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	<title>Arquivo para felicidade - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para felicidade - Só Sergipe</title>
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		<title>O belo e a fera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 10:00:56 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_9216" aria-describedby="caption-attachment-9216" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-9216" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/carol-matias-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/carol-matias-1-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/carol-matias-1.jpg 200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-9216" class="wp-caption-text">Ana Carolina Matias</figcaption></figure>
<p><span style="text-align: justify;">A aparência é o que nos chama atenção em alguém no primeiro momento e através dela temos uma boa ou ruim impressão. Mas, o que nem sempre nos perguntamos é sobre a nossa aparência e o que ela causa às pessoas. Cada um de nós traz um passado, marcas internas e externas de amores, experiências e tudo o que a vida pode nos proporcionar.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Sorrisos Quebrados, da portuguesa Sofia Silva, Paola traz em si marcas externas e internas de fantasmas do passado, de pessoas que passaram pela sua vida e a marcaram de formas imensuráveis. André por outro lado, traz consigo marcas que só outra pessoa traumatizada por aqueles que amamos entenderia e enxergaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de carregar consigo o medo causado por alguém especial, André tem o seu Sol, ou melhor, a sua Sol. Sua filha que, com quatro anos, já experimentou o que nenhum ser humano deveria ter experimentado e por consequência, carrega cicatrizes que nenhuma outra criança da sua idade entende.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com os medos, traumas e experiências do passado, Sol e Paola se conectam e desabrocham uma na outra o que nenhuma outra pessoa conseguiu. Já André, encantado e agradecido com a felicidade da sua filha, busca conhecer e entender mais da mulher que conseguiu chegar onde ninguém, fora ele e a família, chegou.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparência, segredos, sentimentos, amor e confiança. São coisas que à primeira vista podem te assustar, mas se você olhar de novo e mudar de perspectiva,  podem te abrir uma porta para um novo e mundo melhor.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada, Sofia Silva, pelas lições e pelo lindo romance que é real. São pessoas reais, sentimentos reais. É fictício apenas por ser um livro não biográfico, mas são casos reais;  pessoas vivem isso diariamente, o mundo vive isso diariamente. É muito bom ter esperança, mesmo que através de um livro.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sobre a importância de escutar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 15:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Eliane Brum]]></category>
		<category><![CDATA[escutar]]></category>
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<p>Por Luiz Osete Carvalho (*)</p>
<figure id="attachment_13914" aria-describedby="caption-attachment-13914" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-13914" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-768x768.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho.jpg 900w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-13914" class="wp-caption-text">Msc Luis Osete</figcaption></figure>
<p>Há poucos dias um amigo me contou, amargurado, que precisou excluir um dos membros de um grupo criado para organizar um evento. O cara começou a compartilhar informações que não tinham qualquer relação com o propósito daquele ajuntamento que deveria se debruçar sobre os aspectos logísticos e metodológicos de uma nobre iniciativa: a realização de uma caminhada de três dias pelo sertão profundo. Caminhando para a quinta edição, a peregrinação sertaneja proporciona aos andarilhos uma experiência singular de imersão em um cenário idílico repleto de umbuzeiros, faveleiras, cactos, coroas de frade, bodes, passarinhos e muito sol, intenso e perene.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, a caminhada seria organizada por um grupo de WhatsApp, já que os encontros presenciais se tornaram custosos e os outros meios de comunicação, como o e-mail, o MSN e o Facebook, vegetam em completa obsolescência dialógica. Seria a vez de experimentar o famigerado zap zap, se o tal rapaz não tivesse esquecido os propósitos do grupo e pisado no acelerador da verborragia que tanto inunda o ambiente virtual atualmente. Aos apelos dos demais membros, de que o sujeito se ativesse às demandas das atividades que seriam planejadas para a concretização da caminhada, ele respondia com mais ferocidade. Eram textos e mais textos compartilhados que fugiam completamente das pretensões caminhantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Com pouco tempo, a impaciência abraçou alguns participantes que, solene e silenciosamente, se retiraram do grupo. Para não implodir de vez, o artífice da dispersão geral foi excluído sem cerimônia. O meu amigo, administrador do grupo, passou então a ser cobrado por um dos membros de ter violado um dos preceitos básicos do exercício democrático: a liberdade de expressão. Uma reunião presencial foi convocada com urgência para resolver o incidente diplomático que pode comprometer o caminho de tanta gente ávida por um mergulho sensorial na paisagem sertaneja tão sagrada e farta de esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Ironicamente, a comissão organizadora da caminhada costuma