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	<title>Arquivo para percentual - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para percentual - Só Sergipe</title>
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		<title>Sergipe tem 163 mil desempregados, diz pesquisa do IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 17:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[desocupação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi de 15,50%, 0,5% ponto percentual acima, na comparação com o trimestre anterior (15%) e 1,6 ponto percentual abaixo do primeiro trimestre de 2018 (17,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Subutilização</h2>
<p style="text-align: justify;">A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar, mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores proporções de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%) e Pará (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Petrobras anuncia novo aumento dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 19:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[GEMP]]></category>
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		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prepare o bolso. A Petrobras anunciou para amanhã (5) novo aumento da gasolina de 3,3% e do diesel de 0,1%. Nos últimos reajustes consecutivos, a gasolina acumulou acréscimo de preço de 11,2% desde o dia 31 de agosto e o diesel ficou 8,94% mais caro desde o dia 29. O aumento é nas refinarias e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Prepare o bolso. A Petrobras anunciou para amanhã (5) novo aumento da gasolina de 3,3% e do diesel de 0,1%. Nos últimos reajustes consecutivos, a gasolina acumulou acréscimo de preço de 11,2% desde o dia 31 de agosto e o diesel ficou 8,94% mais caro desde o dia 29. O aumento é nas refinarias e está de acordo com a nova política de preços da estatal, que utiliza como base “o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos principais concorrentes para o mercado &#8211; importação do produto”.</p>
<p style="text-align: justify;">Após dois meses em vigor da nova política de reajuste do preço dos combustíveis, <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-06/reajustes-de-precos-da-gasolina-e-diesel-podem-ser-diarios-anuncia" target="_blank">a Petrobras avaliou como positiva a mudança implantada em 3 de julho, com aumentos ou reduções quase diários da gasolina e do óleo diesel</a>. Em reunião na semana passada, o Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da Petrobras disse que “os ajustes promovidos têm sido suficientes para garantir a aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio”.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a estatal, durante o mês de agosto os ajustes acumulados foram de +3,4% na gasolina e de +2,2% no diesel, até o dia 29 último. Em julho, na avaliação feita até o dia 27, os ajustes acumulados foram de 4,7% no diesel e de &#8211; 0,6 % na gasolina.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o consultor Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (Cbie), a política de ajustes é positiva para a empresa, que, segundo ele, tem conseguido diminuir a capacidade ociosa das refinarias e reconquistar mercado na venda de gasolina e de diesel no país.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">“Acho que a política está tendo sucesso, as empresas que importavam estão tendo que ter muito mais cuidado na importação, porque a importação às vezes demora, o prazo da chegada do produto no Brasil é de uns 30 dias, e em 30 dias a Petrobras pode ter feito 30 reajustes, para baixo ou para cima, no preço da gasolina. Então, agora, as distribuidoras/importadoras de gasolina e óleo diesel têm que prestar muita atenção no estoque dos produtos. Porque antes olhavam muito só a questão do preço”.</p>
<p>Do ponto de vista da sociedade, Pires considera uma boa política porque os reajustes diários banalizam os aumentos ou reduções e “tiram a gasolina e o diesel da primeira página do jornal. A gente tinha uma cultura no Brasil de achar que preço de gasolina e diesel é diferente do preço do leite, do arroz, do feijão, e sempre ficava aquela expectativa, quando é que vai anunciar o aumento da gasolina, o aumento do diesel, daí dava primeira página do jornal e o cara aumentava o pão na padaria, o refrigerante e a cachaça no mercado”, argumentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Controle da inflação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, anteriormente os reajustes eram feitos “para controlar a inflação, aumentar a arrecadação ou ajudar os candidatos apoiados pelo governo de plantão a ganharem as eleições”.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Felipe Coutinho, afirmou que a nova política não diminuiu a ociosidade das refinarias, nem fez a empresa reconquistar mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na verdade, através da política de preço da Petrobras, a gente está entregando o mercado brasileiro para os importadores. Você pode verificar isso tanto na ociosidade das refinarias quanto nos dados de importação de derivados. Com essa política de preços, a Petrobras aumentou o preço nas refinarias. E quando reajustou o seu preço nas refinarias, ela viabilizou a importação por terceiros. Isso é o mesmo que entregar o mercado brasileiro para os concorrentes”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Coutinho discorda que os combustíveis possam ser considerados como as outras commodities (mercadorias com preços em dólar). Segundo ele, “a qualidade de vida das pessoas está ligada à intensidade energética do seu consumo”.</p>
<p style="text-align: justify;">“A energia é o que movimenta a economia, é o que movimenta a indústria, é o que faz com que as mercadorias e as pessoas circulem. Então, quando você tem preço da energia alto, você torna toda a economia menos produtiva. E essa improdutividade da economia impacta nas condições de vida da população. Quando você consegue ter uma economia com os custos de energia mais baixos, ela fica mais competitiva e as pessoas podem consumir mais”, opinou.</p>
<p style="text-align: justify;">O engenheiro lembra também da importância do preço da energia para a economia interna ser capaz de competir internacionalmente e no caráter estratégico e militar.</p>
<p style="text-align: justify;">“Você tratar a questão da energia, do petróleo, como se fosse uma mercadoria qualquer e fosse substituível, isso é uma falácia. Isso não é feito pelos principais países. Pelo contrário, se trata a questão da soberania energética, assim como a soberania alimentar, como uma questão vital para o interesse nacional. Quando você trata, no Brasil, o petróleo brasileiro como se fosse uma mercadoria qualquer, na verdade você está favorecendo os interesses estrangeiros que querem se apropriar do petróleo, e que não tratam o petróleo dessa forma”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Com informações da  EBC</p>
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		<title>Em 2016, depósitos de poupança aumentaram 3,1% em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 13:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os depósitos em caderneta de poupança em Sergipe aumentaram 3,1% em 2016, na comparação com 2015. No ano passado eles chegaram à cifra de R$ 61,7 bilhões. Os dados são do Banco Central, com base nas informações do Sistema Financeira de Habitação (SFH) e divulgados  hoje pela manhã, 15, pelo Boletim Sergipe Econômico. Também foram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os depósitos em caderneta de poupança em Sergipe aumentaram 3,1% em 2016, na comparação com 2015. No ano passado eles chegaram à cifra de R$ 61,7 bilhões. Os dados são do Banco Central, com base nas informações do Sistema Financeira de Habitação (SFH) e divulgados  hoje pela manhã, 15, pelo Boletim Sergipe Econômico. Também foram analisados os financiamentos imobiliários do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">O total dos financiamentos imobiliários concedidos no Estado, em 2016, com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) foi de R$ 511,6 milhões, assinalando retração de 14,5%, na comparação com o ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">O SBPE é integrado por instituições financeiras especializadas na concessão de financiamentos habitacionais, tendo como fontes de recursos os depósitos em caderneta de poupança e repasses dos recursos do FGTS.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Decompondo o montante dos financiamentos, observou-se que R$ 372,3 milhões, ou 72,8%, foram destinados à aquisição de imóveis residenciais e comerciais, enquanto que os 27,2% restantes ou R$ 139,3 milhões, compreenderam tomadas de crédito para gastos com construção, aquisição de material de construção, reforma ou ampliação de imóveis.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O Boletim Sergipe Econômico integra o Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
<p>&nbsp;</p>
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