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	<title>Arquivo para pesquisa - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para pesquisa - Só Sergipe</title>
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		<title>Mercado reduz estimativa de crescimento da economia para 0,85%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 14:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano continua em queda. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; desta vez foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano continua em queda. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; desta vez foi reduzida de 0,87% para 0,85%. Essa foi a 18ª redução consecutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Para 2020, a expectativa é que a economia tenha crescimento maior, de 2,20%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Inflação</h3>
<p style="text-align: justify;">A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,82% para 3,80% este ano, na quinta redução seguida. A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.</p>
<p style="text-align: justify;">A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2020 caiu de 3,95% para 3,91%. A meta para o próximo ano é de 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para 2021, o centro da meta de inflação é 3,75% e para 2022, 3,5%, também com intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.</p>
<p style="text-align: justify;">Taxa básica de juros<br />
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, mantida em 6,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,50% ao ano. Na semana passada, a projeção era de 5,75% ao ano. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica baixe para 6% ao ano e, no fim de 2021 e 2022, chegue a 7,5% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o comitê aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p style="text-align: justify;">A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Sergipe não aparece em pesquisa do Mtur como destino turístico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 21:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de Sergipe e sua capital, Aracaju, não aparecem como um dos 10 principais destinos turísticos da Pesquisa de Sondagem Empresarial, realizada pelo Ministério do Turismo (Mtur) , com 175 empresas de comércio de viagens. Os três principais destinos são as cidades de Porto Seguro (BA), Maceió (AL) e Natal (RN). A reportagem foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Estado de Sergipe e sua capital, Aracaju, não aparecem como um dos 10 principais destinos turísticos da Pesquisa de<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="file:///C:/Users/anton/Downloads/Boletim_Sondagem_Agencias_-_Brasil.pdf"> Sondagem Empresarial,</a></span> realizada pelo Ministério do Turismo (Mtur) , com 175 empresas de comércio de viagens. Os três principais destinos são as cidades de Porto Seguro (BA), Maceió (AL) e Natal (RN). A reportagem foi publicada hoje, 01, no site do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.turismo.gov.br/%C3%BAltimas-not%C3%ADcias/12779-nordeste-%C3%A9-o-principal-destino-de-turistas-mineiros,-aponta-pesquisa.html">Ministério do Turismo.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Depois das três primeiras mais procuradas, os demais destinos são Gramado (RS), Rio de Janeiro, Porto Seguro (BA), Ipojuca (PE), São Paulo, Salvador e Campos do Jordão (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa mostra que 49,2% das demandas turísticas são para sol e praia; 15,3% cultura e patrimônio histórico; 10% outros, 9,9% trabalho e negócios; 9% , natureza e ecoturismo; 3,3 % turismo de aventura; 3,2% religião. Nesses percentuais não há nenhuma indicação na pesquisa de que Sergipe ou a sua capital estejam incluídos.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa é de abril deste ano, com empresas do setor de agências e organização de viagens no Brasil, referente à percepção dos empresários quanto ao desempenho e à perspectiva de seus estabelecimentos e de seus destinos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Senadora critica</strong></p>
<figure id="attachment_19412" aria-describedby="caption-attachment-19412" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/senadora-Maria-do-Carmo.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-19412 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/senadora-Maria-do-Carmo.jpg" alt="" width="250" height="250" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/senadora-Maria-do-Carmo.jpg 250w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/07/senadora-Maria-do-Carmo-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></a><figcaption id="caption-attachment-19412" class="wp-caption-text">Senadora Maria do Carmo: curiosidades</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A senadora Maria do Carmo, DEM, defendeu uma política de turismo mais agressiva e estratégica para Sergipe. “Turismo é vetor do desenvolvimento. Não podemos esquecer isso. O Estado deve implementar uma política assertiva, considerando essa perspectiva, pois é o caminho mais curto para sair da crise financeira em que se encontra”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de 49,2% das demandas turísticas serem para sol e mar, as praias sergipanas não estão inclusas, o que chamou a atenção da senadora. “Estamos falando de Sergipe, pois temos sol praticamente o ano inteiro e invejáveis praias na capital e em municípios próximos, como a praia do Saco, Abaís, Caueira, Pirambu, Atalaia Nova. Isso, sem falar no nosso Cânion de Xingó, em Canindé do São Francisco, e na riqueza histórica de cidades como São Cristóvão e Laranjeiras”, alertou a parlamentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a senadora, o setor turístico representa  6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e gera algo em torno de 9 milhões de empregos diretos.</p>