selecionar os participantes a partir de uma carta de afetos em que os aspirantes devem contar os seus planos, projetos, propósitos e devaneios com a empreitada. “Escute o teu Ser-Tão e permita que ele manifeste-se na tua escrita!”, clama o edital do ano passado. A proposta do caminho é que durante os cerca de 60 quilômetros cada caminhante possa, entre outras coisas, aguçar sua escuta em meio à paisagem catingueira. O que, já é possível constatar por essa desavença organizativa, não se trata de uma tarefa simples, fácil e corriqueira. Escutar-se, escutar os outros e escutar as coisas da vida são os grandes desafios contemporâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“Acho que há excesso de palavras faladas no mundo porque as pessoas temem se ouvir, caso silenciem. Minha teoria pessoal é que falam por medo do que o silêncio pode revelar sobre elas. Ou falam para encobrir o fato de que não têm nada a dizer”, escreve a jornalista Eliane Brum na reportagem <a href="http://elianebrum.com/reportagens/o-inimigo-sou-eu/">“O Inimigo sou eu”,</a> em que relata a sua experiência de participar de um curso de meditação vipássana. Atualmente realizado em todos os continentes, o curso exige que os participantes fiquem dez dias sem se comunicar. Além de não poder falar, gesticular ou mesmo olhar no olho do outro, o cursista precisa deixar na portaria tudo o que possa dizer alguma coisa: celulares, livros, blocos de anotações, agendas e até relógio com bip são recolhidos na entrada e devolvidos no final dos dez dias de silenciamento.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Abster-se de perturbar a paz interior e exterior é o primeiro passo para “ver as coisas como realmente são”, objetivo do curso de meditação. O segundo passo é manter a atenção na respiração o maior tempo possível, concentrando-se no aqui e agora das sensações que percorrem o nosso corpo. Em geral, estamos na nostalgia de um passado lamentoso ou glorioso ou no futuro catastrófico ou redentor. Aguçar a consciência para estar presente, simplesmente na observação constante de um ar que entra e sai pelas narinas, é um baita desafio. No final da jornada, a impressão é de ter feito uma travessia das lembranças mais remotas aos mares nunca dantes navegados, com direito a muitas tempestades, calmarias e naufrágios.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiz o curso de meditação vipássana este ano em João Pessoa (PB) e tenho recomendado outras pessoas a fazerem também. Poder dedicar dez dias a uma escuta atenciosa das próprias sensações é um luxo, eu bem sei. Nem todo mundo tem a possibilidade de abdicar das cobranças do dia a dia para mergulhar numa auto-observação tão profunda. Mas, quem tiver oportunidade de se distanciar brevemente dos afazeres da vida para somar à sua realidade sutilezas nunca antes percebidas, é imprescindível aproveitar com paciência e perseverança os benefícios que vão surgindo no transcurso da caminhada. É possível ainda fazer em casa uma sessão introdutória de meditação Anapana, a base da Vipássana, por meio de um vídeo disponível no Youtube em que o professor S.N.Goenka, responsável por sua difusão, ensina a técnica milenar.</p>
<p style="text-align: justify;">As descobertas desse mergulho abissal no corpo são impressionantes. Nas últimas linhas de sua reportagem, Eliane Brum assinala algumas importantes constatações. “Neste momento, sinto minha vida mais larga. Cada dia é longo. Tenho dificuldade de me concentrar no que aconteceu ontem, e a próxima semana está longe. Percebo o que é especial na hora em que acontece. Coisas muito simples, que antes nem identificaria. E descarto os acontecimentos desagradáveis no minuto seguinte. Quando sinto medo ou ansiedade, sei que vai passar. Só essa certeza já reduz os monstros à metade do seu tamanho”, discorre a jornalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao escutar a história de meu amigo, ainda sentindo o aroma da meditação vipássana, fiquei pensando em como os grupos de WhatsApp seriam mais saudáveis e com vida longa e feliz se os monstros dos textos inoportunos desaparecessem ou, quando muito, se reduzissem à metade do seu tamanho. E se ao invés de falar por todos os poros e transferir aos outros a sua necessidade de ser escutado, o mais novo excluído de um grupo de WhatsApp exercitasse a auto-observação das suas sensações e aprendesse a fixar a atenção na realidade natural do fluxo da respiração, mantendo a mente mais calma e focada? E se o meu amigo, ao invés de ficar revoltado com a impertinência do sujeito, a ponto de excluí-lo do grupo, aprendesse com a impermanência da vida a ser mais sensível ao sofrimento daquele que ignora a sua própria realidade interior, distante do entendimento da causa do sofrimento que habita em si?</p>
<p style="text-align: justify;">As respostas dessas questões e de tantas outras possíveis a partir da necessidade que todos temos de escutar e ser escutados não são passíveis de mera reflexão intelectual. Mudar um padrão de reações a sensações aversivas e compreender a necessidade da auto-observação são ações difíceis e, por vezes dolorosas. Entretanto, como poetiza Goethe, “cada um tem a felicidade em suas mãos, assim como o artista tem a matéria bruta, com a qual ele há de modelar uma figura. Mas ocorre com essa arte como com todas: só a capacidade nos é inata; faz-se necessário, pois, aprendê-la e exercitá-la cuidadosamente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Que possamos, pois, escutar, aprender, exercitar e caminhar mais felizes!</p>
<p style="text-align: justify;">(*) Jornalista, psicólogo e mestre em Educação</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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