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	<title>Arquivo para produção - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para produção - Só Sergipe</title>
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		<title>Produção de petróleo cai 17,6% em abril deste ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 15:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de petróleo em Sergipe, em abril deste ano, foi 1,7% abaixo do mês de março, e 17,6% menor que em abril do ano passado. Esses percentuais foram divulgados hoje, 5, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ao anunciar que a produção sergipana foi de 451,7 mil barris equivalentes de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A produção de petróleo em Sergipe, em abril deste ano, foi 1,7% abaixo do mês de março, e 17,6% menor que em abril do ano passado. Esses percentuais foram divulgados hoje, 5, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ao anunciar que a produção sergipana foi de 451,7 mil barris equivalentes de petróleo (BEP).</p>
<p style="text-align: justify;">Desse total produzido, 79,5% ou 359,2 mil barris (BEP) foram extraídos em terra.  Para esse tipo de produção, em termos relativos, observou-se queda de 1,3% na comparação com março deste ano. Em relação ao volume produzido em abril de 2018, notou-se recuo de 14,8%.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a produção no mar respondeu por 20,5% da produção total, atingindo 92,4 mil barris. Em termos comparativos, verificou-se queda de 3,2% em relação ao último mês de março e retração de 27% em relação a abril do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção de gás natural ficou acima dos 355,6 mil BEP. Em termos relativos, houve decréscimo de 2,5% na comparação com o mês anterior (março/2019). Já em relação ao mês de abril do ano passado, notou-se expansão de 15,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção em mar permaneceu sendo a principal fonte de produção, totalizando mais de 334,3 mil barris, abarcando 94% do total produzido no estado, ao passo que a produção terrestre foi de 21,3 mil barris, representando 6% da produção.</p>
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		<title>Safra de grãos em Sergipe pode chegar a 900 mil toneladas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 13:17:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Sergipe (Faese), Ivan Sobral, estima que a produção de grãos no Estado chegue a 900 mil toneladas, caso as previsões das chuvas se confirmem. “O produtor rural está muito animado e esperamos que a marca deste ano supere a de 2018, pois tivemos frustração de safra, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_18203" aria-describedby="caption-attachment-18203" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18203" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese-300x200.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/05/ivan-sobral-faese.jpg 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18203" class="wp-caption-text">Ivan Sobral, da Faese: &#8220;o produtor rural está muito animado&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Sergipe (Faese), Ivan Sobral, estima que a produção de grãos no Estado chegue a 900 mil toneladas, caso as previsões das chuvas se confirmem. “O produtor rural está muito animado e esperamos que a marca deste ano supere a de 2018, pois tivemos frustração de safra, porque as chuvas foram mal distribuídas”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que, no ano passado, a safra de grãos ficou em 170 mil toneladas, um volume bastante inferior, se comparado com 2017, quando a produção foi de 800 mil toneladas. Em 2016, em virtude da estiagem, a safra foi de 150 mil toneladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os grãos, o milho é o que mais se destaca e que mais mexe com a economia do Estado. De acordo com Ivan Sobral, quando houve a queda na safra, no ano passado, deixou de circular em Sergipe R$ 445 milhões, sendo R$ 205 milhões da perda direta do produtor, e R$ 240 milhões que seria o<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.bidu.com.br/seguro-auto/o-que-e-lucro-cessante/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> lucro cessante,</a></span> que é o prejuízo causado pela interrupção de uma atividade.</p>
<h2>Leite</h2>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, 15% da produção de milho de Sergipe fica no mercado interno e é muito usado para o gado, aumentando a expectativa para a produção do leite. Os 85% restantes, seguem para Pernambuco, sendo utilizado nas granjas avícolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se todos os prognósticos de chuvas se confirmarem, além do aumento na safra de grãos, a produção do leite em Sergipe também vai ter um incremento. Hoje, são produzidos 600 mil litros de leite por dia. “Já chegamos a produzir 800 mil litros por dia. Se todos os cenários forem favoráveis, a tendência é que consigamos reestabelecer essa mesma produção”, acredita Ivan Sobral.</p>
