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	<title>Arquivo para politicamente - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para politicamente - Só Sergipe</title>
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		<title>Brasil, China, EUA, Índia e Rússia: cinco economias colossais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 13:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) No atual contexto geopolítico, ainda que não sejam as únicas, três dimensões assumem considerável relevância para se projetar o nível de importância de um país: o tamanho do seu produto interno bruto, a sua extensão territorial e a sua população residente. De acordo com dados disponibilizados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), somente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png"><img decoding="async" class="wp-image-18874 size-medium alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><strong>Emerson Sousa (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No atual contexto geopolítico, ainda que não sejam as únicas, três dimensões assumem considerável relevância para se projetar o nível de importância de um país: o tamanho do seu produto interno bruto, a sua extensão territorial e a sua população residente.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados disponibilizados pelo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.imf.org/external/index.htm">Fundo Monetário Internacional (FMI)</a></span>, somente cinco países conseguem estar simultaneamente entre os dez primeiros colocados em todas essas categorias: Brasil, China, EUA, Índia e Rússia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos econômicos, pode-se afirmar que esse agrupamento é dotado de um considerável estoque de fatores de produção, ao menos, no que se refere à combinação dessas três medidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GIGANTES PELAS PRÓPRIAS NATUREZAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em conjunto, no ano de 2017, essas nações respondiam por 35,6% da área total dos países do planeta, por 45,8% da população mundial e por 46,6% do produto global, sendo esse último medido pelo método da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://maisretorno.com/blog/termos/p/paridade-do-poder-de-compra-ppc">Paridade do Poder de Compra (PPC)</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">E esses cinco países são uma parte do mundo que cresce mais do que o próprio mundo. Em relação a 2016, o seu produto conjunto variou 6,6%, enquanto o remanescente da economia mundial cresceu 4,9% no ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Consequentemente, o seu produto per capita variou mais do que o do conjunto dos países. O referido quinteto viu esse indicador aumentar em 5,7% entre 2016 e 2017, ao passo em que as demais economias viram tal razão crescer apenas 3,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, o produto per capita desse grupo no de 2017, também mensurado pela PPC, é de US$ 17.6 mil. Algo ligeiramente acima do resto do mundo que, pela mesma régua, equivalia a US$ 17.0 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, internamente ao quinteto, há uma disparidade considerável entre seus níveis de produto per capita. Nos EUA, esse chega a US$ 57,876; na Rússia, a US$ 27,006; na China, a US$ 15,416; no Brasil, a US$ 15,406 e na Índia, em US$ 6,760.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas de crescimento desse último indicador também se modificaram de forma diferente entre eles. Brasil, Índia e Rússia observaram um crescimento de 2,8% a.a., em média, enquanto China e EUA perceberam uma alta anual média de 8,5%. No entanto, observando-se em retrospectiva, esse quadro muda totalmente a sua feição.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 2001 e 2015, o produto per capita chinês cresceu a uma taxa média de 9,7% ao ano, ao passo em que o indiano variou, em média, outros 5,4% anuais. A Rússia assume uma posição mediana ao ter o seu produto per capita crescendo 3,9% anuais. O Brasil – com um crescimento anual médio de 1,7% &#8211; e os EUA – com uma taxa de variação de 0,9% anuais – são os piores desempenho do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DIFERENÇAS E SIMILARIDADES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, a partir da análise de algumas variáveis macroeconômicas, todas elas referenciadas a 2017, é possível identificar um padrão de classificação para essa quíntupla de nações. À primeira vista, percebe-se que China e Brasil se colocam como seus pontos extremos enquanto as outras três ocupam posições intermediárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se examina o volume de investimentos como percentual do produto, descobre-se que a China (44,6% do PIB) assume o primeiro lugar. A Índia (30,9%), a Rússia (23,9%) e os EUA (20,6%) aparecem logo em seguida colocando o Brasil – com 15,1% do produto em investimento – na última posição.</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro se repete no que se refere ao nível de poupança como proporção do produto. A China (46% do PIB) lidera o grupo. A Índia (29,1%), a Rússia (25,9%) e os EUA (18,9%) aparecem logo atrás ficando à frente do Brasil (14,7%).</p>
<p style="text-align: justify;">Eles são mais homogêneos quando vistos sob a óptica da variação do nível de preços e da carga tributária. A inflação anual chinesa é a menor de todas (1,6%), sendo secundada pela dos EUA (2,1%), enquanto que os outros três países possuem taxas na casa dos 3,5% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, a receita governamental total é maior na Rússia, que ocupa o primeiro lugar (33,2% do PIB), ficando os EUA com a segunda posição (30,9%), o Brasil com a terceira (30,8%), a China na quarta (28,3%) e a Índia na quinta (19,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">A triste nota é que, dentre esses cinco, o Brasil possui de longe a maior taxa de desemprego: 12,77% da força de trabalho, em 2017. Enquanto isso, os outros quatro vivem, praticamente, num estado de Pleno Emprego. Na Rússia, a taxa de desocupação é de 5,2%; nos Estados Unidos, 4,35%; na China, 3,9% e na Índia, 2,56% nesse mesmo ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OS PERFIS DE COMÉRCIO EXTERIOR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas as cinco nações estão inseridas no seleto clube de países que participam com mais de 1% das exportações mundiais. Todavia, há uma disparidade considerável entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">A China, com 12,77% dos níveis de exportações do planeta, em 2017, é a principal potência comercial do grupo. Em seguida, aparecem os EUA, com 8,72% desse volume.