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	<title>Arquivo para Luiz Gonzaga - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Luiz Gonzaga - Só Sergipe</title>
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		<title> O papel de gestores, Ministério Público, TCE, escolas na cultura do forró</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 11:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não pretendemos aqui discorrer sobre o conceito de cultura, mas gestores públicos, representantes do Ministério Público (MP), Tribunal de Contas do Estado (TCE), educadores e artistas sabem, muito bem, que forró tem distinção de axé, sertanejo, reggae funk, arrocha,  etc. Sabem, também, que dinheiro de orçamento destinado à cultura junina e, principalmente,  no campo da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14638" aria-describedby="caption-attachment-14638" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-14638 size-thumbnail" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-14638" class="wp-caption-text">Valtênio Paes (*)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Não pretendemos aqui discorrer sobre o conceito de cultura, mas gestores públicos, representantes do Ministério Público (MP), Tribunal de Contas do Estado (TCE), educadores e artistas sabem, muito bem, que forró tem distinção de axé, sertanejo, reggae funk, arrocha,  etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabem, também, que dinheiro de orçamento destinado à cultura junina e, principalmente,  no campo da música, é para o forró. Porque permitir que dinheiro público seja usado para pagar festa pública, diversa do forró, com recursos oriundos do orçamento destinado à cultura em nome do forró? O fato sempre acontece, acentuando-se nos meses maio, junho e julho.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas escolas festejam o momento junino com arrocha, funk etc. Prefeituras e Estado pagam festas nestes meses em nome da cultura, e mais, em nome da cultura junina, para “sertanejos, funkeiros, arrocheiros” etc. Com cachês vultosos. O que fazem os órgãos fiscalizadores? Poucos agem com rigor, muitos silenciam.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<h3>História</h3>
<p style="text-align: justify;">De origem nordestina, possui temática ligada aos aspectos culturais e cotidianos desta região do Brasil. Acompanhada de triângulo, sanfona e zabumba foi imortalizada por Luís  Gonzaga com os gêneros  do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xote">xote</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bai%C3%A3o_(m%C3%BAsica)">baião</a></span>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arrasta-p%C3%A9">arrasta-pé</a> e o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xaxado">xaxado</a>.</span> O folclorista e pesquisador da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.suapesquisa.com/o_que_e/cultura_popular.htm">cultura popular</a> </span>Luiz Câmara Cascudo disse que a palavra forró deriva da abreviação de forrobodó, que significa arrasta-pé, confusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Bechara, é uma redução de forrobodó, que por sua vez é uma variante do antigo vocábulo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Galego-portugu%C3%AAs">galego-português</a></span> forbodó, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corruptela">corruptela</a></span> do francês <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Faux-bourdon">faux-bourdon</a></span>, que teria a conotação de desentoação. O elo semântico entre forbodó e forrobodó tem origem, segundo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferm%C3%ADn_Bouza-Brey">Fermín Bouza-Brey</a></span>, na região noroeste da Península Ibérica (Galiza e norte de Portugal), onde &#8220;a gente dança a golpe de bumbo, com pontos monorrítmicos monótonos desse baile que se chama forbodó&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1912">1912</a></span>, estreou a peça teatral &#8220;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Forrobod%C3%B3">Forrobodó</a></span>&#8220;, escrita por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Bettencourt">Carlos Bettencourt</a></span> (1890-1941) e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Peixoto">Luís Peixoto</a></span> (1889-1973), musicada por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chiquinha_Gonzaga">Chiquinha Gonzaga</a></span>. E em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base militar em território potiguar, a palavra &#8220;forró&#8221; já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Queir%C3%B3s">Manuel Queirós</a></span> e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xer%C3%A9m_(m%C3%BAsico)">Xerém</a></span>”. Já em 1949, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Gonzaga">Luiz Gonzaga</a></span> gravou &#8220;Forró de Mané Vito&#8221;, de sua autoria em parceria com <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9_Dantas">Zé Dantas</a></span> e em 1958, &#8220;Forró no escuro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Casais em comum, dançam de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abra%C3%A7o_fechado">abraço fechado</a></span> destacando-se o xote conhecido com passos de dois para lá de dois para cá. O baião tem passo de marcação binária, uma troca de pé de apoio, seguido de um quique de sola do outro pé e o arrasta-pé  executada no passo de marcha, dentre outros.