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	<title>Arquivo para informalidade - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para informalidade - Só Sergipe</title>
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		<title>Movimento É de Sergipe incentiva o consumo em empresas locais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2019 14:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[é de sergipe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Valorizar e consumir tudo que for produzido em Sergipe, construindo um ciclo virtuoso, fazendo com que a economia local possa girar”. É assim que funciona o Movimento É de Sergipe, cujo objetivo é fazer com que sejam consumidos produtos e serviços do Estado. Idealizado pelo empresário Linconlin Amazonas Vieira de Melo, o movimento tem hoje [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Valorizar e consumir tudo que for produzido em Sergipe, construindo um ciclo virtuoso, fazendo com que a economia local possa girar”. É assim que funciona o Movimento É de Sergipe, cujo objetivo é fazer com que sejam consumidos produtos e serviços do Estado. Idealizado pelo empresário Linconlin Amazonas Vieira de Melo, o movimento tem hoje 230 empresários sergipanos dos mais diversos segmentos com um único foco: incentivar os consumidores a buscar as empresas do próprio Estado.</p>
<figure id="attachment_17624" aria-describedby="caption-attachment-17624" style="width: 258px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17624 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV-300x286.jpg" alt="" width="258" height="247" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV-300x286.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV-768x732.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV.jpg 812w" sizes="(max-width: 258px) 100vw, 258px" /></a><figcaption id="caption-attachment-17624" class="wp-caption-text">Linconlin Amazonas, idealizador do É de Sergipe, vestindo camisa produzida no Estado</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Linconlin Amazonas está dando exemplo. “Vou sempre almoçar em restaurantes sergipanos. Ao comprar uma roupa, escolho as produzidas aqui”, disse. No sábado pela manhã, por exemplo, durante o lançamento do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/o-suv-da-volks-t-cross-ja-chegou-na-maracar-veiculos/">T-Cross, na Maracar Veículos,</a></span> ele usava uma camisa fabricada em Sergipe, com gravura de um artista sergipano. Comprou na loja “<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/obaratodela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O barato de lá”.</a></span></p>
<h2>Selo</h2>
<p style="text-align: justify;">Como a propaganda é a alma do negócio, o Movimento É de Sergipe quer torná-lo cada vez mais conhecido dos consumidores, por isso, vai iniciar uma forte campanha, justamente para que as pessoas deem preferência a tudo que é produzido aqui. “Consumir, no mínimo, dois produtos por dia e vender a ideia para outra pessoa nos torna grande”, é assim que funciona o movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas cadastradas utilizam o selo “É de Sergipe”, como identificação em suas mídias, produtos e serviços. Isso fará com que os consumidores saibam o que é produzido aqui. Para participar do movimento é fácil: basta ir até o site – <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.edesergipe.com.br">www.edesergipe.com.br</a></span>, cadastrar a empresa, desde que seja genuinamente sergipana. Você pode também seguir o movimento no Instagram: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/edesergipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@edesergipe</a></span>.</p>
<p style="text-align: justify;">“As empresas podem e devem participar. Devem produzir bens e serviços com mão de obra e insumos de nosso Estado, preferencialmente e essencialmente de outras empresas de Sergipe”, alerta Linconlin Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que criou o É de Sergipe, Linconlin se transformou num consumidor mais exigente. Ele lembra que foi comprar água mineral no supermercado GBarbosa, e não encontrou a marca produzida em Sergipe. Ligou para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e questionou. “Dei minha sugestão para que tenha a marca da água mineral sergipana, dando oportunidade ao consumidor a optar por um produto feito aqui”, comentou.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Informalidade</h2>
<p style="text-align: justify;">“Incentivamos que as pessoas empreendedoras pensem fora da caixa e façam um produto com qualidade, preço baixo, além do bom atendimento. Conforme o crescimento, é inevitável sair da informalidade”, diz Linconlin, ao ser questionado sobre informalidade em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">E ao citar a informalidade, outro objetivo do É de Sergipe se encaixa perfeitamente nesse quesito: “criando o hábito, na população, de valorizar o que é feito em nossa terra, retendo renda e recursos na economia local, além da ampliação de frentes de trabalho”.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/sergipe-tem-245-mil-pessoas-na-informalidade-22-mil-sao-meis/">Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Mas, como surgiu esse movimento?</h2>
<p style="text-align: justify;">Em outubro de 2018, numa conversa com um amigo em Nova Petrópolis, cidade que fica vizinho a Gramado (RS), ele tomou conhecimento de quem a grande loja de departamento havia fechado as portas. Motivo: os gaúchos deixaram de comprar lá, pois deram preferência a produtos de lojas gaúchas.  Estava nascendo, a partir daquele momento, o movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta a Aracaju, Linconlin, junto com o publicitário Maurício Menezes,  procurou outros empresários e, pouco a pouco, o movimento foi tomando corpo.  Eles já se reuniram com o Sebrae e, mais recentemente, com a Fecomércio, e dia a dia, o “É de Sergipe” tem mais empresas e, claro, consumidores. Afinal, como eles próprios se definem, “é um movimento de adesão espontânea de empresários e toda sociedade apaixonados pela nossa terra Sergipe. De quem valoriza tudo que é produzido aqui”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[acarajé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/sergipe-tem-245-mil-pessoas-na-informalidade-22-mil-sao-meis/">Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), Luís Moura.  