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	<title>Arquivo para música - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para música - Só Sergipe</title>
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		<title>Aperipê FM completa hoje 23 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 04:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse 12 de dezembro de 2018, a Fundação Aperipê (Fundap)  comemora os 23 anos da Rádio Aperipê FM 104.9. Uma história construída com muito trabalho, dedicação e consciência de que os padrões de qualidade musical, educativo e informativo, são molas mestras para fazer dessa, a rádio que o sergipano se identifica. A característica dinâmica que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesse 12 de dezembro de 2018, a Fundação Aperipê (Fundap)  comemora os 23 anos da Rádio Aperipê FM 104.9. Uma história construída com muito trabalho, dedicação e consciência de que os padrões de qualidade musical, educativo e informativo, são molas mestras para fazer dessa, a rádio que o sergipano se identifica.</p>
<p style="text-align: justify;">A característica dinâmica que engloba a nossa grade de programação traz um cuidado especial com os músicos e suas obras, bem como com todos os seguimentos da arte genuinamente sergipana. Além disso, a Aperipê FM tem como peça fundamental o fomento da cultura popular, através da abertura da grade de programação para entrevistas, apresentações musicais ao vivo e prestação de serviço ao cidadão.</p>
<p style="text-align: justify;">O radialista, Fernando Cabral, ressaltou a importância da emissora para a comunicação sergipana – “É uma rádio de grande valia porque ela faz o papel de divulgar a cultura de Sergipe, fortalecendo a nossa comunicação. Em um contexto geral, a Fundap, é uma escola para a nossa comunicação e a Aperipê FM, abre o espaço necessário, também, para novos profissionais, mesmo diante das dificuldades que o rádio enfrenta para se manter em todo o país”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Aperipê FM é a “caçula” do complexo de comunicação do Governo do Estado de Sergipe, que compreende: a Rádio Aperipê AM 630 (que completará 80 anos em 2019), e a Aperipê TV (com 34 anos sendo afiliada da TV Cultura). Um conglomerado de emissoras responsável pela comunicação pública, educativa e com foco na cultura sergipana.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<figure id="attachment_14892" aria-describedby="caption-attachment-14892" style="width: 317px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-14892" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/12/chiquinho-ferreira.jpg" alt="" width="317" height="250" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/12/chiquinho-ferreira.jpg 317w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/12/chiquinho-ferreira-300x237.jpg 300w" sizes="(max-width: 317px) 100vw, 317px" /><figcaption id="caption-attachment-14892" class="wp-caption-text">Chiquinho Ferreira, presidente da Fundação Aperipê</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Chiquinho Ferreira, diretor-presidente da Fundap, falou da satisfação em fazer parte da Fundap num momento tão importante. “Estou feliz por estar aqui vivenciando tudo isso, dentro da Fundação. Mesmo diante de um mercado impositivo, através das gravadoras, nós conseguimos manter um acervo musical de qualidade, valorizando o trabalho do artista e com uma linha de informações que valorizam a história dos músicos e suas obras. É mais um ano que chega com maturidade se mantendo firme e forte no seu propósito de divulgar o que temos de melhor”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">“Gostaria de parabenizar cada colaborador dessa equipe que se empenha para fazer acontecer uma rádio de qualidade. Tenho atuado sob a orientação do no governador, Belivaldo Chagas para priorizar as rádios. Recebemos na semana passada, um pré-projeto estrutural e estamos em contato com os nossos parlamentares para que nos apoiem, viabilizando emendas, objetivando um fomento ainda maior da cultura sergipana. Parabéns a nossa FM que ganha mais um ano com qualidade”,  completou Chiquinho.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Selo</strong> &#8211; Para celebrar os 23 anos de história foi produzido um selo comemorativo, bem como uma programação musical com participações especiais de locutores, artistas e intelectuais, sempre voltada à pluralidade de expressões artísticas de Sergipe, montando um trabalho sociocultural.</p>
