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	<title>Arquivo para Merenda escolar - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Broa na merenda: todo mundo sabia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 10:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Merenda escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintese]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde junho de 2014 que o Governo de Sergipe  e diversas outras autoridades, inclusive federais, tinham  conhecimento dos problemas envolvendo a merenda escolar distribuída aos alunos da rede estadual. O Só Sergipe teve acesso, com exclusividade, a todos os relatórios elaborados desta época até agora, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese). [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde junho de 2014 que o Governo de Sergipe  e diversas outras autoridades, inclusive federais, tinham  conhecimento dos problemas envolvendo a merenda escolar distribuída aos alunos da rede estadual. O Só Sergipe teve acesso, com exclusividade, a todos os relatórios elaborados desta época até agora, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese). A presidente do sindicato, Ângela Melo, destaca que a situação das escolas tem piorado ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela lembra que, ainda em junho de 2014, diante da inércia do Governo do Estado, o então presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), José Válter dos Santos Costa, enviou ofício às autoridades informando que as atividades desta entidade iam ser suspensas. O CAE parou porque esperava que o governo resolvesse os problemas encontrados por técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)  que visitaram Sergipe em 2012 e emitiram um relatório contundente e sugerindo medidas urgentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os 10 problemas listados pelo FNDE afetaram, diretamente, a saúde dos alunos que consumiram os alimentos ofertados pelo Governo de Sergipe naquela ocasião, com destaque para a &#8220;falta de infraestrutura para o armazenamento, preparo e oferta da alimentação escolar&#8221;.  E de lá para cá, as coisas só pioraram. Só para se ter uma ideia do descaso com que o assunto é tratado, o FNDE detectou, em vários estabelecimentos, o descumprimento de uma portaria interministerial de número 1010\2006, que não permite a presença de cantinas particulares nas escolas. As cantinas comercializavam lanches &#8220;ricos em gordura, sódio e açúcar simples&#8221;, denuncia o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]O Sintese reagiu e enviou ofícios às autoridades, não só alertando para os problemas encontrados na vistoria do FNDE, mas também lembrando que  o CAE estava inativo há dois meses, justamente pela falta de providências do governo, mas que tal órgão precisava voltar a atuar.  O governador  de Sergipe, Jackson Barreto, PMDB, recebeu um documento, devidamente protocolado informando a péssima situação da merenda escolar, mas a resposta ao sindicato nunca chegou. Também não houve resposta, segundo a presidente do Sintese, Ângela Melo, do Ministério Público Federal, FNDE, Controladoria Geral da União, Ministério da Educação. Diante do descaso explícito, em novembro de 2014, foi protocolado um novo ofício à Secretaria de Educação  pedindo providências para que  o CAE fosse reativo, mas não obteve nenhuma resposta.[/box]</p>
<p>O professor Paulo Cezar Lira Fernandes,  integrante do CAE, faz um desabafo contundente denunciando a inércia, não só do Governo do Estado, mas também das demais autoridades que não deram nenhuma resposta  aos ofícios do Sintese.</p>
<p><iframe title="Paulo Cezar Lira Fernandes" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/aawSYjBXHlM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Denúncias protocoladas:</strong>[tabs type="horizontal"]<br />
[tabs_head]<br />
[tab_title] <strong>2014</strong> [/tab_title]<br />
[tab_title] <strong>2015</strong> [/tab_title]<br />
[/tabs_head]<br />
[tab] [box type=&#8221;download&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]- <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/CAE/CAE-SE.pdf" target="_blank">Documento elaborado pelo <strong>Conselho de Alimentação Escolar</strong></a> (CAE).<br />
&#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/CAE/CAE-SE%20Protocolo Governador.pdf" target="_blank">Protocolo <strong>Governo de Sergipe</strong> | Sintese</a>.<br />
&#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/CAE/CAE-SE Protocolo TCU-SE.pdf" target="_blank">Protocolo <strong>TCU/SE</strong> | Sintese</a>.<br />
&#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/CAE/CAE-SE Protocolo Procuradora-Chefe.pdf" target="_blank">Protocolo <strong>Procuradoria de República/SE</strong> | Sintese</a>.<br />
&#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/CAE/CAE-SE Protocolo CGU.pdf" target="_blank">Protocolo <strong>CGU</strong> | Sintese</a>.<br />
&#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/CAE/CAE-SE Protocolo FNDE.pdf" target="_blank">Protocolo <strong>FNDE</strong> | Sintese</a>.<br />
&#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/CAE/CAE-SE Protocolo Ministro da Educação.pdf" target="_blank">Protocolo <strong>Ministério da Educação</strong> | Sintese</a>.[/box] [/tab]<br />
[tab][box type=&#8221;download&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] &#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2015/Ratificação%20de denúncia em vários órgãos após Conexão Repórter.pdf" target="_blank">Denúncia e pedido de reunião em <strong>vários órgãos</strong> | Sintese</a>.<br />
