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	<title>Arquivo para filme - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para filme - Só Sergipe</title>
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		<title>Resident Evil 6 – O Capítulo Final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2017 14:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Capcom]]></category>
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		<category><![CDATA[Milla Jovovich]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Haslinger]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aline Laranjeira O último capítulo dessa saga de filmes inspirado nos jogos criados pela Capcom traz mais uma aventura da Alice (Milla Jovovich). Com novos e antigos companheiros, a trama se desenvolve sob um ar distópico, em que o futuro da humanidade corre perigo, sendo Alice a única perspectiva de salvação diante das intempéries constantes. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aline Laranjeira<img decoding="async" class="alignleft wp-image-6101 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/3-estrelas.png" alt="3-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;">O último capítulo dessa saga de filmes inspirado nos jogos criados pela Capcom traz mais uma aventura da Alice (Milla Jovovich). Com novos e antigos companheiros, a trama se desenvolve sob um ar distópico, em que o futuro da humanidade corre perigo, sendo Alice a única perspectiva de salvação diante das intempéries constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Milla, mais uma vez, faz jus a sua personagem forte, decidida e valente, juntando-se a uma turma sobrevivente aos ataques da Umbrella Corporation, grupo em cujas forças se concentram na destruição do mundo através de um apocalipse zumbi. A história em destaque tinha chances de ter sido melhor abordada. O roteiro resumiu-se apenas a cenas de combate, luta e guerra, enquanto a verdadeira história da Alice é esquecida e retomada apenas em partes avulsas, levando em consideração que uma das propostas do argumento era tornar relevante o passado e desenvolvimento da vida da protagonista.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que o filme consiga manter certo suspense sobre o que ocorrerá nas próximas cenas, o excesso de tomadas que ressaltam as batalhas proporcionam um clima enfadonho e repetitivo. Um ponto forte do filme consiste na música do compositor austríaco Paul Haslinger. A trilha utilizada no filme revigora o ambiente apocalíptico, carregando consigo um melhor aproveitamento dos momentos de tensão e aprimorando a significação daquela sociedade composta por mortos-vivos. A baixa luminosidade e a apreciação por espaços fechados também atribuem um sentido ao tempo tratado no enredo, os quais favorecem uma fotografia expressiva e pertinente àquilo que o diretor deseja transmitir, tendo por base, inclusive, demonstrações dos ambientes existentes nos games.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar deste filme possuir em seu título a confirmação de ser o último capítulo da série, o final do enredo dá um ar de continuação. A indefinição das produtoras quanto a existência de alguma sequência, causa no telespectador uma quebra de expectativas e certa estranheza após o término da película. Embora este tenha sido um dos aspectos desfavoráveis para um “grand finale” do filme, vale a pena conferir e sentir mais essa última aventura de Alice e seus companheiros.</p>
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		<title>Os Saltimbancos Trapalhões- rumo ao nada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 13:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Dedé Santana]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[Letícia Colin]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Gllbo]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Aragão]]></category>
		<category><![CDATA[Saltimbancos trapalhões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rumo ao nada. Esse é entendimento da nossa crítica de cinema, Aline Laranjeira, sobre o filme Os Saltimbancos Trapalhões. Confira!!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Aline Laranjeira (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6100 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/01/2-estrelas.png" alt="2-estrelas" width="125" height="23" /></p>
<p style="text-align: justify;">Nostalgia talvez seja o sinônimo para este filme nacional estrelado por Renato Aragão. Didi sempre fora amado pelo amplo público brasileiro com suas histórias de comédia adaptadas para o cinema, atraindo, principalmente, crianças e jovens. Após alguns anos sem lançar um filme direcionado para este público, agora ele volta com Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood – que de rumo nada tem, a não ser por pequenos episódios em que sonhos parecem confundir-se com a realidade. O filme é uma readaptação do musical Os Trapalhões, de 1981, que inclusive contava com a participação do Renato Aragão e sua turma, como por exemplo o personagem Dedé, interpretado por Dedé Santana e por isso, a película ganha ares saudosistas, especialmente ao depararmos com o final.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das referências cinematográficas e de seu caráter nostálgico, o filme não inova e é extremamente clichê, com cenas piegas e “dramalhões” forçados. A direção do João Daniel Tikhomiroff é baseada nos longas tradicionais em que o personagem Didi aparece. As tomadas musicais, por vezes, ficaram longas e cansativas, retirando a profundidade da história. As músicas enrolavam o conteúdo do enredo e proporcionavam espaço para a fuga daquilo que se queria retratar. Os personagens são superficiais, com atuações rasas ou exageradas. Lívian Aragão (Luísa) se esforça para transparecer naturalidade, porém suas feições e gestos apenas ressaltam a superficialidade e falta de desenvoltura para atuação. Letícia Colin e Alinne Moraes seguram a trama com seriedade.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">A personagem de Alinne, Tigrana, ainda que pareça caricata, sobressai-se em conjunto com Karina (Colin), representando momentos fortes de interpretação no filme. Um ponto ápice do longa-metragem também está presente na direção de arte do Cláudio Amaral Peixoto que consegue realizar um conjunto artístico circense remetendo aos antigos circos itinerantes, reconhecendo com fidelidade aspectos mínimos desse ambiente artístico, como figurino, maquiagem e a própria cenografia. A montagem, entretanto, apresenta cortes bruscos e mudanças de cenas que mais aludiam a uma sequência de novela da Rede Globo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Saltimbancos Trapalhões persiste na velha fórmula de Renato Aragão, a qual agrada aqueles que fizeram parte da geração em que seus filmes eram populares, assim como também cativa crianças, porém os clichés e estereótipos podem incomodar, visto que existe um novo público sedento por comédias que se mostrem mais ágeis e inteligentes.</p>
<p><strong>(*) Aline escreve todas as sextas-feiras sobre cinema</strong></p>
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