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	<title>Arquivo para partidos - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para partidos - Só Sergipe</title>
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		<title>Até agora, 13 partidos estão neutros para o segundo turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 15:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a eleição para os governos estaduais indefinida em 14 unidades da Federação, as diferenças regionais foi um dos fatores que influenciou a maioria das siglas a decidir pela neutralidade quanto à disputa presidencial no segundo turno. Até o momento, pelo menos 13 legendas decidiram liberar os filiados para pedir votos tanto para o candidato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a eleição para os governos estaduais indefinida em 14 unidades da Federação, as diferenças regionais foi um dos fatores que influenciou a maioria das siglas a decidir pela neutralidade quanto à disputa presidencial no segundo turno. Até o momento, pelo menos 13 legendas decidiram liberar os filiados para pedir votos tanto para o candidato Jair Bolsonaro (PSL) quanto para Fernando Haddad (PT).  A falta de clareza sobre o cenário político do país após o segundo turno tem feito com que as legendas decidam pela posição &#8220;cômoda&#8221; de liberar seus filiados, na opinião de cientistas políticos ouvidos pela<strong> Agência Brasil</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o cientista político Joviniano Neto avalia que a diversidade pesou para a indefinição das agremiações partidárias entre um ou outro polo. “O Brasil é uma Federação e estado é uma realidade diferente. Existem estados onde a diferença local é mais nítida, como MDB e PSDB, e em outros onde a diferença é menos nítida e há uma unidade nacional maior, como PSOL&#8221;, avalia Joviniano.</p>
<p style="text-align: justify;">A onda bolsonarista, que tem favorecido candidatos a governador, tem ajudado a definir as alianças de acordo com o contexto em cada estado. Esse é o motivo apontado por ele para a neutralidade anunciada por partidos como o PSDB, em que o candidato a presidente derrotado Geraldo Alckmin concordou<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-10/psdb-decide-que-ficara-neutro-no-segundo-turno" target="_blank" rel="noopener"> em liberar os filiados </a>mesmo após pedidos de integrantes da sigla para um posicionamento mais incisivo contra o PT, como o de de João Doria, que concorre ao governo paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Onde houve decisão já no primeiro turno para os governos locais, a questão para os vencedores é como fazer com que os candidatos e cabos eleitorais continuem fazendo campanha apenas para a Presidência. Nos outros casos, a dúvida é: como sintonizar o apoio nacional com o eleitorado&#8221;, diz.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de Santa Catarina, onde os dois candidatos Comandante Moisés (PSL) e Gelson Merisio (PSD) apoiam Bolsonaro. Em Rondônia, por exemplo, Expedito Júnior (PSDB) vai concorrer ao governo estadual contra um candidato do PSL, Coronel Marcos Rocha, mas mesmo assim declarou voto no candidato do PSL.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a cientista política Maria do Socorro Braga, da Universidade Federal de São Carlos (UFScar), a neutralidade acaba facilitando o trânsito entre os candidatos à disputa local. &#8220;No caso do PSDB, como são seis candidatos, penso que o segundo turno terá muito peso, afinal de contas a bancada na Câmara do partido perdeu muitos deputados. Então, ele vai precisar garantir outros flancos de poder&#8221;, analisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro partido influenciado pelas eleições estaduais foi o PSB. A legenda se <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-10/psb-decide-apoiar-fernando-haddad-no-segundo-turno" target="_blank" rel="noopener">posicionou favorável</a> à candidatura de Haddad, mas liberou as lideranças no Distrito Federal e em São Paulo &#8211; onde disputam o segundo turno- para se posicionarem neutras. Isso porque o apoio aos petistas poderia prejudicar Rodrigo Rollemberg e Márcio França, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O Novo adotou uma posição nacional de <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-10/novo-e-pp-decidem-nao-apoiar-nenhum-dos-candidatos-ao-segundo-turno" target="_top">não apoiar</a> nem um dos candidatos, porém os filiados têm se posicionado de forma diferente. A legenda, que lançou João Amoêdo à Presidência, preferiu ficar neutra, embora tenha postado uma mensagem dizendo que os &#8220;integrantes da sigla são &#8216;absolutamente contrários ao PT'&#8221;. Em Minas Gerais, o candidato Romeu Zema, declarou apoio ao candidato do PSL, na tentativa de se manter à frente na disputa contra Antonio Anastasia (PSDB).</p>
<p style="text-align: justify;">Para Carlos Ranulfo, cientista político da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a postura do Novo não é completamente neutra, mas faz sentido com os temores do partido. Segundo ele, devido às incertezas econômicas de Bolsonaro, a legenda evita se comprometer com o polo contrário ao PT. &#8220;O Novo é um partido ultraliberal, o mais liberal no sentido da economia que o Brasil tem. E o Bolsonaro é muito ambíguo em relação a isso. Tanto a trajetória dele como a de várias pessoas que o PSL elegeu. Então o partido tem razões para não querer embarcar nessa canoa&#8221;, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o PDT, do presidenciável Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar, <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-10/pdt-anuncia-apoio-critico-candidatura-de-fernando-haddad" target="_blank" rel="noopener">declarou apoio &#8220;crítico&#8221;</a> ao PT e, segundo o presidente Carlos Lupi &#8220;não tem ninguém liberado&#8221; para deliberar de modo diferente.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>PSB, PSDB, Rede, DC e PPL devem anunciar apoio no 2º turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 12:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem hoje (9), em Brasília, as decisões. [box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem hoje (9), em Brasília, as decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Informalmente, alguns líderes políticos sinalizaram como atuarão nesta reta final. O comando do PDT, do candidato Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, indicou que deve assumir um “apoio crítico” à candidatura de Haddad.</p>