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De bom alvitre, tramita no Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) o processo de registro do forró como bem imaterial. Com certeza sua caracterização original será mantida em respeito à cultura, e mais ainda, pela consequente obrigação, de maior rigor na fiscalização do uso do dinheiro público.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<h3>Imposição</h3>
<p style="text-align: justify;">Qual crédito do saber têm empresários e gestores para imporem ao povo uma miscelânea de ritmos em nome do forró? Na verdade praticam estelionato cultural ao enganarem o povo para se beneficiarem de altas somas do erário público.</p>
<p style="text-align: justify;">Crédito têm Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestino, Marinês, Jackson do Pandeiro, Gerson Filho, Genival Lacerda, Zenilton, Josa, Sergio Lucas,  Lucas Campelo, Erivaldo de Carira, <span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ary_Lobo">Ary Lobo</a>,</span> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Zito_Borborema&amp;action=edit&amp;redlink=1">Zito Borborema</a>,</span> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Wanderley">Luiz Wanderley</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_do_Roj%C3%A3o">Sebastião do Rojão</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacinto_Silva">Jacinto Silva</a></span>, Clemilda, e muitos outros, que fieis aos conceitos de cultura, lutaram e lutam pela preservação, sempre ameaçada do forró legítimo, ante a ganância da apropriação do estilo para obtenção  do lucro com a deturpação das características.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Urge que, gestores no uso do dinheiro público, escolas   durante os estudos, TCE e MP na fiscalização, sejam  rigorosos, para que nossa manifestação cultural genuína, seja preservada, fortalecendo nossa alma histórica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Valtênio Paes de Oliveira</strong> é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
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		<title>Fundap comemora o dia Nacional do Forró</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 17:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Aperipê comemora nesse 13 de dezembro, o Dia Nacional do Forró. A data que foi instituída através de Lei sancionada em 2005 homenageia o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. A história do maior sanfoneiro do Brasil e suas riquezas musicais tem tudo haver com a cultura do forró que existe no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Fundação Aperipê comemora nesse 13 de dezembro, o Dia Nacional do Forró. A data que foi instituída através de Lei sancionada em 2005 homenageia o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. A história do maior sanfoneiro do Brasil e suas riquezas musicais tem tudo haver com a cultura do forró que existe no estado de Sergipe, onde o ritmo que tem como carro chefe a Sanfona embala não só os festejos juninos, mas também as festas durante o ano inteiro, na capital e no interior.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A Aperipê TV exibe, semanalmente, o programa Nossa Terra Nossa Gente, comandado pelo apresentador, Zito Costa, que traz talentos já consagrados e abre espaço aos novos artistas, consagrando, ainda mais, o forró como ritmo fundamental. Já a Rádio Aperipê tem diversos programas que fazem questão de manter o forró em sua programação, uma vez que o estado é um exportador de talentosos artistas com carreiras firmadas através desse ritmo. Um dos maiores exemplos é o programa Nação Nordestina onde o apresentador Paulo Corrêa recebe ao vivo nas manhãs de domingo, uma seleção de artistas que podem desfrutar do espaço para apresentarem suas obras e fazer a interação com os ouvintes. É um verdadeiro celeiro dos forrozeiros sergipanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos programas já citado, outros como: Forró no Asfalto; No Pé da Serra; Puxe o Fole; A Voz do Nordeste; Violas da Nossa Terra; Sertanejando e Rancho Alegre animam os sergipanos amantes do forró, dando densidade à cultura local.