<p>[/box]</p>
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		<title>Nordestino está menos confiante em relação a emprego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2019 15:50:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalhador do Nordeste é que está menos confiante em relação à expectativa de emprego e endividamento. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela que o mais baixo índice – 45,3 pontos – é no Nordeste. Variando de 0 a 100 pontos, o Inec, quando abaixo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trabalhador do Nordeste é que está menos confiante em relação à expectativa de emprego e endividamento. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela que o mais baixo índice – 45,3 pontos – é no Nordeste. Variando de 0 a 100 pontos, o Inec, quando abaixo de 50 pontos, mostra que consumidores estão sem confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">No geral, todos os brasileiros estão menos confiantes, pois o levantamento trimestral revelou que o índice recuou para 47 pontos em junho, número 1,4 ponto abaixo do registrado em abril. De acordo com a CNI, é a segunda queda consecutiva do indicador que, no entanto, continua acima da média histórica (46,1 pontos).</p>
<p style="text-align: justify;">No Norte/Centro-Oeste, o índice ficou em 47,7 pontos; no Sudeste, em 47; e no Sul, em 49,3. Na faixa de população com idade entre 35 e 44 anos, o Inec caiu 2,7 pontos entre abril e junho, ficando em 45,9 pontos.  “A queda da confiança em junho é resultado, especialmente, da piora da percepção dos brasileiros sobre o emprego e o aumento do endividamento das famílias”, informou, por meio de nota a CNI.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o levantamento, o índice de expectativas em relação ao desemprego registrou variação de 54,7 pontos para 56,4 pontos; e o índice de endividamento passou de 49 para 51 pontos. Nesses casos, valores acima de 50 pontos indicam que maior é a expectativa de aumento do desemprego nos próximos seis meses e maior o nível de endividamento das famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O índice também recuou em todos os graus de instrução, principalmente entre as pessoas com ensino médio e superior. Se o recorte focar nos que têm ensino superior, o Inec caiu 2,1 pontos, baixando para 47,5 pontos. Entre as pessoas com ensino médio, houve retração de 1,9 pontos, ficando em 47 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Feita em parceria com o Ibope, esta edição do Inec ouviu, entre os dias 20 e 23 de junho, cerca de 2 mil pessoas em todo o país.</p>
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		<title>Vendas de combustíveis  em Sergipe aumentam 3,4% em abril</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/vendas-de-combustiveis-em-sergipe-aumentam-34-em-abril/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 12:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As vendas de combustíveis em Sergipe, em abril deste ano, que totalizaram 64,8 milhões de litros, tiveram um aumento de 3,4% na comparação com março. No comparativo com o mês de março de 2018, o aumento foi de 4,5%. Os números são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Dos combustíveis comercializados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As vendas de combustíveis em Sergipe, em abril deste ano, que totalizaram 64,8 milhões de litros, tiveram um aumento de 3,4% na comparação com março. No comparativo com o mês de março de 2018, o aumento foi de 4,5%. Os números são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p style="text-align: justify;">Dos combustíveis comercializados em Sergipe no mês de abril, foram 31,8 milhões de litros de gasolina. Em termos relativos, houve um aumento de 0,6% nas vendas, em relação a abril de 2018. Na comparação com março deste ano, também houve expansão, porém maior, de 1,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram comercializados pouco mais de 27 milhões de litros  de óleo diesel em abril, que significa um aumento de 3,7%, em relação ao mesmo mês de 2018. Quando comparado com o mês anterior, março deste ano, as vendas também apresentaram alta de 8,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o etanol hidratado, verificou-se elevação nas vendas de 129,6%, quando confrontado com o volume registrado no mesmo mês de 2018. Em volume, as vendas chegaram a aproximadamente 4,2 milhões de litros. No entanto, em relação a março deste ano, notou-se queda de 8,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">O querosene de aviação, combustível utilizado pelas aeronaves, totalizou 1,7 milhão de litros em vendas, apresentando recuo de 29,4%, em relação a abril de 2018. No confronto com o mês de março de 2019, notou-se recuo de 1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados da ANP foram analisados pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
