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	<title>Arquivo para IBGE - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para IBGE - Só Sergipe</title>
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		<title>Poupança registra menor captação para junho em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 12:43:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de dois meses de retiradas, a poupança voltou a atrair o interesse dos investidores. Em junho, os depósitos superaram os saques em R$ 2,5 bilhões, informou o Banco Central. Esse resultado representa recuo de 55,7% em relação a junho do ano passado, quando os correntistas tinham depositado R$ 5,64 bilhões a mais do que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de dois meses de retiradas, a poupança voltou a atrair o interesse dos investidores. Em junho, os depósitos superaram os saques em R$ 2,5 bilhões, informou o Banco Central. Esse resultado representa recuo de 55,7% em relação a junho do ano passado, quando os correntistas tinham depositado R$ 5,64 bilhões a mais do que tinham retirado. Desde junho de 2016, a aplicação não registrava captação tão baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o resultado de junho, a caderneta de poupança acumula saques líquidos de R$ 14,5 bilhões nos seis primeiros meses de 2019. No mesmo período do ano passado, as captações (depósitos) tinham superado as retiradas em R$ 7,35 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018 (captação líquida de R$ 38,26 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança está se tornando menos atrativa porque os juros básicos estão no menor nível da história, em 6,5% ao ano. Nos últimos meses, o investimento não tinha conseguido garantir rendimentos acima da inflação, mas a aplicação voltou a atrair o interesse dos investidores porque a inflação está em queda.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos 12 meses terminados em junho, a poupança rendeu 4,16%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15, que funciona como uma prévia da inflação oficial, acumula 3,84% no mesmo período. No próximo dia 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA cheio de junho.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Sergipe pode ser prejudicado com o recuo do PIB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 14:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[governo central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O recuo do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 0,2% no primeiro trimestre deste ano pode ter sido mais significativo para o Nordeste e Sergipe, especificamente, pois as regiões mais pobres costumam ser mais atingidas com relação ao dinamismo da economia. “E Sergipe pode ser prejudicado mais ainda”, acredita o economista do Departamento Intersindical de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O recuo do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 0,2% no primeiro trimestre deste ano pode ter sido mais significativo para o Nordeste e Sergipe, especificamente, pois as regiões mais pobres costumam ser mais atingidas com relação ao dinamismo da economia. “E Sergipe pode ser prejudicado mais ainda”, acredita o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), Luís Moura.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele lamenta que em Sergipe o comércio esteja paralisando, indústrias sendo fechadas, a exemplo da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) e a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/escurial-hiberna-e-600-perdem-o-emprego-em-socorro/">Escurial,</a></span> em Socorro. “Enquanto o Estado não voltar a dar o ‘start’ na economia, viveremos esse dilema da recessão. Alguns já falam que estamos em recessão e que 2019 está perdido”, frisa Luís Moura.</p>
<p style="text-align: justify;">O único ponto positivo em Sergipe, até o momento, é a termelétrica, cujas obras estão em fase final, que dará impulso no PIB da economia sergipana.  Sozinha, ela vai responder por algo em torno de 0,3% a 0,5% do PIB, no setor de energia, gás e petróleo.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<figure id="attachment_3137" aria-describedby="caption-attachment-3137" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/luiz-moura-dieese.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-3137" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/luiz-moura-dieese-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/luiz-moura-dieese-300x199.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/luiz-moura-dieese-1024x680.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/luiz-moura-dieese-310x205.jpg 310w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3137" class="wp-caption-text">Luiz Moura, do Dieese: Sergipe prejudicado com o recuo do PIB</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Luís Moura criticou a fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, quando ele disse que o resultado do PIB brasileiro não é nenhuma surpresa, já que a economia brasileira está estagnada há anos. “O ministro esqueceu de dizer que, pela primeira vez, desde 2016, você tem queda do PIB. O que acontecia antes era um crescimento muito baixo, mas tinha. Esse primeiro trimestre verificou essa queda. Simplesmente o governo central resolveu  ajuste fiscal poderoso, está cortando gasto público, paralisando obras e serviços públicos. Isso atinge diretamente a economia dos estados”, explicou Moura.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto Paulo Guedes voltou a defender a reforma da Previdência, Moura disse que ela [a reforma] vai agravar a situação, pois haverá dificuldade de acesso às aposentadorias rurais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">IBGE</h3>
