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	<title>Arquivo para Senado - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Senado - Só Sergipe</title>
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		<title>Previdência: confira principais pontos aprovados em primeiro turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2019 18:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovada na sexta-feira (12) à noite pelo Plenário da Câmara dos Deputados, a reforma da Previdência voltou para a comissão especial para ter a redação final votada em segundo turno. Depois de quatro dias horas de debates, os deputados aprovaram quatro emendas e destaques e rejeitaram oito. Mais oito alterações foram retiradas da pauta ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aprovada na sexta-feira (12) à noite pelo Plenário da Câmara dos Deputados, a reforma da Previdência voltou para a comissão especial para ter a redação final votada em segundo turno. Depois de quatro dias horas de debates, os deputados aprovaram quatro emendas e destaques e rejeitaram oito. Mais oito alterações foram retiradas da pauta ou deixaram de ser votadas porque ficaram prejudicadas durante a tramitação.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira emenda aprovada melhorou o cálculo de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dhttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/camara-aprova-mudancas-em-regras-de-pensao-e-para-mulheres%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">pensões por morte</a></span> para viúvos ou viúvas de baixa renda e antecipou o aumento da aposentadoria de mulheres da iniciativa privada. Resultado de acordo com a bancada feminina, a emenda teve aprovação maçica, por 344 votos a 132.</p>
<p style="text-align: justify;">Também fruto de acordo entre os partidos do governo, do centrão e da oposição, a segunda emenda aprovada suavizou as regras para a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dhttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/camara-aprova-regras-especiais-de-aposentadoria-de-policiais-da-uniao%E2%80%9D" target="”_blank”" rel="noopener noreferrer">aposentadoria de policiais</a> </span>que servem à União. A emenda também tinha acordo entre governo e oposição para ser aprovada.</p>
<p style="text-align: justify;">A categoria, que engloba policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, policiais civis do Distrito Federal e agentes penitenciários e socioeducativos federais, terá uma regra mais branda de transição, pode aposentar-se aos 53 anos (homens) e 52 anos (mulheres), desde que cumpram o pedágio de 100% sobre o tempo que falta para se aposentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os deputados aprovaram outros dois destaques. Um mantém em 15 anos o tempo de contribuição para os trabalhadores do sexo masculino do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Os homens, no entanto, só conquistarão direito à aposentadoria integral com 40 anos de contribuição, contra <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dagenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/mulheres-terao-aposentadoria-integral-cinco-anos-antes-dos-homens%E2%80%9D" target="”_blank”" rel="noopener noreferrer">35 anos de contribuição das mulheres</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O último destaque aprovado reduziu a idade mínima de<span style="color: #0000ff;"> </span><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dhttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/camara-reduz-idade-minima-de-aposentadoria-para-professores%E2%80%9D" target="”_blank”" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">aposentadoria de professores</span> </a>para 55 anos (homens) e 52 anos (mulheres). Também fruto de um acordo partidário, o destaque estabelece que a redução só valerá para quem cumprir 100% do pedágio sobre o tempo que falta para aposentar-se pelas regras atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto alterado pelos deputados segue para a comissão especial, onde precisa ter a redação final aprovada em segundo turno. De lá, volta para o Plenário, para ser votado a partir de 6 de agosto também em segundo turno. Nessa etapa, só podem ser apresentadas emendas supressivas, que retiram pontos do texto.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira como está a reforma da Previdência após a aprovação em primeiro turno</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Trabalhador urbano</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, com tempo mínimo de contribuição de 25 anos para ambos os sexos, 10 anos no serviço público e cinco anos no cargo.</li>