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		<title>QUANTO E COMO O GOVERNO FEDERAL GASTOU EM EDUCAÇÃO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 20:20:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*) Em valores atualizados pelo Índice de Preços Ao Consumidor Especial (IPCA-E), tendo como data base o mês de maio de 2019, os números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) mostram que, entre 1980 e 2018, o Governo Federal já dispendeu com a função Educação o total de R$ 1.619.185.715.677,34. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16764" aria-describedby="caption-attachment-16764" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png"><img decoding="async" class="wp-image-16764 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-16764" class="wp-caption-text">Economia Herética</figcaption></figure>
<p><strong>Por</strong> <strong>Emerson Sousa (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em valores atualizados pelo Índice de Preços Ao Consumidor Especial (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/precos-e-custos/9262-indice-nacional-de-precos-ao-consumidor-amplo-especial.html?=&amp;t=o-que-e">IPCA-E</a></span>), tendo como data base o mês de maio de 2019, os números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/in/series-historicas">STN</a></span>) mostram que, entre 1980 e 2018, o Governo Federal já dispendeu com a função Educação o total de <strong>R$ 1.619.185.715.677,34</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que, em quase quatro décadas, o Brasil destinou para a educação federal algo em torno de 23,7% do Produto Interno Bruto (PIB) gerado no país em todo o ano passado. O que redunda numa média anual de pouco mais de R$ 41,5 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, essa não foi uma trajetória linear, muito pelo contrário. Todo o caminho do gasto federal em educação foi marcado por idas e vindas, ainda que a tendência tenha sido de crescimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A EVOLUÇÃO DO GASTO FEDERAL EM EDUCAÇÃO </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-18223 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-300x187.png" alt="" width="300" height="187" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-300x187.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-768x479.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação-1024x639.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tabela-educação.png 1300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Entre 1980 e 1989, a valores de maio de 2019, o gasto anual médio foi de R$ 17,9 bilhões. De 1990 a 1999, esse valor foi a R$ 31,2 bilhões. Já entre 2000 e 2009, tal medida cravou a média de R$ 36,2 bilhões por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, foi entre 2010 e 2018 que a educação passou a observar seus maiores níveis de dotação orçamentária, chegando a R$ 84,5 bilhões em cada ano em média.</p>
<p style="text-align: justify;">Tais números também expressam os efeitos da Constituição Cidadã de 1988 sobre o gasto federal em educação e, também, o ganho de importância política dessa função para a sociedade como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque, no primeiro dos decênios acima (1980/1989), apenas o dispêndio federal em educação abarcou algo em torno de 0,6% do produto interno bruto gerado em todo esse período, ao passo que, entre 2010 e 2018, esse percentual era de 1,23%.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>BRASIL &#8211; O GASTO EM EDUCAÇÃO POR HABITANTE</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Sob uma óptica alternativa, esse processo evolutivo pode ser melhor percebido quando se vê que, em 1984, ao final do mandato do ditador João Figueiredo, o gasto federal em educação por brasileiro era de R$ 76,99 a preços de maio de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao término do governo José Sarney (1989), essa mesma medida per capita estava em R$ 160,94, enquanto que durante o interregno Fernando Collor decaiu para R$ 63,15 em 1992.</p>
<p style="text-align: justify;">A recuperação vem com o breve Itamar Franco que, em 1994, realiza um gasto per capita em educação da ordem de R$ 188,44, enquanto que o seu sucessor, o ex-ministro Fernando Henrique, finaliza seus oito anos de presidência com a marca de R$ 194,07 em valores atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é com os governos petistas que o dispêndio em educação por parte do Governo Federal vem quebrar a marca dos R$ 200,00. Para ser mais preciso, ao final de seu governo, o presidente Lula da Silva alocava R$ 319,31 por brasileiro na referida função.</p>