<p style="text-align: justify;">Na análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o PIB nacional, com relação ao primeiro trimestre de 2018 houve crescimento de 0,5%. O acumulado dos quatro trimestres também apresentou desempenho positivo de 0,9%.</p>
<p style="text-align: justify;"> Em valores correntes a soma dos produtos e serviços de todo o país totalizou R$ 1,714 trilhão, como explica a pesquisadora IBGE Cláudia Dionísio. A principal responsável pela queda do PIB foi a indústria, que recuou 0,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">A agropecuária também apresentou recuo de 0,5%. Já o setor de serviços seguiu como um contraponto, ao avançar 0,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo comportamento foi observado na comparação com o primeiro trimestre de 2018, com a agropecuária caindo 0,1%, a indústria recuando 1,1% e os serviços crescendo 1,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com o IBGE, pela ótica da despesa, de dezembro a março tanto o consumo do governo quanto o consumo das famílias cresceram.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, os investimentos caíram 1,7%. As exportações também caíram 1,9%, enquanto as importações avançaram 0,5%. Mas com relação ao primeiro trimestre de 2018 os investimentos avançaram 0,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">A balança comercial apresentou comportamento inverso, com aumento de 1% nas exportações e retração de 2,5% nas importações.</p>
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		<title>Sergipe tem 163 mil desempregados, diz pesquisa do IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 17:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi de 15,50%, 0,5% ponto percentual acima, na comparação com o trimestre anterior (15%) e 1,6 ponto percentual abaixo do primeiro trimestre de 2018 (17,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Subutilização</h2>
<p style="text-align: justify;">A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar, mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores proporções de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%) e Pará (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Safra de grãos em Sergipe pode chegar a 900 mil toneladas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 13:17:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Sergipe (Faese), Ivan Sobral, estima que a produção de grãos no Estado chegue a 900 mil toneladas, caso as previsões das chuvas se confirmem. “O produtor rural está muito animado e esperamos que a marca deste ano supere a de 2018, pois tivemos frustração de safra, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_18203" aria-describedby="caption-attachment-18203" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-18203" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese-300x200.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese.jpg 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18203" class="wp-caption-text">Ivan Sobral, da Faese: &#8220;o produtor rural está muito animado&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Sergipe (Faese), Ivan Sobral, estima que a produção de grãos no Estado chegue a 900 mil toneladas, caso as previsões das chuvas se confirmem. “O produtor rural está muito animado e esperamos que a marca deste ano supere a de 2018, pois tivemos frustração de safra, porque as chuvas foram mal distribuídas”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que, no ano passado, a safra de grãos ficou em 170 mil toneladas, um volume bastante inferior, se comparado com 2017, quando a produção foi de 800 mil toneladas. Em 2016, em virtude da estiagem, a safra foi de 150 mil toneladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os grãos, o milho é o que mais se destaca e que mais mexe com a economia do Estado. De acordo com Ivan Sobral, quando houve a queda na safra, no ano passado, deixou de circular em Sergipe R$ 445 milhões, sendo R$ 205 milhões da perda direta do produtor, e R$ 240 milhões que seria o<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.bidu.com.br/seguro-auto/o-que-e-lucro-cessante/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> lucro cessante,</a></span> que é o prejuízo causado pela interrupção de uma atividade.</p>
