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	<title>Arquivo para psicologia - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para psicologia - Só Sergipe</title>
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		<title>Da direita e esquerda ao individualismo e intolerância no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2018 09:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ciências humanas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14638" aria-describedby="caption-attachment-14638" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-14638 size-thumbnail" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><figcaption id="caption-attachment-14638" class="wp-caption-text">Valtênio Paes (*)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Ao trabalhar em sala de aula a abordagem de Jeremy Rifkin sobre trabalho e educação em sua obra “Sociedade com Custo Marginal Zero”,  com alunos de ensino superior em licenciaturas em Física, Química, Matemática e Espanhol, somente dois tinham noção do que é direita e esquerda. Uma aluna que dizia votar em Bolsonaro justificava a opção porque ele era corajoso; já o colega dissera que direita é ditador, conservador e quem está no poder. Após a explicação sobre as expressões um disse que “ia pensar.”</p>
<p style="text-align: justify;">Noutra turma com alunos de Filosofia,  alguns(as) outros(as) de várias licenciaturas, a mesma pergunta teve respostas das mais variadas e pelo menos, mais de 20%,  não sabiam responder. Ante tal constatação, fizemos um breve histórico na sala ensejando posicionamentos diversos. Faremos um sintético relato para ao final opinarmos sobre o momento atual.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Por volta da segunda metade do século XVIII os ideais do Iluminismo, movimento cultural, filosófico, político e social que colocava a razão como a melhor forma para conquistar emancipação, liberdade e autonomia, fervilhava na Europa com epicentro na França opondo-se ao absolutismo presente em todo continente e além-fronteiras. Numas das fases da Revolução Francesa a convocação da Assembleia Nacional Constituinte se organizou em grupos: à esquerda,  os radicais eram liderados por Robespierre e considerados populistas, chamados de Jacobinos, integrantes da baixa e média burguesia que defendiam os interesses do povo. No centro,  os Girondinos que eram integrantes da alta burguesia, mais moderados e na extrema direita,  os remanescentes da aristocracia, conhecidos por aristocratas, defendiam a volta do poder absoluto do rei, portanto conservadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no século XIX,  Karl Max e Friedrich Engels, pensadores alemães,  buscam explicar a necessidade de transformação social através do econômico e político se opondo ao capitalismo. Doravante, quem era adepto do marxismo e, portanto, do socialismo, era tido como esquerda e quem defendia o capitalismo era tido como de direita. Cada corrente com suas subdivisões (radical e moderado). União Soviética depois Rússia, China e Cuba foram os principais adeptos da tentativa de implantar em seus governos o pensamento desses filósofos.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">No século XX,  esses países, à força, tentaram fortalecer o pensamento de esquerda. As ausências de transparência política, de liberdade de expressão e o atraso tecnológico, dentre outros fatores, conduziram todos ao retorno para o capitalismo, ressalvando a tentativa lenta de Cuba já no século XXI. Após 2002 no Brasil, o governo Lula manteve o capitalismo intacto, com leves momentos de opção pelos miseráveis, profundas alianças com políticos de vários matizes e condutas conservadoras. Tentou conciliar no poder, esquerda e direita.</p>
<p style="text-align: justify;">No governo da presidente Dilma aflora,  a intolerância de ricos contra pobres, do sul contra nordeste, de pessoas que se dizem amigas ao ponto de agressões desde o esconderijo nas redes sociais até fisicamente ante uma palavra ou cor de camisa vestida por outra. Tudo a pretexto de direita e esquerda. A intolerância grassa o país como nunca nos últimos 60 anos. Parece, para algumas pessoas, ser prazeroso agredir com palavras, gestos, imagens e até fisicamente as outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desse cenário,  como fica a disputa entre esquerda  e direita? Quem se diz contra a “esquerda” é realmente de direita? Defende o individualismo exacerbado? O controle dos pobres pelos ricos? Quem se diz contra a “direita” é realmente de esquerda? Defende tomar tudo dos ricos e dividir com todos? Defende a socialização dos meios de produção? <strong>Os intolerantes têm consciência porque exercem a intolerância?