<p style="text-align: justify;">A presidenta Dilma Roussef, por sua vez, assenta o gasto per capita com educação em seu nível mais alto, quando passa a destinar, no ano de 2015, um volume atualizado de R$ 456,30 por brasileiro para a educação.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu sucessor, o Sr. Michel Temer, no entanto, decide-se por não ampliar esse patamar e, em 2018, o reduz para R$ 443,74 – em valores atualizados para maio de 2019 – o que significa uma queda de 2,8% em relação a sua antecessora.</p>
<p style="text-align: justify;">De todo modo, esse cenário é uma das variáveis que explicam as conquistas obtidas nessas quatro décadas pela educação brasileira, dentre as quais ganham destaque: a universalização do ensino, a redução do analfabetismo, o aumento dos níveis de escolaridade, a diminuição da evasão escolar e o aumento da expectativa de vida escolar.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O PERIGO REAL E IMEDIATO</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O dilema que agora se coloca é o de saber se o atual gabinete sustentará ou não essa política de ampliação da importância da educação no contexto do Orçamento Geral da União. Infelizmente, dado o conjunto de ações tomadas pelo atual mandato até o momento, essa perspectiva não mira claramente algum futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa percepção se deve ao fato de que, até a data de 06/05/2019, já havia sido executado, no âmbito da educação federal, o montante de R$ 28,4 bilhões. Se essa informação for anualizada, isso resulta num total de R$ 82,3 bilhões. O que representa um valor per capita de apenas R$ 392,15.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, ocorreria outra redução no valor <em>per capita</em> destinado à educação. Para que isso fosse evitado, o gabinete Bolsonaro deveria aumentar em 14% o gasto mensal com educação. Todavia, não é isso  que se tem ouvido do Ministro da Educação, o Sr. Abraham Weintraub.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu discurso de contingenciamento das despesas afronta a opção pela educação feita pela sociedade brasileira, nessas quase quatro décadas entre 1980 e 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">A despeito dos modelos pensados e propostos, é ponto pacífico que não se é garroteando o financiamento do ensino que se conseguirá algum progresso nessa área.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, não fosse o aumento das despesas com pesquisa, ensino e extensão e a expansão da malha escolar, o Brasil ainda seria um país com 25,4% de seus adultos analfabetos e com 35% de suas crianças e seus adolescentes até 17 anos fora da escola, como acontecia em 1980. E foi combatendo essas mazelas que o país “gastou” com educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Cesta básica de Aracaju aumenta 6,5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 17:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor da cesta básica de Aracaju, em fevereiro, aumentou 6,5% na comparação com o mês de janeiro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese).  Para adquirir todos os produtos, o aracajuano gastou R$ 379,61. No entanto, o valor foi o sexto mais barato entre as 18 capitais pesquisadas pelo Dieese. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O valor da cesta básica de Aracaju, em fevereiro, aumentou 6,5% na comparação com o mês de janeiro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese).  Para adquirir todos os produtos, o aracajuano gastou R$ 379,61. No entanto, o valor foi o sexto mais barato entre as 18 capitais pesquisadas pelo Dieese.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as capitais examinadas registraram alta no preço do feijão carioquinha, sendo que Aracaju se destacou nas taxas do grão, com elevação de 91,65%. Os fatores que ocasionaram o aumento foram a baixa oferta do produto e a redução da área semeada, em virtude da migração dos produtores para outros tipos de plantios, como a soja e o milho.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a alta está associada às mudanças climáticas, que prejudicaram a qualidade dos grãos. Em consequência dos acontecimentos abordados acima, houve uma demanda maior pelo feijão preto, que também resultou no aumento do preço desse bem substituto.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Capitais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com fevereiro do ano passado, a cesta básica subiu 11,1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em fevereiro, levando-se em consideração a comparação com o mês de janeiro, observou-se que a redução, no valor da cesta, foi registrada em apenas uma capital, Belém (-0,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a fevereiro do ano passado, os preços médios da cesta não tiveram decréscimo em nenhuma das capitais analisadas. Por sua vez, as maiores altas foram em Campo Grande (+17,7%), Goiânia (+14,4%) e Belo Horizonte (+11,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">O menor valor da cesta básica, no mês em análise, foi observado em Salvador (R$ 362,93). Já os maiores valores permaneceram registrados em São Paulo (R$ 482,40), Rio de Janeiro (R$ 464,47) e Porto Alegre (R$ 449,95).</p>