<p style="text-align: justify;">Sofrendo com uma redução nos quadros, o PSDB, que lançou o candidato Geraldo Alckmin, deve ter uma divisão interna, segundo analistas políticos. Mesmo se houver uma decisão fechada em torno de um dos nomes, a tendência é de racha. A vice na chapa de Alckmin, Ana Amélia, afirmou que apoiará Bolsonaro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas redes sociais, o candidato do PPL à Presidência, João Goulart Filho, fez elogios a Ciro Gomes, mas não apontou se pretende apoiar Bolsonaro ou Haddad. A candidata da Rede, Marina Silva, fez severas críticas aos dois que disputarão o segundo turno, assim como João Amoêdo, do Partido Novo.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Reuniões</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão Executiva Nacional do PSB se reúne, às 14h30, na sede do partido, em Brasília. Às 15h, a executiva nacional do PSDB também se encontra na capital federal. O PPL, que lançou João Goulart Filho, é outro partido que se reúne nesta terça-feira em Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é de que Rede e o DC, de Eymael, anunciem hoje também seus apoios. O MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (MDB-RR), que perdeu a reeleição, deve se reunir amanhã (10) na capital federal. Já o PSTU, de Vera Lúcia, marcou para o dia 11 o anúncio.</p>
<p style="text-align: justify;"> O Podemos, que lançou Alvaro Dias, o Partido Novo, de João Amoêdo, e o PV, que lançou Eduardo Jorge, vice de Marina Silva, ainda não marcaram reuniões para decidir sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Agendas</p>
<p style="text-align: justify;">Bolsonaro afirmou que pretende se reunir com o economista Paulo Guedes, apontado como seu eventual ministro da Fazenda. O candidato deverá permanecer em casa, no Rio de Janeiro. Amanhã (10), ele será examinado por uma junta médica para poder definir sua agenda de campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Haddad terá encontros hoje com governadores do PT e correligionários, em São Paulo. As reuniões ocorrem um dia depois de ele visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em Curitiba. O candidato ainda não anunciou como será a agenda de campanha até o segundo turno.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Lei da Ficha Limpa retira 173 candidatos das eleições de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 12:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos 29.101 candidatos que pediram registro, a Justiça Eleitoral rejeitou 1.888, o que representa 6,5% do total. Segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 173 candidatos foram julgados inaptos por causa da Lei da Ficha Limpa, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputaria o Palácio do Planalto pelo PT. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dos 29.101 candidatos que pediram registro, a Justiça Eleitoral rejeitou 1.888, o que representa 6,5% do total. Segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 173 candidatos foram julgados inaptos por causa da Lei da Ficha Limpa, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputaria o Palácio do Planalto pelo PT.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de requisitos para registro &#8211; como a não comprovação de pleno exercício dos direitos políticos, alistamento eleitoral e filiação partidária &#8211; foi o principal motivo para indeferimento de candidaturas – 75,46% do total de pedidos. Treze candidatos foram considerados inaptos a disputar as eleições por abuso de poder e outros cinco por gasto ilícito de recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Justiça Eleitoral confirmou 27.213 candidaturas, um crescimento de 4% em relação a 2014, quando 26.162 disputaram as eleições gerais – presidente, governador, senador, deputado federal, estadual e distrital. Até agora, 682 candidatos renunciaram e três morreram.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a corrida presidencial seja a mais discutida no país, a eleição para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é a mais disputada: são 40,88 candidatos por vaga. A Câmara Legislativa tem 24 cadeiras e se apresentaram 981 concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">As 26 assembleias legislativas têm 1.035 cadeiras e 17.950 candidatos, o que dá em média 17,34 concorrentes por vaga. Para as 513 vagas na Câmara dos Deputados, são 8.595 postulantes (16,75 por vaga).</p>
<p style="text-align: justify;">Do total de candidatos, 13 disputam a Presidência da República, 202 concorrem a governador dos 26 estados e do Distrito Federal e 358 postulam o Senado. Neste ano, estão em disputa duas cadeiras de senador por estado, totalizando 54 vagas.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O PSL foi o partido que lançou o maior número de candidatos país afora – 1.543, 5,3% do total. Além do presidenciável Jair Bolsonaro, 942 concorrem a deputado estadual, 488 a deputado federal, 24 a deputado distrital, 22 a senador, 14 a governador, 11 a vice-governador e 41 a suplente de senador.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência vêm o PSOL, com 1.347 concorrentes e o PT, com 1.309 candidatos. Além do presidenciável Guilherme Boulos, o PSOL lançou candidatos a governador em 25 estados. O PT tem candidato a presidente, Fernando Haddad, e disputa 16 governos estaduais.</p>
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		<title>A partir de hoje, candidatos só podem ser presos em flagrante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2018 19:28:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir deste sábado (22), candidatos a cargos eletivos nas eleições de outubro não poderão ser presos, a menos que seja em flagrante. A Lei Eleitoral veda prisões nos 15 dias anteriores à eleição. Após o primeiro turno, no dia 7 de outubro, a restrição valerá apenas para os candidatos que forem disputar o segundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir deste sábado (22), candidatos a cargos eletivos nas eleições de outubro não poderão ser presos, a menos que seja em flagrante. A Lei Eleitoral veda prisões nos 15 dias anteriores à eleição. Após o primeiro turno, no dia 7 de outubro, a restrição valerá apenas para os candidatos que forem disputar o segundo turno.</p>
<p>A Lei Eleitoral também proíbe a prisão de eleitores, mas somente cinco dias antes do pleito, ou seja, a partir de 2 de outubro, os eleitores só podem ser presos em flagrante ou para cumprir sentença condenatória por crime inafiançável. A regra vale até 48 horas após a votação.</p>
<p>O Artigo 236 do Código Eleitoral diz que: &#8220;Nenhuma autoridade poderá, desde cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto&#8221;.</p>
<p>O juiz eleitoral ou até o presidente da mesa receptora de votos pode expedir a salvaguarda em favor do eleitor que sofrer qualquer tipo de violência na sua liberdade de votar, ou pelo fato de já haver votado. Quem desrespeitar essa garantia pode ser preso por até cinco dias.</p>