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Historicamente,  o marxismo ruiu e o capitalismo cambaleia em sucessivas crises, manipulado pelos <strong>bilionários do capital especulativo mundial</strong>. Lembremos: “o mercado não aceita, tá nervoso”.  Quem é o mercado nestas expressões<strong>? Poucas dezenas de milionários que manipulam especulando.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pensadores e educadores tateiam na busca de outros caminhos. Jeremy Rifkin nos dá grandes contribuições. Pensamos que historicamente não há como patinar numa ou noutra direção. Talvez o caminho dos prossumidores seja novo alento. O que não dá para a humanidade é ficar agarrada ao <strong>radicalismo ideológico</strong> e excluir tolerância, respeito, compartilhamento, solidariedade, coletivismo, diversidade, conciliação, mediação e individualidade como pilares de sua vivencia neste começo do século XXI. Pensamos que discutir esquerda e direita com discurso e estratégias do século XX é medicamento vencido que acelera a intolerância alimentada entre o confronto das tendências sem benefícios à convivência humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Na contemporaneidade percebemos pessoas que se dizem de esquerda, argumentando e praticando a partir dos seus interesses pessoais. Dde igual modo, do lado oposto, pessoas que se intitulam conservadoras de direita argumentam e agem, por vezes,  baseando-se em princípios coletivos.</p>
<p style="text-align: justify;">A intensificação do individualismo no século XXI não acontece por acaso e remonta ao século XVII com o pensamento de filósofos da modernidade como Renê Descartes (1596-1650) e John Locke(1632-1704). O primeiro organizou seu pensamento na hegemonia do sujeito marcado pela frase &#8220;<strong>cogito ergo sum</strong>&#8221; – penso logo existo. O segundo,  “a verdade para todas as atividades era a razão”. O pensamento de ambos, dentre outros, contribuiu para a construção de uma ética individualista centrada na obediência e na aceitação da realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O caos argumentativo praticado pelas pessoas se estabeleceu no século XXI, de tal maneira,  que a exacerbação da intolerância passou ser rotina na sociedade. Muitas pessoas que se dizem de esquerda ou direita brigam no trânsito por uma passagem, um estacionamento, uma fila, uma imposição de argumento numa reunião, uma música, um saco de lixo, time de futebol, bebida, mensagem nas redes sociais, uma opinião politica, etc. Tudo por conta da prática exagerada do individualismo.</p>
<p style="text-align: justify;">“O individualismo é o mais ocidental dos valores. Esta primazia do indivíduo constitui o cerne da herança judaico-cristã”. Louis Dumont acentuou como o individualismo se tornou o valor fundador das sociedades modernas. Em sua obra,  ele apresenta um estudo sobre o desenvolvimento do conceito moderno de indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja conceito que permeie a sociedade ocidental, o individualismo não se revelou de um dia para outro em nosso meio, pois &#8220;a configuração individualista de ideias e valores que nos é familiar não existiu sempre nem aparece de um dia para outro. Fez-se remontar a origem do &#8220;individualismo&#8221; a uma época mais ou menos remota;  segundo, sem dúvida, a ideia que dele se fazia e a definição que se lhe dava. E mais: &#8220;Pode sustentar que o mundo helenístico estava, no que tange às pessoas instruídas, tão impregnado dessa mesma concepção que o cristianismo não teria podido triunfar, a longo prazo, nesse meio, se tivesse oferecido um individualismo de tipo diferente. Eis uma tese muito forte que parece à primeira vista contradizer concepções bem estabelecidas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos, assim, um paralelo entre o indivíduo moderno ocidental e o indivíduo tradicional da antiga sociedade indiana. Dumont explica que quando o indivíduo constitui o valor supremo, trata-se de individualismo. Nesse caso, o indivíduo não pode ser submetido a ninguém, sendo as suas regras pessoais que movem a sua existência. Quando o indivíduo se encontra na sociedade como um todo, trata-se de holismo. O modelo indiano de sociedade é holista, a sociedade moderna ocidental é individualista. Continua Dumont “para os modernos, o homem basta-se a si mesmo e está em relação direta com sua razão e com Deus”.  O indivíduo é um ser autônomo, integrante de uma comunidade que forma o Estado, tornando-o o poder supremo.