<li><strong>Comissão especial:</strong> idades mínimas mantidas, com tempo de contribuição de<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-06/previdencia-contribuicao-sobe-de-15-para-20-anos-para-homens" target="_blank" rel="noopener noreferrer">20 anos para homens e 15 anos para as mulheres</a>.</span></li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> idades mínimas mantidas, com tempo mínimo de contribuição de 15 anos para homens e mulheres.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Servidor público federal</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, com tempo mínimo de contribuição de 25 anos para ambos os sexos.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> idades mínimas e parâmetros de aposentadorias regulamentados por lei complementar a partir da promulgação da reforma.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> idades mínimas de aposentadorias para o serviço público federal <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/idade-minima-de-aposentadoria-de-servidores-continuara-na-constituicao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">continuarão fixadas na Constituição</a>,</span> com demais parâmetros definidos por lei complementar a partir da promulgação da reforma.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Regra de transição</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que abrange os trabalhadores do setor privado, a proposta de emenda à Constituição (PEC) prevê três regras de transição para o setor privado: sistema de pontos por tempo de contribuição e por idade, aposentadoria por tempo de contribuição para quem tem pelo menos 35 anos de contribuição (homens) e 30 anos (mulheres) e pedágio de 50% sobre o tempo faltante pelas regras atuais, desde que restem menos de dois anos para a aposentadoria.Para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), dos servidores públicos, o texto estipula um sistema de pontuação que permitiria a aposentadoria a partir dos 61 anos para homens e 56 anos para mulheres. A partir de 2022, as idades mínimas subiriam para 62 anos (homens) e 57 anos (mulheres). Nesse caso, no entanto, os servidores receberiam um valor mais baixo. Os trabalhadores públicos que entraram até 2003 precisariam trabalhar até 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) para terem direito à integralidade (último salário da ativa) e paridade (mesmos reajustes salariais dos ativos).</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> o texto <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-06/relator-suaviza-regra-de-transicao-para-servico-publico-e-inss" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">acrescentou uma regra de transição</span> </a>que valerá tanto para o serviço público como para a iniciativa privada. Os trabalhadores a mais de dois anos da aposentadoria terão um pedágio de 100% sobre o tempo faltante para ter direito ao benefício, desde que tenham 60 anos (homens) e 57 anos (mulheres) e 35 anos de contribuição (homens) e 30 anos de contribuição (mulheres). No caso dos servidores públicos que entraram antes de 2003, o pedágio dará direito à integralidade e à paridade.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Gatilho na idade mínima</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> Constituição definiria um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-02/idade-para-aposentadoria-pode-subir-de-acordo-com-expectativa-de-vida%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">gatilho automático</a></span> que elevaria as idades mínimas de quatro em quatro anos conforme o aumento da expectativa de vida.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> relator <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/idade-minima-de-aposentadoria-de-servidores-continuara-na-constituicao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">retirou o mecanismo de ajuste</a>.</span> Novas alterações das idades mínimas terão de exigir mudança na Constituição.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Aposentadoria rural</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição para ambos os sexos.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> tema retirado na comissão especial. Mantidas as regras atuais, com 55 anos para mulheres e 60 anos para homens, incluindo garimpeiros e pescadores artesanais. Apenas o tempo mínimo de contribuição para homens sobe para 20 anos, com a manutenção de 15 anos para mulheres.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Professores</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> idade mínima de 60 anos de idade para a aposentadoria de homens e mulheres, com 30 anos de tempo de contribuição.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> idade mínima de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-06/relator-fixa-idade-minima-de-aposentadoria-de-professoras-em-57-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">57 anos para mulheres</a> </span>e 60 anos para homens, com definição de novos critérios por lei complementar. Regra vale para professores do ensino infantil, fundamental e médio.</li>
<li><strong>Comissão especial:</strong> professoras terão<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/relator-permite-aposentadoria-integral-de-professoras-aos-57-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">integralidade</a></span> (aposentadoria com último salário da ativa) e paridade (mesmos reajustes que trabalhadores da ativa) aos 57 anos. Professores só terão esses direitos a partir dos 60 anos, com pedágio de 100% sobre o tempo que falta para aposentar-se. Destaque que retiraria os professores da reforma foi rejeitado.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dhttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/camara-reduz-idade-minima-de-aposentadoria-para-professores%E2%80%9D" target="”_blank”" rel="noopener noreferrer">idade mínima de aposentadoria reduzida </a></span>para 55 anos (homens) e 52 anos (mulheres), com cumprimento do pedágio de 100%. Benefício vale para professores federais, da iniciativa privada e dos municípios sem regime próprio de Previdência. Destaque aprovado após acordo entre governo e oposição.