<p>Neste sábado deve ser divulgado o quadro geral de percursos e horários programados para o transporte de eleitores para o primeiro e eventual segundo turnos de votação.</p>
<p>Hoje é o último dia para os partidos políticos, as coligações, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público e as pessoas autorizadas em resolução específica impugnarem os programas a serem utilizados nas eleições de 2018, por meio de petição fundamentada.</p>
<p>Fonte: EBC</p>
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		<title>Termina hoje às 19h prazo para registro de candidaturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 14:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os partidos e coligações política têm até hoje, 15, às 19 horas, para apresentar os pedidos de registro de candidaturas. No Tribunal Regional Eleitoral  em Sergipe (TRE) há movimentação dos representantes dos partidos, mas alguns deles, a exemplo do candidato Mendonça Prado (DEM) já regularizaram a situação. Possivelmente, o TRE-SE deverá postar no portal todas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os partidos e coligações política têm até hoje, 15, às 19 horas, para apresentar os pedidos de registro de candidaturas. No Tribunal Regional Eleitoral  em Sergipe (TRE) há movimentação dos representantes dos partidos, mas alguns deles, a exemplo do candidato Mendonça Prado (DEM) já regularizaram a situação. Possivelmente, o TRE-SE deverá postar no portal todas as informações dos partidos que cumpriram os prazos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os partidos Rede, PSTU, PSOL e PSB,  também já registraram as candidaturas, com os seguintes candidatos: Dr. Emerson (18), Gilvani dos Santos (16), Marcio Souza (50) e  Valadares Filho (40), respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em todos os TREs, o trabalho é idêntico e segue uma normal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre os candidatos a presidente da República, até às 11 horas de hoje,  ainda não tinha apresentado as solicitações de registro: Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB), João Vicente Goulart (PPL), José Maria Eymael (DC) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p style="text-align: justify;">Até o começo da manhã desta quarta-feira oito candidatos se registraram: Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), João Amoêdo (Novo) e Vera Lúcia (PSTU).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">No total, foram confirmadas nas convenções 14 candidaturas. Porém, há um impasse em torno do nome de Manuela D&#8217;Ávila (PCdoB), que indicou a disposição de sair como vice em uma eventual chapa liderada pelo PT.</p>
<p style="text-align: justify;">É aguardado para hoje à tarde o registro da candidatura do ex-presidente Lula. Porém, como ele está preso em Curitiba, há dúvidas se deve ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que o tornaria inelegível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Propaganda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta quinta-feira (16) começa a propaganda eleitoral em comício, carreata, distribuição de material impresso e propaganda na internet, desde que não paga, como <em>sites</em> próprios. Pela legislação, o uso de auto-falantes e equipamentos de som só pode ocorrer das 8h às 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">No rádio e na TV, a propaganda só começa dia 31 de agosto, após a elaboração de plano de mídia por parte dos partidos, da Justiça Eleitoral e das emissoras de TV.</p>
<p style="text-align: justify;">Com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Veja os candidatos a presidente definidos nas convenções partidárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 11:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro fim de semana de convenções nacionais, os partidos políticos confirmaram cinco candidatos a presidente da República: Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Rabello de Castro (PSC) e Vera Lúcia (PSTU), única candidata de Sergipe que concorre ao cargo. As convenções têm de ser realizadas até 5 de agosto, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No primeiro fim de semana de convenções nacionais, os partidos políticos confirmaram cinco candidatos a presidente da República: Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Rabello de Castro (PSC) e Vera Lúcia (PSTU), única candidata de Sergipe que concorre ao cargo. As convenções têm de ser realizadas até 5 de agosto, e o prazo para pedir o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral encerra-se em 15 de agosto.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei eleitoral permite, a partir da homologação das convenções, a formalização de contratos para instalação física e virtual dos comitês dos candidatos e dos partidos. O pagamento de despesas, porém, só pode ser feito após a obtenção do CNPJ do candidato e a abertura de conta bancária específica para movimentação financeira de campanha e emissão de recibos eleitorais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o calendário das eleições de 2018, a partir de quarta-feira (25), a Justiça Eleitoral poderá encaminhar à Secretaria da Receita Federal os pedidos para inscrição de candidatos no CNPJ. A partir dessa data, os partidos políticos e os candidatos devem enviar à Justiça Eleitoral, para divulgação na internet, os dados de arrecadação para financiamento da campanha eleitoral, observado o prazo de 72 horas após o recebimento dos recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas convenções nacionais, o PSL, o PDT e o PSC não escolheram os candidatos a vice. Caberá à direção nacional do PDT articular as alianças para o primeiro turno das eleições e o vice de Ciro Gomes. O PSC vai buscar um vice que agregue apoios, mas o candidato demonstrou disposição de ter uma mulher na sua chapa. No PSL, o nome forte para compor a chapa de Bolsonaro é o da advogada Janaina Paschoal, que participou da convenção ao lado do candidato a presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O PSOL formou uma chapa puro sangue: Sônia Guajajara será a candidata a vice de Boulos. O partido, no entanto, disputará as eleições de outubro coligado com o PCB, que realizou convenção na última sexta-feira e aprovou a aliança. O PSTU optou por não fazer coligações. O vice de Vera Lúcia será Hertz Dias.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O PMN e o Avante realizaram ontem convenções nacionais e decidiram não lançar candidatos a Presidência da República. Na convenção, o Avante decidiu dar prioridade à eleição de deputados federais: terá uma chapa com cerca de 80 nomes e pretende eleger pelo menos cinco. O Avante não definiu se apoiará algum candidato a presidente no primeiro turno. O PMN decidiu dar apoio a nenhuma chapa nas eleições presidenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo sábado (28), devem reunir-se SD, PTB, PV, PSD e DC.</p>
