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	<title>Arquivo para Seed - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Seed - Só Sergipe</title>
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		<title>Violência obriga professor a mudar de escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor de História, Geovan Hormindo dos Santos, que no dia 1º de novembro, teve os quatro pneus do carro cortados no estacionamento da Escola João Batista Nascimento, no Marcos Freire II,  foi obrigado a mudar de estabelecimento para continuar trabalhando e arcar com o prejuízo de R$ 1.400,00 na compra de pneus novos. Ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14458" aria-describedby="caption-attachment-14458" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-14458 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-14458" class="wp-caption-text">O professor Geovan vai procurar a Seed para ser ressarcido dos prejuízos</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O professor de História, Geovan Hormindo dos Santos, que no dia 1º de novembro, teve os quatro pneus do carro cortados no estacionamento da Escola João Batista Nascimento, no Marcos Freire II,  foi obrigado a mudar de estabelecimento para continuar trabalhando e arcar com o prejuízo de R$ 1.400,00 na compra de pneus novos. Ele lamentou não ter recebido nenhum apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) e luta para ser ressarcido pelo Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Registrei num boletim de ocorrência e vou encaminhar um requerimento à Secretaria de Estado da Educação (SEED)”, disse o professor, que agora leciona na Escola Zizinha Guimarães, no município de Laranjeiras. Ele conta que dias depois de ter comprado pneus novos para o carro, pessoas foram vistas por alunos do estabelecimento tentando causar mais prejuízos ao professor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu não tive alternativa, a não ser pedir transferência”, afirmou o professor que culpa o Sintese pela pouca divulgação que o fato teve. Tanto, que dias depois divulgou uma nota nas redes sociais afirmando que o sindicato é “comandado por pessoas indecentes” e que usou seu nome de forma indevida, “afirmando que eu não tinha interesse em divulgar o atentado que ocorreu comigo”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estranheza</strong> – O  Sintese divulgou uma nota informando que o posicionamento do professor Geovan Hormindo “causou estranheza” e que lhe deu todo apoio ao tomar conhecimento de que os pneus do carro do profissional tinham sido perfurado. Leia, a seguir, na íntegra,  o posicionamento do sindicato.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Causou estranheza à direção do SINTESE a mensagem publicada através aplicativo de mensagens instantâneas pelo professor Geovan Hormindo dos Santos sobre a ação do sindicato a partir do acontecido com ele no último dia 01 de novembro na Escola Estadual João Batista Nascimento no conjunto Marcos Freire II.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao saber do ocorrido (o carro do professor teve os quatro pneus perfurados), o SINTESE através do vice-presidente, professor Roberto Silva dos Santos, entrou em contato com Geovan e colocou-se a disposição do filiado a ajuda-lo no que coubesse ao sindicato atuar. O que seria, nesta situação, buscar junto a Diretoria Regional de Educação 08 – DRE 8 a remoção para outra unidade de ensino (na garantia da segurança do educador).</p>
<p style="text-align: justify;">O professor Roberto entrou em contato com a diretora da DRE’8, Marileide Cruz de Araújo que ao saber da situação informou ao vice-presidente do sindicato que tomaria os encaminhamentos devidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a TV Atalaia, em nenhum momento o sindicato cerceou a produção da matéria, o que foi informado a produção é que o sindicato não se pronunciaria sobre o assunto, pois aguardava uma ação da Secretaria de Estado da Educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o sindicato participou também de uma reunião na última segunda, dia 05, na escola com a diretora da DRE’8 na escola onde os docentes colocaram os problemas que envolvem violência. Na reunião o professor Paulo Lira Fernandes que representou o SINTESE frisou que é necessária uma articulação da Secretaria de Estado da Educação não somente com a Segurança Pública, mas também com aa comunidades escolares na busca de alternativas para dirimir as situações de violência que têm ocorrido não somente na área da escola situada no Marcos Freire II, mas também nas áreas do Conjunto Jardim e Parque dos Faróis.</p>