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A ideologia do individualismo funda suas bases sobre a igualdade e a liberdade. Ao desprezarem a hierarquia social, todos os homens tornam-se iguais e livres perante o Estado. Não há referências para se espelhar;  a noção de direitos e deveres se desvanece. O homem moderno abdica de todo sistema de crenças e valores, negligenciando a trajetória de sua história social para consagrar a satisfação pessoal. Ocorre uma desintegração do indivíduo em relação à sociedade. Ele vive em função das suas necessidades individuais, de maneira que a existência do outro varia de acordo com sua necessidade.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Na sociedade de consumo, sua essência caracteriza-se por mais produção e mais consumo, principalmente dos &#8220;bens&#8221; materiais, habitualmente associados às novíssimas tecnologias e o vazio de valores com ausência de referências morais e éticas. O consumismo tenta restabelecer o equilíbrio &#8220;homeostático&#8221; e sentir-se mais revigorado. As Ciências Humanas, principalmente a Sociologia e a Psicologia, criaram e continuam a criar os instrumentos necessários para perceber como é que se pode cada vez mais transformar seres humanos em títeres. Perguntamos, neste início do século XXI, como é que se chegou a tamanho egoísmo, a tão grande relativismo?</p>
<p style="text-align: justify;">Explicar-se tudo a partir do individualismo “eu penso, eu quero, eu sei, eu vejo assim”, não poder ser a última alternativa. Porque não substituir por como nós pensamos, como queremos? Como sabemos? Como vemos? Para substituir basta nos colocarmos no lugar do outro ante de tomarmos a decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirão alguns “é difícil;  o sistema, a vida, é complicado”. Toda vez que transferirmos a culpa para o outro buscamos a isenção e a acomodação e ficamos no mesmo lugar, muitas vezes continuando a reclamar e nada mais; portanto não fazemos nossa parte. O que fazemos como maçons? O que uma Academia pode fazer? Provocar, refletir, divulgar e praticar o fortalecimento de valores onde o consumo exagerado seja contido, onde o respeito às pessoas nas suas diversas características seja praticado, onde a tolerância seja regra e onde a individualidade exista sem exacerbação.</p>
<p style="text-align: justify;">Direita, esquerda, individualismo, e tendo como contraponto a intolerância, o consumismo exagerado ensejando o descarte, eis o cenário. Refletem também no descarte de valores expressos nos atos e palavras das pessoas. Tudo tem o mesmo sentido, amor e ódio, felicidade e alegria, poder e protesto. É preciso resignificar conceitos, gestos, sentidos das palavras, tendo o imperativo do diálogo.</p>
<p><strong>[box type=&#8221;note&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<div class="box note ">
<div class="box-inner-block">
<p><strong>(*)</strong> Valtênio Paes de Oliveira , professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os melhores amores são os improváveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 14:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carolina Matias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Carolina Matias (*) Hannah e Garret foram uma descoberta maravilhosa, eu não dava muito crédito a história, mas resolvi investir e a Elle arrasou. O Acordo é o primeiro romance da canadense Elle Kennedy publicado no Brasil. Elle, além da série Amores Improváveis, tem mais de 40 obras já publicadas pelo mundo e que, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Por Carolina Matias (*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hannah e Garret foram uma descoberta maravilhosa, eu não dava muito crédito a história, mas resolvi investir e a Elle arrasou. O Acordo é o primeiro romance da canadense Elle Kennedy publicado no Brasil. Elle, além da série Amores Improváveis, tem mais de 40 obras já publicadas pelo mundo e que, infelizmente, ainda não chegaram ao Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Hannah é uma personagem apaixonante, você se coloca no lugar dela, entende a dor dela, o porque ela é como é e porque toma as decisões que toma e também ama a pessoa que ela se torna perto do Garret. A segurança que ele transmite para ela, mostra um lado dela até então escondido e que ela deveria aproveitar mais.