,6% para 11,9% o percentual de empresas que avaliaram a situação atual como boa, e subiu de 21,1% para 22,7% o das que consideram que o cenário é ruim. Por outro lado, a parcela de empresas que preveem melhora aumentou de 34,9% para 38,4%, enquanto o grupo que acredita em piora diminuiu de 13,2% para 10,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">O nível de utilização da capacidade instalada da indústria subiu de 75% para 75,5% em julho, segundo a sondagem. O indicador mede o quanto a indústria utilizou de seu potencial total de produção. Outros dados mostram que houve piora no nível de estoques e nas perspectivas de emprego e produção para os próximos três meses.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Terra volta a tremer em Malhador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 19:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construções]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Malhador teve um novo tremor de terra, às 3h07 da manhã de hoje, 23, de magnitude de 1.3 e durou poucos segundos. O abalo foi detectado pelo Laboratório Sismológico do Rio Grande do Norte (Lab\Sis), que monitora toda a região Nordeste, confirmou  ao SÓ SERGIPE, com exclusividade, o engenheiro elétrico da instituição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Malhador teve um novo tremor de terra, às 3h07 da manhã de hoje, 23, de magnitude de 1.3 e durou poucos segundos. O abalo foi detectado pelo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://sismosne.blogspot.com/">Laboratório Sismológico do Rio Grande do Norte (Lab\Sis)</a></span>, que monitora toda a região Nordeste, confirmou  ao <strong>SÓ SERGIPE, com exclusividade</strong>, o engenheiro elétrico da instituição André Tavares da Silva.</p>
<p>André explicou que ainda estão sendo feitos estudos sobre o tremor de hoje, por isso o grau de magnitude poderá ser alterado. “O limiar de percepção de um tremor é de magnitude 1.5. Se estiver abaixo disso é registrado, mas a população não percebe”, afirmou André. Para completar, o horário em que ocorreu foi muito cedo, e muita gente devia estar dormindo.</p>
<p><strong>Possibilidade</strong> – De 2018 até agora, o Lab\Sis registrou 23 eventos em Sergipe. No dia 26 de maio de 2017, em Gararu, houve um tremor de magnitude 2.7. Já em 2018, todos ocorreram em Malhador, a exemplo do registrado em 10 de julho, de magnitude 2, outro em 9 de janeiro deste ano, de magnitude que oscilou entre 2.7 a 3.2, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/terra-treme-duas-vezes-neste-sabado-em-malhador/">além dos dois registrados no último sábado, 19.</a></span></p>
<p>Diante desse quadro, os estudiosos em tremores do Lab\Sis poderão ir a Malhador para um estudo mais detalhado. “Estamos vendo essa possibilidade de fazermos um estudo em Sergipe, mas não há nada confirmado ainda”, disse André Tavares.</p>
<p>Ele afirma que não se tem uma reposta pronta para explicar o que vem ocorrendo na cidade, “mas a possibilidade é que rochas estejam se acomodando. E não se consegue prever quando vai ocorrer novamente”, ressaltou.</p>
<p>Tavares entende que esses tremores sucessivos assustam a população. “Uma coisa é um tremor acontecer num dia e voltar a ocorrer daqui a 10 anos. O outro lado é sempre ter um ou dois tremores na semana. Naturalmente, todos ficam assustados”, frisou.</p>
<p>Sem ter como prevê-los, o ideal é que a Defesa Civil da cidade esteja atenta para avaliar as rachaduras nas construções, caso elas apareçam.</p>
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		<title>Cerca de 20% da população ainda guarda moedas em casa, diz BC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 18:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[adultos]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dona de casa Mirtes de Oliveira Souza, 69 anos, residente no Conjunto Leite Neto, em Aracaju, tem como hábito guardar moedas em casa. Ela comprou três cofrinhos e, nos últimos cinco anos, guarda moedas de R$ 1,00. No ano passado, chegou a juntar R$ 5 mil que utilizou para uma viagem de férias em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A dona de casa Mirtes de Oliveira Souza, 69 anos, residente no Conjunto Leite Neto, em Aracaju, tem como hábito guardar moedas em casa. Ela comprou três cofrinhos e, nos últimos cinco anos, guarda moedas de R$ 1,00. No ano passado, chegou a juntar R$ 5 mil que utilizou para uma viagem de férias em Recife, Alagoas e Natal. “Passei três anos juntando esse dinheiro para viagem”, confessa. Hoje, o Banco Central (BC) divulgou  um estudo chamado “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”,  mostrando