<p style="text-align: justify;">O radialista e diretor das Rádios Aperipê FM e AM, Otacílio Leite, falou da importância em manter o acesso fácil para a cultura. “O aniversário da rádio Aperipê FM é uma data importante na radiofonia de Sergipe. Apesar de ser uma rádio jovem, a 104,9 se consolidou como emissora que divulga, fomenta e incentiva a cultura do nosso estado. Eu costumo dizer que a Aperipê FM é porta aberta para o artista sergipano. Aqui o artista sergipano tem vez e voz. Parabéns Aperipê FM”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A valorização da opinião dos ouvintes sempre um marco, durante esses anos de trajetória. Alguns dos nossos espectadores mais assíduos, deixaram seu recado.</p>
<p style="text-align: justify;">A chefe de cozinha e artista visual, Adriana Hagenbeck, parabenizou a rádio. “São vinte e três anos de informações e cultura que engrandeceu muito a nossa imprensa sergipana. Obrigada Aperipê FM e parabéns”!</p>
<p style="text-align: justify;">“Parabenizo a Aperipê FM por mais um aniversário, divulgando a arte e a cultura do nosso estado”, afirmou  o artista plástico, Zé Fernandes.</p>
<p style="text-align: justify;">“Gostaria de parabenizar a Aperipê FM pelos seus 23 anos e agradecer imensamente por todo o apoio que tem nos dados, todos esses anos”, ressaltou Julico, da Banda The Baggios.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aquela última música</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 15:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carolina Matias]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Nicholas Sparks]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_9216" aria-describedby="caption-attachment-9216" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-9216" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/carol-matias-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/carol-matias-1-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/carol-matias-1.jpg 200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-9216" class="wp-caption-text">Ana Carolina Matias</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Após o divórcio dos pais, a musicista Verônica – Ronnie – Miller, fica morando com a mãe em Nova York enquanto o pai se muda para a cidade praiana de Wrightsville, na Carolina do Norte. Ronnie e seu irmão mais novo, Jonah, são enviados pela mãe para passarem um verão com seu pai, porém, a adolescente rebelde resolve se afastar e aproveitar a cidade de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante um passeio pela cidadezinha, Ronnie esbarra com Will, mesmo não gostando dele de cara e tentando bancar a garota complicada, os dois embarcam em um romance de verão. Porém, além de Will, a jovem conhece um grupo problemático local, com quem se mete em encrencas.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o verão, Ronnie se reconecta com a música, com seu pai, aprende sobre amor e o valor da família. Nicholas Sparks, autor de diversos livros famosos do gênero, como o “Diário de uma paixão” e “Um amor para recordar”, nos leva às lágrimas mais uma vez ao nos lembrar o quão imprevisível a vida é e como devemos dar valor às pessoas a nossa volta e principalmente, às que nos amam e querem o nosso bem.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro, assim como diversas obras de Nicholas Sparks, também foi adaptado para o cinema. Apesar de que, existe uma história de que esse foi encomendado especialmente para a cantora e atriz Miley Cyrus interpretar. Logo, o filme veio antes do livro.</p>
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		<title>O CABARÉ DO VATICANO: MEMÓRIAS DE ARACAJU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 13:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra francesa Cabaret serve para designar espaço de entretenimento com música, dança, frequentados por pessoas mais abastadas que marcou a vida daquele país no período da belle époque. No Brasil e em outras culturas ganhou também o sentido de prostíbulo, lupanar, casa de prostituição, puteiro, espaço procurado por homens não apenas para a obtenção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"></div>
