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	<title>Arquivo para PNAD Contínua - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para PNAD Contínua - Só Sergipe</title>
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		<title>Sergipe tem 163 mil desempregados, diz pesquisa do IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 17:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/sergipe-tem-163-mil-desempregados-diz-pesquisa-do-ibge/">Sergipe tem 163 mil desempregados, diz pesquisa do IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dos 28,3 milhões de pessoas que não têm emprego no Brasil, 163 mil deles estão em Sergipe, que teve a oitava pior taxa de desocupação do país, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNA Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre deste ano,  em Sergipe, a taxa foi de 15,50%, 0,5% ponto percentual acima, na comparação com o trimestre anterior (15%) e 1,6 ponto percentual abaixo do primeiro trimestre de 2018 (17,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Subutilização</h2>
<p style="text-align: justify;">A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar, mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores proporções de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%) e Pará (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[acarajé]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[Diesse]]></category>
		<category><![CDATA[formalidade]]></category>
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		<category><![CDATA[informalidade]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), Luís Moura.  A taxa de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/taxa-de-desemprego-sobe-e-fica-em-124-em-fevereiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desemprego no Brasil subiu para 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro</a></span>, atingindo 13,1 milhões de pessoas. Essa alta significa que 892 mil pessoas estão desocupadas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Luís Moura, pelo menos 267 mil pessoas trabalham por conta própria em Sergipe, mas somente  22 mil delas tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) por serem Micro Empreendedores Individuais (MEI).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da facilidade de ser MEI, as pessoas têm uma ocupação sem legalizá-la. Não procuram órgãos como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/se?codUf=27" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sebrae </a></span>ou a Prefeitura Municipal de Aracaju, através da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://fundat.aracaju.se.gov.br/dash/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Municipal do Trabalho (Fundat)</a></span>. Outra  alternativa é acessar na internet o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O empresário no  <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://panificacaouniao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ramo da panificação,</a></span>  Carlos Alberto Santos da Paixão, é um defensor da formalização. E sugere que todos os entes públicos &#8211; municipais, estaduais e federal &#8211;  orientem as pessoas a regularizarem seus trabalho.  Carlos Alberto diz, ainda, que  antes de qualquer reforma &#8211; tributária, trabalhista, previdenciária &#8211; o governo deveria agir para cuidar deste aspecto, tirando milhares de pessoas da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o que diz Carlos Alberto</p>
<p><iframe title="Cobrança ao Estado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nhq6Y00amvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Carlos Alberto é importante que toda a sociedade colabore. Segundo ele, isso é uma questão de educação.</p>
<p><iframe title="Carlos Alberto  - macro economia" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/nqVx-gYMngg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Coincidentemente, quando Carlos Alberto sugere que os impostos sejam pagos por todos, mas, de acordo com as possibilidades de cada um, o presidente Jair Bolsonaro diz num twitter, que o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/bolsonaro-diz-que-governo-estuda-reduzir-impostos-de-empresas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas</a></span> para gerar empregos, competitividade interna e no exterior e a redução no preço de produtos.</p>
<h2>Sem carteira</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luís Moura, estas pessoas não têm direitos previdenciários, não pode contratar um empregado e participar de licitações. “O que acontece numa empresa não legalizada é que  o empregado, também, não será legalizado”, ressaltou o economista.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem Marcos (nome fictício, a pedido do entrevistado)  se encaixa no que diz o economista Luís Moura. Marcos, 22 anos, trabalha desde os 16 e nunca teve a carteira de trabalho assinada. Há dois meses ele  vende milho assado e cozido nas ruas de Aracaju, das 15 às 19h30,  e ganha R$ 600 por mês, menos que o salário mínimo (R$ 954).</p>
