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	<title>Arquivo para Iphan - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Iphan - Só Sergipe</title>
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		<title> O papel de gestores, Ministério Público, TCE, escolas na cultura do forró</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 11:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não pretendemos aqui discorrer sobre o conceito de cultura, mas gestores públicos, representantes do Ministério Público (MP), Tribunal de Contas do Estado (TCE), educadores e artistas sabem, muito bem, que forró tem distinção de axé, sertanejo, reggae funk, arrocha,  etc. Sabem, também, que dinheiro de orçamento destinado à cultura junina e, principalmente,  no campo da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14638" aria-describedby="caption-attachment-14638" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-14638 size-thumbnail" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-14638" class="wp-caption-text">Valtênio Paes (*)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Não pretendemos aqui discorrer sobre o conceito de cultura, mas gestores públicos, representantes do Ministério Público (MP), Tribunal de Contas do Estado (TCE), educadores e artistas sabem, muito bem, que forró tem distinção de axé, sertanejo, reggae funk, arrocha,  etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabem, também, que dinheiro de orçamento destinado à cultura junina e, principalmente,  no campo da música, é para o forró. Porque permitir que dinheiro público seja usado para pagar festa pública, diversa do forró, com recursos oriundos do orçamento destinado à cultura em nome do forró? O fato sempre acontece, acentuando-se nos meses maio, junho e julho.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas escolas festejam o momento junino com arrocha, funk etc. Prefeituras e Estado pagam festas nestes meses em nome da cultura, e mais, em nome da cultura junina, para “sertanejos, funkeiros, arrocheiros” etc. Com cachês vultosos. O que fazem os órgãos fiscalizadores? Poucos agem com rigor, muitos silenciam.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<h3>História</h3>
<p style="text-align: justify;">De origem nordestina, possui temática ligada aos aspectos culturais e cotidianos desta região do Brasil. Acompanhada de triângulo, sanfona e zabumba foi imortalizada por Luís  Gonzaga com os gêneros  do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xote">xote</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bai%C3%A3o_(m%C3%BAsica)">baião</a></span>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arrasta-p%C3%A9">arrasta-pé</a> e o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xaxado">xaxado</a>.</span> O folclorista e pesquisador da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.suapesquisa.com/o_que_e/cultura_popular.htm">cultura popular</a> </span>Luiz Câmara Cascudo disse que a palavra forró deriva da abreviação de forrobodó, que significa arrasta-pé, confusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Bechara, é uma redução de forrobodó, que por sua vez é uma variante do antigo vocábulo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Galego-portugu%C3%AAs">galego-português</a></span> forbodó, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corruptela">corruptela</a></span> do francês <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Faux-bourdon">faux-bourdon</a></span>, que teria a conotação de desentoação. O elo semântico entre forbodó e forrobodó tem origem, segundo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferm%C3%ADn_Bouza-Brey">Fermín Bouza-Brey</a></span>, na região noroeste da Península Ibérica (Galiza e norte de Portugal), onde &#8220;a gente dança a golpe de bumbo, com pontos monorrítmicos monótonos desse baile que se chama forbodó&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1912">1912</a></span>, estreou a peça teatral &#8220;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Forrobod%C3%B3">Forrobodó</a></span>&#8220;, escrita por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Bettencourt">Carlos Bettencourt</a></span> (1890-1941) e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Peixoto">Luís Peixoto</a></span> (1889-1973), musicada por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chiquinha_Gonzaga">Chiquinha Gonzaga</a></span>. E em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base militar em território potiguar, a palavra &#8220;forró&#8221; já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Queir%C3%B3s">Manuel Queirós</a></span> e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xer%C3%A9m_(m%C3%BAsico)">Xerém</a></span>”. Já em 1949, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Gonzaga">Luiz Gonzaga</a></span> gravou &#8220;Forró de Mané Vito&#8221;, de sua autoria em parceria com <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9_Dantas">Zé Dantas</a></span> e em 1958, &#8220;Forró no escuro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Casais em comum, dançam de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abra%C3%A7o_fechado">abraço fechado</a></span> destacando-se o xote conhecido com passos de dois para lá de dois para cá. O baião tem passo de marcação binária, uma troca de pé de apoio, seguido de um quique de sola do outro pé e o arrasta-pé  executada no passo de marcha, dentre outros.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De bom alvitre, tramita no Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) o processo de registro do forró como bem imaterial. Com certeza sua caracterização original será mantida em respeito à cultura, e mais ainda, pela consequente obrigação, de maior rigor na fiscalização do uso do dinheiro público.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<h3>Imposição</h3>
<p style="text-align: justify;">Qual crédito do saber têm empresários e gestores para imporem ao povo uma miscelânea de ritmos em nome do forró? Na verdade praticam estelionato cultural ao enganarem o povo para se beneficiarem de altas somas do erário público.</p>