<figure id="attachment_11644" aria-describedby="caption-attachment-11644" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-11644" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-11644" class="wp-caption-text">Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A palavra francesa Cabaret serve para designar espaço de entretenimento com música, dança, frequentados por pessoas mais abastadas que marcou a vida daquele país no período da belle époque. No Brasil e em outras culturas ganhou também o sentido de prostíbulo, lupanar, casa de prostituição, puteiro, espaço procurado por homens não apenas para a obtenção de favores sexuais, mas também para encontros de final de tarde e nos períodos noturnos com amigos e muitas vezes até para tratar de negócios empresariais. Muitos ganharam notoriedade e foram imortalizados pela literatura. Bom exemplo é o Bataclan, em São Jorge dos Ilhéus, sul da Bahia, espaço central da trama da novela Gabriela, escrita por Jorge Amado. Em Aracaju, muitos ficaram notórios, como Alabama, Atlântico, Bela Vista, Epitácio, Fresca e Miramar.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, poucos, ganharam a notoriedade do Vaticano, um conjunto de 10 sobrados localizados entre a Praça das Sete Luzes, a avenida Otoniel Dórea e o Beco dos Cocos que no pavimento superior abrigava o famoso cabaré. O conjunto foi construído pelo empresário José da Silva, à época importante empreendedor imobiliário. A denominação se deve a suntuosidade da obra edificada ao final dos anos de 1920, logo inapropriadamente comparada pelo imaginário popular com a grandeza da Santa Sé.</p>
<p style="text-align: justify;">Constituir e dar publicidade a uma memória é a forma prática de oferecer as bases empíricas para a organização de um campo científico: o da História. A história é, por assim dizer, a forma científica de organização da memória. Esta, por ser fruto de uma escolha efetuada pela ação temporal das configurações humanas, se apresenta sob a condição de monumentos. Ou, quando tomada pelos historiadores, submetida ao trabalho destes, caracterizada como documento. O historiador Jacques Le Goff lembra que a palavra latina “monumentum” remete para a raiz indo-européia men, que exprime uma das funções essenciais do espírito (mens), a memória (memini). O monumentum é um sinal do passado&#8230; é tudo aquilo que pode evocar o passado, perpetuar a recordação, por exemplo, os atos escritos. O monumento tem como característica o ligar-se ao poder de perpetuação, voluntária ou involuntária, das sociedades históricas (é um legado à memória coletiva) e o reenviar a testemunhos que só numa parcela mínima são testemunhos escritos. As contribuições memorialísticas são sempre bem vindas. Principalmente quando bem ordenadas e expostas de um modo que vão para além dos limites da memória, posto que assentadas sobre um vasto cabedal de erudição.<br />
[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, a cidade de Aracaju recebeu duas importantes contribuições. Do ponto de vista da pesquisa histórica, o Dicionário de Nomes e Denominações de Aracaju, de Luiz Antônio Barreto, contendo informações sobre pessoas, fatos, datas da vida sergipana. A contribuição do engenheiro Fernando Porto no seu livro, Alguns Nomes Antigos do Aracaju, privilegiou a memória. Beco do Açúcar, Água Boa, Rua do Angelim, Anipum, Rua do Araçá, Aracajuzinho, Alto da Areia, Areinha, Aribé, Aroeira, Rua da Aurora, Rua do Barão, Morro do Bomfim, Rua da Cadeia, Canto Escuro, Carro Quebrado, Carvão, Praça da Catinga, Chica Chaves, Ilha das Cobras, Várzea do Coelho, Cruzeiro do Século, Estrada Nova, Praia Formosa, Fundição, Rua do Gaiola, Rua do Ouvidor, Pega P’ra Capar, Raposa, Telha, Vaticano.</p>
