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	<title>Arquivo para Secretaria de Estado da Saúde - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Secretaria de Estado da Saúde - Só Sergipe</title>
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		<title>Profissionais alertam sobre o perigo da &#8220;baleia azul&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2017 14:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Azul]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os perigos ocasionados pelo jogo clandestino ‘Baleia Azul’ (Blue Whale) têm preocupado famílias e profissionais da saúde, a exemplo da equipe que compõe a Rede de Atenção Psicossocial da Secretaria de Estado da Saúde (REAP/SES). O jogo, que teve início na Rússia, consiste numa série de instruções que agridem, fragilizam e induzem os participantes a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os perigos ocasionados pelo jogo clandestino ‘Baleia Azul’ (Blue Whale) têm preocupado famílias e profissionais da saúde, a exemplo da equipe que compõe a Rede de Atenção Psicossocial da Secretaria de Estado da Saúde (REAP/SES). O jogo, que teve início na Rússia, consiste numa série de instruções que agridem, fragilizam e induzem os participantes a tirarem a própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O jogo funciona a partir do Facebook. Os participantes passam dados pessoais e de familiares, e recebem, posteriormente, as orientações via WhatsApp. São 50 desafios que devem ser gravados e enviados aos membros do grupo, aumentando gradativamente os riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a coordenadora Estadual da Rede de Atenção Psicossocial, Renata Roriz, o ‘Baleia Azul’, ao contrário do que se costuma dizer, não é um jogo, já que não apresenta qualquer recurso lúdico, pedagógico ou divertido. Ele é literalmente um convite ao suicídio.</p>
<figure id="attachment_7352" aria-describedby="caption-attachment-7352" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-7352 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/04/renata-roriz-300x199.jpg" alt="Renata Roriz: os desafios são macabros" width="300" height="199" /><figcaption id="caption-attachment-7352" class="wp-caption-text">Renata Roriz: os desafios são macabros</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]“Os desafios são macabros, recebidos e cumpridos durante a madrugada, a fim de não chamar a atenção dos adultos. O público que tem aderido a esse ritual tem a partir de 10 anos de idade, portanto, é recomendável que professores, pais e demais responsáveis estejam atentos às evidências mais explícitas relacionadas ao jogo, a exemplo da automutilação, uma das tarefas exigidas por um dado tutor”, orientou Roriz.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os desafios sigilosos ou explícitos sugeridos pelo ‘Baleia Azul’, estão assistir a filmes de terror e escutar músicas determinadas pelos autodenominados “tutores”. A fase final é a que compromete a própria vida do participante que, se mostrar sinais de resistência ao cumprimento das provas, tem a sua família ameaçada.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga Anusca Barros, também integrante da REAP/SES, destaca a importância de que meninos e meninas sejam emocionalmente saudáveis. “Os que assim são, dificilmente se sentem atraídos por sugestões como essa. É preciso, para desenvolver essa saúde emocional no público infanto-juvenil, cultivar um relacionamento qualitativo entre familiares, considerando a necessidade dos adultos de não estarem o tempo todo com essas crianças, devido às necessidades pessoais”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Disk Saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os pais que detectarem em meninos e meninas evidências do cumprimento de tarefas sugeridas pelo ‘Baleia Azul’ podem recorrer a REAP/SES, que dispõe de equipamentos e profissionais aptos a acompanhar pacientes de todas as faixas etárias, bem como seus familiares. A assistente social Suely Matos assegura que a população pode recorrer a diversos componentes, entre eles, a Atenção Básica, Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), Serviços de Urgência e Hospitais Regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Além disso, a REAP/SES disponibiliza o <strong>Disk Saúde</strong>. Através do <strong>0800 282 282 2,</strong> um técnico realiza atendimentos telefônicos em horário comercial,<strong> das 8h às 18h</strong>. Mesmo não sendo integrante da Rede consideramos também a importância de serviços, como o <strong>CVV [Centro de Valorização da Vida]</strong>, que disponibiliza o ramal <strong>141</strong> para atendimentos”,  detalhou a assistente social.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as profissionais, não há registros de vítimas do jogo ‘Baleia Azul’ em Sergipe, mas a intenção de desenvolver atividades educativas e conscientizadoras para o público infanto-juvenil permanece em função das vítimas acometidas no Brasil e no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre as baleias azuis</strong> &#8211; A revista Veja publicou em sua página na internet a seguinte explicação a respeito das baleias azuis. Segundo a reportagem não ha confirmação científica de que as baleias cometem suicídio e que isso ocorre em massa por mera solidariedade das demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja:</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;note&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem diga, em geral nas redes sociais, que as baleias são capazes de se suicidar, provocando o próprio encalhamento. A crença vai além: encalhamentos em massa seriam desencadeados por um animal que fica preso na praia, e os outros, como uma forma de solidariedade (ou simplesmente um instinto de manter o bando reunido), se atirariam também à terra firme.