<p>Fonte: EBC</p>
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		<title>Quem se salva?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 22:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alckimin]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[Podemos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ex-presidente preso, um ex-militar controverso e uma ex-ministra que só ressurge das matas amazônicas de quatro em quatro anos lideram uma pesquisa sobre as eleições presidenciais feita pelo Instituto Datafolha e divulgada no ultimo domingo, 15. Evidente que em segundo plano há outros nomes citados na pesquisa. Mas parece algo tão pobre, tão pobre, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um ex-presidente preso, um ex-militar controverso e uma ex-ministra que só ressurge das matas amazônicas de quatro em quatro anos lideram uma pesquisa sobre as eleições presidenciais feita pelo Instituto Datafolha e divulgada no ultimo domingo, 15. Evidente que em segundo plano há outros nomes citados na pesquisa. Mas parece algo tão pobre, tão pobre, que fica a pergunta: serão essas as únicas opções que restam para o eleitorado brasileiro em 2018?</p>
<p style="text-align: justify;">Tem gente que nem sequer foi citada na pesquisa por conta a ínfima preferência do eleitorado, mas, discretamente já colocou o bloco na rua dizendo que vai fazer a diferença caso seja eleito. O pior é que esse discurso é uníssono: todos os iguais querem ser diferentes, mas quando chegam ao poder se corrompem e no final uma lava jato qualquer passará a fazer parte da vida deles. E como no Brasil há uma Justiça célere para uns e lenta para outros, aguarde as injustiças. Afinal, a Justiça por aqui é letárgica para os amigos que esperam pela prescrição do crime e saem impunes, mas célere para os inimigos (e são raros, na esfera política), onde são impostos os rigores da lei.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Só para deixar o leitor situado quanto à pesquisa,  o ex-presidente Lula lidera com 31% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro, PSL, com 15% e pela Marina Silva, da Rede, com 10%.  No quarto lugar, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa surge com 8%; depois vem o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, carinhosamente chamado de Picolé de Chuchu, com 6% das intenções; Ciro Gomes, PDT, 5% e o senador Álvaro Dias, do partido de nome esquisito, o Podemos, com 3%.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Com exceção do ex-ministro Joaquim Barbosa, quem não está complicado na Justiça?</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os políticos profissionais não se salva ninguém. E é só isso que temos?</p>
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		<title>&#8220;A política no Brasil hoje virou uma grande suruba&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Apr 2018 08:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede +]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de Sergipe precisa de um líder de massa, é urgente que se faça uma renovação na política porque há um revezamento nesse campo que já chega há 50 anos. O raciocínio é do ex-deputado federal e advogado João Fontes que, ainda estuda se concorrerá a uma vaga no Senado nas eleições deste ano. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Estado de Sergipe precisa de um líder de massa, é urgente que se faça uma renovação na política porque há um revezamento nesse campo que já chega há 50 anos. O raciocínio é do ex-deputado federal e advogado João Fontes que, ainda estuda se concorrerá a uma vaga no Senado nas eleições deste ano. Ele aguarda um posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito das candidaturas independentes,  pois não se vê ideologicamente afinado com o Democratas, liderado no Estado pelo pré-candidato a governador, Mendonça Prado. &#8220;Ele [Mendonça] é um rapaz sério, comprometido. Fui deputado federal com ele&#8221;, destacou  João Fontes que, à época, era do PT.  Hoje, analisar a situação do Brasil &#8211; e, claro também do PT &#8211; Fontes lamenta que a &#8220;a política no Brasil tenha virado uma grande suruba&#8221;, tamanha é a desorganização.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes também discorda da posição do STF em ter dado um salvo conduto para  o ex-presidente Lula, já condenado em segunda instância,  que já deveria ter sido preso, mas vai esperar até  4 de abril, quando o STF julgará o habeas-corpus. Se Lula não for preso, no entendimento de Fontes, vai se abrir uma porteira para que  outros já condenados saíam da prisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última  quarta-feira, João Fontes concedeu uma entrevista para o Só Sergipe. Leia os principais trechos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÓ SERGIPE – Como o senhor está vendo a atual conjuntura política, mais especificamente esse caso do ex-presidente Lula, que perdeu mais uma vez no TRF 4, e ainda tem um salvo conduto dado pelo STF?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JOÃO FONTES- </strong> Vejo como um grande equívoco o STF, e num debate com o ministro Marco Aurélio de Melo, no programa da Fan FM, com George Magalhães, eu expus claramente  meu ponto de vista, por entender que o Supremo errou. Errou porque ao admitir a apreciação do habeas corpus que tem direito preferencial  pela urgência, e ao mesmo tempo que o Supremo admite a urgência  do julgamento do habeas corpus, e contraria a uma decisão  do próprio STF, que por 6&#215;5, em 2016, deixou claro que a prisão em segunda instância pode ser começada com a condenação.  A Constituição não diz, em nenhum momento, quando é a condenação em trânsito e julgado. Dos 192 países na ONU, 190 tem condenação em trânsito e julgado sempre na primeira instância. O STF na medida em que admite uma sessão para apreciar um habeas corpus e suspende porque um ministro vai viajar, é totalmente esdrúxula e incoerente porque vai de encontro a urgência do julgamento. Na realidade, o STF dá uma decisão liminar contra uma decisão de mérito dele próprio. Para sociedade ficou claro que houve uma arrumação muito grande para personalizar o instituto do habeas corpus. Ali estava sendo julgada a figura do presidente Lula, o que é um grande equívoco porque todos são iguais perante a lei.  Depois que passou a dar o entendimento da pena a partir da segunda instância, os tribunais do país inteiro acompanharam a decisão. Na realidade, o STF criou um imbróglio  muito grande e deu um tiro no pé.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Já houve até um juiz que concedeu habeas corpus a um preso evocando o efeito Lula.