<p style="text-align: justify;">A lista de nomes é imensa. São Lugares conhecidos de Aracaju, com nomes que já foram varridos da memória da cidade. Difícil associa-los agora a lugares como a Travessa Deusdeth Fontes, a área da avenida Maranhão onde atualmente está localizado o Aero Clube, a Rua Vila Cristina, a Avenida Rio Branco, a Rua João Pessoa, a Praça General Valadão, ao Iate Clube de Aracaju, a Praça da Bandeira, ao Bairro Industrial, ao Centro de Criatividade, a Avenida João Ribeiro, a Praia 13 de Julho, a Avenida Ivo do Prado.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornalista e historiador lagartense Luiz Antônio Barreto nasceu em 1944 e morreu em Aracaju no ano de 2012. Foi diretor de revistas e jornais e editor em Aracaju e no Rio de Janeiro. Foi gestor público e dirigiu o Instituto Nacional do Livro, a Galeria de Artes Álvaro Santos, a Fundação Joaquim Nabuco, a Fundação Augusto Franco e assessorou a Confederação Nacional de Indústria. Foi Secretário Municipal da Educação de Aracaju e foi Secretário de Estado da Cultura e também da Educação em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;"> O engenheiro de minas e civil Fernando de Figueiredo Porto faleceu em 2005, aos 92 anos de idade. Nascido em Nossa Senhora das Dores, foi prefeito de Própria, professor da Escola Técnica Federal de Sergipe, da Faculdade Católica de Filosofia e da Universidade Federal de Sergipe. Pesquisador do desenvolvimento urbano, são importantes as contribuições anteriores oferecidas por ele em estudos como A cidade de Aracaju, “Os planos de urbanismo e sua aplicação às cidades sergipanas” e “Teófilo Dantas, um intendente de Aracaju”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao publicar o livro no qual Fernando Porto rememorou alguns nomes antigos de logradouros de Aracaju, a Prefeitura da cidade, através da Funcaju, se associou à Sociedade Semear para oferecer uma contribuição primorosa à memória/história da capital do Estado de Sergipe. Em uma bonita edição, a Aracaju da transição do século XIX para o século XX emerge não apenas no leve texto do autor, mas também numa bem cuidada iconografia, que se mostra já na foto da Travessa Deusdeth Fontes no ano de 1937 que aparece na capa do livro.</p>
<p style="text-align: justify;">São 48 fotografias de diferentes espaços. Em Alguns nomes antigos do Aracaju, a memória que aparece não é apenas aquela que remete a uma coleção de curiosidades. Ao apresentar os nomes que agora nos soam estranhos, Fernando Porto revela uma cidade que já não mais é. Fala da dificuldade em identificar a nomenclatura aracajuana primitiva, tanto pela inexistência de documentos escritos quanto pelo esquecimento das diferentes denominações. Remete o leitor a um tipo de realidade “que se manifesta de forma completamente diferente do que acontece nas outras perspectivas da história: a memória”. Em outras palavras, o transporta ao conjunto de comemorações, ao quotidiano, ao sentimento de duração, às coisas que mudam e a tantas outras que permanecem. Fala de história. A toponímia das cidades é provisória, por mais que pareça estável. Avançar em direção ao futuro é muito difícil. O vir-a-ser tritura, apaga os topônimos, produz esquecimentos sob uma voraz sanha mutatória que vai “deslocando para pontos remotos ou de menor valor urbano nomes de logradouros, muitos deles já arraigados na tradição popular” – como afirma o professor Porto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ítalo Calvino nos ensina que “de uma cidade, nós não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas”. O livro aqui examinado nos induz a formular perguntas à cidade de Aracaju, ajudando a conhecer o seu processo de urbanização, as suas formas, a sua intensidade e as suas peculiaridades. Compreender o conjunto de relações sociais estabelecidas no espaço urbano da capital. Um espaço seletivo, no qual as diferentes áreas, cada um dos bairros, possuem equipamentos urbanos distintos, algumas regiões guardando práticas que nem sempre são condizentes com os hábitos sociais mais contemporâneos. Cada espaço com características próprias ao processo da sua expansão, com múltiplas variações de uso urbano nas relações entre as pessoas e o espaço, gerando freqüentes conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>PRÁTICAS CULTURAIS NA ARACAJU DO SÉCULO XX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 May 2018 15:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[atores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(*) Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento Ítalo Calvino nos ensina que “de uma cidade, nós não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas” (Cf. CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. Tradução Diogo Mainardi. São Paulo, Companhia das Letras, 1990. p. 44.). É exatamente o de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(*) Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento</strong></p>