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Dicionário do Folclore Brasileiro, do estudioso, Câmara Cascudo, o forró -baile animado em que se dança ao som de ritmos nordestinos, festa popular com música animada &#8211; é a redução do vocábulo &#8220;forrobodó&#8221;. Contudo, há uma versão popular de que o nome teria vindo da leitura estropiada da expressão inglesa “for all”.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Arthur Moreira Lima faz concerto hoje em Aracaju</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2017 20:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Logo mais, às 19h30, na praça General Valadão, em Aracaju, o premiado pianista brasileiro, Arthur Moreira Lima, fará um concerto para os sergipanos,  no projeto “Um Piano pela Estrada com Arthur Moreira Lima e Ultragaz”. O evento será aberto pelo Quarteto de Cordas da Escola de Arte Valdice Teles. O pianista vai percorrer mais de 12 cidades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Logo mais, às 19h30, na praça General Valadão, em Aracaju, o premiado pianista brasileiro, Arthur Moreira Lima, fará um concerto para os sergipanos,  no projeto “Um Piano pela Estrada com Arthur Moreira Lima e Ultragaz”. O evento será aberto pelo Quarteto de Cordas da Escola de Arte Valdice Teles. O pianista vai percorrer mais de 12 cidades de 11 estados do País, com concertos gratuitos e abertos ao público, a bordo de um sofisticado caminhão-teatro que se transforma em um palco de 45 metros quadrados. É esperada uma plateia total de 50 mil pessoas no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto é patrocinado pela Ultragaz e está alinhado à sua política de sustentabilidade, com o objetivo de levar música clássica e popular brasileira gratuitamente a um público diversificado, além de incentivar a formação musical de jovens de comunidades locais. A proposta é que ONGs e instituições de ensino levem seus jovens talentos para fazerem a abertura dos espetáculo<span style="text-decoration: line-through;">s</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande novidade, contudo, está no piano de cauda, elemento principal, transportado no caminhão juntamente com todos os equipamentos do concerto, o próprio palco (conversão do baú do veículo na área da cena), o som, o telão, a iluminação, o ar condicionado e até mesmo o camarim. Tudo gerenciado por uma equipe de 17 pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O pianista promete interagir e aguçar o desejo musical da plateia, de todas as faixas etárias, a cada concerto, dialogando sobre música, instrumentos e diversidade cultural do País. Com 1h30 de duração, o concerto mescla música clássica universal (Beethoven, Mozart e Chopin) a clássicos da MPB (Luiz Gonzaga e Pixinguinha). Isso tudo sem desconsiderar o estilo musical da região.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Há 17 anos, o Ultragaz Cultural leva cultura e educação para vários estados do País, especialmente à população que menos tem acesso a atividades deste tipo. Promover a democratização cultural é um dos nossos compromissos de sustentabilidade”, afirma Daniela Gentil, gerente de sustentabilidade da Companhia Ultragaz.</p>
<p style="text-align: justify;">O espetáculo também ocorrerá em:  Suape – Recife (PE) – 04/05, Caucaia (CE) – 09/05, Juazeiro (BA) – 16/05, Petrolina (PE) – 17/05 e Salvador (BA) – 22/05.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Ultragaz tem a preocupação de levar a cultura sofisticada à população, sem esquecer de disseminar a música popular brasileira, que faz do nosso País uma nação tão particular e especial”, destaca Arthur Moreira Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ultragaz Cultural é um projeto da Ultragaz que utiliza os incentivos da Lei Rouanet e conta com o apoio das Secretarias de Educação e Cultura e das prefeituras das cidades nas quais se apresenta. O objetivo do programa é promover e disseminar a cultura entre jovens e crianças de diferentes comunidades, por meio de espetáculos e eventos educativos. Desde 2000, o Ultragaz Cultural propaga cultura por meio da música, dança, teatro, folclore e literatura.</p>
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		<title>Vaquejada é crime?</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/vaquejada-e-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2016 12:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga]]></category>
		<category><![CDATA[Porto da Folha]]></category>
		<category><![CDATA[rei do baião]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Lucaas]]></category>