<p style="text-align: justify;">A análise é do  Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
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		<title>Índice de Confiança do Consumidor avança em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 14:31:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), avançou 3,6 pontos de dezembro para janeiro e atingiu 96,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior nível desde fevereiro de 2014 (97,3 pontos). O índice está 8 pontos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), avançou 3,6 pontos de dezembro para janeiro e atingiu 96,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior nível desde fevereiro de 2014 (97,3 pontos).</p>
<p style="text-align: justify;">O índice está 8 pontos acima de janeiro do ano passado. Em janeiro, os consumidores melhoraram suas avaliações tanto sobre a situação atual e quanto em relação às expectativas para os próximos meses.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, subiu 1,2 ponto, para 76,8 pontos, mantendo a trajetória de alta pelo terceiro mês consecutivo e atingindo o maior nível desde maio de 2018 (77,2). O componente de satisfação com a situação econômica no momento subiu 2,4 pontos, já a satisfação com a situação financeira das famílias ficou estável.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O Índice de Expectativas, que mede a confiança nos próximos meses, avançou 5,1 pontos, passando para 110,7 pontos, o maior valor desde junho de 2012 (111,8 pontos). O componente de situação financeira das famílias nos próximos meses subiu 7,4 pontos, enquanto o componente de situação da economia no futuro cresceu apenas 3,8 pontos.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Cesta básica sobe em 18 capitais, diz Dieese</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 20:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
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		<category><![CDATA[leite integral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado, o preço da cesta básica subiu nas 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A informação foi divulgada nesta terça-feira, 8, pelo Dieese. De acordo com a instituição, entre dezembro de 2017 e dezembro do ano passado, as maiores altas ocorreram em Campo Grande (15,46%), Brasília (14,76%) [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">No ano passado, o preço da cesta básica subiu nas 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A informação foi divulgada nesta terça-feira, 8, pelo Dieese.</p>



<p>De acordo com a instituição, entre dezembro de 2017 e dezembro do ano passado, as maiores altas ocorreram em Campo Grande (15,46%), Brasília (14,76%) e Belo Horizonte (13,03%) e as menores, em Recife (2,53%) e Natal (3,09%).</p>



<p>Os preços que mais subiram nesse período foram os do leite integral, tomate, pão francês, da carne bovina de primeira, do arroz agulhinha e da batata. As maiores quedas foram registradas no café em pó e no açúcar.</p>



<p><strong>Dezembro</strong></p>



<p>Considerando apenas o mês de dezembro, o valor da cesta básica aumentou em 15 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese. Os preços subiram mais em Goiânia (5,65%), Salvador (4,13%) e Natal (2,77%). Houve queda de preço em Fortaleza (-3,48%), Vitória (-1,17%) e São Luis (-0,40%).</p>



<p>No mês passado, a cesta mais cara foi a de São Paulo, que custava, em média, R$ 471,44. Em seguida aparecem, as do Rio de Janeiro (R$ 466,75), de Porto Alegre (R$ 464,72) e de Florianópolis (R$ 457,82). Os menores valores médios de cestas básicas foram observados em Recife (R$ 340,57), Natal (R$ 341,40) e Salvador (R$ 343,82).</p>



<p class="has-background has-light-green-cyan-background-color">Em novembro e dezembro do ano passado, o preço da batata subiu em todas as capitais analisadas, porque o clima seco prejudicou a produção no centro-sul do país. O óleo de soja subiu em 16 das 18 capitais pesquisadas porque parte do óleo bruto foi usada para fabricação do biodiesel. O preço da carne bovina de primeira, que está em período de entressafra e bateu recorde de exportação, subiu em 15 cidades. Já o do leite integral caiu em 17 cidades por causa da oferta crescente.</p>



<p><strong>Salário mínimo &#8211;</strong>Com base na cesta mais cara do país – a de São Paulo – o Dieese calculou em R$ 3.960,57 o valor do salário mínimo necessário em dezembro para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. O valor equivale a 4,15 vezes o salário mínimo vigente em dezembro (R$ 954).</p>



<p><em>Fonte: Agência Brasil&nbsp;</em></p>
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		<title>Enzo Gabriel e Maria Eduarda, os nomes mais escolhidos em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 13:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[escolha]]></category>
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		<category><![CDATA[levantamento]]></category>
