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	<title>Arquivo para renda per capita - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para renda per capita - Só Sergipe</title>
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		<title>Reforma da Previdência beneficiará mais pobres, revela ministério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2019 17:26:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento econômico gerado pela reforma da Previdência beneficiará principalmente os 50% mais pobres da população. A conclusão consta de relatório da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia, divulgado em Brasília. No mês passado, o órgão tinha distribuído nota técnica na qual calculou que a economia cresceria 3,3% em 2023 com a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O crescimento econômico gerado pela reforma da Previdência beneficiará principalmente os 50% mais pobres da população. A conclusão consta de relatório da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia, divulgado em Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">No mês passado, o órgão tinha distribuído nota técnica na qual calculou que a economia cresceria 3,3% em 2023 com a aprovação total da reforma da Previdência, 2,3% com a aprovação parcial e encolheria 1,8% com as regras atuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-02/reforma-da-previdencia-podera-criar-8-milhoes-de-empregos-ate-2023" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Segundo o documento, a aprovação integral das novas regras poderia gerar até 8 milhões de empregos formais</a></span> nos próximos quatro anos, mas o ministério não tinha divulgado a distribuição desse crescimento por classes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, a SPE detalhou o impacto positivo da expansão da economia decorrente da reforma, conforme o nível de renda da população. O levantamento dividiu a população em 10 segmentos, em que o menor corresponde aos 10% mais pobres; e o maior, aos 10% mais ricos, e analisou o aumento da renda em cada faixa em dois cenários.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo considerou o crescimento médio de 3% ao ano da economia até 2023, no caso de aprovação total da reforma, e retração média de 0,5% ao ano no mesmo período, sem mudanças nas regras.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a nota técnica, a renda per capita cresceria mais entre os 50% mais pobres da população: de 3,07% por ano em média para o segmento entre 40% e 50% mais pobres a 3,48% por ano para os 10% mais desfavorecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os 50% mais ricos, a renda per capita também subiria, mas em ritmo menor: de 3% ao ano para a faixa entre 40% e 50% mais ricos a 2,63% ao ano entre os 10% mais ricos.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Nova Previdência traz ganhos a todos os brasileiros, mas favorece, particularmente, aqueles com renda mais baixa, cuja renda média terá maior aumento.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">As condições econômicas geradas pela Nova Previdência, elevando o emprego, reduzindo a informalidade e estimulando investimentos são fundamentais para o desenvolvimento de uma economia capaz de garantir condições mais seguras aos mais pobres no hoje e no amanhã”, destacou o documento da SPE.</p>
<h2>Empregos formais</h2>
<p style="text-align: justify;">Conforme o levantamento, dois fatores beneficiarão as camadas mais pobres da população. Em primeiro lugar, o crescimento da economia aumenta a criação de empregos formais e reduz a informalidade, que afeta 91,64% dos 10 % mais pobres e apenas 18% dos 10% mais ricos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a SPE, até 8 milhões de empregos com carteira assinada seriam criados caso a reforma da Previdência fosse aprovada na totalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda razão para o crescimento da economia ter efeitos mais benéficos sobre as menores faixas de renda é a possibilidade de que a inclusão no mercado formal de trabalho aumente os gastos dessas famílias em educação e saúde.</p>
<p>Fonte: Agencia Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A indústria sergipana regrediu e atrasou o crescimento nordestino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 13:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o início do século XXI, a economia sergipana vem perdendo a sua importância regional. Em 2002, o estado respondia por 5,3% da economia nordestina. Em 2016, essa participação decaiu para 4,3%. Isso aconteceu porque a economia sergipana expandiu-se menos do que a das demais unidades federativas da região Nordeste. Enquanto os outros estados cresceram, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-15807 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg" alt="" width="382" height="186" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-300x146.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-768x375.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA-1024x500.