		<category><![CDATA[vaquejada]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="_all_wplink_7e9Ne5ub_cc" style="position: absolute; opacity: 0.001; z-index: 10; filter: alpha(opacity=0);"><a href="http://www.misibisbay.com/release/au-yeezy-350-v2-sale.html">adidas yeezy boost 350 australia for sale</a><a href="http://immunogenes.com/new/buy-yeezy-boost-350-v2.html">yeezy boost 350 australia v2</a><a href="http://www.nationalstonecentre.org.uk/news/adidas-yeezy-350-v2-for-sale.html">adidas yeezy boost 350 v2 uk</a><a href="http://thehighlandcenter.org/wp/yeezy-boost-350-v2-online-sale.html">adidas yeezy boost 350 v2 uk</a><a href="https://www.celeste.fr/str/yeezy-750-boost-brown-chocolate-acheter.html">adidas yeezy boost 750 light brown chocolate prix</a><a href="http://www.greta-gipfcip-guyane.fr/vente/750-light-brown.html">yeezy boost 750 light brown chocolate gum soldes</a><a href="http://lcabad.fr/brown.php">yeezy boost 750 light brown chocolate gum vente</a><a href="http://groupebedi.com/au/australia-750-brown.html">yeezy 750 boost australia sale</a><a href="http://www.datacom.ind.br/en/yeezy-750-australia.html">Yeezy Boost 750 For Sale Australia</a></div>
<p>Por Sérgio Lucas*</p>
<p style="text-align: justify;">Nem tanto ao mar, nem tanto à terra, diriam os lusitanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sou fazendeiro, criador de cavalos, nem vaqueiro. Nunca corri vaquejada e, com certeza, não tenho nenhum talento para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Sou nordestino, amante da nossa cultura e, lamentando algumas inúteis e injustificáveis agressões perpetradas por defensores ou contrários à vaquejada, vou fazer algumas ponderações. Elas não representam a verdade absoluta. É apenas a minha verdade, dentro dos limites de minha falibilidade de percepção:</p>
<p style="text-align: justify;">A vaquejada é um esporte secular do Nordeste brasileiro. *É o único esporte genuinamente brasileiro* e está impregnada na cultura do nordestino, assim como o sangue que lhe corre nas veias.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu primeiro registro como prática é datado de 1874, com o cearense José de Alencar. Ela não surgiu da mente sádica de homens doentios que desejavam apenas se divertir, maltratando os animais. Na verdade, a vaquejada reproduz a lida diária do vaqueiro nordestino no trato com o gado e, principalmente, a ocasião das apartações.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em um pequeno, porém necessário comparativo, temos que o gaúcho pampeiro, para fazer o seu trabalho com as reses, usa a corda pra laçar o boi. Os pampas têm uma vegetação rasteira que permite esse tipo de manejo. O nordestino sertanejo, por seu turno, lida com os bovinos na caatinga, uma vegetação repleta de arbustos cheios de galhos retorcidos e espinhos. Nesse ambiente, é impossível imaginar o vaqueiro girando o laço para pegar o boi. O sertanejo enfrenta a vegetação inóspita, montando com destreza o seu cavalo, à procura da rês em disparada. São idiossincrasias tópicas que fazem com que a prática de ambos os trabalhadores sejam diversas. Ambos são belos espetáculos da disputa entre o homem e a natureza. Nos dois casos a finalidade é cuidar do gado para o seu destino final, o abate e a mesa do ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Convém registrar que somos onívoros. Isso quer dizer que, em nossa dieta, incluímos, também, carne animal. Para isso, o &#8220;nosso costume&#8221; admite a morte de outros seres vivos e ninguém está a praticar qualquer crime. Assim, à exceção dos veganos, falece legitimidade aos demais para falar de crueldade contra os bichinhos. Se bem que as plantas, também, gostariam de continuar vivendo, se me permitem a prosopopeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, no nosso caso, essa cultura de lidar com os bovinos foi reproduzida nas corridas de mourão. Ela não é a cópia mais fiel; porquanto essa primazia compete à Pega-de-boi-no-mato; a qual tem o seu maior expoente na Festa do Vaqueiro de Porto da Folha/SE. No entanto, ela,  a corrida de mourão, detém maior número de praticantes e expectadores em razão da sua maior visibilidade, conforto e evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">A nossa vaquejada foi cantada por nosso maior expoente musical, o Rei Luiz Lua Gonzaga; é exaltada por poetas, cordelistas e violeiros (até eu tive a ousadia de compor músicas com o tema!). A vaquejada é retratada por pintores e artesãos e é praticada e defendida por iletrados e doutores, inclusive com votos de cinco ministros do Supremo Tribunal Federal favoráveis à sua manutenção. É ilógico imaginar que estamos falando de uma legião de insanos cruéis; muito menos, criminosos.</p>