<p style="text-align: justify;">No final da reunião ficou encaminhado que haverá uma intensificação das rondas policiais no entorno da escola e que outras ações serão tomadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com todos estes fatos relatados fica ainda mais incompreensível a nota do professor, pois o sindicato tomou as providências possíveis considerando que não é gestor nem da Educação e muito menos da Segurança Pública do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar também que, infelizmente, a violência ocorrida com o professor não foi a primeira. O SINTESE sempre protagonizou as denúncias de situações violentas ocorrida com docentes (seja da rede estadual como é o atual caso, quanto das redes municipais). O sindicato, inclusive, sempre colocou que é extremamente necessário que os casos não fossem vistos de forma isolada, mas sim como consequência da falta de políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe ao sindicato apoiar seus filiados, denunciar os problemas que acontecem na Educação e garantir junto aos demais integrantes da classe trabalhadora a manutenção e ampliação de direitos.&#8221;</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>&#8220;Temos escola que não funciona&#8221;, diz Sintese</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 20:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Belivaldo Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Nós temos escola em Sergipe que não funciona. Ela tem problemas estruturais, pedagógicos, de relacionamento e violência. A comunidade escolar que tem interesse na escola pública precisa ser ouvida”. A afirmação é da presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintese), Ângela Melo, ao se referir ao Programa Educa Mais, lançado recentemente pela Secretaria de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Nós temos escola em Sergipe que não funciona. Ela tem problemas estruturais, pedagógicos, de relacionamento e violência. A comunidade escolar que tem interesse na escola pública precisa ser ouvida”. A afirmação é da presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintese), Ângela Melo, ao se referir ao Programa Educa Mais, lançado recentemente pela Secretaria de Estado da Educação (SEED). Ela lamentou que não houve discussão com professores, alunos e pais, os principais interessados na escola.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Ângela Melo, a direção do Sintese esteve em audiência com o governador em exercício Belivaldo Chagas e o secretário de Educação, Jorge Carvalho, e este  último se comprometeu em discutir as questões com o Sintese, “mas até hoje não fomos chamados”. Questionada sobre os motivos do não chamamento por parte do secretário, Ângela disse que somente quem pode responder é o próprio Jorge. “Nós tivemos audiências com o secretário, mas questões relativas à educação não são discutidas democraticamente”, ressaltou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por enquanto, o Sintese aguarda que os projetos do Programa Educa Mais cheguem a Assembleia Legislativa, “mas de antemão estamos fazendo avaliação pelo que está posto no portal, pelas entrevistas do secretário Jorge Carvalho e entendemos que todo projeto que diz respeito a educação deve  ser discutido com quem tem interesse, que são professores, alunos e pais”, destacou”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Contas </b>– Além do Educa Mais e do não convite ao Sintese, a direção do sindicato abordou  as contas, que foram alvo de polêmica por parte  de filiados que fazem oposição a atual direção. Embora as contas estejam disponíveis aos associados, Ângela não as publicizou, mas disse que poderá fazer isso, caso assim a categoria deseje.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para ela, o Sintese não é um órgão público, mas alerta que o sindicato, não só deve  satisfações aos filiados, mas que ela, como dirigente, tem a obrigação de  informar sobre as contas. Na coletiva ontem, havia vários relatórios que, segundo a presidente podem ser consultados por qualquer  filiado – incluindo, claro – aqueles que lhe fazem oposição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na próxima semana, em data a ser definida, o Sintese convocará uma assembleia com  a categoria para informar, detalhadamente, quando arrecada, quanto gasta e, se  houver concordância geral, esses números serão repassados à imprensa. Durante a coletiva, um jornalista se referiu as contas do Sintese como “caixa preta” o que deixou Ângela irritada com a insinuação. “Primeiro, o Sintese não tem caixa preta. O Sintese tem uma contabilidade interna. Para mim, é um desrespeito dizer que o Sintese tem caixa preta. Temos uma contabilidade que trabalha com zelo, com ética pela nossa categoria e nós vamos apresentar a ela”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo ela, na medida  em que coloca dos dados numéricos do sindicato para a categoria, a sociedade  vai ter a informação. “Estamos solicitando que após assembleia nós estaremos com os dados, e, se for deliberado, haverá uma coletiva para passar tais números para imprensa”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A direção do Sintese deixou claro que as contas são superavitárias  e com o advento do imposto sindical o patrimônio da entidade mais que triplicou. Com isso, foram adquiridas novas sedes, terrenos e outros bens. No entanto, o Sintese estranhou algumas posturas: dos opositores a atual direção fazerem “peregrinação nas rádios sob o argumento de ter acesso a documentos”. Isso, segundo o sindicato, fragiliza a entidade. A outra é do vereador Agamenon Sobral, “inimigo declarado dos professores”. Esse eterno combate vai gerar uma nova ação na Justiça contra o vereador.</span></p>