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O Garret acabou se tornando um crush literário de tão amorzinho que ele é. Claro que ele não foge totalmente do esteriótipo dos atletas das faculdades americanas, mas sério, ele é muito maravilhoso. Personagem cativante, te conquista de um jeito que você fica triste ao ter que se despedir dele. A história dele e o que ele se tornou mesmo após o que passou, só aumenta a paixão que cultivamos por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">A escrita é fluída, você acaba o livro e nem percebe. As cenas são bem desenvolvidas e te fazem querer mais e mais a cada página que você devora. Para quem gosta tem muito romance, comédia e autodescoberta. É um livro que conta uma história que muitos podem se identificar.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">As histórias dos outros livros são dos amigos deles, principalmente do Garret, mas aparentemente eles, G e Hannah, dão uma passadinha nas outras publicações. Eu ainda não li os próximos livros mas, com certeza, estão na minha lista de leitura!</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;note&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma série que recomendo para maiores de 18, pois é uma história hot. Apesar disso as cenas não são tão explícitas como em outros livros. São mais leves, mas ainda sim existem.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p><strong>(*) Carolina Matias  é viciada em música e livros, estudante de Jornalismo e futura estudante de Psicologia.</strong></p>
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		<title>PGE obtém vitória em ação judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 17:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[PGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de Sergipe, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE/SE), obteve sentença favorável em mandado de segurança impetrado contra atos dos presidentes do Conselho Federal de Psicologia e Conselho Regional de Psicologia 3ª região, objetivando suspender, em todo  Estado, a aplicação da Resolução CFP nº 10/2010 do Conselho Federal de Psicologia, bem como para que as autoridades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Estado de Sergipe, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE/SE), obteve sentença favorável em mandado de segurança impetrado contra atos dos presidentes do Conselho Federal de Psicologia e Conselho Regional de Psicologia 3ª região, objetivando suspender, em todo  Estado, a aplicação da Resolução CFP nº 10/2010 do Conselho Federal de Psicologia, bem como para que as autoridades impetradas se abstivessem de aplicar qualquer penalidade aos psicólogos judiciários e ao Estado, em virtude do descumprimento do referido ato normativo. A resolução considerava infração ética os psicólogos judiciários participarem do programa do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, denominado “Depoimento sem Dano”.</p>
<p style="text-align: justify;">Atendendo ao Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil, o TJSE instalou em 23 de agosto de 2010, na 11ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju (SE), uma sala para tomada de Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes em processos judiciais, também conhecido como “Depoimento sem Dano”. A medida visa à mediação, por profissionais qualificados, nas entrevistas forenses, com a finalidade de evitar a revitimização decorrente de rememoração do sofrimento em Juízo.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele mesmo ano, o Conselho Federal de Psicologia editou a Resolução CPF nº 010/2010 a pretexto de regulamentar a Escuta Psicológica de Crianças e Adolescentes envolvidos em situação de violência, na Rede de Proteção, mas vedou “ao psicólogo o papel de inquiridor no atendimento de Crianças e Adolescentes em situação de violência”, inviabilizando a exitosa iniciativa do TJSE.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão, proferida pela juíza da 9ª Vara Federal de Brasília/DF, confirmando decisão liminar anterior, entendeu que o Conselho Federal de Psicologia extrapolou seus poderes regulamentares ao criar restrições ao livre exercício profissional dos psicólogos do Poder Judiciário sergipano e assegurou que o descumprimento da resolução não acarretaria qualquer sanção ético-disciplinar a esses profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale destacar que entidades como a Sociedade Brasileira de Psicologia e Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental não foram ouvidas e se manifestaram contrariamente à resolução. Para elas, dentre os deveres estabelecidos aos psicólogos pela Resolução CFP nº 02/2001 (alterada pela Resolução CFP nº 013/2007), está o de prestar assessoria técnica aos juízes na área de psicologia, inexistindo qualquer incompatibilidade no papel desempenhado pelos Psicólogos Judiciais no citado programa.</p>
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