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é, porém, o que a ciência diz. Não há comprovação, estudo, pesquisa alguma que indique qualquer veracidade nesse comportamento dos mamíferos marinhos. O que os biólogos sabem é que fatores como doenças e algumas ações do homem podem levar os animais a nadarem até muito próximo da praia, o que causaria – acidentalmente – o encalhamento e eventual morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e quando não há uma explicação aparente, seria o suicídio coletivo uma possibilidade para as baleias? A ciência garante que não. “Essa é mais uma tentativa de transferir para os animais algo que é um comportamento exclusivamente humano”, diz Mario Rollo, professor e pesquisador de biologia marinha do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Vicente. “Não há evidências científicas de nenhuma outra espécie que cometa suicídio.” As baleias, portanto, foram muito injustamente usadas por criadores e usuários da página ‘Baleia Azul’, que induz seus usuários às práticas suicidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Com informação da Veja</strong></p>
<p>[/box]</p>
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		<title>Exército combaterá o Aedes Aegypti em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2015 14:32:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes Aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[MInisterio da Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Estado da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na próxima semana, 650 militares do Exército serão capacitados para combater o mosquito Aedes Aegypti em Sergipe, transmissor da zika, que já provocou o nascimento de 100 crianças com microcefalia no Estado até agora. Destes, 98 nasceram em oito maternidades existentes no Estado e outros dois em Minas Gerais e Alagoas. Como as famílias destes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na próxima semana, 650 militares do Exército serão capacitados para combater o mosquito Aedes Aegypti em Sergipe, transmissor da zika, que já provocou o nascimento de 100 crianças com microcefalia no Estado até agora. Destes, 98 nasceram em oito maternidades existentes no Estado e outros dois em Minas Gerais e Alagoas. Como as famílias destes dois bebês residem em Sergipe, eles foram contabilizados como sergipanos.</p>
<p style="text-align: justify;">A SES vem mantendo uma atualização constante no seu Portal, isso porque quando foi dado o alerta para o número de casos, houve um desencontro de informações.  No dia 12 de novembro passado, o superintendente da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, Luiz Eduardo Prado, falou em 49 em todo Estado, sendo que 29 deles somente na unidade que ele dirige.</p>
<p style="text-align: justify;">Dias depois, a SES revisou esses números para baixo e disse que eram 29, porque os outros 20 não tinham sido ainda notificados, como previa a portaria do Ministério da Saúde. A notificação tornou-se compulsória a partir da declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPI).</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto o Estado como a capital – Aracaju – já declararam estado de emergência e organizaram uma força tarefa de combate ao mosquito <em>Aedes aegypti</em><em>,</em> transmissor, não só do Zika, mas também da dengue e chikungunya. Ela provoca sintomas parecidos, porém mais brandos do que os da dengue: febre, dor de cabeça e no corpo e manchas avermelhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A região Nordeste é a mais afetada pelo surto de microcefalia &#8211; no Brasil são  mais de 1.248 casos notificados em 311 municípios de 14 Estados. A partir de exames realizados em uma bebê nascida no Ceará, e que acabou morrendo com microcefalia e outras más-formações congênitas, identificou-se a presença do vírus.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">A microcefalia é uma má-formação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Normalmente ela é causada por fatores como uso de drogas e radiação. Segundo o governo, na epidemia atual, os bebês nascem com perímetro cefálico menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Origem</strong> &#8211;  O vírus foi identificado pela primeira vez em 1947 em Uganda, na floresta de Zika. Ele foi descoberto em um macaco rhesus durante um estudo sobre a transmissão da febre amarela no local.</p>
<p style="text-align: justify;">Exames confirmaram a infecção em seres humanos em Uganda e Tanzânia em 1952, mas somente em 1968 foi possível isolar o vírus, com amostras coletadas em nigerianos. Diversas análises genéticas demonstraram que existem duas grandes linhagens do vírus: a africana e a asiática.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Com informações dos  Portais Terra e Brasil</p>
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