<figure id="attachment_11644" aria-describedby="caption-attachment-11644" style="width: 254px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11644" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg" alt="" width="254" height="254" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg 640w" sizes="(max-width: 254px) 100vw, 254px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11644" class="wp-caption-text">Professor Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Ítalo Calvino nos ensina que “de uma cidade, nós não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas” (Cf. CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. Tradução Diogo Mainardi. São Paulo, Companhia das Letras, 1990. p. 44.).</p>
<p style="text-align: justify;">É exatamente o de formular algumas perguntas à cidade de Aracaju o propósito desta reflexão. Interessa pensar o seu processo de urbanização, as suas formas, a sua intensidade e as suas peculiaridades. Compreender o conjunto de relações sociais, práticas culturais e educativas estabelecidas no espaço urbano da capital do Estado de Sergipe, a partir das suas primeiras manifestações na metade dos anos 50 do século XIX, quando a cidade foi fundada por Inácio Barbosa para ser a capital da Província até adquirir a sua condição atual de metrópole conturbada.</p>
<p style="text-align: justify;">Um espaço seletivo, no qual as diferentes áreas, cada um dos bairros possui equipamentos urbanos distintos, algumas regiões guardando práticas que nem sempre são condizentes com os hábitos sociais mais contemporâneos. Cada espaço com características próprias ao processo da sua expansão, com múltiplas variações de uso urbano nas relações entre as pessoas e o espaço gerando frequentes conflitos. A luta pelo domínio do uso do solo da cidade é parte desses conflitos, importantes no processo de formação da estrutura urbana e na visão incorporada pelos indivíduos que assumem o poder, criando e recriando o espaço urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">As condições ambientais são também determinantes do comportamento humano no espaço da cidade. A existência de rios, as áreas litorâneas, os espaços de preservação florestal, a implantação de rodovias, condições de saneamento, distribuição de energia elétrica são elementos considerados nos conflitos que têm o domínio do espaço urbano como foco. Essa diferenciação urbana forma guetos, com muitas áreas deprimidas pela pobreza. Mas estabelece ainda um outro tipo de gueto. Aqueles destinados às pessoas de renda mais alta, os condomínios fechados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse processo desigual, o Estado tem buscado regular o uso do espaço, através de um ordenamento legislativo no qual esses conflitos ganham força de modo especial. Esse tipo de ação integra-se a todo um contexto que produz necessidades educacionais, sanitárias, de abastecimento, de lazer, de transporte, de controle social – elementos indispensáveis à manutenção da ordem vigente. Tudo enfim que se pode entender por urbanização. A aceleração do ritmo da vida social urbana é parte visível desse processo que se confunde com o da vida das pessoas na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade que Inácio Barbosa fundou, cresceu. E com ela os horizontes e utensilagens mentais dos seus habitantes. Cerca de um século após a sua fundação era possível verificar em Aracaju, na década de 50 do século XX, um intenso movimento cultural. “Reuniões. Encontros. Debates. Ora nos colégios, ora nas residências, ora nos cafés Central e Ponto Chique. Jornais. Revistas. Conferências. Eram cultivados os corais, o balé clássico e o canto lírico. Havia um Centro de Cultura ativo e operante. Uma palestra, por semana, em casa de cada associado. A Academia Sergipana de Letras era muito frequentada em reuniões festivas, quando da posse de um novo acadêmico. A revista Renovação, de Maria Rita, enchia a vaidade da província, publicando, generosamente, crônicas e poesias, de bom e mau quilates” (Cf. CABRAL, Mário. “Aracaju cultural em 1940”, in Revista da Academia Sergipana de Letras. Aracaju, Nº 27, Março 1980.p. 53.).