&#8211; <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2015/Denúncia%20e pedido de reunião em vários órgãos.pdf" target="_blank">Ratificação de denúncia após <strong>Conexão Repórter</strong>| Sintese</a>.<br />
[/box]  [/tab]<br />
[/tabs]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mazelas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fiscalização por amostragem feita pelo FNDE expondo as mazelas na distribuição da merenda escolar,  incluiu unidades de ensino de Aracaju, Pirambu, Japaratuba, Carmópolis, Estância, Ribeirópolis, Itabaiana, Boquim e Nossa Senhora do Socorro, onde foram detectados &#8220;graves e preocupantes irregularidades&#8221;, como &#8220;ausência de documentos que comprovem o controle de pragas  vetores urbanos e a limpeza periódica dos reservatórios de caixa d&#8217;água&#8221;  e &#8220;ausência de controle  de monitoramento do número de refeições servidas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em janeiro deste ano, o Sintese solicitou a intervenção do Tribunal de Contas da União e do FNDE para reativação do CAE e em março pediu uma audiência junto ao Ministério Público Federal para &#8220;discutir alternativas que conduzissem a imediata regularização do CAE&#8221;, mas com diz o próprio sindicato, não obteve sucesso na reivindicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Inconformada, a direção do Sintese, no dia 14 de abril volta a alertar  a Procuradoria Geral do Estado  e demais órgãos por conta da inoperância do CAE, que estava sem funcionar desde o dia 8 de junho de 2014, O sindicato acusa a Secretaria de Estado da Educação de &#8220;não assegurar as condições fundamentais para o funcionamento do CAE, tendo, dentre as consequências, o impedimento dos conselheiros visitarem as escolas estaduais&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, as visitas foram feitas, entre elas a da conselheira Maria Bernadete Rodrigues Pinheiro, que encontrou algumas escolas em situação vexatória. E pior, os alunos não tendo alimentação correta. Em uma delas, foi constatado que um único copo era destinado para vários alunos, falta de refeitório, entre outros problemas gritantes.</p>
<p style="text-align: justify;"> [one_fourth] <strong>Indignação<br />
</strong>Assista ao depoimento da professora e conselheira do CAE, Maria Bernadete. Ele é contundente.[/one_fourth][three_fourth_last]</p>
<p><iframe title="Maria Bernadete" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/079ajvGgi54?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>[/three_fourth_last]</p>
<p>[one_half][box type=&#8221;download&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]- <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2014/Dossiê 2014.pdf" target="_blank">Dossiê alimentação escolar 2014 | Sintese</a>.[/box][/one_half]</p>
<p>[one_half_last][box type=&#8221;download&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]- <a href="https://www.sosergipe.com.br/arquivos/denunciasintese/2015/Dossiê 2015.pdf" target="_blank">Dossiê alimentação escolar 2015 |Sintese</a>.[/box][/one_half_last]</p>
<p><strong>Trágica situação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em maio deste ano,  o Sintese voltou a enviar diversos ofícios para as mesmas autoridades &#8211; ou seja, a mesma denúncia mais uma vez &#8211;  e agora alertando para o que chamou de &#8220;trágica situação que vive a merenda escolar em nosso Estado&#8221; com a apresentação de um dossiê que retrata a situação das unidades na região do Vale do Cotinguiba. E nesse dossiê existem situações hilárias, como a que foi detectada na Escola Leandro Maciel, em Rosário do Catete, onde houve devolução de alimentos (arroz, feijão, legumes e carne) por não haver quem os preparasse.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o FNDE fez a  fiscalização, não encontrou nutricionistas no quadro da Secretaria de Estado da Educação, mas quatro que exerciam cargos comissionados. O descaso  acarreta diversos problemas de saúde aos estudantes, não só agora (pela falta de alimentação adequada), mas também no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Futuros doentes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A nutricionista Micheline Ferreira, do Sindicato dos Nutricionistas de Sergipe, acompanhou de perto a alimentação dada aos alunos e assegura que muitos poderão ter problemas de saúde mais tarde devido a ingestão de alimentos ricos em sal e açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">[two_third]</p>
<p><iframe title="Micheline Ferreira" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Ft68HBli85c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>[/two_third][one_third_last]<strong> A Dra. Micheline </strong>é taxativa em dizer que é oferecido alimento ruim para os estudantes da rede estadual de educação em Sergipe.<strong>[/one_third_last]</strong></p>
<p><strong>Diabetes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 3 de julho, está marcada uma audiência com os professores que integram o CAE com promotores do Ministério Público de Sergipe e procuradores do Ministério Público Federal, justamente para  discutir a merenda escolar no Estado,  cuja qualidade, como foi denunciada pela nutricionista Micheline Ferreira, transforma os estudantes em potenciais candidatos a  diabetes, hipertensão arterial e outras enfermidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os documentos e relatórios feitos pelo Sintese e enviados às autoridades foram devidamente protocolados e estão disponíveis para download aqui no Só Sergipe.</p>
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