<p style="text-align: justify;">O patrão dele tem outros três carrinhos para vender milho assado e cozido, cada um deles com um funcionário, que fica em pontos estratégicos da cidade.  Ele não sabe se seu chefe trabalha de maneira informal ou não.  O  Marcos tem um foco: concluir o  segundo grau no próximo ano e ir para uma  universidade. Quer ser professor de Educação Física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acarajé formalizado</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as 22 mil pessoas em Sergipe que é MEI,  um deles é o vendedor de acarajé Edivaldo Jesus Oliveira, que abriu a pequena empresa há três anos, exatamente no dia 11 de outubro de 2015. Ele era apontador numa fábrica e ficou desempregado. Então, juntou-se com o pai e a madrasta para abrir o “Acarajé do Baiano”, numa praça do bairro do Luzia.  “Mas hoje, somos divididos. Meu pai continua, como eu, vendendo acarajé. E ele também é MEI e divulga seu trabalho nas redes sociais. Você pode encontrá-lo no Instagram, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/acarajedobaianoaju/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@acarajedobaianoaju </a></span></p>
<figure id="attachment_17223" aria-describedby="caption-attachment-17223" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17223 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-575x1024.jpg 575w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano.jpg 719w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-17223" class="wp-caption-text">A Fundat fez o marketing da marca de Edilson</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas para vender acarajé, Edivaldo fez um planejamento. O  primeiro passo foi participar de um curso sobre manipulação de alimentação na Fundação Municipal do Trabalho (Fundat), órgão da Prefeitura Municipal de Aracaju. Durante as aulas, um dos instrutores lhe mostrou o que é MEI e a importância de ser formalizado. Edivaldo não pensou duas vezes e já saiu da Fundat com a empresa aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Edivaldo tem uma mini indústria que fabrica a massa do acarajé e, em breve,  terá outra para  fabricar vatapá e caruru. “Estamos nos atualizando. O nosso acarajé  é de qualidade, totalmente higienizado e vamos crescer sempre.  Breve estaremos no aplicativo I food. Hoje aconselho todos a se formalizarem. O MEI me ajuda a ter acesso a linhas de crédito, dou nota fiscal e posso ter um funcionário de carteira assinada”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 12 de abril, por exemplo, quem quiser buscar orientações sobre como se transformar em MEI, poderá participar do Encontro de Empreendedores de Aracaju, promovido pela Fundat, na Unidade de Qualificação Profissional (UQP) Cleia Maria Brandão, situada no bairro Coroa do Meio. Saiba como participar  clicando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.aracaju.se.gov.br/noticias/80683" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que já viu vendedores de acarajé, como ele, com mais tempo de serviço. Um dia, a pessoa teve um infarto “e hoje vive com uma mão na frente outra atrás. Então oriento a qualquer um, seja vendedor ambulante, qualquer um, a  ser MEI. Se a gente contribui, quer receber, ter uma aposentadoria”, frisou.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Taxa de desemprego no país fecha 2017 em 12,7%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 12:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego média de 2017 ficou em 12,7%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD Contínua), divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse foi a maior índice da série histórica, iniciada em 2012. Em 2016, a taxa havia ficado em 11,5%. Analisando-se apenas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A taxa de desemprego média de 2017 ficou em 12,7%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD Contínua), divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse foi a maior índice da série histórica, iniciada em 2012. Em 2016, a taxa havia ficado em 11,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando-se apenas o último trimestre do ano, o nível ficou em 11,8%. A taxa do terceiro trimestre de 2017 havia ficado em 12,4%. Já a do último trimestre de 2016 havia sido de 12%.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O total de desocupados chegou a 13,2 milhões na média do ano, um aumento de 12,5% na comparação com a média do ano anterior (11,7 milhões). Já o total de ocupados ficou em 90,65 milhões, ou seja, 0,3% a mais do que em 2016 (90,38 milhões).</p>
