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	<title>Arquivo para Graccho Cardoso - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>ENSINO E PESQUISA DA QUÍMICA EM SERGIPE (1923-1926)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 12:59:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Química Industrial de Sergipe, atualmente Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (foto), foi a primeira instituição a se dedicar ao ensino e a pesquisa da Química no Estado. Fundado em 1923, pelo presidente Maurício Graccho Cardoso, logo após a criação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, em São Paulo, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14483" aria-describedby="caption-attachment-14483" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-14483 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/jorge-carvalho-III.jpg" alt="" width="160" height="160" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/jorge-carvalho-III.jpg 160w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/jorge-carvalho-III-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /><figcaption id="caption-attachment-14483" class="wp-caption-text">Professor doutor Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O Instituto de Química Industrial de Sergipe, atualmente Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (foto), foi a primeira instituição a se dedicar ao ensino e a pesquisa da Química no Estado. Fundado em 1923, pelo presidente Maurício Graccho Cardoso, logo após a criação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, em São Paulo, e do Instituto Nacional de Tecnologia – INT, no Rio de Janeiro, o Instituto de Química Industrial buscava contribuir para com o aperfeiçoamento da indústria do açúcar – principal fonte da riqueza em Sergipe nas primeiras décadas do século XX. A crença era de que o aumento da produção estava diretamente relacionado ao conhecimento da composição do solo, à melhoria do cultivo da planta e ao controle químico da produção em laboratório. O Instituto de Química Industrial oferecia um curso de três anos de nível superior destinado a preparação de técnicos para a indústria açucareira, a exploração do sal, a preparação do couro e o aproveitamento das plantas oleaginosas. O período de 1923 a 1926 marca o momento no qual se registrou o início do efetivo funcionamento da primeira instituição estatal dedicada ao ensino e a pesquisa da Química em Sergipe e a crise do primeiro curso superior de Química sergipano.</p>
<p style="text-align: justify;">A reflexão que se faz aqui tomou como base quatro textos publicados em Sergipe que tratam da história da pesquisa e do ensino da ciência e da tecnologia. Dois deles discutem o problema da organização da Universidade Federal de Sergipe (OLIVA, Luiz Eduardo. 1990. O processo de gestação de uma universidade do Nordeste: o caso Sergipe. Florianópolis, Dissertação (Mestrado em Administração). Universidade Federal de Santa Catarina; LIMA, Luiz Eduardo Pina. 1993. Ideologias e utopias na História da Educação: o processo de criação da Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe. 1950-1951. São Cristóvão, Monografia (Especialização em Ciências Sociais). Universidade Federal de Sergipe) e dois outros se debruçam especificamente sobre a pesquisa e o ensino da Química (CASTOR, José Pedro de Andrade. 1999. “Histórico dos cursos em Química Industrial e Engenharia Química”. In: ROLLEMBERG, Maria Stella Tavares e SANTOS, Lenalda Andrade. UFS: História dos cursos de graduação. São Cristóvão, UFS; e, ANDRADE, Djalma. 1999. “O curso de Licenciatura em Química”. In: ROLLEMBERG, Maria Stella Tavares e SANTOS, Lenalda Andrade. UFS: História dos cursos de graduação. São Cristóvão, UFS).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O decreto do presidente do Estado, Maurício Graccho Cardoso, que criou o Instituto de Química Industrial afirmou que “a química é uma ciência que se prende a todos os ramos do saber universal, e como tal, dela dependem as indústrias de maior relevância para o homem”. Em 1926, o Instituto de Química Industrial passou a ter a denominação de Instituto Arthur Bernardes e em 1942 de Instituto de Química e Bromatologia do Departamento de Saúde Pública de Sergipe. No ano de 1942, o Instituto foi incumbido de preparar analistas capazes de melhorar a técnica das indústrias existentes ou fomentar novas indústrias, bem como realizar análises de matérias primas, produtos e sub-produtos e fazer pesquisas de sua especialidade que interessem ao desenvolvimento dos processos agrícolas, industriais, a saúde pública e ao esclarecimento da polícia e da justiça. Para cumprir tal objetivo o Instituto foi dividido em duas seções: Escola de Química e Seção de Análises e Pesquisas. Por fim, em outubro de 1948, o Instituto recebeu a sua atual denominação: Instituto de Tecnologia e Pesquisas de Sergipe.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O Conselho Nacional de Educação autorizou a instalação do curso de Química Industrial em julho de 1948 e o governo estadual regulamentou o funcionamento da Escola de Química de Sergipe em dezembro do mesmo ano. As atividades letivas foram iniciadas em 1950. A Escola continuou integrada à estrutura do ITPS e o diretor do órgão estadual de pesquisa acumulava também a direção da Escola de Química que, de resto, continuava funcionando nas dependências do Instituto de Tecnologia e Pesquisas de Sergipe. O curso de Química oferecido obteve reconhecimento em 1953, o que “permitiu a seus diplomados o exercício da profissão em todo o território nacional” (CASTOR, José Pedro de Andrade. 1999. “Histórico dos cursos em Química Industrial e Engenharia Química”. In: ROLLEMBERG, Maria Stella Tavares e SANTOS, Lenalda Andrade. UFS: História dos cursos de graduação. São Cristóvão, UFS. p. 72).</p>
<p style="text-align: justify;">A Escola de Química de Sergipe entrou em nova fase a partir de 1962, quando ganhou autonomia e separou-se do Instituto de Tecnologia e Pesquisa de Sergipe. Em 1968, com a criação da Universidade Federal de Sergipe, a Escola passou a integrar a sua estrutura como Instituto de Química. A formação oferecida foi ampliada dois anos depois, com a criação do curso de Licenciatura em Química. O curso de Engenharia Química foi criado no ano seguinte.</p>
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