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro pintado pelo cronista Mário Cabral mostra uma cidade culturalmente ativa, descrevendo a circulação de revistas como Alvorada, Estudos Sergipanos e Renascença; jornais, como Correio de Aracaju, Sergipe Jornal, Diário de Sergipe, A Cruzada, A República, O Estro, O Eco e O Nordeste; a Rádio Difusora era outro importante veículo de divulgação da formação da mentalidade dos aracajuanos, do mesmo modo que espaços de lazer como o Cinema Rio Branco – palco de grandes eventos do teatro brasileiro; grupos de teatro amador, como Os Nossos, Jhalf Pran e O Paulistano e seu Teatro; teatrólogos, como Alfredo Gomes, Raimundo Oliveira, Paulo Barreto, Flora do Prado Maia, José Carlos da Costa Farias e Severino Uchoa; os saraus musicais.</p>
<p style="text-align: justify;">Atores, a exemplo de Fernando França, Waldemar Prudente, Grossi Missano, Ednaldo Rezende, Neide Albuquerque e Violeta Andrade; os jornais falados; jornalistas, como João Batista de Lima e Silva, Paulo Costa, Ómer Mont’Alegre, Joel Silveira, Junot Silveira e Zózimo Lima e a sua coluna “Variações em Fá Sustenido”; cronistas sociais como Chico de Baim – um dos divulgadores do gênero jornalístico crônica social entre nós-, Heitor Teles – popularizador da crônica social nos jornais.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornalistas esportivos, como Martins Peralva – que revolucionou a crônica esportiva sergipana – e Isaac Zukerman; costureiros, como Otávio Soares o primeiro produtor de moda para as elites sergipanas, campo tradicionalmente dominado pelas mulheres; pianistas, como Carlos Rubens e Carlos Dantas; violonistas, como Carnera, João Moreira e Antônio Emílio; artistas plásticos como Florival Santos, Autran Santana, Inácio Oliveira, Álvaro Santos e Jenner Augusto; cantores populares, como João Melo, Humberto Araújo e Antônio Garcia.</p>
<p style="text-align: justify;">Clubes, a exemplo do Recreio Clube; bares, como o Café Central e o Bar Apolo; colégios, como o Atheneu Pedro II; a circulação de livros, como Lírica, de Garcia Rosa, Espelho Interior e Ilha Selvagem, de Passos Cabral;  Evangelho de um triste, de Artur Fortes; Caderno de Crítica, Espelho do Tempo, Caminho da Solidão; Roteiro de Aracaju e Crítica e Folclore, de Mário Cabral; Os Corumbas e Rua do Siriri, de Amando Fontes; A Catedral de Ouro e Sob o olhar malicioso dos trópicos, de Barreto Filho; Vidas Perdidas e Advogados, de Carvalho Neto;  O Problema Açucareiro em Sergipe, de Orlando Dantas;  Folclore da Cachaça, Cancioneiro de Sergipe e Contribuição ao Estudo de Aracaju, de José Calasans.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvimento Urbano de Aracaju, de Fernando Porto; Deus é Verde, de Jorge Neto; Vila de Santa Luzia, de Ómer Mont’Alegre; Letras Vencidas e Cajueiro dos Papagaios, de Garcia Moreno; Cidade Subterrânea, de Santo Souza; Dialética do Amor, de Ariosvaldo Figueiredo; Berço de Angústia, de Núbia Marques; Jackson de Figueiredo, de José Amado Nascimento; Poema da Noite, de Eunaldo Costa; Minha Gente, de Clodomir Silva; a grande casa editora que era a Livraria Regina.</p>
<p style="text-align: justify;">Estádios de futebol como o Adolfo Rollemberg; as grandes equipes de futebol como o Sergipe, o Cotinguiba, o Confiança. O espaço natural do meio ambiente continuava cercado, ainda, por coqueiros, melancias e caranguejos.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas, os fatos, as instituições os lugares, enfim, a criação humana na cidade nos mostra que o espaço urbano é o espaço dos olhares. Tudo está contido num emaranhado de ruas, praças, igrejas, edifícios, a movimentação das pessoas, um mundo de muitas tarefas. Tarefas assumidas anonimamente por todos e por cada um no contexto dos objetos, das cores, das luzes e das formas da cidade. Espaço que se antagoniza ao do campo, ao da vida rural, de ritmo lento e modorrento.</p>
<p style="text-align: justify;">Visão na qual estão calcadas as construções interpretativas da cidade feitas por memorialistas, poetas, romancistas, sociólogos, urbanistas, economistas e historiadores. Os viajantes foram os primeiros grandes apaixonados pelas cidades, pela tentativa de compreendê-las. Eles deixaram longas descrições. Trataram dos lugares, dos bairros, das transformações, do traçado urbano, das edificações e da paisagem humana. Mesmo quando as impressões que lhes ficaram não foram muito agradáveis, trataram das más impressões, das hostilidades ambientais, da irregularidade do traçado urbano.</p>
