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	<title>Arquivo para indústria sergipana - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para indústria sergipana - Só Sergipe</title>
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		<title>Produção industrial sergipana em queda, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 14:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não integre a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Embora não integre a pesquisa do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/03/producao-industrial-cai-13percent-em-marco-diz-ibge.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></span>, divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, abaixo da linha divisória de 50,0, o que representa queda na comparação com fevereiro, justificado, em parte, pelo feriado de Carnaval.</p>
<figure id="attachment_11409" aria-describedby="caption-attachment-11409" style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-11409" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><figcaption id="caption-attachment-11409" class="wp-caption-text">Economista Rodrigo Rocha, do IEL</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A Sondagem Industrial, elaborado pela Federação das Indústrias de Sergipe (FIES), aponta, ainda, que o índice de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) efetiva em relação ao usual, recuou 4,1 pontos e foi a 34,9.  “É o menor índice desde julho de 2017, quando registrou 32,0 pontos, reforçando que a produção das indústrias sergipanas está muito abaixo do que costuma ser neste período”, diz o estudo, coordenado pelo economista Rodrigo Rocha, superintendente do Instituto Euvaldo Lodi, da FIES.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há, pelo menos, aspectos positivos na Sondagem Industrial, quanto ao emprego no setor. Sergipe se destacou regional e nacionalmente, no item “Evolução do número de empregados”  ao registrar 49,3 pontos, contra 48,5 pontos assinalados no Brasil e 46,5 pontos pelo Nordeste. Ou seja, a menor queda no emprego no Estado, frente ao Nordeste e ao Brasil. “No entanto, todos os agregados permaneceram com resultados abaixo da linha divisória dos 50,0 pontos”.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Situação financeira</h3>
<p style="text-align: justify;">Os dados de “satisfação da situação financeira” das empresas sergipanas, assim como os da Sondagem Industrial, pioraram no primeiro trimestre do ano. O índice de “satisfação com o lucro operacional”, o mais preocupante dessa análise, recuou de 43,1 pontos no trimestre anterior para 32,4 pontos no trimestre analisado, indicando perda de 10,7 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">O “índice de satisfação com a situação financeira” caiu de 42,7 pontos para 38,3 pontos. Na comparação com os índices registrados no primeiro trimestre de 2018, o de satisfação com o lucro operacional recuou 6,6 pontos, enquanto o de satisfação financeira retrocedeu 1,5 ponto. Esses resultados denotam piora nas condições financeiras das empresas sergipanas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Carga tributária</h3>
<p style="text-align: justify;">A elevada carga tributária novamente foi apontada como o principal problema enfrentado pela indústria sergipana, embora o percentual tenha se reduzido em 2,0 pontos no 1º  trimestre de 2019, fechando em 53,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de capital de giro apareceu como segundo principal problema enfrentado pela indústria, sinalizado por 38,5% das empresas. A assinalação teve aumento expressivo de 12,9 pontos percentuais (p.p.) entre o 4º trimestre de 2018 e o 1º trimestre de 2019, após aumentar 11,9 p.p. no trimestre anterior. O percentual de assinalação do trimestre é o maior desde o 4o trimestre de 2016, quando alcançou 34,8 pontos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Brasil</h3>
<p style="text-align: justify;">O estudo do IBGE mostrou, que no país, a produção industrial brasileira registrou em março uma queda de 1,3%, na comparação com fevereiro, eliminando o crescimento de 0,6% observado no mês anterior. Com mais esse resultado negativo, o setor passou a acumular queda de 2,2% no ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se do pior resultado mensal desde setembro do ano passado, quando houve queda de 2,1% na produção do setor. Na comparação com março do ano passado, a indústria caiu 6,1%, queda anual mais intensa desde maio de 2018 (-6,3%). O resultado de março veio pior que o esperado pelo mercado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de quedas de 0,7% na comparação mensal e de 4,6% na base anual.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>A indústria sergipana regrediu e atrasou o crescimento nordestino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 13:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[atraso]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[importância]]></category>
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		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
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		<category><![CDATA[renda per capita]]></category>