<h2 style="text-align: justify;">IBGE</h2>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-05/ibge-preve-safra-de-graos-22-maior-neste-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></span> divulgou a estimativa da safra de cereais, leguminosas e oleaginosas para este ano.  A expectativa é que chegue a 231,5 milhões. Caso a previsão se concretize, a produção será 2,2% maior, ou seja, com 5 milhões de toneladas a mais do que a registrada em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de abril do instituto é 0,6% maior em relação à última previsão, feita em março.</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais responsáveis pelo aumento da previsão de abril em relação a maio foram as projeções mais otimistas para as produções de milho (0,6%), soja (0,1%), sorgo (11%), trigo (7,1%) e algodão herbáceo (1,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as três principais safras de grãos, apenas o milho deverá ter crescimento em relação a 2018 (12,6%). A soja deverá queda de 4,4% e o arroz, de 10,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as lavouras com produção esperada de mais de um milhão de toneladas, além do milho, são esperadas altas, na comparação de 2019 com 2018, nas safras de algodão (29%), feijão (3,2%), sorgo (5%) e trigo (3,9%).</p>
<p style="text-align: justify;">A área colhida também deve fechar o ano com crescimento de 2,2% em relação a 2018, uma redução de 0,1% na comparação com a estimativa feita em março.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Produção industrial sergipana em queda, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 14:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não integre a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Embora não integre a pesquisa do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/03/producao-industrial-cai-13percent-em-marco-diz-ibge.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></span>, divulgada na última sexta-feira, mostrando queda na produção industrial do país, em Sergipe a situação não é diferente. A Sondagem Industrial de março revela, não só que os empresários estão menos otimistas, mas que o volume de produção ficou em 41,3 pontos, abaixo da linha divisória de 50,0, o que representa queda na comparação com fevereiro, justificado, em parte, pelo feriado de Carnaval.</p>
<figure id="attachment_11409" aria-describedby="caption-attachment-11409" style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-11409" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/rodrigo-rocha-03.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><figcaption id="caption-attachment-11409" class="wp-caption-text">Economista Rodrigo Rocha, do IEL</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A Sondagem Industrial, elaborado pela Federação das Indústrias de Sergipe (FIES), aponta, ainda, que o índice de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) efetiva em relação ao usual, recuou 4,1 pontos e foi a 34,9.  “É o menor índice desde julho de 2017, quando registrou 32,0 pontos, reforçando que a produção das indústrias sergipanas está muito abaixo do que costuma ser neste período”, diz o estudo, coordenado pelo economista Rodrigo Rocha, superintendente do Instituto Euvaldo Lodi, da FIES.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há, pelo menos, aspectos positivos na Sondagem Industrial, quanto ao emprego no setor. Sergipe se destacou regional e nacionalmente, no item “Evolução do número de empregados”  ao registrar 49,3 pontos, contra 48,5 pontos assinalados no Brasil e 46,5 pontos pelo Nordeste. Ou seja, a menor queda no emprego no Estado, frente ao Nordeste e ao Brasil. “No entanto, todos os agregados permaneceram com resultados abaixo da linha divisória dos 50,0 pontos”.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Situação financeira</h3>
<p style="text-align: justify;">Os dados de “satisfação da situação financeira” das empresas sergipanas, assim como os da Sondagem Industrial, pioraram no primeiro trimestre do ano. O índice de “satisfação com o lucro operacional”, o mais preocupante dessa análise, recuou de 43,1 pontos no trimestre anterior para 32,4 pontos no trimestre analisado, indicando perda de 10,7 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">O “índice de satisfação com a situação financeira” caiu de 42,7 pontos para 38,3 pontos. Na comparação com os índices registrados no primeiro trimestre de 2018, o de satisfação com o lucro operacional recuou 6,6 pontos, enquanto o de satisfação financeira retrocedeu 1,5 ponto. Esses resultados denotam piora nas condições financeiras das empresas sergipanas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Carga tributária</h3>