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		<title>Escola em Propriá fechada desde 2013</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 15:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os pais de alunos do Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa, em Propriá, a 98 quilômetros de Aracaju, querem a interferência do Ministério Público Estadual para que o Governo do Estado reabra o estabelecimento, fechado para reforma desde 2013.   A dona de casa, Gislene Silva, disse que matriculou o filho de 15 anos e até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1529" aria-describedby="caption-attachment-1529" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/escola-de-propriá.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1529 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/escola-de-propriá-300x169.jpg" alt="escola de propriá" width="300" height="169" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/escola-de-propriá-300x169.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/escola-de-propriá-1024x576.jpg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/escola-de-propriá.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1529" class="wp-caption-text">Material escolar já foi adquirido para o estabelecimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Os pais de alunos do Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa, em Propriá, a 98 quilômetros de Aracaju, querem a interferência do Ministério Público Estadual para que o Governo do Estado reabra o estabelecimento, fechado para reforma desde 2013.   A dona de casa, Gislene Silva, disse que matriculou o filho de 15 anos e até esse momento ele não teve nenhuma aula. Ela lembra que alunos da educação infantil e do terceiro ano foram relocados para outro local, enquanto os estudantes do primeiro ano do ensino médio estão sem aulas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela conta que na semana passada, os vereadores da cidade de Propriá fizeram uma espécie de vistoria no Colégio Joana de Freitas Barbosa para ver situação.  E, recentemente, a deputada estadual Ana Lúcia Menezes, PT, também pediu providências junto ao Ministério Público Estadual, pois, segundo ela, a escola,  referência para região do baixo São Francisco, deveria ter iniciado o ano letivo no dia 2 de março deste ano, mas não há previsão de retorno às aulas para os alunos do sexto ao nono ano, bem como do primeiro e segundo anos do ensino médio.</p>
<p style="text-align: justify;">A parlamentar, que preside a Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa, encaminhou ofício ao promotor de Justiça de Propriá, Nilzir Soares Vieira Júnior, solicitando providências. No documento, ela informa que os alunos dos anos iniciais do ensino fundamental foram remanejados desde abril deste ano para o Seminário São Geraldo. Porém, pais e professores denunciam que o local é totalmente inapropriado para atividades escolares pelas condições insalubres que apresenta, além de não ter estrutura para atender a demanda dos estudantes.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;alignright&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]A assessoria do promotor Nilzir Soares informou que o ofício foi repassado para o promotor de Justiça, Maurício Gusmão, responsável pela promotoria de Educação.  Gusmão tem conhecimento do documento, mas, até o momento, o ofício não chegou às suas mãos. “Formalmente, ainda não chegou à promotoria, mas assim que chegar daremos prioridade”, garantiu.[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria de Estado da Educação (SEED) informou, por meio da assessoria de imprensa, que as obras do colégio estarão concluídas em 30 dias. No dia 14 de julho, a superintendente Executiva da Seed, Marieta Barbosa, visitou as dependências da escola para verificar o avanço das obras e se mostrou bastante satisfeita com as melhorias que a unidade de ensino recebeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Reportagem publicada no site da Seed diz que “com investimentos no valor total de R$ 3.666.434,78, o Colégio Estadual Joana de Freitas Barbosa recebeu diversas melhorias em sua reforma e ampliação, como construção de casa de gás e casa de lixo e construção de quadra esportiva, com execução da drenagem da quadra. Haverá também a construção do bloco de laboratórios, laboratórios técnicos, revisão da cobertura em telhado canal, inclusive madeiramento, revisão das instalações sanitárias e hidráulicas, execução do pórtico da Seed e gradil na fachada, execução de piso de alta resistência, entre outras”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Seed coloca segurança na Lourival Fontes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2015 21:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[Lourival Fontes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dia depois que a diretora da Escola Estadual Senador Lourival Fontes, Carla Valéria de Oliveira, foi agredida a golpes de caneta por um aluno de 16 anos e que se encontra apreendido, a Secretaria de Estado da Educação (SEED) divulgou uma nota informando que enviou àquela unidade uma equipe de apoio psicológico para todos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1267" aria-describedby="caption-attachment-1267" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/SEGURANÇA-SEED.