<h2>Leite</h2>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, 15% da produção de milho de Sergipe fica no mercado interno e é muito usado para o gado, aumentando a expectativa para a produção do leite. Os 85% restantes, seguem para Pernambuco, sendo utilizado nas granjas avícolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se todos os prognósticos de chuvas se confirmarem, além do aumento na safra de grãos, a produção do leite em Sergipe também vai ter um incremento. Hoje, são produzidos 600 mil litros de leite por dia. “Já chegamos a produzir 800 mil litros por dia. Se todos os cenários forem favoráveis, a tendência é que consigamos reestabelecer essa mesma produção”, acredita Ivan Sobral.</p>
<h2 style="text-align: justify;">IBGE</h2>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-05/ibge-preve-safra-de-graos-22-maior-neste-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></span> divulgou a estimativa da safra de cereais, leguminosas e oleaginosas para este ano.  A expectativa é que chegue a 231,5 milhões. Caso a previsão se concretize, a produção será 2,2% maior, ou seja, com 5 milhões de toneladas a mais do que a registrada em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de abril do instituto é 0,6% maior em relação à última previsão, feita em março.</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais responsáveis pelo aumento da previsão de abril em relação a maio foram as projeções mais otimistas para as produções de milho (0,6%), soja (0,1%), sorgo (11%), trigo (7,1%) e algodão herbáceo (1,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as três principais safras de grãos, apenas o milho deverá ter crescimento em relação a 2018 (12,6%). A soja deverá queda de 4,4% e o arroz, de 10,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as lavouras com produção esperada de mais de um milhão de toneladas, além do milho, são esperadas altas, na comparação de 2019 com 2018, nas safras de algodão (29%), feijão (3,2%), sorgo (5%) e trigo (3,9%).</p>
<p style="text-align: justify;">A área colhida também deve fechar o ano com crescimento de 2,2% em relação a 2018, uma redução de 0,1% na comparação com a estimativa feita em março.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/safra-de-graos-em-sergipe-pode-chegar-a-900-mil-toneladas/">Safra de grãos em Sergipe pode chegar a 900 mil toneladas</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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		<title>Produção industrial sergipana em queda, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 14:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[comparação]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[indústria sergipana]]></category>
		<category><![CDATA[industrial]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[situação financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não integre a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Embora não integre a pesquisa do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/03/producao-industrial-cai-13percent-em-marco-diz-ibge.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></span>, divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, abaixo da linha divisória de 50,0, o que representa queda na comparação com fevereiro, justificado, em parte, pelo feriado de Carnaval.</p>
<figure id="attachment_11409" aria-describedby="caption-attachment-11409" style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-11409" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><figcaption id="caption-attachment-11409" class="wp-caption-text">Economista Rodrigo Rocha, do IEL</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A Sondagem Industrial, elaborado pela Federação das Indústrias de Sergipe (FIES), aponta, ainda, que o índice de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) efetiva em relação ao usual, recuou 4,1 pontos e foi a 34,9.  “É o menor índice desde julho de 2017, quando registrou 32,0 pontos, reforçando que a produção das indústrias sergipanas está muito abaixo do que costuma ser neste período”, diz o estudo, coordenado pelo economista Rodrigo Rocha, superintendente do Instituto Euvaldo Lodi, da FIES.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há, pelo menos, aspectos positivos na Sondagem Industrial, quanto ao emprego no setor. Sergipe se destacou regional e nacionalmente, no item “Evolução do número de empregados”  ao registrar 49,3 pontos, contra 48,5 pontos assinalados no Brasil e 46,5 pontos pelo Nordeste. Ou seja, a menor queda no emprego no Estado, frente ao Nordeste e ao Brasil. “No entanto, todos os agregados permaneceram com resultados abaixo da linha divisória dos 50,0 pontos”.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Situação financeira</h3>
<p style="text-align: justify;">Os dados de “satisfação da situação financeira” das empresas sergipanas, assim como os da Sondagem Industrial, pioraram no primeiro trimestre do ano. O índice de “satisfação com o lucro operacional”, o mais preocupante dessa análise, recuou de 43,1 pontos no trimestre anterior para 32,4 pontos no trimestre analisado, indicando perda de 10,7 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">O “índice de satisfação com a situação financeira” caiu de 42,7 pontos para 38,3 pontos. Na comparação com os índices registrados no primeiro trimestre de 2018, o de satisfação com o lucro operacional recuou 6,6 pontos, enquanto o de satisfação financeira retrocedeu 1,5 ponto. Esses resultados denotam piora nas condições financeiras das empresas sergipanas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Carga tributária</h3>