<p style="text-align: justify;">A elevada carga tributária novamente foi apontada como o principal problema enfrentado pela indústria sergipana, embora o percentual tenha se reduzido em 2,0 pontos no 1º  trimestre de 2019, fechando em 53,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de capital de giro apareceu como segundo principal problema enfrentado pela indústria, sinalizado por 38,5% das empresas. A assinalação teve aumento expressivo de 12,9 pontos percentuais (p.p.) entre o 4º trimestre de 2018 e o 1º trimestre de 2019, após aumentar 11,9 p.p. no trimestre anterior. O percentual de assinalação do trimestre é o maior desde o 4o trimestre de 2016, quando alcançou 34,8 pontos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Brasil</h3>
<p style="text-align: justify;">O estudo do IBGE mostrou, que no país, a produção industrial brasileira registrou em março uma queda de 1,3%, na comparação com fevereiro, eliminando o crescimento de 0,6% observado no mês anterior. Com mais esse resultado negativo, o setor passou a acumular queda de 2,2% no ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se do pior resultado mensal desde setembro do ano passado, quando houve queda de 2,1% na produção do setor. Na comparação com março do ano passado, a indústria caiu 6,1%, queda anual mais intensa desde maio de 2018 (-6,3%). O resultado de março veio pior que o esperado pelo mercado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de quedas de 0,7% na comparação mensal e de 4,6% na base anual.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Documentário sobre MP será lançado na sexta, 7</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 09:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinematográfica]]></category>
		<category><![CDATA[corredores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário Poesia e Corredores, filme dirigido pelo cineasta e professor de Geografia Sérgio Borges, traz depoimentos de cinco personalidades do Estado que dedicaram a vida ao Ministério Público (MP). Essas mesmas personagens têm uma forte ligação com o universo cultural, seja na área da literatura, imprensa escrita, teatro e artes plásticas. A produção cinematográfica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-14684 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/documentário-MP-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/documentário-MP-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/documentário-MP-576x1024.jpg 576w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/documentário-MP.jpg 648w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" />O documentário Poesia e Corredores, filme dirigido pelo cineasta e professor de Geografia Sérgio Borges, traz depoimentos de cinco personalidades do Estado que dedicaram a vida ao Ministério Público (MP). Essas mesmas personagens têm uma forte ligação com o universo cultural, seja na área da literatura, imprensa escrita, teatro e artes plásticas. A produção cinematográfica será apresentada à sociedade sergipana na manhã do próximo dia 7 de dezembro, às 9h, no Auditório Promotor de Justiça Valdir de Freitas Dantas, no MP.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o diretor, a obra tem uma significativa importância no que se refere a preservar como fonte de informação para atuais promotores e procuradores de justiça, demonstrando a diversidade cultural presente no universo jurídico de Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“O documentário pretende mostrar a participação de cinco membros aposentados do MP do Estado de Sergipe. A produção enfatiza o resgate da memória oral por meio de depoimentos, com enfoque no aspecto humano, valorizando o viés cultural, propondo-se à captação de vozes de homens e mulheres já aposentados, que constroem, unem, emocionam, sensibilizam e atuam como fator de aproximação da justiça do trabalho com seus operadores e com a sociedade”, explica Sérgio Borges.</p>
<p style="text-align: justify;">O historiador, pesquisador e intelectual sergipano Jorge Carvalho do Nascimento reconhece que o MP é uma instituição de extrema importância da vida republicana. De acordo com ele, esse documentário cumpre uma função social da maior relevância.</p>
<p style="text-align: justify;">“Neste contexto, é fundamental trazer esta história não apenas para os novos membros do universo jurídico para que conheçam e tomem consciência das tradições da instituição da qual participam, mas também para toda a sociedade a fim de que saiba como o MP se organizou e se fortaleceu para realizar a defesa das leis”, elogia Jorge Carvalho.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda conforme esclarece o pesquisador, em Sergipe o MP atua desde o século XIX. “Ao longo desse período muitos intelectuais, acadêmicos, personalidades da política e vida pública e outros profissionais passaram pela instituição. Depois da Constituição de 1988 o MP se profissionalizou e ganhou autonomia como deve ser no Estado Republicano e sociedades desenvolvidas”, explica, ao destacar que esse filme servirá como uma excelente fonte de pesquisa também para as futuras gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">História Oral</p>
