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	<title>Arquivo para portaria - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para portaria - Só Sergipe</title>
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		<title>Centro de Distribuição do GBarbosa volta para Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 20:50:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro de Distribuição do GBarbosa retorna para Sergipe, depois de alguns anos fora. O anúncio foi feito hoje, 6, pelo governador Belivaldo Chagas, ao assinar um termo de acordo de adoção de regime especial de tributação do ICMS, com a Ceconsud, controladora do supermercado GBarbosa. A saída deste centro de Aracaju gerou polêmica,  houve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Centro de Distribuição do GBarbosa retorna para Sergipe, depois de alguns anos fora. O anúncio foi feito hoje, 6, pelo governador Belivaldo Chagas, ao assinar um termo de acordo de adoção de regime especial de tributação do ICMS, com a Ceconsud, controladora do supermercado GBarbosa. A saída deste centro de Aracaju gerou polêmica,  houve <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.brasil247.com/pt/247/sergipe247/92982/GBarbosa-nega-fechamento-de-Centro-de-Distribui%C3%A7%C3%A3o-em-Sergipe.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">interferência, em 2013, do então governador Marcelo Déda, mas sem sucesso.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico estadual, incentivando a expansão dos investimentos de empresas instaladas no estado e fomento à geração de emprego e renda para o povo sergipano, o governador Belivaldo Chagas assinou, nesta quinta-feira(06), na Secretária de Estado da Fazenda (Sefaz), Termo de Acordo de adoção de Regime Especial de Tributação do ICMS, com a Empresa Cencosud, que administra o Grupo G Barbosa. O termo possibilita o retorno, após alguns anos, do Centro de Distribuição do G. Barbosa para Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa notícia traduz a volta da confiança em Sergipe de um dos grupos empresariais mais respeitados e importantes, não apenas em Sergipe, ou no Brasil, já que eles possuem operações em diversas partes do mundo. Essa iniciativa abre uma grande janela de oportunidades nas áreas de logística, transporte, aumento de circulação de mercadorias, geração imediata de mais empregos e integra um conjunto de ações direcionadas ao desenvolvimento econômico do nosso estado. Faço questão de registrar a competência e a capacidade dos técnicos da Secretaria da Fazenda que conduziram essa negociação exitosa para nosso estado”, destacou o governador Belivaldo Chagas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Termo de Adoção de Regime Especial de Tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no âmbito do Estado de Sergipe, está em conformidade com a Portaria Sefaz n° 447/214. Por meio do Termo de Acordo, o governo do Estado formaliza a ampliação da parceria com a empresa no desenvolvimento econômico estadual, oferecendo condições para expansão de suas atividades em Sergipe, o que proporciona a intensificação das operações de venda de mercadorias ao comércio interno e interestadual.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse documento  possibilita a retomada das atividades anteriormente deslocadas para unidades da empresa em outros Estados, ampliação da operacionalização do Centro de Distribuição em Sergipe e a geração de novas parcerias com empresas fornecedoras de equipamentos e prestadoras de serviços, como transportadoras.</p>
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		<title>O impacto dos cortes do MEC na economia dos Estados brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2019 11:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*) No último dia 22 de maio, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que não vai mais promover os cortes previstos pela sua Portaria de n° 44, editada em 2 de maio. Atualmente, conforme estabelecido no Decreto 9.741, de 29 março, a pasta possui um total de R$ 5,8 bilhões contingenciados. Atualmente, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Emerson Sousa (*)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16764 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>No último dia 22 de maio, o Ministério da Educação (MEC) <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=76391">anunciou</a></span> que não vai mais promover os cortes previstos pela sua Portaria de n° 44, editada em 2 de maio. Atualmente, conforme estabelecido no Decreto 9.741, de 29 março, a pasta possui um total de R$ 5,8 bilhões contingenciados.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, de acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal, o orçamento para a função <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaltransparencia.gov.br/funcoes/12-educacao?ano=2019">Educação</a> </span>está dimensionado em R$ 117,1 bilhões. Desses, até o presente momento, foram executados R$ 29,9 bi.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte do dinheiro – R$ 15,8 bilhões – foi para programas de gestão e manutenção do próprio Ministério da Educação. Para o funcionamento de instituições federais de ensino superior e a concessão de bolsas o desembolso foi de apenas R$ 1,99 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, e se tais cortes, que inicialmente se apresentaram como uma punição à autonomia da comunidade acadêmica e depois foram estendidos linearmente a todas as instituições de ensino federais, tivessem sido levados adiante, qual seria o seu impacto  sobre as economias dos estados brasileiros?</p>