		<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o início do século XXI, a economia sergipana vem perdendo a sua importância regional. Em 2002, o estado respondia por 5,3% da economia nordestina. Em 2016, essa participação decaiu para 4,3%. Isso aconteceu porque a economia sergipana expandiu-se menos do que a das demais unidades federativas da região Nordeste. Enquanto os outros estados cresceram, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-15807 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg" alt="" width="382" height="186" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-768x375.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-1024x500.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA.jpg 1928w" sizes="(max-width: 382px) 100vw, 382px" />Desde o início do século XXI, a economia sergipana vem perdendo a sua importância regional. Em 2002, o estado respondia por 5,3% da economia nordestina. Em 2016, essa participação decaiu para 4,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso aconteceu porque a economia sergipana expandiu-se menos do que a das demais unidades federativas da região Nordeste. Enquanto os outros estados cresceram, em conjunto, algo em torno de 55,6%, Sergipe viu a sua riqueza aumentar em apenas 25,7% nesses 14 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um espasmo de queda em 2009, o ano da inflexão da economia sergipana é 2012. Até essa data a economia sergipana cresceu 43,2% mas, a partir daí até 2016, sofreu uma queda da ordem de 12,2%, sendo essa a maior retração dentre os estados nordestinos nesse último período.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, a tendência sempre foi a da diminuição da participação da indústria na composição do produto sergipano. No alvorecer do século, o setor cobria 29% da riqueza gerada nessas terras. Década e meia depois, essa proporção é de somente 18%. Nenhum outro estado nordestino experimentou tamanha queda.</p>
<p style="text-align: justify;">Consequentemente, o produto per capita também cresceu menos. Entre 2002 e 2016, segundo cálculos feitos a partir de números fornecidos pelo IBGE, o produto per capita sergipano cresceu apenas 2,4% contra 32,2% do grosso dos demais estados do Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Em assim sendo, Sergipe, que era o primeiro produto per capita nordestino, em 2002, foi para o terceiro lugar em 2016. E apenas para se ter uma dimensão do que isso representa: se a trajetória até aqui observada continuar pelos próximos dez anos, o produto per capita sergipano tenderá a ser o menor da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Ressalte-se que esse fenômeno pode chegar a acontecer até mesmo antes dessa data, tendo em vista que a população sergipana, entre 2002 e 2016, aumentou a uma taxa superior daquela observada para o Nordeste. Foram 22,7% no estado em 14 anos, contra 16,5% da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, é bom deixar claro que não é o fator demográfico o cerne da questão. É importante ter em mente que a principal causa desse quadro foi a redução da relevância relativa da indústria sergipana.</p>
<p style="text-align: justify;">No início do século ela correspondia a 7,6% do total do setor no Nordeste. Em 2016, essa fração era de 4,5%. Isso depois de ter alcançado, em 2008, quase 8,1% desse agregado macroeconômico.</p>
<p style="text-align: justify;">A indústria nordestina como um todo avançou 31,5% de 2002 a 2016, enquanto que a atividade de transformação sergipana encolheu nada menos que 21,8%. Chama a atenção o fato de que o Piauí, no mesmo período, viu o seu setor secundário ampliar-se em 68,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">O recuo da indústria sergipana foi de tal monta que, em 2002, somente 13 municípios brasileiros detinham um volume de valor adicionado pelo setor manufatureiro superior ao do estado. Em 2016, esse total era de 25 localidades. Sendo que, de modo inédito, quatro na região Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra nota triste dessa história é a de que, mesmo nos momentos de expansão, a resposta da indústria sergipana foi aquém do ocorrido ao nível regional. Sem o estado de Sergipe, o Nordeste experimentou um crescimento de 42,7%, entre 2002 e 2012, e uma contração de 4,8%, de 2012 até 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Se a indústria sergipana é inserida nesse cômputo, o crescimento industrial nordestino é de 42,5%, no primeiro período, e a sua redução, nesse segundo momento, é de 7,5%. Torna-se difícil admitir, mas Sergipe impactou negativamente a economia do Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor industrial foi tão importante para a formação desse contexto que, se a manufatura sergipana ainda contribuísse para a indústria nordestina no mesmo patamar de 2002 – os já referidos 7,6% &#8211; o estado ainda seria dono de quase 5% da economia da região.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, se Sergipe pensa em recuperar as posições perdidas no âmbito da economia nordestina, ele precisa, de algum modo, encontrar meios de dinamizar novamente o seu segmento de transformação.</p>
<p><strong>Fábio Salviano, sociólogo</strong></p>
<p><strong>Emerson Sousa, economista</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia também:</p>
<p class="name post-title entry-title"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/por-que-tatu-no-toco/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Por que Tatu no Toco?</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/a-industria-sergipana-regrediu-e-atrasou-o-crescimento-nordestino/">A indústria sergipana regrediu e atrasou o crescimento nordestino</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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