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	<title>Arquivo para Rosana Costa - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Tudo está invertido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 19:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Brito]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia desses conversava com a excelente atriz Rosana Costa, após a apresentação de uma peça numa escola, falando sobre segurança com energia elétrica. Não sei por que cargas d’água (nunca entendi essa expressão, mas sempre tive vontade de usá-la!) entramos no assunto de cuidado com os pais. Rosana me falou sobre o modo como o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses conversava com a excelente atriz Rosana Costa, após a apresentação de uma peça numa escola, falando sobre segurança com energia elétrica. Não sei por que cargas d’água (nunca entendi essa expressão, mas sempre tive vontade de usá-la!) entramos no assunto de cuidado com os pais. Rosana me falou sobre o modo como o pai dela foi cuidado, durante 15 anos, acamado após sofrer AVC (Acidente Vascular Cerebral, conhecido popularmente como derrame).</p>
<p style="text-align: justify;">No seu relato, com olhos brilhando, a atriz destacava a entrega que sua irmã Kátia (ela não me falou se era escrito com C, então lá vai o K) dedicou ao pai nesses anos: ele estava sempre cheiroso, bem cuidado, arrumado. Foram anos e anos de dedicação recompensados com sorrisos.</p>
<p style="text-align: justify;">Parei pra me perguntar, como quem se maravilha com as mínimas coisas que nos acontecem: quantos filhos e filhas largam suas vidas e vão cuidar dos pais? Aliás, vou refazer a pergunta (acho que peguei pesado): quantos filhos e filhas dão a atenção devida aos pais, idosos, que disponibilizaram saúde e tempo para cuidar das crias e hoje não são tratados como deveriam?</p>
<p style="text-align: justify;">O padre Fábio de Melo, em uma de suas valiosas palestras, afirmou uma coisa interessante: quando nos tornamos ‘inúteis’ é quando percebemos quem nos ama de verdade. A idade chega e, com ela, deixamos de ser interessantes, prestativos ou prestadores de serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Entrando em uma esfera mais alargada no assunto, parece que perdemos o apego pelo ser humano. Gastamos mais com acessórios pra cachorro do que com ajuda a instituições de caridade carentes (o pleonasmo é proposital, viu?!). É como se animalizássemos o ser humano e humanizássemos os animais.  (o mercado pet é um p%#@ negócio). Tudo está invertido. Não nos comovemos mais com rostos tristes no vidro do carro ao pararmos no sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Tio, tem dez centavos pra comprar um pão?</p>
<p style="text-align: justify;">O dedo indicador balança pra esquerda e pra direita. Às vezes só a cabeça. Negativamente. E muitas vezes, apenas o olhar indiferente é a resposta.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Não estou fazendo apologia à contribuição com a mendicância e a permanência de crianças e adultos nos sinais. Falo de algo mais profundo: do direito das pessoas à dignidade, à cidadania, à comida, à bebida, ao lazer, ao sorriso.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Kátia, você faria tudo de novo?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Faria, mas com uma diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Qual?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Faria melhor do que fiz.</p>
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