<p><strong>(*)</strong> Jorge Carvalho é ex-secretário estadual de Educação e professor aposentado da Universidade Federal de Sergipe</p>
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		<title>Jorge Ben Jor lança música em parceria com a Claro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 19:57:32 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O cantor Jorge Ben Jor lançou música inédita “São Valentin”. Inspirada no poema “Porque você é o meu amor” do alagoano Jorge de Lima, o single conta uma história que se passa na paradisíaca praia de Gungaporanga, na Barra de São Miguel/AL, na qual o santo do amor é chamado para ajudar na conquista da mulher amada.</p>
<p style="text-align: justify;">O lançamento ocorreu  na quarta-feira, 14 de fevereiro, dia de São Valentim, por meio de uma parceria exclusiva com o Claro Música, plataforma musical da Claro, e com um videoclipe criado pela Conspiração. A ação está sendo conduzida por Steve Eponto, estrategista do Creative Shop do Facebook, junto com a ID/TBWA, agência de mídia digital da operadora.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa conta com uma série de inovações: será 100% digital, mobile, com conteúdos disponibilizados em um formato apelidado de &#8220;Hand Single&#8221;, e estará disponível em um Canvas. No formato do Facebook, em anúncios ou no Feed de Notícias, é possível incluir textos, vídeos, fotos e áudio em sequência, criando uma experiência nativa, de carregamento fácil, disponível apenas no celular. Assim, as pessoas poderão ouvir a música, assistir ao clipe e conferir conteúdo exclusivo.</p>
<p style="text-align: justify;">A música poderá ser ouvida no lançamento pelo Claro Música. Em uma ação inédita e exclusiva, a plataforma disponibilizará o novo som de Jorge Ben Jor gratuitamente, onde clientes e não clientes poderão curtir bastando clicar no botão call to action dos anúncios no Facebook. Além disso, também disponibilizará uma playlist com os principais sucessos do cantor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa é mais uma ação inovadora que a Claro faz pensando em levar sempre o novo para seus clientes”, afirma Márcio Carvalho, diretor de Marketing da Claro. O serviço Claro Música oferece milhões de músicas para escutar no celular, tablet e computador, incluindo lançamentos da semana, playlists exclusivas e catálogo, além de rádios e outras funcionalidades. O serviço ainda permite baixar músicas para escutar mesmo sem internet, além de criação de listas e socialização com outros usuários. Isso tudo sem descontar da internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro destaque é o conceito usado na gravação do videoclipe &#8211; criado pelo núcleo de brand entertainment da Conspiração e dirigido por Andrucha Waddington. O material já foi pensado no formato vertical, uma das principais apostas do Facebook. &#8220;Cada vez mais temos incentivado o vídeo na vertical, ou formatos como o Canvas que é imersivo, preenchendo a tela do celular totalmente e capturando melhor a atenção das pessoas”, conta Renata Decoussau, líder do Creative Shop no Brasil. &#8220;Os resultados que observamos são de retenção cada vez maior para esse formato&#8221;, detalha.</p>
<p style="text-align: justify;">A inovação através do Facebook e Instagram vai além do formato vertical, ela está presente também na estratégia de lançamento. Serão desenvolvidas peças com vídeos curtos, além do Hand Single, para anúncios que irão atrair público para a plataforma da Claro, permitindo que as pessoas conheçam o aplicativo e a música &#8220;O poder de criar interações relevantes entre marcas, artistas e pessoas com anúncios para públicos segmentados, seja para target e retarget com o Facebook também é uma das apostas do lançamento&#8221;, finaliza Renata.</p>
<p>Confira: <a href="https://www.facebook.com/oficialjorgebenjor/posts/873613602809870" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/oficialjorgebenjor/posts/873613602809870</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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