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	<title>Arquivo para Paris - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Paris - Só Sergipe</title>
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		<title>COMO SERÁ O AMANHÃ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 13:00:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11644" aria-describedby="caption-attachment-11644" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-11644" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-11644" class="wp-caption-text">Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Faltam 55 dias para que os novos gestores brasileiros tomem posse nos cargos para os quais foram eleitos livremente pelo povo este ano. No Poder Legislativo, os deputados estaduais, deputados federais e senadores da República; no Executivo, os governadores do Distrito Federal e de 26 Estados, além do presidente da República. Em torno deste, o capitão Jair Bolsonaro (foto), a maior das expectativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o período da chamada ditadura militar tivemos cinco generais que governaram o país: Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Baptista Figueiredo. Depois que o Brasil superou o período da ditadura militar e reencontrou os caminhos da democracia tivemos quatro presidentes eleitos democraticamente, mas com tendência ideológica liberal conservadora: Tancredo Neves, José Sarney, Fernando Collor e Michel Temer.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Do primeiro, nada se pode dizer de bom ou de ruim. Afinal, sagrado no Colégio Eleitoral, morreu antes de tomar posse. Seu vice, José Sarney, assumiu. Dele, é possível afirmar que garantiu com firmeza o funcionamento das instituições democráticas e desse ponto de vista tomou decisões que para as circunstâncias da época foram ousadas, coadjuvado e tendo como fiador a emblemática figura do presidente do PMDB, da Assembleia Nacional Constituinte e da Câmara dos Deputados, Ulisses Guimarães. Mas, sua política econômica foi desastrosa. Tivemos três moedas entre 1985 e 1990: Cruzeiro, Cruzado e Cruzeiro Novo. No último mês do governo do seu antecessor, o general João Baptista Figueiredo, com Delfim Neto como ministro da Fazenda, em fevereiro de 1985, a inflação era escandalosa – 14 por cento ao mês. Ao final do governo Sarney, em março de 1990, Mailson da Nóbrega era o ministro da Fazenda e a inflação mensal chegou a inimagináveis 84,3 por cento ao mês.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Fernando Collor de Melo abriu o mercado brasileiro que era fechado e vinha representando um entrave ao desenvolvimento tecnológico do país. O seu estilo histriônico e espetaculoso foi inaugurado no primeiro dia de Governo, 15 de março de 1990, com o confisco das poupanças. Terminou com o triste espetáculo do impeachment, no dia 30 de dezembro de 1992, por crime de responsabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Michel Temer era o vice-presidente eleito na chapa de Dilma Roussef. Em 12 de maio de 2016 ele tomou posse após o afastamento da titular, em face do processo de impeachment no Senado Federal. Realizou um conjunto de reformas que dividiu a opinião pública: trabalhista, terceirização, previdência e ensino médio. Termina o período de governo no dia 31 de dezembro sob ameaça de várias denúncias em rumorosos casos de suposta improbidade administrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, o país conheceu quatro presidentes com viés ideológico que aponta nos rumos da social-democracia: Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef. Itamar tomou posse após a renúncia de Fernando Collor, de quem era o vice-presidente, em 29 de dezembro de 1992. O grande número de mineiros no Ministério fez seu governo ficar conhecido como o período da República do Pão de Queijo. Durante a sua administração o PIB cresceu 10 por cento e a renda per capita 6,78 por cento. Ao tomar posse, encontrou o país com uma inflação anual de 1191,09 por cento. Ao final do governo, em 31 de dezembro de 1994, esse índice havia sofrido uma pequena redução, chegando a 916,43 porcento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1993 organizou o plebiscito constitucional que definiu a República presidencialista como forma de governo e em fevereiro de 1994 anunciou o chamado Plano Real, que substituiu a moeda e criou as bases para a estabilização econômica do país, sob a coordenação do seu então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoiado por Itamar Franco, Fernando Henrique venceu as eleições e tomou posse como presidente da República em primeiro de janeiro de 1995. Reeleito em 1998, governou até dezembro de 2002. Privatizou empresas estatais, criou agências regulatórias, reorganizou o funcionalismo público, estabeleceu programas compensatórios de transferência de renda como o Bolsa Escola e a sua principal obra: reduziu a inflação anual de 916,43% para 12,53%. O acesso ao ensino básico aumentou em 25 por cento e o analfabetismo caiu de 14,7 por cento para 11,9 por cento. Mas, a dívida pública saltou de 60 bilhões de dólares, em 1994, para 245 bilhões, em 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência do Brasil em janeiro de 2003, após ser candidato ao cargo pela quinta vez consecutiva, elegendo-se em primeiro turno e derrotando José Serra, o candidato de Fernando Henrique. Foi o primeiro operário a governar o país, com dois mandatos, até dezembro de 2010. Encerrou seu segundo governo com a popularidade recorde que lhe dava 80 por cento de aprovação. Com ele, o PIB cresceu 32,62 por cento e a renda per capita, 23,05. Recebeu a economia do Brasil com inflação de 12,53 por cento ao ano e terminou a gestão com índice inflacionário anual de 5,9 por cento. Manteve a mesma política econômica do seu antecessor, reduziu o desemprego e aperfeiçoou a balança comercial em favor do Brasil. Em 2005, a indústria automobilística brasileira registrou a maior produção da sua história e o seu governo promoveu um aumento real do salário mínimo sem precedentes. Privatizou 2600 quilômetros de rodovias federais e 720 quilômetros de ferrovias.</p>