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Exatamente. Um juiz, a pedido do Ministério Público, usando o efeito Lula,  mandou  soltar um réu na segunda instância. Qual a segurança jurídica que um país tem, onde você passa  a julgar os casos do ponto de vista pessoal e que cria um precedente  muito ruim?  Maluf foi preso por Fachin, em função dessa decisão do STF, o Luiz Estevão foi preso da mesma forma. E os tribunais do Brasil inteiro têm mandado para cadeia os condenados em segunda instância. De repente, percebemos que há uma arrumação, porque quando abre uma precedente, abre a porteira para todos os partidos políticos. Estamos vendo uma verdadeira briga de quadrilha e que tem muitos interessados. O grande erro são as nomeações do STF pela indicação política do presidente de plantão. Eu defendi no Congresso modos de escolha diferentes: por juízes de carreira e por prazos temporários. Tofolli vai ser ministro do STF até completar 75 anos. Temos desembargadores  indicados pelo Governo do Estado que passam 40 anos dentro dos tribunais. É um grande momento para se rever essa decisão, inclusive da escolha  dos próprios conselheiros de Tribunais de Contas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Os Tribunais de Contas já não deveriam ter acabado há tempos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Eu defendo isso há muitos anos. Defendo a tese de que se poderia aparelhar  melhor o Ministério Público. O Tribunal de Contas é uma instituição caríssima para o Estado e que funciona com peito de homem, não tem função nehuma. Porque se uma Câmara Municipal quiser derrubar uma decisão do tribunal, faz isso. A mesma coisa acontece nas Assembleias Legislativas. Então, na realidade, quem julga é um órgão auxiliar, numa conta caríssima para se dar emprego para quem quer se aposentar  bem. É uma instituição desnecessária para o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Para mudar essa realidade do Tribunal de Contas, do STF é preciso vontade política. Como está essa conjuntura partidária e como o senhor se insere?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF</strong> –Essa confusão no Brasil vem na política e transborda para outras instituições. Nós temos hoje 35 partidos recebendo dinheiro do Fundo Partidário, 12 partidos para serem aprovados. Vergonhosamente, no ano passado, o Congresso Nacional aprovou  um fundo eleitoral de R$ 1,7 bilhão para distribuir com os partidos  que viraram capitanias hereditárias  e cada coronel tem um partido para chamar de seu. Isso tem prejudicado o meu desejo de ser candidato a senador. Estou esperando, mas acho muito difícil, a possibilidade das candidaturas avulsas, independentes. Não posso me filiar a um partido que eu não tenho  afinidade ideológica,  é complicado. Estou encontrando muitas dificuldades para ser candidato nessa estrutura que está aí. Não tenho identidade ideológica com o DEM. A política no Brasil hoje virou uma grande suruba, uma grande confusão. Acabou a militância, não tem oposição e, lamentavelmente, não tem partido político.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – E por que o seu desejo de participar da política novamente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Meu desejo de participar é por ver a política de Sergipe ser tratada há 50 anos pelas mesmas pessoas.  A primeira eleição de Antônio Carlos Valadares foi em 1966 para prefeito de Simão Dias e até hoje ele continua. A mesma coisa é Jackson Barreto que a primeira eleição foi de vereador em 1972, depois deputado estadual. Você tem uma briga travada por personagens que estão política há 50 anos, apenas mudando de um cargo para outro.  A perspectiva da eleição para o Senado em 2018 ser polarizada  entre Valadares e Jackson é bizarra. É fruto do fundo do poço que chegou a política de Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – A Rede não seria um partido viável para o senhor?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF –</strong> Eu gosto de muitas pessoas da Rede. Marina Silva tem tido um papel muito omisso. Ela aparece de quatro em quatro anos como a Copa do Mundo. Ela saiu do PT em 2009 por divergência ideológica, porque Lula escolheu Dilma. Foi para o PV, PSB e montou a Rede para chamar de seu e durante esse período todo, o Brasil incendiando, a Marina se escondeu na floresta e deixou o  lobo mau comer o Brasil. Não vejo Dr. Emerson tendo uma participação efetiva na sociedade para ver uma opção para governar Sergipe. Tem boas pessoas na Rede, mas não vejo um projeto. O delegado Alessandro Vieira estava no governo de Jackson Barreto e saiu porque ele demitiu. O quadro mais preparado intelectualmente é Mendonça Prado, um rapaz estudioso, direito, não fez patrimônio na política.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – A Rede não seria um partido viável para o senhor?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF</strong> – Eu gosto de muitas pessoas da Rede. Marina Silva tem tido um papel muito omisso. Ela aparece de quatro em quatro anos como a Copa do Mundo. Ela saiu do PT em 2009 por divergência ideológica, porque Lula escolheu Dilma. Foi para o PV, PSB e montou a Rede para chamar de seu e durante esse período todo, o Brasil incendiando, a Marina se escondeu na floresta e deixou o  lobo mau comer o Brasil. Não vejo Dr. Emerson tendo uma participação efetiva na sociedade para ver uma opção para governar Sergipe. Tem boas pessoas na Rede, mas não vejo um projeto. O delegado Alessandro Vieira estava no governo de Jackson Barreto e saiu porque ele demitiu. O quadro mais preparado intelectualmente é Mendonça Prado, um rapaz estudioso, direito, não fez patrimônio na política. A gente conhece, em Sergipe conhecemos tudo. Gilberto Amado dizia que Sergipe é um incesto,  onde todo mundo conhece todo mundo. Ele contou até história   que estava no cabaré de Dona Tereza, em Estância e acabou dormindo com uma tia, depois de uma cachaça. Quando foi conversar com a moça, descobriu que era tia dele. E disse que não vinha mais aqui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Então Mendonça é o nome mais coerente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JF &#8211;</strong> A política de Sergipe não traz renovação, se comparado com os  nomes que estão aí. Sergipe hoje é um Estado quebrado financeiramente, não tem nenhum projeto. Em 2008, Sergipe tinha mais de R$ 1 bilhão em caixa e esse dinheiro acabou.  E também acabou a saúde, educação, segurança. O servidores aposentados com salários atrasados, estradas destruídas. Em Alagoas a estrada está um tapete. A Bahia vem bem, com  o grande governador Rui Costa. Todos os estados do  Nordeste estão andando muito bem.  Sergipe precisa de um líder de massam, de povo..