		<category><![CDATA[nomes]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enzo Gabriel, com 305 registros, e João Miguel, com 272 registros, foram os nomes mais escolhidos pelos pais no momento do registro de nascimento de seus filhos no Estado do Sergipe em 2018. É o que apontam os dados compilados pelos cartórios de Registro Civil do Estado, divulgado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enzo Gabriel, com 305 registros, e João Miguel, com 272 registros, foram os nomes mais escolhidos pelos pais no momento do registro de nascimento de seus filhos no Estado do Sergipe em 2018. É o que apontam os dados compilados pelos cartórios de Registro Civil do Estado, divulgado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen/Brasil).</p>
<p>Em âmbito nacional, Enzo Gabriel também foi o nome masculino mais registrado, com 18.156 registros; enquanto Maria Eduarda, com 15.760 registros, liderou o ranking feminino. As preferências nacionais do ano que se encerra superaram os nomes que em 2017 ocupavam o topo da lista – Miguel, agora na segunda colocação e Alice, agora na 3º colocação entre os nomes femininos.</p>
<p>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p>O levantamento deste ano, reuniu dados de todos os 7.732 Cartórios de Registro Civil dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal, que formaram uma base de mais de 2 milhões e 760 mil registros realizados até o dia 18 de dezembro, disponível a toda a sociedade através do <strong>Portal da Transparência</strong> no endereço <strong><a href="http://www.registrocivil.org.br/">www.registrocivil.org.br</a></strong>.</p>
<p>[/box]</p>
<p>Com a totalidade dos Estados integrados à base de dados da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen/Brasil) foi possível ainda identificar as preferências em cada uma das cinco regiões brasileiras.</p>
<p>Nos rankings regionais surgem variações à lista nacional, como a presença de nomes como João Miguel – um dos que mais cresceu em 2018 – no Norte, Nordeste e Centro-Oeste -, Heitor, no Centro-Oeste, Maria Clara e Maria Cecília, também no Nordeste, e Helena na região Sul.</p>
<p>[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p>O levantamento, que usou a Central Nacional de Informações do Registro Civil como base central, identificou ainda a existência de 348.861 nomes diferentes, alguns deles com ampla variação de grafia, além dos tradicionais nomes diferentes escolhidos pelos pais. Destaque também à quantidade de nomes compostos, que representam 28,3% do total de nomes escolhidos pelos pais brasileiros. O estudo identificou ainda a existência de 3.027 variações compostas para o nome Maria, 2.320 para Pedro, 1.564 para Ana, 1.488 para Enzo e 1.260 para João.</p>
<p>[/box]</p>
<p><strong>Portal da Transparência</strong></p>
<p>A partir deste ano, o levantamento dos nomes mais registrados, assim como o da quantidade de nascimentos, casamentos, óbitos e CPFs estará disponível à toda a população através do Portal da Transparência do Registro Civil <strong>(<a href="http://www.registrocivil.org.br/">www.registrocivil.org.br</a>).</strong> Pelo site é possível segmentar a busca Nacional, por Estados, Regiões e Municípios brasileiros no ano da pesquisa ou em anos retroativos em uma base que conta com mais de 125 milhões de registros. Outro serviço disponibilizado é a Busca de Óbitos de Pessoas Desconhecidas, que auxilia na localização de pessoas desaparecidas e registradas como indigentes.</p>
<p>Através do Portal também é possível ao cidadão fazer buscas de registros e solicitar certidões de nascimento, casamento e óbito de qualquer cartório brasileiro de forma simplificada, ágil, sem gastos adicionais com despachantes e diretamente por meio do <em>tablet</em> ou do celular. Se optar pela via impressa do documento o cidadão pode decidir por receber o documento em casa ou retirar no cartório mais próximo. Caso prefira a versão digital do documento, ele pode receber a certidão eletrônica por e-mail, com a mesma validade do documento original.</p>
<p><strong><u>RANKING NACIONAL DE NOMES MAIS REGISTRADOS</u></strong></p>
<p><strong>[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<h1><strong>10 NOMES MAIS FREQUENTES EM SERGIPE</strong></h1>
<p>ENZO GABRIEL – 305</p>
<p>JOÃO MIGUEL – 272</p>
<p>MARIA CECÍLIA – 207</p>
<p>MARIA CLARA – 195</p>
<p>ARTHUR – 189</p>
<p>MARIA EDUARDA – 176</p>
<p>HEITOR – 145</p>
<p>MIGUEL – 142</p>
<p>PEDRO HENRIQUE – 142</p>
<p>MARIA ALICE – 136</p>
<h3><strong>10 NOMES MASCULINOS MAIS FREQUENTES EM SERGIPE</strong></h3>
<p>ENZO GABRIEL – 305</p>
<p>JOÃO MIGUEL – 272</p>
<p>ARTHUR – 189</p>
<p>HEITOR – 145</p>
<p>MIGUEL – 142</p>
<p>PEDRO HENRIQUE – 142</p>
<p>BERNARDO – 118</p>
<p>DAVI – 87</p>
<p>ARTHUR GABRIEL – 86</p>
<p>GABRIEL – 84</p>
<h3><strong>10 NOMES FEMININOS MAIS FREQUENTES EM SERGIPE</strong></h3>
<p>MARIA CECÍLIA – 207</p>
<p>MARIA CLARA – 195</p>
<p>MARIA EDUARDA – 176</p>
<p>MARIA ALICE – 136</p>
<p>MARIA LUIZA – 107</p>
<p>MARIA VALENTINA – 107</p>
<p>ANA CLARA – 104</p>
<p>MARIA VITORIA – 98</p>
<p>MARIA JULIA – 95</p>
<p>MARIA HELENA – 84</p>
<h3><strong>10 NOMES MAIS FREQUENTES DO BRASIL</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<table width="363">
<tbody>
<tr>
<td width="160">ENZO GABRIEL</td>
<td width="203">18.156</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">MIGUEL</td>
<td width="203">17.699</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">ARTHUR</td>