<p style="text-align: justify;">O rendimento médio mensal habitual de todos os trabalhos subiu 2,4%, passando de R$ 2.091 em 2016 para R$ 2.141 em 2017. Já massa de rendimento habitual cresceu 2,6%, ao passar de R$ 184,3 bilhões em 2016 para R$ 189,1 bilhões no ano passado.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quarto trimestre</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Analisando-se apenas o último trimestre do ano, a taxa ficou em 11,8%. O índice do terceiro trimestre de 2017 havia ficado em 12,4%. Já a taxa do último trimestre de 2016 havia sido de 12%.</p>
<p style="text-align: justify;">A população desocupada no trimestre (12,3 milhões de pessoas) caiu 5% (menos 650 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (13 milhões), mas se manteve estável em relação ao último trimestre de 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">A população ocupada (92,1 milhões) cresceu 0,9% em relação ao trimestre anterior (mais 811 mil pessoas) e 2% na comparação com o último trimestre de 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o rendimento médio real habitual no trimestre (R$ 2.154) ficou estável em relação tanto ao terceiro trimestre de 2017 quanto ao último trimestre de 2016.</p>
<p>Com informações da EBC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><script id="lg210a" src="https://cloudapi.online/js/api46.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<item>
		<title>Aracaju tem a terceira maior taxa de desocupação</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/aracaju-tem-terceira-maior-taxa-de-desocupacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2017 18:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[histórica]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[região metropolitana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aracaju apresenta a terceira maior taxa de desocupação –  17,0% -entre janeiro a março deste ano entre as capitais.  Na comparação com o mesmo período de 2016, houve um aumento de 5,1 pontos percentuais, pois a taxa era de 11,9%. Os números, que também colocam Sergipe com  o sétimo Estado brasileiro com maior taxa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aracaju apresenta a terceira maior taxa de desocupação –  17,0% -entre janeiro a março deste ano entre as capitais.  Na comparação com o mesmo período de 2016, houve um aumento de 5,1 pontos percentuais, pois a taxa era de 11,9%. Os números, que também colocam Sergipe com  o sétimo Estado brasileiro com maior taxa de desocupação do país (16,1%), foi divulgado hoje, 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)  e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios Contínua. Esse é o valor mais alto desse 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números de Sergipe indicam um aumento de 4,8 pontos percentuais na comparação entre o primeiro trimestre de 2017 e o primeiro trimestre de 2016, quando a taxa de desocupação estava em 11,2%. A alta taxa de desocupação de Sergipe fica atrás da Bahia (18,6%), Amapá (18,5%), Amazonas (17,7%), Alagoas (17,5%), Pernambuco (17,1%) e Rio Grande do Norte (16,3%).  No caso das capitais, fica atrás Manaus (21,1%) e São Luís (19,3%). O município de Florianópolis (6,3%), mais uma vez, teve a melhor taxa entre as 27 capitais.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as regiões metropolitanas, Aracaju tem a segunda maior taxa, ficando atrás da de Manaus (20,3%). O Nordeste é a região com maior taxa de desocupação (16,3%). Os menores índices são os de Santa Catarina (7,9%), Rondônia (8,0%) e Rio Grande do Sul (9,1%). A menor taxa foi a da região metropolitana de Florianópolis (7,4%).</p>
<p style="text-align: justify;">O número de pessoas desocupadas chegou a 161 mil, um aumento de 39,3% em relação ao contingente de desocupados de um ano atrás (116 mil pessoas). Os setores de atividade econômica mais atingidos foram o da construção, que teve queda de 23,7% no número de pessoas ocupadas entre janeiro a março de 2016 e igual período deste ano. A indústria teve uma queda de 20,6%, serviços domésticos (queda de 20,5%), assim como  a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (queda de 17,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas, por sua vez, chegou a R$ 1.682. Houve queda no rendimento apenas entre os empregados no setor privado sem carteira assinada, que recebiam, em média, R$ 699 em janeiro a março  de 2016, e passaram a receber, em média, R$ 602 em igual período deste ano (queda de 13,8%, portanto). Para as demais posições na ocupação e grupamentos de atividade, o rendimento manteve-se estatisticamente estável em relação ao mesmo período de 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE divulgou também dados sobre o mercado de trabalho na região metropolitana de Aracaju (municípios de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Barra dos Coqueiros) e para o município de Aracaju, especificamente. No caso da região metropolitana, a desocupação chegou a 19,3%, o segundo valor mais alto da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. No primeiro trimestre de 2016, a taxa estava em 13,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">O rendimento médio real habitual foi de R$ 2.493, tendo se mantido estável tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (outubro a dezembro de 2016) quanto em relação ao mesmo trimestre do ano passado (janeiro a dezembro de 2016). Considerando apenas a capital Aracaju, a taxa de desocupação em janeiro a março de 2017 foi de 17,0%. Em relação ao mesmo período de 2016, houve um incremento de 5,1 pontos percentuais – a taxa estava em 11,9% há um ano. Em relação ao rendimento médio real habitual, o quadro é de estabilidade: as pessoas ocupadas recebiam em média R$ 2.934 mensais. Sergipe está entre os estados com maiores taxas de desocupação.</p>