<p style="text-align: justify;">A pobreza se reduziu num ritmo que impressionou o mundo e a expansão do ensino superior foi a maior da História do Brasil. Propôs a reforma do Poder Judiciário e criou o Conselho Nacional de Justiça. Instituiu os programas sociais Bolsa Família e Fome Zero e reduziu a mortalidade infantil de 20,5 para 15,9 por cento. A partir de 2004 enfrentou crises políticas e acusações de corrupção e improbidade administrativa: Escândalo dos Bingos, Mensalão, Caso Waldomiro Diniz, Cartões Corporativos, Erenice Guerra e Caso Amir Lando, dentre outros, além de alguns escândalos que viriam a tona quando o país já era governado pela sua sucessora como o caso Petrobrás.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Primeira mulher a presidir o governo do Brasil, Dilma Rousseff tomou posse em janeiro de 2011, foi reeleita em 2014 e deposta em 31 de agosto de 2016. Sua gestão foi marcada por uma grave crise econômica que fez o PIB brasileiro sofrer a maior queda desde 1930, encolhendo mais de nove por cento entre 2014 e 2016. No mesmo período, o Brasil foi o país que mais caiu no ranking mundial de competitividade, passando da posição 38 para a 54, segundo a Fundação Dom Cabral. O saldo da balança comercial caiu 34,75 por cento entre 2011 e 2012 e em 2014 a balança comercial brasileira deixou de ser superavitária e apresentou um prejuízo de 3,93 bilhões de dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011 a inflação foi de 6,50 por cento, a maior desde 2004. Dilma suspendeu a contratação dos aprovados em concursos públicos a partir de 2011 e também a realização de novos concursos para o funcionalismo, em face das dificuldades financeiras do Tesouro Nacional. Por outro lado, a presidente Dilma ampliou as relações comerciais com a China, possibilitando a produção de aeronaves da Embraer em território chinês e assinou com aquele país mais de 20 novos acordos comerciais, inclusive para exportação de carne suína.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 34 anos, o Brasil voltará a ser governador por militares. O capitão Jair Bolsonaro será o presidente e o general Mourão o vice-presidente. É verdade que diferente dos últimos governos saídos da caserna, ambos foram escolhidos pela vontade livre e soberana dos brasileiros, em um processo eleitoral tenso e muito disputado. A expectativa em torno de como será o amanhã com Bolsonaro é muito elevada. São muitas mudanças de posição antes mesmo de completar 30 dias da conclusão do processo eleitoral. Anunciou que reduziria a quantidade de 29 para 15 ministérios, mas agora já são 18. Anunciou a fusão dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente, mas já mudou de opinião.</p>
<p style="text-align: justify;">Pretendia colocar a CGU no Ministério da Justiça sob o comando de Sérgio Moro, mas recuou e vai manter a instituição com o status de ministério. Anunciou mudar a embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, mas também já recuou de tal decisão. Por duas vezes já mudou de opinião a respeito da absorção do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio pelo Ministério da Economia, sob o comando de Paulo Guedes. Anunciou que retiraria o Brasil do Acordo de Paris, mas já desistiu da ideia. Disse que iria negociar a dívida interna de quatro trilhões de reais, mas o seu ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não negocia. Além destas, são muitas as outras contradições que preocupam os brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Como será o amanhã com Jair Bolsonaro? O ano de 2019 dirá.</p>
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		<title>Sergipanos narram os horrores em Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2015 23:20:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Por uma infeliz coincidência, eu estava em uma das ruas em que aconteceu um dos tiroteios de ontem. Apenas hoje, 14, descobri que eu estava mais perto do que eu poderia querer estar. Em nenhum momento, contudo, eu estive em perigo, pois era convidado para a festa de inauguração de um apartamento, então não estava [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Por uma infeliz coincidência, eu estava em uma das ruas em que aconteceu um dos tiroteios de ontem. Apenas hoje, 14, descobri que eu estava mais perto do que eu poderia querer estar. Em nenhum momento, contudo, eu estive em perigo, pois era convidado para a festa de inauguração de um apartamento, então não estava na rua. Pude, no entanto, ouvir todos os tiros. Ingênuo, pensei se tratar de fogos de artifício. Um minuto depois, o twitter confirmava que eu estava errado. Fotos dos outros tiroteios apareceram rapidamente; e não muito depois, sirenes e alarmes indicavam que algo de errado acontecera nas proximidades”.</p>