<p style="text-align: justify;">O filme aborda, por meio da história oral, a vida de procuradores aposentados do MP do Estado de Sergipe. “Não se trata apenas de memórias de trabalho. Procuramos extrapolar o campo do direito e irmos para a poesia, literatura, artigos jornalísticos, artes plásticas, teatro e outras artes”, informa Sérgio Borges.</p>
<p style="text-align: justify;">O registro desses depoimentos orais é realizado de forma intimista e respeitosa. Partindo deste pressuposto, a câmera acompanha a movimentação dos entrevistados, procurando valorizar os aspectos jurídicos e culturais que identifiquem a sua carreira, detalhes das suas ações como escritos em jornais, livros, narrativas de poesias e outras ações culturais. “A equipe procurou intervir minimamente nos ambientes de gravação, como o Museu da Gente Sergipana, Museu da Cidade Olympio Campos, Hall do MP e a casa dos personagens”, comenta o cineasta.</p>
<p style="text-align: justify;">A História Oral é uma atividade historiográfica que utiliza como técnica de pesquisa a produção e o emprego de testemunhos transmitidos oralmente. São narrativas registradas por intermédio do uso do audiovisual.  “Com toda certeza, a história oral, a oralidade, as entrevistas são as ferramentas essenciais para que possamos compreender os processos vividos pelos operadores do direito que se dedicaram a fazer a defesa da lei”, reforça Jorge Carvalho do Nascimento, ao comentar sobre a metodologia utilizada no documentário.</p>
<p style="text-align: justify;">Personagens</p>
<p style="text-align: justify;">O curta-metragem, com 37 minutos, traz uma narrativa conduzida por depoimentos e um vasto material de arquivo. Além disso, é utilizado o artíficio da imagem que aparece no mesmo instante do áudio. O cineasta explica que a escolha das personagens foi pautada, considerando justamente a sua relação direta com a cena cultural do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Poesia e Corredores conta com depoimentos do procurador do Ministério Público do Estado de Sergipe, Manoel Pascoal Nabuco D’ Ávila. O magistrado e também escritor de cinco livros conta como foi fisgado pela política partidária da Estância, filiando-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que tinha, no Estado, a liderança de Francisco de Araújo Macedo, velho militante da agitação política, desde a década de 1930, apoiando a gestão interventorial de Augusto Maynard Gomes, editor do jornal O Nordeste, com forte presença na Estância, onde orientava o jornal Folha Trabalhista. No PTB, Manoel Pascoal Nabuco d’Ávila participou da redação do jornal trabalhista estanciano.</p>
<p style="text-align: justify;">A poetisa, procuradora de justiça, corregedora geral do Ministério Público no período de 1991-1993, Maria Eugênia da Silva Ribeiro, conta os principais fatos que marcaram sua vida como jurista e os aspectos da presença da mulher no Ministério Público de Sergipe, e especificamente sua luta contra o enfrentamento à Violência Doméstica. No rol das mulheres que conquistaram destaque no universo jurídico, a procuradora e poetisa boquiense Esther Azevedo, grande conhecedora das obras de Hermes Fontes, também relembra como foi o período em que atuou no MP.</p>
<p style="text-align: justify;">O procurador geral do Estado de Sergipe, escritor e poeta Eduardo de Cabral Menezes, atuou no período de 1972-1979. Em seus relatos ele relembra o funcionamento do Ministério Público do Estado de Sergipe no período em que esteve à frente da instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">O pianista clássico Darcilo Melo Costa foi corregedor geral do Ministério Público no período de 2000-2003 e coordenador geral de 1999-2000, período marcado pela criação do núcleo da infância e adolescência, defesa comunitária, defesa da cidadania e de apoios operacionais das atividades cíveis e criminais. Ele comenta acerca dos principais desafios na sua práxis profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">O produtor cultural e educador Sérgio Borges formou-se no ano de 1989 em Geografia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Em 1995 se tornou mestre em Geografia Agrária pela mesma instituição. Atualmente, é professor da Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (Seed).  Com seu olhar atento de pesquisador, divide seu tempo entre as atribuições de docente e ainda se dedica às produções cinematográficas. Dessa maneira, utilizando a produção cinematográfica como um meio pedagógico para fomentar o processo de ensino e aprendizagem. “Aliar as linguagens do cinema, música, jornalismo em sala de aula, numa perspectiva mais propedêutica, enriquece bem mais o trabalho dos professores”, defende.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:  Assessoria do evento</p>