<p style="text-align: justify;">A elevada carga tributária novamente foi apontada como o principal problema enfrentado pela indústria sergipana, embora o percentual tenha se reduzido em 2,0 pontos no 1º  trimestre de 2019, fechando em 53,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de capital de giro apareceu como segundo principal problema enfrentado pela indústria, sinalizado por 38,5% das empresas. A assinalação teve aumento expressivo de 12,9 pontos percentuais (p.p.) entre o 4º trimestre de 2018 e o 1º trimestre de 2019, após aumentar 11,9 p.p. no trimestre anterior. O percentual de assinalação do trimestre é o maior desde o 4o trimestre de 2016, quando alcançou 34,8 pontos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Brasil</h3>
<p style="text-align: justify;">O estudo do IBGE mostrou, que no país, a produção industrial brasileira registrou em março uma queda de 1,3%, na comparação com fevereiro, eliminando o crescimento de 0,6% observado no mês anterior. Com mais esse resultado negativo, o setor passou a acumular queda de 2,2% no ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se do pior resultado mensal desde setembro do ano passado, quando houve queda de 2,1% na produção do setor. Na comparação com março do ano passado, a indústria caiu 6,1%, queda anual mais intensa desde maio de 2018 (-6,3%). O resultado de março veio pior que o esperado pelo mercado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de quedas de 0,7% na comparação mensal e de 4,6% na base anual.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[acarajé]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[Diesse]]></category>
		<category><![CDATA[formalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fundat]]></category>
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		<category><![CDATA[informalidade]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), Luís Moura.  A taxa de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/taxa-de-desemprego-sobe-e-fica-em-124-em-fevereiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desemprego no Brasil subiu para 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro</a></span>, atingindo 13,1 milhões de pessoas. Essa alta significa que 892 mil pessoas estão desocupadas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Luís Moura, pelo menos 267 mil pessoas trabalham por conta própria em Sergipe, mas somente  22 mil delas tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) por serem Micro Empreendedores Individuais (MEI).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da facilidade de ser MEI, as pessoas têm uma ocupação sem legalizá-la. Não procuram órgãos como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/se?codUf=27" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sebrae </a></span>ou a Prefeitura Municipal de Aracaju, através da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://fundat.aracaju.se.gov.br/dash/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Municipal do Trabalho (Fundat)</a></span>. Outra  alternativa é acessar na internet o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O empresário no  <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://panificacaouniao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ramo da panificação,</a></span>  Carlos Alberto Santos da Paixão, é um defensor da formalização. E sugere que todos os entes públicos &#8211; municipais, estaduais e federal &#8211;  orientem as pessoas a regularizarem seus trabalho.  Carlos Alberto diz, ainda, que  antes de qualquer reforma &#8211; tributária, trabalhista, previdenciária &#8211; o governo deveria agir para cuidar deste aspecto, tirando milhares de pessoas da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o que diz Carlos Alberto</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cobrança ao Estado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nhq6Y00amvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Carlos Alberto é importante que toda a sociedade colabore. Segundo ele, isso é uma questão de educação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Alberto  - macro economia" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nqVx-gYMngg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Coincidentemente, quando Carlos Alberto sugere que os impostos sejam pagos por todos, mas, de acordo com as possibilidades de cada um, o presidente Jair Bolsonaro diz num twitter, que o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/bolsonaro-diz-que-governo-estuda-reduzir-impostos-de-empresas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas</a></span> para gerar empregos, competitividade interna e no exterior e a redução no preço de produtos.</p>