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem mais distante aparecem Rússia, com 1,99% desse total; Índia, com 1,68% e o Brasil, fechando esse pequeno agrupamento, com 1,23% do patamar mundial de exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre eles, somente Rússia (2,6% do PIB) e China (1,4%) apresentaram saldos positivos em suas Contas Correntes, EUA (2,4%), Índia (2,0%) e Brasil (0,5%) obtiveram déficits como resultados em suas transações reais com o resto do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, chamam a atenção os perfis de comércio exterior desses países. A China, com 93% de participação dos manufaturados em sua pauta comercial; os EUA, com 74,9% e a Índia, com 70,5%, são os de maior grau de elaboração nesse segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, o Brasil, com 37,9% de participação de bens manufaturados e a Federação Russa, com 21,8%, são os mais primarizados dentre os cinco. Mesmo assim, ambos os países possuem diferentes perfis de comércio exterior. A Rússia tem na exportação de combustíveis e bens minerais o seu carro-chefe (62,9% do volume total), ao passo em que os brasileiros concentram sua pauta em bens agrícolas (41,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">Tais números vão resultar num mosaico bastante heterogêneo, de um modo que o volume de comércio norte-americano chega a 13,4% do seu produto e gera um valor per capita de US$ 7.8 mil. Já chinês representa 12% do seu produto, criando um valor per capita de US$ 1.1 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, na Rússia esses indicadores são, respectivamente, de 24% e US$ 2.3 mil. No Brasil, de US$ 12% e também US$ 1.1 mil e, por fim, na Índia, cujo comércio exterior representa 20,5% do seu PIB ao passo em que ele formata um valor per capita de apenas US$ 368.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A MÃO VISÍVEL DO ESTADO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, de acordo com a Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE), por meio do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://stats.oecd.org/index.aspx?DataSetCode=PMR"><em>Product Market Regulation (PMR)</em></a></span> – um conjunto de indicadores que mensura o grau de barreiras à competição e ao empreendedorismo e o volume da intervenção estatal – esses dínamos da economia mundial não possuem grandes níveis de liberalidade econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição de 2013 dessa pesquisa – que foi a última a trazer dados em conjunto sobre o quinteto – os EUA, que são o único membro da OCDE dentre os cinco países, são superados por vários outros integrantes do referido organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um índice de 1,59 pontos, o seu grau de regulação está acima da média desse bloco – que é de 1,48 pontos – e longe dos líderes dessa lista: Reino Unido (1,08 pts.) e Holanda (0,92 pts.).</p>
<p style="text-align: justify;">No que concerne ao desempenho dos outros quatro países, vê-se que a Rússia é o de menor graduação (2,22 pts.), seguido por Brasil (2,54 pts.), China (2,86 pts.) e, por fim, a Índia (3,10 pts.).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no âmbito do PMR 2013, torna-se mais curioso ainda quando se observa que, na dimensão controle estatal da economia, o Brasil aparece com a menor nota do grupo (2,51 pontos). Logo depois, surgem os EUA (2,70 pts.), seguidos pela Rússia (3,41 pts.), China (3,57 pts.) e Índia (4,02 pts.).</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desses dados, fica nítido que uma das marcas dessas economias é o peso da “Mão Visível” do Estado como elemento influenciador da coordenação normativa das relações sociais de produção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> MODELOS PRÓPRIOS DE DESENVOLVIMENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As vantagens advindas das combinações desses fatores é que esses países têm uma maior liberdade para criarem modelos próprios de desenvolvimento do que as demais nações do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo nesses países é grande em relação aos seus pares. Tudo neles envolve escalas raramente compartilhadas em outros cantos da economia-mundo. A simples mobilização de seus fatores de produção já criam externalidades positivas que potencializariam o seu próprio desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">E, ao que tudo indica, China, Federação Russa e Índia perceberam isso. Mesmo com todos os percalços, os seus níveis de desenvolvimento nas últimas décadas são dignos de nota.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto que, nesses últimos trinta anos, segundo dados disponibilizados pelo Banco Mundial, esses dois primeiros praticamente <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://data.worldbank.org/indicator/SI.POV.DDAY?end=2017&amp;locations=US&amp;start=1990&amp;view=chart">erradicaram a pobreza extrema</a></span> ao passo em que o subcontinente indiano reduziu os seus níveis a menos da metade.</p>
<p style="text-align: justify;">E todo esse cenário foi montado em cima de um padrão de desenvolvimento autônomo e integrado, no qual cada uma das administrações políticas voltou-se para a expansão dos níveis sociais de bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que essas nações estão em níveis de desenvolvimento distintos, suas institucionalidades em graus diversos de consolidação, mas uma coisa é patente: todas elas possuem os insumos básicos para se tornarem lugares melhores para se viver, basta apenas se organizarem politicamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[/box]</strong></p>
<p><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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