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		<title>Conab reavalia custo de produção de milho e mangaba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 18:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[comercialização]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[mangaba]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até quinta-feira, 6, servidores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estarão fazendo visitas técnicas aos produtores de milho de Carira e aos extrativistas de mangaba de Estância e Pirambu. O objetivo é definir parâmetros de  novos preços com base nas atividades e insumos mais utilizados na produção de cada cultura. A pesquisa abrange dados como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Até quinta-feira, 6, servidores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estarão fazendo visitas técnicas aos produtores de milho de Carira e aos extrativistas de mangaba de Estância e Pirambu. O objetivo é definir parâmetros de  novos preços com base nas atividades e insumos mais utilizados na produção de cada cultura. A pesquisa abrange dados como mão de obra, implementos agrícolas, fertilizantes, mudas, sementes entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A atualização dos custos de produção executado pela Conab subsidia a elaboração dos preços utilizados no Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF), na Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio) e na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).</p>
<p style="text-align: justify;">Esses programas auxiliam os produtores na comercialização ao garantir um bônus que cobre a diferença entre o preço mínimo e o valor praticado na venda do seu produto.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os participantes das reuniões com a Conab são produtores, extrativistas, representantes de associações, cooperativas e sindicatos, órgãos de pesquisa, agrônomos e técnicos de extensão rural, consultores, agentes financeiros e outros órgãos públicos e privados ligados à produção e comercialização da mangaba e do milho no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Seca na Argentina pode prejudicar indústria brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 20:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[demandas]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A balança comercial sergipana apresentou um déficit de US$ 6,37 milhões no mês de março. Diversos fatores como a desvalorização do real perante o dólar e a crise econômica são os principais entraves para números mais interessantes, apesar das exportações terem aumentado aproximadamente 24% no primeiro trimestre de 2018.  Mas o segundo produto mais importado, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A balança comercial sergipana apresentou um déficit de US$ 6,37 milhões no mês de março. Diversos fatores como a desvalorização do real perante o dólar e a crise econômica são os principais entraves para números mais interessantes, apesar das exportações terem aumentado aproximadamente 24% no primeiro trimestre de 2018.  Mas o segundo produto mais importado, o trigo e a mistura dele com centeio, pode ter problemas nos próximos meses. Isso graças a uma das maiores secas da história da Argentina, país de origem de grande parte desta matéria-prima.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">No primeiro trimestre de 2018, Sergipe importou 28,5 toneladas de trigo e misturas de trigo com centeio totalizando US$ 5,2 milhões e sendo responsável por 11,74% das importações do estado. Se comparado ao mesmo período do ano passado, ocorreu um aumento de 6,52%. Esses dados foram retirados do site do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Apesar do plantio do trigo em terras argentinas ser iniciado no mês de maio, a tendência é que haja perdas devido à seca. No início de abril, algumas províncias festejaram a chegada das chuvas, mas a situação ainda preocupa. De acordo com o governo argentino, o prejuízo da colheita dos grãos em geral, em 2018, pode chegar aos 50% em certas regiões.  O Brasil ainda enfrenta dificuldades devido à crise na produção do trigo no ano passado, causado pela seca e geadas no Paraná, grande produtor nacional deste cereal.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A alta recente na importação do trigo e seus derivados em Sergipe se dá pelo período da entressafra aqui no Brasil, mas pode ser reflexo do período difícil que pode estar se avizinhando.  É possível substituir a importação dos grãos argentinos por grãos dos Estados Unidos, porém isso acarretaria em aumento do custo e, consequentemente, do valor dos produtos finais consumidos pelos brasileiros, ou seja, o aumento dos custos da importação seria repassado ao consumidor final, provocando um aumento nos preços dos produtos essenciais, como pães, bolos, dentre outros. E a volta de um processo inflacionário.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) o Brasil tem condições de reverter esse comportamento atual e aumentar a sua inserção no mercado internacional.  Para a entidade, o país pouco avançou nos quesitos de competitividade e produtividade, em relação aos demais países. Nesse momento, seria uma boa saída ter uma produção interna mais estável e que pudesse suprir as demandas do setor industrial brasileiro.</p>
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