<h2>Sem carteira</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luís Moura, estas pessoas não têm direitos previdenciários, não pode contratar um empregado e participar de licitações. “O que acontece numa empresa não legalizada é que  o empregado, também, não será legalizado”, ressaltou o economista.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem Marcos (nome fictício, a pedido do entrevistado)  se encaixa no que diz o economista Luís Moura. Marcos, 22 anos, trabalha desde os 16 e nunca teve a carteira de trabalho assinada. Há dois meses ele  vende milho assado e cozido nas ruas de Aracaju, das 15 às 19h30,  e ganha R$ 600 por mês, menos que o salário mínimo (R$ 954).</p>
<p style="text-align: justify;">O patrão dele tem outros três carrinhos para vender milho assado e cozido, cada um deles com um funcionário, que fica em pontos estratégicos da cidade.  Ele não sabe se seu chefe trabalha de maneira informal ou não.  O  Marcos tem um foco: concluir o  segundo grau no próximo ano e ir para uma  universidade. Quer ser professor de Educação Física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acarajé formalizado</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as 22 mil pessoas em Sergipe que é MEI,  um deles é o vendedor de acarajé Edivaldo Jesus Oliveira, que abriu a pequena empresa há três anos, exatamente no dia 11 de outubro de 2015. Ele era apontador numa fábrica e ficou desempregado. Então, juntou-se com o pai e a madrasta para abrir o “Acarajé do Baiano”, numa praça do bairro do Luzia.  “Mas hoje, somos divididos. Meu pai continua, como eu, vendendo acarajé. E ele também é MEI e divulga seu trabalho nas redes sociais. Você pode encontrá-lo no Instagram, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/acarajedobaianoaju/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@acarajedobaianoaju </a></span></p>
<figure id="attachment_17223" aria-describedby="caption-attachment-17223" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17223 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-575x1024.jpg 575w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano.jpg 719w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-17223" class="wp-caption-text">A Fundat fez o marketing da marca de Edilson</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas para vender acarajé, Edivaldo fez um planejamento. O  primeiro passo foi participar de um curso sobre manipulação de alimentação na Fundação Municipal do Trabalho (Fundat), órgão da Prefeitura Municipal de Aracaju. Durante as aulas, um dos instrutores lhe mostrou o que é MEI e a importância de ser formalizado. Edivaldo não pensou duas vezes e já saiu da Fundat com a empresa aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Edivaldo tem uma mini indústria que fabrica a massa do acarajé e, em breve,  terá outra para  fabricar vatapá e caruru. “Estamos nos atualizando. O nosso acarajé  é de qualidade, totalmente higienizado e vamos crescer sempre.  Breve estaremos no aplicativo I food. Hoje aconselho todos a se formalizarem. O MEI me ajuda a ter acesso a linhas de crédito, dou nota fiscal e posso ter um funcionário de carteira assinada”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 12 de abril, por exemplo, quem quiser buscar orientações sobre como se transformar em MEI, poderá participar do Encontro de Empreendedores de Aracaju, promovido pela Fundat, na Unidade de Qualificação Profissional (UQP) Cleia Maria Brandão, situada no bairro Coroa do Meio. Saiba como participar  clicando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.aracaju.se.gov.br/noticias/80683" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que já viu vendedores de acarajé, como ele, com mais tempo de serviço. Um dia, a pessoa teve um infarto “e hoje vive com uma mão na frente outra atrás. Então oriento a qualquer um, seja vendedor ambulante, qualquer um, a  ser MEI. Se a gente contribui, quer receber, ter uma aposentadoria”, frisou.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O BRASIL SUBFINANCIA O SEU SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/o-brasil-subfinancia-o-seu-sistema-de-protecao-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2019 17:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
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		<category><![CDATA[proteção social]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um sistema de Proteção Social é definido como o “conjunto de ações, cuidados, atenções, benefícios e auxílios para a redução e prevenção de vulnerabilidades e riscos, vitimizações, fragilidades, contingências, que os cidadãos e suas famílias enfrentam na trajetória de seu ciclo de vida, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*)</p>
<figure id="attachment_16764" aria-describedby="caption-attachment-16764" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16764 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-16764" class="wp-caption-text">Economia Herética</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Segundo o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/sociais/protecao-social.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),</a></span> um sistema de Proteção Social é definido como o “conjunto de ações, cuidados, atenções, benefícios e auxílios para a redução e prevenção de vulnerabilidades e riscos, vitimizações, fragilidades, contingências, que os cidadãos e suas famílias enfrentam na trajetória de seu ciclo de vida, por decorrência de restrições sociais, econômicas, políticas, naturais ou de ofensas à dignidade humana”.</p>