<h3 style="text-align: justify;">A DISTRIBUIÇÃO DO VOLUME TOTAL DE RECURSOS</h3>
<p style="text-align: justify;">Para se estimar tais efeitos, é preciso voltar a 2016, uma vez que esse é o ano com dados mais recentes sobre Produto Interno Bruto (PIB) dos estados. Por essa época, conforme a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o MEC dispendeu um total de R$ 95,2 bilhões. Desses recursos, R$ 48,5 bilhões foram distribuídos sem especificação do estado de destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, outros 46,7 bilhões foram direcionados especificamente a cada uma das unidades da federação. Numa ordem decrescente de participação, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e o Distrito Federal ficaram com 51,9% desse montante.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa desses números, o Sudeste é a região que mais recebeu recursos do MEC, algo em torno de 34,4% do total. Em seguida, veio o Nordeste, com 26,8%; o Sul, com 19,4%; o Centro-Oeste, com 11,7% e, por fim, o Norte com tão somente 7,7% do volume distribuído.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob esse aspecto, pode ser intuído que, na ocorrência de um corte orçamentário linear, o peso maior recairia sobre aquelas áreas menos assistidas pelo Ministério, tal como a região Norte do Brasil.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A IMPORTÂNCIA DO GASTO EM EDUCAÇÃO</h3>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é preciso ainda especular sobre o impacto relativo desse contingenciamento. Afinal, todo o volume executado pelo MEC, em 2016, no conjunto das três regiões do Centro/Sul, equivale a 0,60% do PIB daquelas onze unidades federativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu turno, os R$ 16,3 bi aplicados pelo Ministério no Norte/Nordeste representam 1,32% do PIB dessas duas regiões. Nesse quesito, em nível nacional, ganham destaque Paraíba (3,27% do PIB), Rio Grande do Norte (2,78%), Roraima (2,37%), Acre (2,16%) e Piauí (2,04%).</p>
<p style="text-align: justify;">Com o agravante de que, nos dois primeiros estados, a despesa federal em Educação conforma mais de 10% do total do valor agregado bruto pelo Setor Público, dando à função um <em>status</em> de segmento estratégico em ambas as economias.</p>
<p style="text-align: justify;">Em adição a isso, ainda é possível evocar o quadro geral a partir do dispêndio <em>per capita</em>. Em 2016, por sinal, o Ministério da Educação distribuiu especificamente aos estados recursos que alcançavam um nível de R$ 226,59 por habitante.</p>
<p style="text-align: justify;">No Norte/Nordeste, esse valor estava em R$ 219,03 per capita, ao passo em que no Centro/Sul alcançou a marca de R$ 230,88 por habitante. Nessa dimensionalidade, Distrito Federal (R$ 718,92), Roraima (R$ 507,21), Paraíba (R$ 482,69), Rio Grande do Norte (R$ 476,82) e Rio Grande do Sul (R$ 446,97) se sobressaíram.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, há outra ressalva a ser feita: a qualidade do acesso das populações estaduais a uma Universidade. No Centro/Sul, há uma Universidade para cada 1,34 milhões de pessoas, em média. No Norte/Nordeste esse indicador dispara para 2,35 milhões. Ou seja, ainda que em condições normais de “pressão e temperatura”, as regiões periféricas do Brasil apresentam um quadro de maior dificuldade de acesso a essas instituições.</p>
<h3 style="text-align: justify;">POR UMA NOVA ABORDAGEM DO GASTO</h3>
<p style="text-align: justify;">De todo modo, o mosaico ora construído sugere uma situação na qual um corte nos gastos federais com Educação – deixando de lado o prejuízo na formação de nosso povo – afetaria também o ambiente econômico local, principalmente naqueles estados de menor expressão produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque a proeminência do gasto público é considerável nessas localidades e, dentro desse contexto, o dispêndio federal em Educação possui maior incidência. Some-se a isso que, o corte então proposto, afetaria as rubricas discricionárias, logo aquelas que serviriam para manter as instituições federais funcionando.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa decisão, ainda que marginalmente, poderia redundar em efeitos nocivos à capacidade de geração de emprego e renda nos lugares menos dinâmicos da economia brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, talvez, como forma alternativa de intervenção, dado os seus graus de encadeamento, principalmente nos estados de menor dinamismo, o gasto em Educação deveria ser utilizado como agente de recuperação e, não, de retração.</p>
<p><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é Mestre em Economia pelo NUPEC/UFS e doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA</strong></p>
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<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/quanto-e-como-o-governo-federal-gastou-em-educacao/">QUANTO E COMO O GOVERNO FEDERAL GASTOU EM EDUCAÇÃO?</a></span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/o-impacto-dos-cortes-do-mec-na-economia-dos-estados-brasileiros/">O impacto dos cortes do MEC na economia dos Estados brasileiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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