</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ao menos, 92%  dos brasileiros querem controle nos gastos públicos</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/ao-menos-92-dos-brasileiros-querem-controle-nos-gastos-publicos/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/ao-menos-92-dos-brasileiros-querem-controle-nos-gastos-publicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 22:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prioridade do próximo presidente da República deve ser a promoção de mudanças sociais, com melhoria da saúde, educação, segurança e desigualdade social, se depender da opinião da maior parte dos brasileiros. Essa foi a opção que teve o maior número de votos (44%) entre os brasileiros entrevistados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ibope [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A prioridade do próximo presidente da República deve ser a promoção de mudanças sociais, com melhoria da saúde, educação, segurança e desigualdade social, se depender da opinião da maior parte dos brasileiros. Essa foi a opção que teve o maior número de votos (44%) entre os brasileiros entrevistados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ibope para realizar a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira &#8211; Perspectivas para as eleições de 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar, com 32% dos votos, aparece a moralização administrativa, com combate à corrupção e punição de corruptos. Um número menor de pessoas acredita que entre as três opções apresentadas, a prioridade deve ser a estabilização da economia, com queda definitiva do custo de vida e do desemprego (21%). Do total de entrevistados, 1% não quis escolher entre as três opções e 2% não souberam responder.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de desejarem que o foco do próximo presidente esteja nas questões sociais, 92% das pessoas defendem que é importante ou muito importante que o candidato também defenda o controle dos gastos públicos. O levantamento entrevistou 2 mil pessoas em 127 municípios sobre qual deve ser a prioridade do próximo presidente da República e quais características a população busca no candidato.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É muito importante que a população tenha consciência da necessidade de se ter o controle das despesas públicas. É uma das propostas previstas no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022 por ser fundamental para garantir a estabilidade e a previsibilidade no ambiente macroeconômico, além da melhoria do ambiente de negócios&#8221;, afirma o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perfil do presidente</strong> &#8211; A maioria dos eleitores concorda que é importante que o candidato acredite em Deus (79%), mas não necessariamente o candidato precisa ser da mesma religião que eles &#8211; apenas 29% acham muito importante que o candidato seja da mesma religião. Questionados sobre a classe social do candidato, 52% concordam que preferem candidatos de família pobre. Quanto menor a renda familiar dos eleitores, maior o percentual de concordância de que eles preferem votar em candidatos de família pobre.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as características pessoais que são consideradas muito importantes no candidato, 87% disseram que a principal é ser honesto e não mentir em campanha. Como podiam votar em mais de uma opção, aparecem outras com percentuais acima de 80%: nunca ter se envolvido em casos de corrupção (84%) e transmitir confiança (82%). As características pessoais com menor quantidade de avaliações como &#8216;muito importantes&#8217; entre as opções apresentadas foram: ter pouca exposição da vida pessoal (40%) e ser da sua religião (29%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já entre as características profissionais, a primeira é conhecer os problemas do país (89%), seguida por ter experiências em assuntos econômicos (77%), por ter boa formação educacional (74%). As opções menos votadas foram: ter trabalhado no setor privado (40%) e ser militar (27%).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as características pessoais que são consideradas muito importantes no candidato, 87% disseram que a principal é ser honesto e não mentir em campanha</p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Experiência na vida pública</strong> &#8211; Para 72% dos brasileiros, é importante que o candidato tenha experiência como prefeito ou governador. E a opção de ter experiência e trajetória na política de forma geral foi apontada como muito importante por 62%. A maioria dos brasileiros estuda as propostas dos candidatos antes de decidir o voto (84%), mas 75% dizem não acreditar nas promessas de campanha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Candidatos x Partidos</strong> &#8211; A grande maioria (72%) concorda que votam nos candidatos que gostam, independentemente do partido em que estejam. Questionados sobre que partido têm mais simpatia, menos da metade quis escolher uma opção. Enquanto 48% dos eleitores dizem não ter preferência por nenhum partido, 5% não souberam ou não quiseram responder.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente quatro partidos tiveram mais de 1% de votos. São eles: PT (19%), MDB (7%), PSDB (6%) e PSOL (2%). Outros 11 partidos tiveram 1% de votos cada e 3% dos eleitores escolheram partidos com menos de 1% de citações cada.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos entrevistados, 58% discordam que o seu voto para deputados e senadores serão para candidatos do mesmo partido do voto para presidente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignleft&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Corrupção preocupa</strong> &#8211; A pesquisa mostra que 44% dos eleitores estão pessimistas em relação às eleições. Outros 23% não estão otimistas nem pessimistas, 20% estão otimistas e 13% não souberam responder.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal motivo para o pessimismo é a corrupção &#8211; apontada por 30% em pergunta com resposta espontânea. Também foram apresentados como motivos para o pessimismo a não confiança no governo e nos candidatos (19%). Questionados sobre votar em um candidato acusado de corrupção, mas que tenham o mesmo alinhamento ideológico que eles, 79% dos entrevistados discordaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos 20% da população que se dizem otimistas, 32% afirmam acreditar na mudança e renovação, 19% têm esperança no voto e na participação popular.