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/01/LOGOMARCA-TATU-DEFINITIVA.jpg 1928w" sizes="(max-width: 382px) 100vw, 382px" />Desde o início do século XXI, a economia sergipana vem perdendo a sua importância regional. Em 2002, o estado respondia por 5,3% da economia nordestina. Em 2016, essa participação decaiu para 4,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso aconteceu porque a economia sergipana expandiu-se menos do que a das demais unidades federativas da região Nordeste. Enquanto os outros estados cresceram, em conjunto, algo em torno de 55,6%, Sergipe viu a sua riqueza aumentar em apenas 25,7% nesses 14 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um espasmo de queda em 2009, o ano da inflexão da economia sergipana é 2012. Até essa data a economia sergipana cresceu 43,2% mas, a partir daí até 2016, sofreu uma queda da ordem de 12,2%, sendo essa a maior retração dentre os estados nordestinos nesse último período.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, a tendência sempre foi a da diminuição da participação da indústria na composição do produto sergipano. No alvorecer do século, o setor cobria 29% da riqueza gerada nessas terras. Década e meia depois, essa proporção é de somente 18%. Nenhum outro estado nordestino experimentou tamanha queda.</p>
<p style="text-align: justify;">Consequentemente, o produto per capita também cresceu menos. Entre 2002 e 2016, segundo cálculos feitos a partir de números fornecidos pelo IBGE, o produto per capita sergipano cresceu apenas 2,4% contra 32,2% do grosso dos demais estados do Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Em assim sendo, Sergipe, que era o primeiro produto per capita nordestino, em 2002, foi para o terceiro lugar em 2016. E apenas para se ter uma dimensão do que isso representa: se a trajetória até aqui observada continuar pelos próximos dez anos, o produto per capita sergipano tenderá a ser o menor da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Ressalte-se que esse fenômeno pode chegar a acontecer até mesmo antes dessa data, tendo em vista que a população sergipana, entre 2002 e 2016, aumentou a uma taxa superior daquela observada para o Nordeste. Foram 22,7% no estado em 14 anos, contra 16,5% da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, é bom deixar claro que não é o fator demográfico o cerne da questão. É importante ter em mente que a principal causa desse quadro foi a redução da relevância relativa da indústria sergipana.</p>
<p style="text-align: justify;">No início do século ela correspondia a 7,6% do total do setor no Nordeste. Em 2016, essa fração era de 4,5%. Isso depois de ter alcançado, em 2008, quase 8,1% desse agregado macroeconômico.</p>
<p style="text-align: justify;">A indústria nordestina como um todo avançou 31,5% de 2002 a 2016, enquanto que a atividade de transformação sergipana encolheu nada menos que 21,8%. Chama a atenção o fato de que o Piauí, no mesmo período, viu o seu setor secundário ampliar-se em 68,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">O recuo da indústria sergipana foi de tal monta que, em 2002, somente 13 municípios brasileiros detinham um volume de valor adicionado pelo setor manufatureiro superior ao do estado. Em 2016, esse total era de 25 localidades. Sendo que, de modo inédito, quatro na região Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra nota triste dessa história é a de que, mesmo nos momentos de expansão, a resposta da indústria sergipana foi aquém do ocorrido ao nível regional. Sem o estado de Sergipe, o Nordeste experimentou um crescimento de 42,7%, entre 2002 e 2012, e uma contração de 4,8%, de 2012 até 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Se a indústria sergipana é inserida nesse cômputo, o crescimento industrial nordestino é de 42,5%, no primeiro período, e a sua redução, nesse segundo momento, é de 7,5%. Torna-se difícil admitir, mas Sergipe impactou negativamente a economia do Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor industrial foi tão importante para a formação desse contexto que, se a manufatura sergipana ainda contribuísse para a indústria nordestina no mesmo patamar de 2002 – os já referidos 7,6% &#8211; o estado ainda seria dono de quase 5% da economia da região.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, se Sergipe pensa em recuperar as posições perdidas no âmbito da economia nordestina, ele precisa, de algum modo, encontrar meios de dinamizar novamente o seu segmento de transformação.</p>
<p><strong>Fábio Salviano, sociólogo</strong></p>
<p><strong>Emerson Sousa, economista</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia também:</p>
<p class="name post-title entry-title"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/por-que-tatu-no-toco/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Por que Tatu no Toco?</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/a-industria-sergipana-regrediu-e-atrasou-o-crescimento-nordestino/">A indústria sergipana regrediu e atrasou o crescimento nordestino</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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