<p style="text-align: justify;">As funções finalísticas de Proteção Social servem como um meio de expressão de como uma sociedade lida com as distorções geradas tanto no seio do meio ambiente quanto pelo modo de produção vigente. Quanto mais amplo, maior a sua capacidade em enfrentar tais desafios.</p>
<p style="text-align: justify;">Números divulgados pela<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.social-protection.org/gimi/AggregateIndicator.action" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Organização Internacional do Trabalho (OIT)</a></span> mostram que o Brasil possui um sistema de Proteção Social que consegue atender a 59,4% de sua população residente em, pelo menos, um dos seus programas constituintes. Esse percentual é inferior aos apresentados pela Argentina (67,0%), Chile (69,2%), Costa Rica (72,0%), EUA (76,1%), Uruguai (94,5%) e Canadá (99,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">Interessante notar que, em média, dentre os países listados pela OIT, os africanos são aqueles que detêm os menores graus de cobertura (14,6% da população), enquanto que os europeus apresentam os maiores patamares, chegando a atender 93,2% dos seus cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso vai permitir que os sistemas nacionais de Proteção Social sejam entendidos como um elemento dos perfis de desenvolvimento de uma nação. Afinal, onde ele é funcional e devidamente financiado, os padrões de vida são aqueles mais condizentes com os mais altos níveis esperados de decência humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, o Brasil consegue algum destaque no contexto das três Américas, dado, no ano de 2015, ser superado apenas pelos EUA em termos do dispêndio em Proteção Social como parcela do Produto Interno Bruto (PIB). Se os ianques destinaram 19% de sua riqueza gerada para esses programas, o Estado brasileiro o fez em termos de 18%.</p>
<h2>Valores per capita</h2>
<p style="text-align: justify;">Porém, isso precisa ser bem sopesado, haja vista que, no referido ano, o Brasil sofreu uma retração de 3,6% em sua economia o que, por questões de aritmética elementar, aumentaria o peso relativo de uma rubrica orçamentária fortemente vinculada como Proteção Social.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se observa em retrospectiva a trajetória desse gasto, se vê que, de 1995 a 2013, o Brasil destinou às ações de Proteção Social algo em torno de 15,5% do seu PIB, ficando, no mesmo período, atrás apenas dos EUA (17,3%) e do Canadá (17,0%) em todo o continente americano, algo ainda digno de nota.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, se essa conduta for analisada por meio dos valores per capita do dispêndio, torna-se patente que o Brasil subfinancia o seu sistema de Proteção Social. No âmbito da América, no ano de 2015, o gasto brasileiro foi estimado em US$ 1.58 mil por habitante em valores correntes.</p>
<p style="text-align: justify;">Cinco são as nações do referido continente que se colocam acima dessa marca: EUA (US$ 10.54 mil), Canadá (US$ 7.29 mil), Venezuela (US$ 3.24 mil), Uruguai (US$ 2.64 mil) e Chile (US$ 2.09 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">Excetuando-se a Venezuela – por possuir uma taxa de cobertura inferior à brasileira – é possível identificar dois padrões básicos nesse agrupamento de nacionalidades: ou são pequenos países com população reduzida e economias primárias bastante especializadas ou são grandes nações com uma sólida economia industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, depreende-se daí que em um país de vasta extensão territorial e amplo contingente populacional torna-se bastante complicado manter um sistema de Proteção Social efetivo e universal, que seja devidamente financiado, baseando-se apenas numa estrutura produtiva fortemente calcada em bens primários ou de industrialização esparsa ou dependente.</p>
<h2>Situação aquém</h2>
<p style="text-align: justify;">O México – com um dispêndio per capita de US$ 1.12 mil e cobertura de 50,3% da população – e a Colômbia – US$ 0.86 mil em despesas por habitante e 40,8% de abrangência – são realidades que reforçam essa hipótese.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal mosaico sugere que o Brasil está numa situação aquém de suas possibilidades quanto ao poder do seu sistema de Proteção Social quando comparado a outros países da América. Se o parâmetro fosse nações europeias, onde a participação desses programas alcançam uma média de 21,6% do produto, o abismo seria maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, se os brasileiros desejam construir uma nação desenvolvida, é preciso entender que se faz necessária a existência de um sistema de Proteção Social forte e eficiente, só que isso requer um modelo apropriado de financiamento que seja imune a desvinculações e contingenciamentos indevidos, ou seja, um cenário diverso do hoje existente.</p>
<p>(*) Emerson Sousa é economista</p>