A taxa de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/taxa-de-desemprego-sobe-e-fica-em-124-em-fevereiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desemprego no Brasil subiu para 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro</a></span>, atingindo 13,1 milhões de pessoas. Essa alta significa que 892 mil pessoas estão desocupadas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Luís Moura, pelo menos 267 mil pessoas trabalham por conta própria em Sergipe, mas somente  22 mil delas tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) por serem Micro Empreendedores Individuais (MEI).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da facilidade de ser MEI, as pessoas têm uma ocupação sem legalizá-la. Não procuram órgãos como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/se?codUf=27" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sebrae </a></span>ou a Prefeitura Municipal de Aracaju, através da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://fundat.aracaju.se.gov.br/dash/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Municipal do Trabalho (Fundat)</a></span>. Outra  alternativa é acessar na internet o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O empresário no  <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://panificacaouniao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ramo da panificação,</a></span>  Carlos Alberto Santos da Paixão, é um defensor da formalização. E sugere que todos os entes públicos &#8211; municipais, estaduais e federal &#8211;  orientem as pessoas a regularizarem seus trabalho.  Carlos Alberto diz, ainda, que  antes de qualquer reforma &#8211; tributária, trabalhista, previdenciária &#8211; o governo deveria agir para cuidar deste aspecto, tirando milhares de pessoas da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o que diz Carlos Alberto</p>
<p><iframe title="Cobrança ao Estado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nhq6Y00amvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Carlos Alberto é importante que toda a sociedade colabore. Segundo ele, isso é uma questão de educação.</p>
<p><iframe title="Carlos Alberto  - macro economia" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nqVx-gYMngg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Coincidentemente, quando Carlos Alberto sugere que os impostos sejam pagos por todos, mas, de acordo com as possibilidades de cada um, o presidente Jair Bolsonaro diz num twitter, que o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/bolsonaro-diz-que-governo-estuda-reduzir-impostos-de-empresas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas</a></span> para gerar empregos, competitividade interna e no exterior e a redução no preço de produtos.</p>
<h2>Sem carteira</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luís Moura, estas pessoas não têm direitos previdenciários, não pode contratar um empregado e participar de licitações. “O que acontece numa empresa não legalizada é que  o empregado, também, não será legalizado”, ressaltou o economista.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem Marcos (nome fictício, a pedido do entrevistado)  se encaixa no que diz o economista Luís Moura. Marcos, 22 anos, trabalha desde os 16 e nunca teve a carteira de trabalho assinada. Há dois meses ele  vende milho assado e cozido nas ruas de Aracaju, das 15 às 19h30,  e ganha R$ 600 por mês, menos que o salário mínimo (R$ 954).</p>
<p style="text-align: justify;">O patrão dele tem outros três carrinhos para vender milho assado e cozido, cada um deles com um funcionário, que fica em pontos estratégicos da cidade.  Ele não sabe se seu chefe trabalha de maneira informal ou não.  O  Marcos tem um foco: concluir o  segundo grau no próximo ano e ir para uma  universidade. Quer ser professor de Educação Física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acarajé formalizado</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as 22 mil pessoas em Sergipe que é MEI,  um deles é o vendedor de acarajé Edivaldo Jesus Oliveira, que abriu a pequena empresa há três anos, exatamente no dia 11 de outubro de 2015. Ele era apontador numa fábrica e ficou desempregado. Então, juntou-se com o pai e a madrasta para abrir o “Acarajé do Baiano”, numa praça do bairro do Luzia.  “Mas hoje, somos divididos. Meu pai continua, como eu, vendendo acarajé. E ele também é MEI e divulga seu trabalho nas redes sociais. Você pode encontrá-lo no Instagram, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/acarajedobaianoaju/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@acarajedobaianoaju </a></span></p>
<figure id="attachment_17223" aria-describedby="caption-attachment-17223" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17223 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-575x1024.jpg 575w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano.jpg 719w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-17223" class="wp-caption-text">A Fundat fez o marketing da marca de Edilson</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas para vender acarajé, Edivaldo fez um planejamento. O  primeiro passo foi participar de um curso sobre manipulação de alimentação na Fundação Municipal do Trabalho (Fundat), órgão da Prefeitura Municipal de Aracaju. Durante as aulas, um dos instrutores lhe mostrou o que é MEI e a importância de ser formalizado. Edivaldo não pensou duas vezes e já saiu da Fundat com a empresa aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Edivaldo tem uma mini indústria que fabrica a massa do acarajé e, em breve,  terá outra para  fabricar vatapá e caruru. “Estamos nos atualizando. O nosso acarajé  é de qualidade, totalmente higienizado e vamos crescer sempre.  Breve estaremos no aplicativo I food. Hoje aconselho todos a se formalizarem. O MEI me ajuda a ter acesso a linhas de crédito, dou nota fiscal e posso ter um funcionário de carteira assinada”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 12 de abril, por exemplo, quem quiser buscar orientações sobre como se transformar em MEI, poderá participar do Encontro de Empreendedores de Aracaju, promovido pela Fundat, na Unidade de Qualificação Profissional (UQP) Cleia Maria Brandão, situada no bairro Coroa do Meio. Saiba como participar  clicando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.aracaju.se.gov.br/noticias/80683" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que já viu vendedores de acarajé, como ele, com mais tempo de serviço. Um dia, a pessoa teve um infarto “e hoje vive com uma mão na frente outra atrás. Então oriento a qualquer um, seja vendedor ambulante, qualquer um, a  ser MEI. Se a gente contribui, quer receber, ter uma aposentadoria”, frisou.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/sergipe-tem-245-mil-pessoas-na-informalidade-22-mil-sao-meis/">Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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