que  19,3% da população guarda moedas por mais de seis meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Com Mirtes foi um pouco diferente. Ele juntou os R$ 5 mil em três anos, utilizou três cofrinhos (na verdade foram cofres grandes ) que, na medida em que iam enchendo, ela depositava o dinheiro numa caderneta de poupança. Depois, viajou pelo Nordeste. Segundo o Banco Central, 56,2% das pessoas pesquisadas, usam o dinheiro do cofrinho para  compras e pagamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O BC não sabe exatamente aonde estão as moedas e segundo o chefe do Departamento do Meio Circulante do BC, Felipe Frenkel, 8 bilhões de moedas estão guardadas &#8220;em algum lugar&#8221;. Ele destacou que quanto mais moedas ficarem em circulação, menor será o gasto de recursos públicos com a produção do dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O chefe-adjunto do Departamento do Meio Circulante do BC, Fábio Bollmann, disse que o BC considera positivo que a população faça poupança com as moedas. Entretanto, ele orienta a trocar as moedas por cédulas sempre que atingir um valor maior, no comércio ou no banco, para ajudar na circulação de dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o BC, o dinheiro vivo ainda é o meio de pagamento mais utilizado pela população: 96,1% responderam que, além de outros meios, também fazem pagamentos em espécie. Na questão, os entrevistados podiam marcar mais de uma opção – 51,5% mencionaram cartão de débito e 45,5%, cartão de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Frenkel acrescentou que a pesquisa é importante para saber qual é a demanda atual por dinheiro no país. “O Banco Central faz a pesquisa para atender a demanda da população. Ainda é muito necessário o dinheiro no dia a dia”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para compras de até R$ 10, 87,9% dos entrevistados preferem utilizar dinheiro. Esse índice diminui com pagamentos de maior valor. Para desembolsos de mais de R$ 500, a maior parte (42,6%) prefere cartão de crédito. No comércio, 75,8% dos estabelecimentos aceitam pagamentos no débito e 74,1% no crédito. Apenas 16,3% aceitam cheques.</p>
<p style="text-align: justify;">Bollmann destacou que “uma parcela significativa da população ainda recebe o pagamento de salários em espécie. Segundo a pesquisa, esse percentual chegou a 29%, embora a maioria receba por meio de conta corrente ou de pagamento e poupança (48%). Outros 22% disseram que não têm renda, 1% não responderam como recebem o salário e 0,4% por cheque. Em 2013, o percentual dos que recebiam salário em dinheiro era maior: 51%.</p>
<p style="text-align: justify;">No comércio, os pagamentos em dinheiro representam 50% do faturamento, contra 55% registrados em pesquisa de 2013. O cartão de débito aumentou de 14% para 20% sua fatia no fluxo de caixa dos estabelecimentos. Já o uso de cheques diminuiu 2 pontos percentuais, passando para apenas 1%. As vendas feitas em cartão de crédito ficaram estáveis no período, com 25%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segurança da cédula</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o BC, entre a população, a marca-d&#8217;água é o item de segurança mais conhecido, seguido do fio de segurança e da textura da nota. No comércio, a textura ou espessura do papel foi o item mais utilizado para reconhecimento de nota verdadeira, com 48%, seguido pela marca d’água e o fio de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa mostra que 23% dos entrevistados declararam já ter recebido uma cédula falsa, o que representa uma redução de 5 pontos percentuais em relação a 2013, que registrou 28%. Daqueles que receberam notas falsas, apenas 28,3% entregaram para análise do BC.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o BC, o hábito de verificar a autenticidade das notas está relacionado ao seu valor. Apenas 8,5% declararam verificar sempre as notas de R$ 2,00. Já para as notas de R$100, o percentual passa para 43,4%. Mesmo para as notas de maior valor, um percentual expressivo não verifica nunca: 39,2% para as de R$50 e 37,7% para as de R$100.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser menos utilizada, a cédula de R$ 100 é considerada a mais bem conservada tanto pelo comércio quanto pela população, diz o BC.</p>
<p style="text-align: justify;">A abrangeu a população de adultos residentes nas capitais e municípios com 100 mil ou mais habitantes e caixas de comércio e serviços. Para cada dos dois públicos-alvos foram realizadas mil entrevistas, em abril deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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