</p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O Congresso precisa de homens livres e de bons costumes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Sep 2017 09:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[bombeiros militares]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[partidos]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 28 anos na Polícia Militar de Sergipe e no último posto da corporação, o coronel Henrique Rocha vislumbra, agora, vôos mais altos: quer disputar uma vaga de deputado federal para representar o Estado  e contribuir  para uma melhor segurança pública no país, apresentando projetos de lei para um tema que sempre esteve na ordem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Há 28 anos na Polícia Militar de Sergipe e no último posto da corporação, o coronel Henrique Rocha vislumbra, agora, vôos mais altos: quer disputar uma vaga de deputado federal para representar o Estado  e contribuir  para uma melhor segurança pública no país, apresentando projetos de lei para um tema que sempre esteve na ordem do dia em todos os debates e na mídia. No momento em que quase toda classe política está desacredita,  envolvida em falcatruas,  o coronel Rocha acredita que homens livres e de bons costumes podem ter a oportunidade de fazer a diferença no Congresso Nacional.  Participar de um processo eleitoral é um sonho que vem sendo acalentado há muito tempo, mas somente agora é que começa a ganhar corpo. Como esta escrito em Eclesiastes,  há tempo para tudo. Veja o que pensa o coronel Rocha sobre política na entrevista concedida, esta semana, para o Só Sergipe.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÓ SERGIPE -Por que o senhor quer ser candidato a deputado federal por Sergipe?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CORONEL ROCHA</strong> &#8211; O Congresso precisa de homens livres e de bons costumes, sem as amarras do capital que corrompe a ideologia e financiam campanhas políticas. A minha história de luta, as funções que desempenhei durante quase 30 anos de serviço público, me habilitam a disputar um mandato de deputado federal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Mas isso só não basta. O senhor tem apoio dos seus pares?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> &#8211; O nome do Coronel Rocha está bem consolidado junto ao público interno, policiais e bombeiros militares, e em processo de construção de uma maior consolidação junto ao público em geral, em especial dos demais profissionais de segurança pública, policiais civis, federais e rodoviários federais, agentes prisionais, guardas municipais, agentes de segurança – Cenam,  agentes de trânsito, vigilantes e bombeiros civis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – E o que estes profissionais podem esperar, caso o senhor seja eleito?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> &#8211; Uma  candidatura de nome novo, que represente ruptura com a situação política atual, constituirá o nascimento de um legislativo mais preparado para o futuro do país. A eleição de profissionais em segurança pública, qualificará o debate e a propositura de leis, construindo, assim alternativas para a redução de violência e combate à criminalidade, além de criar mecanismos para fortalecimento das instituições envolvidas na proteção dos cidadãos. O desgaste e o descrédito de grande parte dos atuais deputados, envolvidos em corrupção e atividades pouco republicanas, faz com que cidadãos de bem optem pela mudança. Finalmente, a ausência de políticas públicas  de segurança que atendam a sociedade e modernize as instituições policiais brasileiras,  nos faz decidir sobre essa candidatura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Não é tentar um voo muito alto, já que essa é a primeira vez &#8211; pelo menos que eu tenha conhecimento &#8211;  que o senhor se envolve em política partidária?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> &#8211; A vida é feita de desafios. Quando fiz meu primeiro concurso para a polícia militar, eram mais de 1000 candidatos para apenas três vagas, e hoje estou aqui, fazendo parte de uma instituição mais que sesquicentenária, no último posto de minha carreira. A minha vida sempre foi feita de grandes desafios. Quando jovem me interessava por política, todavia ao optar por uma carreira militar as normas constitucionais e estatutárias não permitiam atuar na política partidária, mas sempre me mantive participativo como cidadão, cônscio de meus direitos e deveres. A política precisa de nomes novos, com propostas novas e exequíveis. O cidadão sergipano alçará voo junto com uma proposta nova, um nome novo, uma forma nova de fazer política. Nosso povo sofrido está cansado dos &#8220;voos&#8221; altos movidos a dinheiro, muitas vezes público, desviado criminosamente do erário, deixando nossa saúde, nossa educação e nossa segurança em estado calamitoso. É necessário voar bem alto, pois diz a fábula, que os ratos não sobrevivem às alturas, assim os que desejarem impedir esse voo, irão morrendo pelo caminho. Lembrando que o combustível dessa nave que voará muito alto é a consciência, a participação popular, a verdade, dos que acreditam num Sergipe melhor, bem como a indignação com a velha política de conchavos e de corrupção, cada vez mais desgastada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Na sua instituição tem diversos colegas seus pensando a mesma coisa: ser candidato nas próximas eleições. Esse leque de opções pode prejudicar uma candidatura? Não seria melhor centrar em um nome e tentar convencer toda PM a votar numa única pessoa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> &#8211; A nossa Constituição oferece a todos cidadãos a faculdade de submeter seu nome ao voto popular, ressalvadas algumas condições específicas.  O policial militar/bombeiro militar tem o direito de se candidatar e um número considerável de candidaturas mostra a preocupação destes profissionais com o futuro de nosso país, em especial do nosso Estado. É claro que concentrar as forças em um nome apenas fortalece qualquer candidatura, todavia isso é complicado, pois envolvem outros interesses, inclusive pessoal. Acredito que os policiais e bombeiros militares saberão discernir sobre uma candidatura séria, compromissada efetivamente com o social, com a segurança de nossos cidadãos. Saberão diferenciar também entre o candidato que efetivamente quer contribuir e apresente propostas, e os candidatos que em todas as eleições se candidatam, com objetivos meramente pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Hoje, o militar que exercer cargo eletivo vai para a reserva. Se o senhor for eleito, seus planos como militar podem terminar. Já pensou nisso? Não pensa em ser comandante geral da PM um dia? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> &#8211; Sim, isso é verdade. O PM eleito é transferido para a reserva remunerada ex-ofício no ato de sua diplomação, o que diga-se de passagem, é uma injustiça e flagrante discriminação com o servidor militar, pois com nenhum outro servidor acontece. Tenho hoje 32 anos aproximadamente, de contribuição previdenciária, dos quais 30 no serviço público, sendo mais de 28 anos de atividade policial militar. Qual o coronel PM não pensa em ser comandante geral de sua instituição? Óbvio que pensei um dia, hoje não penso mais. Como deputado federal poderemos contribuir muito mais pela segurança pública de nosso estado do que como comandante geral, por isso abro mão de um sonho para tentar algo mais útil a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> SS &#8211; Havia uma discussão sobre o militar que exerce cargo eletivo. Já foi resolvido? Quando terminar o mandato, ele retornar à vida militar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR &#8211;</strong> A discussão sobre o retorno do PM/BM a sua carreira após a conclusão do mandato eletivo ainda ocorre no Congresso, espero que esta discriminação seja solucionada. Caso não esteja, continuarei, em qualquer cargo que eu estiver ocupando, a luta contra essa injustiça com o militar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Como estão seus diálogos a respeito de partidos políticos? Já decidiu para qual agremiação o senhor  irá?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR &#8211;</strong> Alguns PMs e BMs que me abordam no dia a dia, me cobram muito que não seja candidato por partido envolvido em corrupção e nem que possuam em seus quadras políticos notoriamente envolvidos em atos de corrupção. Alguns líderes políticos, presidentes de partidos, me chamaram para conversar. Estou aberto a ouvir todos, mas com certeza optarei por um partido que não possua em seus quadros políticos envolvidos em corrupção. Optarei por um partido que defenda a ruptura com as antigas estruturas de poder e de financiamento/compra de campanhas. Esse partido deve representar um nova forma de fazer política, uma relação mais estreita entre os mandatos e os cidadãos. Uma nova forma de construir programas e projetos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Atualmente, a classe política brasileira está totalmente desacreditada. Qual será seu diferencial para não ser mais um? Qual sua proposta de trabalho para convencer o eleitorado que, se eleito,  o senhor  fará a diferença no parlamento federal?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> &#8211; A classe política está sim desacreditada, e esse é um dos mais importantes motivos que me impulsionam a submeter meu nome ao crivo popular. Precisamos renovar, substituir os políticos tradicionais e envolvidos em corrupção. Não podemos ser confundidos com o &#8220;mais do mesmo&#8221;. Precisamos nos apresentar, nos constituir como uma opção para o sergipano. Não só meu nome é novo, como minha proposta é nova. Nunca fui candidato, e o partido que escolherei certamente será algum que esteja construindo uma proposta de governo junto a sociedade, dialogando com a população antes, durante e depois de uma eleição, de um mandato e que esteja priorizando a política com honestidade, com transparência e com responsabilidade e participação sociais. O nome do Coronel Rocha foi citado em algumas pesquisas recentemente, o que é muito bom, pois não houve liberação para campanha ainda, ao menos para os que não tem mandato, pois os que já tem mandato fazem campanha diariamente na mídia. O nome do Coronel Rocha foi citado efetivamente como o novo, pois todos os outros estão com mandatos, ou já estiveram em mandatos, e outros com &#8220;vírgulas&#8221; após seus nomes, a exemplo de fulana, filha de fulano e fulano, filho de cicrano, ou seja, nomes aparentemente novos, mas vinculados a práticas políticas velhas e condenadas pela sociedade, como se o mandato político fosse passado através de herança familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – E como será sua campanha?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> &#8211;  A ideia é fazer uma campanha de diálogo e de participação com todos os cidadãos, fazendo com que todos que acreditem nesta proposta, as multipliquem e as propaguem. Acredito que todos que decidirem caminhar junto conosco levarão as ideias e propostas do Coronel Rocha a todos os rincões de nosso amado Sergipe. Algumas propostas defendidas pelo nosso projeto estão diretamente relacionadas a segurança pública.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – Quais, por exemplo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CR</strong> – O fim da prisão disciplinar, um piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares, integração dos sistemas de inteligência dos órgão policiais e de defesa social, ciclo completo de polícia para todas as polícias, de redução da diferença salarial entre praças e oficiais e entre agentes e delegados, em igualar os salários dos peritos e legistas aos dos delegados, instituições policiais estruturadas em carreira única, com uma porta apenas de entrada, pela base. O país precisa também de instituições policiais federais fortes, com os mesmos direitos e com maiores efetivos, presença mais efetiva principalmente nas fronteiras de nosso país. O fortalecimento do sistema de defesa civil é fundamental para a instalação  de unidades dos bombeiros militares mais estruturados e presentes no interior de nosso estado. O sistema prisional carece de investimentos, os agentes prisionais precisam ser mais valorizados, transformando sua carreira em carreira policial, tema já em discussão no congresso nacional (PEC 14/2016). Os executivos municipais precisam adequar sua legislação atinentes as guardas municipais à Lei federal 13.022 de 2014, fortalecendo a prevenção primária de combate a violência nos municípios. Por fim, fortalecer e agregar valores as atividades, que embora não sejam de segurança pública, contribuem e complementam através de suas atividades, a exemplo de do sistema de vigilância privada e bombeiros civis. Embora a segurança pública seja uma importante bandeira e que necessita de respostas imediatas, uma mandato parlamentar não pode ficar adstrito apenas a um tema, mesmo que fundamental. A segurança pública é um tema multidisciplinar, investir em saúde e em educação por exemplo, contribui muito para a redução de violência. Cidades limpas, com vias bem construídas, bem sinalizadas e bem iluminadas, contribuem da mesma forma. É fácil falar em investimento sem falar de onde virá o recurso. Mas os recursos existem e podem ser mobilizados através das emendas parlamentares, além da criação de um fundo nacional de segurança pública, com verbas carimbadas como as da educação e saúde, com percentuais predeterminados constitucionalmente. Num país onde a classe política defende um percentual da receita corrente liquida para campanha política eleitoral, não há como negar um investimento em segurança pública. Nosso Congresso atual possui uma frente nacional de segurança pública, com integrantes sergipanos, todavia não me recordo nos últimos anos de uma emenda direcionada à segurança dos nossos cidadãos realizada por nossos parlamentares.</p>
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