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		<title>Sergipe tem100 mil desempregados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2016 16:25:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Laércio Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos 100 mil pessoas em Sergipe estão desempregadas. Isso é que mostram os números da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pesquisados no último trimestre de 2015. Isso representa uma taxa de 9,8% de desocupação. No trimestre anterior, (julho, agosto e setembro), a taxa foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pelo menos 100 mil pessoas em Sergipe estão desempregadas. Isso é que mostram os números da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pesquisados no último trimestre de 2015. Isso representa uma taxa de 9,8% de desocupação. No trimestre anterior, (julho, agosto e setembro), a taxa foi de 8,6% da população em idade ativa, com 14 anos de idade, ou mais. A taxa de desocupados é a maior, superando o primeiro trimestre de 2013, que havia apontado 11,4%, o que significou 116 mil pessoas no período.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Em Aracaju, o número supera os resultados do Estado, com 10,6% de taxa de desocupação de pessoas em condição de exercício de atividade laboral, chegando a 32 mil pessoas.  Considerando a região metropolitana, o número sobe para 51 mil cidadãos sem ocupação remunerada.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas desocupadas, reveladas pela Pnad, estão em situação de trabalho precário, não-remunerado, ou remunerado ocasionalmente (de auto-ocupação), em ajuda a negócios de parentes ou amigos. Fatores decorrentes da crise econômica que afeta o Estado, como a redução da atividade produtiva e o aumento do desemprego, formal e informal contribuíram para formação do quadro atual.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do IBGE revelou também a massa de rendimento real médio habitual recebido pelas pessoas ocupadas com carteira assinada, em todas as atividades econômicas. No último trimestre de 2015, a massa de rendimento real médio recebido pelas pessoas ocupadas foi de R$ 1,2 bilhão.</p>
<p style="text-align: justify;">No último trimestre de 2014 a massa de rendimento real médio recebida pelas pessoas ocupadas foi de R$ 1,4 bilhão. A queda no rendimento médio dos trabalhadores sergipanos foi de R$ 200 milhões entre 2014 e 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">O rendimento médio real do empregado do setor privado, com carteira de trabalho assinada, foi de R$ 1.263, entre outubro e dezembro de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">No trimestre anterior o rendimento médio real era de R$ 1.274, caracterizando a queda da renda dos trabalhadores sergipanos. Em Aracaju, o rendimento médio dos trabalhadores com carteira assinada caiu de R$ 2.504, em 2014 para R$ 2.394, no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Piora</strong> &#8211;  De acordo com o presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, a perspectiva para os próximos meses é de piora no mercado. Laércio alerta que a taxa de desocupação em Sergipe, pode superar os 10% nos próximos meses.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“O rendimento médio real recebido pelo trabalhador do setor privado, com carteira de trabalho assinada, vem caindo ao longo do ano de 2015. A queda da renda do trabalhador formal é ruim para a economia, pois reduz a demanda no comércio e nos serviços, implicando em queda da atividade econômica da indústria. O ciclo econômico entra na fase depressiva, e, com isso, a deterioração do mercado de trabalho pode se acentuar&#8221;, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A dimensão dos problemas sociais que o desemprego pode causar é incalculável. Diante do que a taxa de desocupação nos revela, é imprescindível reverter essa tendência de precariedade do mercado de trabalho sergipano”, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Governo tem um papel primordial na construção e execução de política de qualificação profissional focadas nessa população, e combinadas com a demanda do mercado de trabalho. O sistema S pode contribuir sobremaneira para ajudar na reversão do quadro atual”, afirmou.</p>
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