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		<title>Reforma da Previdência beneficiará mais pobres, revela ministério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2019 17:26:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento econômico gerado pela reforma da Previdência beneficiará principalmente os 50% mais pobres da população. A conclusão consta de relatório da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia, divulgado em Brasília. No mês passado, o órgão tinha distribuído nota técnica na qual calculou que a economia cresceria 3,3% em 2023 com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O crescimento econômico gerado pela reforma da Previdência beneficiará principalmente os 50% mais pobres da população. A conclusão consta de relatório da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia, divulgado em Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">No mês passado, o órgão tinha distribuído nota técnica na qual calculou que a economia cresceria 3,3% em 2023 com a aprovação total da reforma da Previdência, 2,3% com a aprovação parcial e encolheria 1,8% com as regras atuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-02/reforma-da-previdencia-podera-criar-8-milhoes-de-empregos-ate-2023" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Segundo o documento, a aprovação integral das novas regras poderia gerar até 8 milhões de empregos formais</a></span> nos próximos quatro anos, mas o ministério não tinha divulgado a distribuição desse crescimento por classes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, a SPE detalhou o impacto positivo da expansão da economia decorrente da reforma, conforme o nível de renda da população. O levantamento dividiu a população em 10 segmentos, em que o menor corresponde aos 10% mais pobres; e o maior, aos 10% mais ricos, e analisou o aumento da renda em cada faixa em dois cenários.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo considerou o crescimento médio de 3% ao ano da economia até 2023, no caso de aprovação total da reforma, e retração média de 0,5% ao ano no mesmo período, sem mudanças nas regras.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a nota técnica, a renda per capita cresceria mais entre os 50% mais pobres da população: de 3,07% por ano em média para o segmento entre 40% e 50% mais pobres a 3,48% por ano para os 10% mais desfavorecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os 50% mais ricos, a renda per capita também subiria, mas em ritmo menor: de 3% ao ano para a faixa entre 40% e 50% mais ricos a 2,63% ao ano entre os 10% mais ricos.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Nova Previdência traz ganhos a todos os brasileiros, mas favorece, particularmente, aqueles com renda mais baixa, cuja renda média terá maior aumento.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">As condições econômicas geradas pela Nova Previdência, elevando o emprego, reduzindo a informalidade e estimulando investimentos são fundamentais para o desenvolvimento de uma economia capaz de garantir condições mais seguras aos mais pobres no hoje e no amanhã”, destacou o documento da SPE.</p>
<h2>Empregos formais</h2>
<p style="text-align: justify;">Conforme o levantamento, dois fatores beneficiarão as camadas mais pobres da população. Em primeiro lugar, o crescimento da economia aumenta a criação de empregos formais e reduz a informalidade, que afeta 91,64% dos 10 % mais pobres e apenas 18% dos 10% mais ricos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a SPE, até 8 milhões de empregos com carteira assinada seriam criados caso a reforma da Previdência fosse aprovada na totalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda razão para o crescimento da economia ter efeitos mais benéficos sobre as menores faixas de renda é a possibilidade de que a inclusão no mercado formal de trabalho aumente os gastos dessas famílias em educação e saúde.</p>
<p>Fonte: Agencia Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Taxa de desemprego em Sergipe é maior que média nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 20:31:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sergipe está com a taxa de desemprego de 15%, com 160 mil desocupados – acima da média nacional de 12% (12 milhões de pessoas sem emprego) e ainda entre os cinco estados com maiores taxas: Ceará, Pernambuco, Bahia e Amapá. Os dados são do economista Luís Moura, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sergipe está com a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/desemprego-cai-para-119-agora-sao-125-milhoes/">taxa de desemprego</a></span> de 15%, com 160 mil desocupados – acima da média nacional de 12% (12 milhões de pessoas sem emprego) e ainda entre os cinco estados com maiores taxas: Ceará, Pernambuco, Bahia e Amapá. Os dados são do economista Luís Moura, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), ao analisar pesquisa divulgada hoje, 27, pelo<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://radioagencianacional.ebc.com.br/economia/audio/2019-02/taxa-de-desemprego-fica-em-12-no-trimestre-encerrado-em-janeiro-segundo-ibge" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje eu recomendo os sergipanos a irem procurar emprego em Santa Catarina”, ironiza Luís Moura, pois o estado catarinense tem a menor taxa de desemprego do país, apenas 6%. A maior taxa é no Amapá, 19%. Moura acredita que a situação em Sergipe vai ficar pior, diante do fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) e hibernação dos Laticínios Sabe. Para complicar ainda mais o cenário, “há o discurso do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/economista-faz-desafio-ao-governo-do-estado/">governador Belivaldo de que o Estado está quebrado, o que eu não acredito”.