<p style="text-align: justify;">Crédito têm Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestino, Marinês, Jackson do Pandeiro, Gerson Filho, Genival Lacerda, Zenilton, Josa, Sergio Lucas,  Lucas Campelo, Erivaldo de Carira, <span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ary_Lobo">Ary Lobo</a>,</span> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Zito_Borborema&amp;action=edit&amp;redlink=1">Zito Borborema</a>,</span> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Wanderley">Luiz Wanderley</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_do_Roj%C3%A3o">Sebastião do Rojão</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacinto_Silva">Jacinto Silva</a></span>, Clemilda, e muitos outros, que fieis aos conceitos de cultura, lutaram e lutam pela preservação, sempre ameaçada do forró legítimo, ante a ganância da apropriação do estilo para obtenção  do lucro com a deturpação das características.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Urge que, gestores no uso do dinheiro público, escolas   durante os estudos, TCE e MP na fiscalização, sejam  rigorosos, para que nossa manifestação cultural genuína, seja preservada, fortalecendo nossa alma histórica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Valtênio Paes de Oliveira</strong> é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
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		<title>Diretoria da Acese quer tombar prédio centenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 20:54:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fazer uma ocupação inteligente do espaço onde funciona a Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), tornando o ambiente vivo, transformando-o num polo que alavanque o crescimento do centro comercial. Esse é o projeto da diretoria da Acese que quer colocar no prédio centenário, cafeteria, galeria de arte, ponto Banese, Ceac (Centro de Atendimento ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fazer uma ocupação inteligente do espaço onde funciona a Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), tornando o ambiente vivo, transformando-o num polo que alavanque o crescimento do centro comercial. Esse é o projeto da diretoria da Acese que quer colocar no prédio centenário, cafeteria, galeria de arte, ponto Banese, Ceac (Centro de Atendimento ao Cidadão) e um museu para contar a história do comércio sergipano. A diretoria do Acese também pensa no tombamento do prédio pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).</p>
<p style="text-align: justify;">Esse projeto foi apresentado, hoje, 23, pela diretoria  da entidade ao deputado federal André Moura (PSC). A pretensão da Acese é  não só agregar valor à sede da entidade, mas mobilizar todo comércio do entorno. O vice-presidente da Acese, Robson Santos Pereira, lembra que a ideia de dar mais vida ao prédio, sem mudar suas características originais, começou na gestão anterior quando a Energisa melhorou a iluminação na rua José do Prado Franco, onde está situada a entidade, mas isso só não bastava. É preciso estender esse benefício para as ruas mais próximas e tornar o local mais movimentado.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<figure id="attachment_11274" aria-describedby="caption-attachment-11274" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/04/sede-de-acese.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-11274 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/04/sede-de-acese.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-11274" class="wp-caption-text">Sede da Acese desde 1872</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Queremos que a Acese seja um ambiente vivo, visitado pelas pessoas e que se transforme num ponto turístico da nossa capital”, reforçou Robson Pereira. “Também estamos pensando num tombamento e para isso, todas as associações de classe produtiva, como Fecomércio, Senac, Seabre se somam para que esse objetivo aconteça. A visita do deputado federal André Moura foi para mostrarmos o nosso projeto e tentar, através do Iphan, conseguir recursos para concretizá-los”, explicou.</p>
<p>[/box]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na oportunidade, o presidente da Acese, Marco Aurélio Pinheiro parabenizou o parlamentar pela sua atuação como líder do Governo Michel Temer na defesa dos interesses do setor produtivo e de Sergipe e o convidou para integrar um debate sobre o desenvolvimento do estado em uma próxima edição do Almoço com Negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">“André Moura tem se destacado no estado de Sergipe, com uma brilhante atuação, pelas formas novas de se fazer política e pelos seus posicionamentos. Ele encampou as grandes votações que o Brasil e o estado precisam, ao lado do setor produtivo, não caminhando pelo viés do populismo, trazendo recursos para todos os estados independente das visões político-partidárias,  como por exemplo, a atuação dele firme no estado de Sergipe, ao lado da prefeitura de Aracaju.  O setor empresarial sempre teve em Laércio Oliveira e André Moura  dois grandes defensores do setor produtivo, da sociedade sergipana como um todo. Então, a Acese fez questão de pontuar e parabenizar o deputado por sua atuação”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado André Moura considerou positivo o projeto  apresentado pela diretoria da Acese e se comprometeu em incluir na agenda do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que virá a Sergipe no dia 14 de maio, uma visita à sede da Acese. “Tivemos a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho que a entidade faz, que para quem está do lado de fora, pode parecer um trabalho somente em defesa da classe, mas que tem uma abrangência muito maior. É um trabalho até mesmo de fomentar jovens líderes empresariais. Este projeto é muito importante, pois disponibiliza o uso do espaço deste prédio, que é histórico para o povo sergipano.  Que o povo de Sergipe e do país possam conhecer este espaço e utilizar os serviços que a Acese disponibiliza”, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo dia 26 de maio, a Acese vai completar 146 anos de existência e desde então funciona no mesmo prédio. Ela foi fundada pelo português Antônio Martins de Almeida e é considerada a quinta mais antiga instituição do Brasil e vem da época que Sergipe tinha uma população de pouco mais de 176 mil habitantes e a economia era agrícola e pecuária.</p>
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