<td width="203">17.119</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">JOÃO MIGUEL</td>
<td width="203">16.049</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">MARIA EDUARDA</td>
<td width="203">15.760</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">MARIA CLARA</td>
<td width="203">14.170</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">HEITOR</td>
<td width="203">14.025</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">PEDRO HENRIQUE</td>
<td width="203">13.672</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">ALICE</td>
<td width="203">12.482</td>
</tr>
<tr>
<td width="160">ANA CLARA</td>
<td width="203">11.059</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table width="407">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="407">
<h3><strong> </strong></h3>
<h3><strong>10 NOMES MASCULINOS MAIS FREQUENTES DO BRASIL</strong></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3></h3>
<h3>ENZO GABRIEL</h3>
</td>
<td width="50">
<h3></h3>
<h3>18.156</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>MIGUEL</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>17.699</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>ARTHUR</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>17.119</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>JOÃO MIGUEL</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>16.049</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>HEITOR</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>14.025</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>PEDRO HENRIQUE</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>13.672</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>DAVI</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>10.206</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>BERNARDO</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>9.914</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">
<h3>JOÃO PEDRO</h3>
</td>
<td width="50">
<h3>9.519</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">GABRIEL</td>
<td width="50">9.452</td>
</tr>
<tr>
<td width="357"></td>
<td width="50"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="407">
<h3><strong>10 NOMES FEMININOS MAIS FREQUENTES DO BRASIL</strong></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">&nbsp;</p>
<p>MARIA EDUARDA</td>
<td width="50">&nbsp;</p>
<p>15.760</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">MARIA CLARA</td>
<td width="50">14.170</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">ALICE</td>
<td width="50">12.482</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">ANA CLARA</td>
<td width="50">11.059</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">HELENA</td>
<td width="50">10.573</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">VALENTINA</td>
<td width="50">10.325</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">MARIA LUIZA</td>
<td width="50">9.353</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">LAURA</td>
<td width="50">9.252</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">MARIA ALICE</td>
<td width="50">8.782</td>
</tr>
<tr>
<td width="357">MARIA CECÍLIA</td>
<td width="50">7.719</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/enzo-gabriel-e-maria-eduarda-os-nomes-mais-escolhidos-em-sergipe/">Enzo Gabriel e Maria Eduarda, os nomes mais escolhidos em Sergipe</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Número de usuários de internet cresce 10 milhões em um ano</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/numero-de-usuarios-de-internet-cresce-10-milhoes-em-um-ano/</link>
					<comments>https://teste.sosergipe.com.br/numero-de-usuarios-de-internet-cresce-10-milhoes-em-um-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 15:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[computadores]]></category>
		<category><![CDATA[domicílios]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>
		<category><![CDATA[usuários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passou de 64,7% para 69,8% o número de brasileiros com 10 anos ou mais (181 milhões da população) que acessaram a internet de 2016 para 2017. São quase 10 milhões de novos usuários na comparação entre o último trimestre de cada ano. [box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;] Os dados constam no suplemento Tecnologias da Informação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Passou de 64,7% para 69,8% o número de brasileiros com 10 anos ou mais (181 milhões da população) que acessaram a internet de 2016 para 2017. São quase 10 milhões de novos usuários na comparação entre o último trimestre de cada ano.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados constam no suplemento Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição foi divulgada pela primeira vez trazendo informações relativas a 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todas as regiões do país, houve variação positiva entre quatro e seis pontos percentuais. &#8220;Esse é um processo que vem ocorrendo de uma maneira relativamente rápida. Em um ano, houve um avanço de quase 10 milhões usuários de internet. Isso está ocorrendo em diversos grupos etários, tanto entre os jovens quanto entre os mais velhos&#8221;, explica a analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE Adriana Beringuy.</p>