<p style="text-align: justify;">O relato é do universitário Maurício Cardoso, natural de Aracaju, que reside em Paris desde outubro de 2014, onde faz doutorado, a respeito dos ataques terroristas da noite de sexta-feira, 13, que abalaram o mundo. O atentado matou 129 pessoas e feriu outras 352.  Maurício, que já entrou em contato com os familiares que residem no bairro Cirurgia, os tranquilizou.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro sergipano, natural de Aracaju, Adierson Monteiro Filho, disse que passou pela Place de La Republique algumas horas antes dos ataques terroristas. “Passo todos os dias por lá”, assegurou. Depois contou que a rua estava completamente deserta, pediu licença, encerrou a conversa  e disse que iria para a casa de alguns amigos com a esposa.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<figure id="attachment_3166" aria-describedby="caption-attachment-3166" style="width: 240px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/érico-couto.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3166 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/érico-couto-240x300.jpg" alt="Érico, feliz por não ter ido a Paris na sexta-feira" width="240" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/érico-couto-240x300.jpg 240w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/érico-couto-819x1024.jpg 819w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/érico-couto.jpg 1280w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3166" class="wp-caption-text">Érico, feliz por não ter ido a Paris na sexta-feira</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Na sexta-feira, o aracajuano do bairro Ponto Novo e estudante da Universidade Federal de Sergipe (UFS),  Érico Couto, iria assistir ao jogo França e Alemanha, mas como os ingressos estavam muito caros, ele desistiu. Ele mora em Gueret, a 300 quilômetros de Paris e hoje se diz aliviado em não ter ido assistir ao amistoso no Stade de France. Bolsista, ele faz estágio na França em um escritório de estrutura de madeiras há três meses e só retorna a Aracaju em setembro do próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele estranhou o comportamento dos franceses do interior que não deram importância ao assunto. “Inclusive,  falávamos no grupo e uma amiga que estava na casa de franceses disse que estava passando o plantão em vários canais de televisão. Ela queria ver o noticiário, mas os franceses da casa onde ela estava mudaram de canal”, contou. “Quando se trata dos  franceses eles falam como se estivessem muito distantes. ‘Ah foi lá em Paris’ &#8220;, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os atentados, o plano de Érico é passar  o Natal em Roma. Inclusive,  já está com passagem comprada. “Na verdade estou com muito medo de ir pra lá. Roma, no Natal, por causa do Vaticano, é cheia de turista. Isso agrada aos terroristas”, lamentou.</p>
<p style="text-align: justify;">A universitária Nathally Rodrigues, natural de Nossa Senhora do Socorro, região metorpolitana de Aracaju e que cursa Direito na Itália, diz que as autoridades italianas estão preocupadas com os ataques terroristas na França e reforçaram a segurança. Algumas pessoas, em sinal de solidariedade aos</p>
<figure id="attachment_3170" aria-describedby="caption-attachment-3170" style="width: 225px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/bandeiras-na-itália.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3170 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/bandeiras-na-itália-225x300.jpg" alt="Casas na Itália, com a bandeira da França" width="225" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/bandeiras-na-itália-225x300.jpg 225w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/bandeiras-na-itália.jpg 480w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3170" class="wp-caption-text">Casas na Itália, com a bandeira da França</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">franceses,  colocaram bandeiras em alguns pontos da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De perto</strong> – A mato-grossense, Orcenir Bento, casada com um francês e amiga de vários aracajuanos, ouviu as explosões, pois reside próximo ao Stade de France, onde acontecia o jogo amistoso França e Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<figure id="attachment_3168" aria-describedby="caption-attachment-3168" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/orcenir-e-o-marido.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3168 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/orcenir-e-o-marido-169x300.jpg" alt="Orcenir e o marido Georges moram perto do Stade de France, onde uma bomba explodiu" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/orcenir-e-o-marido-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/orcenir-e-o-marido-576x1024.jpg 576w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/orcenir-e-o-marido.jpg 720w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3168" class="wp-caption-text">Orcenir e o marido Georges moram perto do Stade de France, onde uma bomba explodiu</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Nós estávamos em casa. Foi desesperador, muita tristeza. Na sexta à noite, não saímos às ruas porque fomos orientados a ficar dentro de casa, pois a polícia estava à caça dos terroristas. Residindo há 10 meses em Paris, casada com um francês, Orcenir foi para a rua hoje à tarde e as encontrou totalmente deserta. “E só vi tristeza no semblante das pessoas”, contou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao passar pelas principais ruas da capital parisiense agora à tarde, Orcenir contou que a capital está tomada pelas Forças Armadas. Destacou que o presidente  François Hollande decretou estado de emergência e fechou todas as fronteiras para evitar novos ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com as agências de notícias internacionais, o presidente francês afirmou que o Estado Islâmico (EI) era culpado pelos atos de guerra. Depois, o grupo terrorista assumiu a autoria dos ataques e disse que esse era apenas o começo.</p>
<p style="text-align: justify;">“É um ato de guerra que foi cometido por um exército terrorista, um exército jihadista, o Daesh, contra a França”, disse Hollande, usando a sigla em árabe para o Estado Islâmico. &#8220;É um ato de guerra que foi preparado, organizado e planejado no exterior, com cumplicidade de dentro da França.” Hollande prometeu uma resposta “implacável” aos atos de terror e decretou três dias de luto nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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