</a></span></p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação entre o quarto e o terceiro quadrimestres deste ano, os números mostram que houve um pequeno recuo. No terceiro estavam em 17,5% e teve uma redução de 15%, no quarto. “Antes tínhamos 182 mil pessoas desocupadas e encerrou o ano com 160 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">O economista admite, no entanto, que essa não é a melhor comparação. O ideal é com os trimestres semelhantes, ou seja, o quarto trimestre de 2018 com 2017. “Tivemos um aumento da taxa no quarto trimestre de 13%, com 143 mil desocupados, e no quarto de 2018, com 160 mil”, reforçou Moura.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sergipe, um Estado pobre que não seguiu o ritmo do Nordeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2016, Sergipe foi responsável por um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 38,9 bilhões, o que equivale a 0,62% de toda a riqueza gerada no país. Isso implica dizer que, se todos os estados fizessem uma “vaquinha” de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2016, Sergipe foi responsável por um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 38,9 bilhões, o que equivale a 0,62% de toda a riqueza gerada no país. Isso implica dizer que, se todos os estados fizessem uma “vaquinha” de R$ 10.000,00, proporcional às suas economias, Sergipe contribuiria com apenas R$ 62,00.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, em termos de produto econômico, o estado ocupa a 23ª colocação no país, ficando à frente tão somente do Tocantins, do Amapá, do Acre e de Roraima. Todos esses, tendo em comum o fato de que são entes federativos da região Norte, de formação recente e geograficamente isolados.</p>
<p style="text-align: justify;">O agravante é que, entre 2006 e 2016, Sergipe vem num processo de perda de espaço nesse mosaico. Tanto que, durante todo esse período, cedeu colocações para os estados de Rondônia e do Piauí. Com isso, desde 2014, ele também vem a ser a menor economia da região Nordeste, segundo dados do próprio IBGE.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Quando em comparação com os municípios brasileiros é visto que, no ano de 2006, Sergipe detinha um produto interno bruto inferior ao de dezenove cidades no país. Em 2016, esse quantitativo cai para dezoito. Isso porque São José dos Campos (SP) apresentou um desempenho menor do que o seu e Campos de Goytacazes (RJ) foi alvo de uma brutal retração econômica. Mesmo assim, Jundiaí (SP) conseguiu superar a economia sergipana.</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito das localidades nordestinas, tem-se que, em 2006, o produto do estado de Sergipe equivalia a 95,3% da soma das economias de Camaçari (BA) e Natal (RN), que, depois de Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE), são as mais ricas cidades da região. Pois bem, passada uma década, o produto sergipano atendia apenas a 88,8% dos produtos somados desses dois municípios.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Outrossim, quando se divide o produto interno bruto pelas populações dos estados brasileiros, ambos igualmente estimados pelo IBGE, vê-se que Sergipe também deixou de ser o maior produto per capita nordestino, não sendo nem mais o segundo, uma vez que, a economias potiguar e pernambucana tomaram-lhe o posto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível regional, Sergipe perdeu participação em todos os setores econômicos – inclusive na agropecuária &#8211; mas a maior queda foi no segmento industrial. Em 2006, quase 7% da riqueza advinda da atividade de transformação no Nordeste era gerada em terras sergipanas. Dez anos depois, essa proporção decaiu para 4,5%.</p>
<p>Em se atualizando os valores por uma medida bastante conhecida dos economistas – o Deflator Implícito do Produto – percebe-se que Sergipe não apresentou um perfil de crescimento semelhante das demais unidades federativas nordestinas. Em média, esses estados cresceram 3,1% ao ano, enquanto que a economia sergipana evoluiu algo em torno de 1,3% em termos anuais no mesmo período.</p>
<p>Muitas devem ser as causas desse fenômeno, mas torna-se óbvio que Sergipe não apresentou o mesmo grau de dinamicidade que os demais estados nordestinos num dos períodos de maior crescimento da economia da região. Agora, diante essa realidade, o desafio que se coloca é o de saber se ele terá condições de, nos próximos anos, recuperar o espaço perdido.</p>
<p><strong>Emerson Sousa – Economista</strong></p>
<p><strong>Fábio Salviano – Sociólogo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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