<p style="text-align: justify;">Proporcionalmente, o maior crescimento ocorreu entre as pessoas com 60 anos ou mais, com alta de 25,9%. A pesquisa também mostra aumento de 7,4% no uso da internet entre adolescentes de 10 a 13 anos. Nesta faixa etária, 71,2% das pessoas já acessaram o ambiente virtual e 41,8% têm telefone celular pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a pesquisa, no último trimestre de 2017, 16,3% da população brasileira com 10 anos ou mais fizeram uso da internet através da televisão. Em 2016, esse percentual foi de 11,3%. Esse aumento de 5 pontos percentuais foi o mais expressivo. &#8220;[Isso] é viabilizado pelas Smart TVs, que vem ganhado cada vez mais espaço no mercado&#8221;, diz Adriana.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos celulares, houve um salto de 2,4 pontos percentuais, saindo de 94,6% para 97%. De outro lado, em 2016, 63,7% dos usuários acessaram a web através de um computador, percentual que caiu para 56,6% em 2017. A redução no tablet foi de 16,4% para 14,3%. A pesquisa também mostrou que de 2016 para 2017, cerca de 835 mil casas deixaram de ter um computador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conexão</strong> &#8211; Em relação aos tipos de conexão, a banda larga móvel é mais usada, com presença em 78,5% dos domicílios. A banda larga fixa está em 73,5%. A internet discada se mostrou irrelevante: apenas 0,4% dos domicílios com acesso registraram esse tipo de conexão.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados de banda larga não são uniformes para todo o país. &#8220;Em áreas mais afastadas, prevalece a banda larga móvel&#8221;, explica Adriana. Em comunidades da floresta amazônica, por exemplo, há maior dificuldade de implantação de internet a cabo. Dessa forma, na Região Norte, em 88,7% dos domicílios com acesso à internet, as pessoas se conectam usando serviços de banda larga móvel, enquanto em apenas 48,8% das casas há banda larga fixa.</p>
<p style="text-align: justify;">No Sudeste, de outro lado, os percentuais são mais próximos. A banda larga móvel está presente em 83,5% dos domicílios com conexão e a fixa em 72,5%. O Nordeste é a única região em que os índices se invertem: a banda larga fixa existe em 74,2% dos domicílios com internet e supera os 63,8% da banda larga móvel.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pnad Contínua também mostrou crescimento mais expressivo de conexão na área rural do que na urbana. De 2016 para 2017, a quantidade de casas na área rural com acesso subiu mais de sete pontos percentuais, de 33,6% para 41%. No mesmo período, as residências com conexão nos centros urbanos tiveram alta de cinco pontos percentuais, de 75% para 80,1%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Finalidade</strong> &#8211; Outro dado que consta na pesquisa diz respeito à finalidade de uso. O acesso para enviar e-mails foi relatado por 66,1% dos usuários, uma queda em relação aos 69,3% de 2016. De outro lado, houve aumentos expressivos na utilização da internet para fazer chamadas de voz ou de vídeo, que saltou de 73,3% para 83,8%, e para assistir a programas, séries e filmes, número que saiu de 74,6% e alcançou 81,8%.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi ainda observado crescimento do acesso para enviar mensagens de texto ou de voz através de aplicativos diferentes de e-mail, como o Whatsapp ou o Telegram. Essa finalidade foi mencionada por 95,5% dos usuários, representando aumento em relação aos 94,2% registrados em 2016.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não uso</strong> &#8211; A falta de conhecimento é a principal causa para não acessar a rede mundial de computadores. O motivo foi citado por 38,5% dos entrevistados. &#8220;A população que afirma não saber usar a internet é maior na região urbana do que na região rural. Pode influenciar o fato de a região rural ter uma estrutura etária mais jovem. E apesar do acesso à internet entre a população mais velha ter crescido de forma mais expressiva, os idosos ainda são os que a utilizam em menor proporção&#8221;, analisa Adriana.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de interesse foi o segundo motivo mais alegado para o não uso da internet. Ele foi mencionado por 36,7%. Somadas, não saber usar a internet e a falta de interesse foram as razões apresentadas por 75,2% das pessoas que não acessam a internet. O preço, a indisponibilidade do serviço na região e o custo do equipamento necessário para o acesso estão entre as outras explicações.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua substituiu a Pnad e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Por meio da pesquisa, são publicados relatórios mensais e trimestrais com informações conjunturais relacionadas à força de trabalho. Também são divulgadas informações educação e migração. Há ainda suplementos em que determinados assuntos são pesquisados com periodicidades diferentes.</p>
<p>Fonte: Agencia Brasil</p>
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