<figure id="attachment_5640" aria-describedby="caption-attachment-5640" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5640 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Sérgio-Lucas-300x212.jpg" alt="Juiz de Direito, Sérgio Lucas" width="300" height="212" /><figcaption id="caption-attachment-5640" class="wp-caption-text">Sérgio Lucas, juiz de Direito e escritor sergipano</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A vaquejada gera renda para mais de um milhão de pessoas, entre empregos diretos e indiretos. São vaqueiros, tratadores, criadores, fazendeiros, leiloeiros, domadores, veterinários, empresários, artistas, agricultores, produtores de ração, publicitários&#8230; Enfim, um universo de trabalhadores que têm nesse esporte a sua principal ou única fonte de renda.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esse pequeno apanhado é possível afirmar que &#8220;ser contra a Vaquejada é ser contra o Nordeste.&#8221; Continuemos:</p>
<p style="text-align: justify;">A vaquejada moderna evoluiu a tal ponto que mal se compara ao que acontece no dia a dia das fazendas. Ao contrário, o trato e o respeito ao bem estar do animal se reflete no cotidiano das propriedades rurais, a exemplo da evolução automotiva causada pelas corridas de automóveis nos nossos veículos.</p>
<p style="text-align: justify;">As regras têm se tornado cada vez mais rígidas e minuciosas, fazendo com que o tratamento rudimentar se torne cada dia mais brando e sendo raríssimos os casos de lesões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maus tratos, caso eventualmente cometidos, porque há maus profissionais em todas as áreas, são punidos com desclassificação, e essa acarreta prejuizo financeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso conhecer para opinar, ir às pistas, falar com os árbitros, veterinários e praticantes e ter noção de toda a cadeia de empregos gerados.</p>
<p style="text-align: justify;">Se, ainda assim, você for contrário à vaquejada, a minha respeitosa discordância. Mas, por &#8220;obséquio e coerência&#8221; não comemore qualquer decisão em desfavor dessa importante manifestação da nossa cultura comendo um churrasco!</p>
<p style="text-align: justify;">* Sérgio Menezes Lucas</p>
<p style="text-align: justify;">Juiz de Direito, Compositor e Escritor Sergipano</p>
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		<title>A degradação do intelecto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 12:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses me revoltei e parei de escrever&#8230; fiquei me perguntando o porquê de exercitar a arte de pensar, de me debruçar sobre mim mesmo e sobre os assuntos que nos cercam, transformar o SUORPENSAR em palavras&#8230; em períodos&#8230; em parágrafos&#8230; em texto&#8230; em reflexão. [box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]  &#8211; Pra quê, doutor!? Nossa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses me revoltei e parei de escrever&#8230; fiquei me perguntando o porquê de exercitar a arte de pensar, de me debruçar sobre mim mesmo e sobre os assuntos que nos cercam, transformar o SUORPENSAR em palavras&#8230; em períodos&#8230; em parágrafos&#8230; em texto&#8230; em reflexão.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8211; Pra quê, doutor!? Nossa intelectualidade virou a lama de Mariana&#8230; e, em enxurrada frenética do tipo “lá vem o Brasil descendo a ladeira”, deixou de pensar o que o país precisa e passou a exercer o papel de “sempre mais do mesmo”, pedra cantada por Renato Russo ainda na década de 80.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos ‘heróis’ intelectuais, que sobreviveram à ‘ditadura’, gozaram de direitos e salários (e ainda o gozam zam zam), tiveram passagem gratuita para países chiques da Europa, viraram ícones da voz dos mais sofridos (Luiz Gonzaga canta uma música bacana pra essa história: “que mentira, que lorota boa”).</p>
<p style="text-align: justify;">Anos depois, o Brasil vive a pior das crises políticas, um  tsulama de corrupção, escândalos e coisas que nem nome têm&#8230;mesmo assim&#8230; os únicos poetas e artistas outros que saem na ‘porrada’ com o que está aí são os adeptos do Bailão do Robyssão&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Onde estão os nossos heróis? Onde estão as vozes que clamaram e lutaram por um país livre e dias melhores?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Nem me pergunte.</p>
<p style="text-align: justify;">-Por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Não sei responder.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ah, tá!</p>
<p style="text-align: justify;">Olhe, cara, quer saber, vou dançar pagode. Não quero mais MPB. Pelo menos o Delcídio foi preso&#8230;</p>
<p>&#8211; Vamos dançar um reggae!!! Chama o Edson!!!</p>
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