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1267 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/SEGURANÇA-SEED-300x200.jpg" alt="Agora, escola tem segurança Foto:  Eugenio Barreto\SEED" width="300" height="200" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/SEGURANÇA-SEED-300x200.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/SEGURANÇA-SEED.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1267" class="wp-caption-text">Agora, escola tem segurança<br /> Foto: Eugenio Barreto\SEED</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Um dia depois que a diretora da Escola Estadual Senador Lourival Fontes, Carla Valéria de Oliveira, foi agredida a golpes de caneta por um aluno de 16 anos e que se encontra apreendido, a Secretaria de Estado da Educação (SEED) divulgou uma nota informando que enviou àquela unidade uma equipe de apoio psicológico para todos os servidores, além de segurança.  Carla Valéria, que teve ferimentos na cabeça e na testa, se recupera em casa e já anunciou que não quer mais voltar a ocupar o cargo, muito menos naquele estabelecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Há 40 dias, Carla já tinha sido ameaçada de morte por outro aluno, mas segundo familiares, por gostar muito da profissão e da função preferiu se manter na direção do estabelecimento. O episódio da quinta-feira à tarde foi a gota d’água para que ela desistisse de continuar na direção, embora tenha dito que seguirá sua carreira de professora na rede estadual, mas em outra escola. A Seed informou que serão dadas opções de locais para que Carla possa continuar seu serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, 3, a equipe do QualiVida, que integra  o Núcleo de Prevenção à Violência nas Escolas, conversou com o corpo diretivo, pedagógico e com funcionários  do colégio, para ouvir as angústias, preocupações e oferecer todo o apoio e suporte psicológico. Coordenado pela professora Josevanda Mendonça Franco, desde a quinta-feira que a equipe está dando assistência à diretora. &#8220;Estaremos atuando em atenção a ela, ao seu trabalho e à tranquilidade de sua família e dos professores e alunos da escola&#8221;, assegurou Josevanda.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga do QualiVida, Elen Rose Paesante, destacou que é natural que todos estejam se sentindo abalados neste momento, e por isso é importante que seja dado esse suporte. &#8220;Quando acontece uma situação como essa a gente se dirige à escola para fazer um trabalho de suporte com os alunos, professores e funcionários. Eles ficam super abalados em um momento como esse e um suporte psicológico e emocional é sempre importante&#8221;, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela disse ainda que na Seed há um espaço onde é feito o acolhimento ao servidor. &#8220;Caso alguém apresente alguma demanda emocional mais grave, poderemos fazer esse acolhimento e o encaminhamento, se for necessário&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador do Qualivida, Sílvio Oliveira, declarou que &#8220;a Seed já vem acompanhando esses casos, não fazendo o combate, porque isso cabe à SSP, mas protegendo o patrimônio público e os recursos humanos da escola. Essa é a premissa inicial do núcleo, que já está planejando a política de enfrentamento à violência nas escolas, com total apoio do secretário Jorge Carvalho&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]Antes do ocorrido, a Escola Lourival Fontes não tinha segurança. Essa falta foi alvo de crítica dos familiares de Carla Valéria. Mas logo que a professora foi agredida o caso teve uma repercussão negativa em todo Estado, a Seed se apressou em colocar um segurança no estabelecimento. E anunciou que até o final deste mês, 71 escolas contarão com segurança terceirizado, fruto de uma licitação feita recentemente.[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Em virtude do episódio, Charles Hardman, da assessoria de Proteção Patrimonial, disse que a Escola Estadual Lourival Fontes já estava com a segurança especializada prevista para ser implantada na próxima semana, mas por conta da ocorrência de agressão, a Seed antecipou para hoje visando dar inicio à convivência da nova modalidade entre os professores, alunos e servidores técnicos administrativos.</p>
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