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Capitalização</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> Constituição viria com autorização para lei complementar que instituirá o regime de capitalização.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-06/capitalizacao-da-previdencia-fica-para-segundo-semestre-diz-maia" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tema retirado</a> </span>antes da divulgação da primeira versão do relatório na comissão especial.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Benefício de Prestação Continuada (BPC)</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> idosos de baixa renda receberiam R$ 400 a partir dos 60 anos, alcançando um salário mínimo somente a partir dos 70.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> proposta retirada, com manutenção de um salário mínimo para idosos pobres a partir dos 65 anos.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> inclusão de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/relator-da-previdencia-inclui-medida-para-reduzir-fraude-no-bpc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">medida para combater fraudes </a></span>no BPC, com especificação na Constituição de renda familiar <i>per capita</i> de até um quarto do salário mínimo a partir dos 65 anos para ter direito ao benefício.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Pensão por morte</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> pensão por morte começaria em 60% do salário de contribuição, aumentando 10 pontos percentuais por dependente até chegar a 100% para cinco ou mais dependentes. Retirada da pensão de 100% para dependentes com deficiências intelectuais ou mentais. Apenas dependentes com deficiências físicas receberiam o valor máximo.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> mantém nova fórmula de cálculo, mas garante pensão de pelo menos um salário mínimo para beneficiários sem outra fonte de renda na família. Pagamento de 100% para beneficiários com dependentes inválidos (deficiência física, intelectual ou mental) e para dependentes de policiais e agentes penitenciários da União mortos por agressões em serviço.</li>
<li><strong>Comissão especial:</strong> pensões de 100% para policiais e agentes penitenciários da União serão pagas por morte em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/estados-poderao-aprovar-idades-menores-para-aposentadoria-de-policiais%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">qualquer circunstância relacionada ao trabalho</a>,</span> como acidentes de trânsito e doenças ocupacionais, demais pontos da primeira versão mantidos.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> garante pensão de pelo menos um salário mínimo para <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dhttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/camara-aprova-mudancas-em-regras-de-pensao-e-para-mulheres%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">beneficiários sem outra fonte de renda</a>,</span> retirando a exigência de comprovação de renda dos demais membros da família. Destaque aprovado por meio de acordo da bancada feminina.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Abono salarial</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> pagamento restrito aos trabalhadores formais que ganham um salário mínimo, contra dois salários mínimos pagos atualmente.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> pagamento aos trabalhadores de baixa renda (até R$ 1.364,43 em valores atuais).</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Salário-família e auxílio-reclusão</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> pagamento restrito a beneficiários com renda de um salário mínimo.</li>
<li><strong>Proposta aprovada</strong>: pagamento a pessoas de baixa renda (até R$ 1.364,43 em valores atuais).</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Cálculo de benefícios</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> benefício equivalente a 60% da média as contribuições em toda a vida ativa, mais dois pontos percentuais por ano que exceder os 20 anos de contribuição.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> redação abriu brecha para exclusão de contribuições “prejudiciais ao cálculo do benefício”, que poderia anular toda a economia com a reforma da Previdência.</li>
<li><strong>Segunda versão do relatório:</strong> redação mais clara para retirar brecha e<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/novo-relatorio-mantem-calculo-por-media-que-reduz-aposentadoria%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">retomar a fórmula original</a> </span>proposta pelo governo.</li>
<li><strong>Comissão especial:</strong> inclusão de parágrafo no Artigo 27 para eliminar falha que faria trabalhador que tenha contribuído por mais de 20 anos, porém com salário menor a partir do 21º ano, conquistar aposentadoria menor do que segurado que tenha contribuído por apenas 20 anos.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> valor da aposentadoria de mulheres da iniciativa privada começará a subir dois pontos percentuais por ano que exceder 15 anos de contribuição. Aposentadoria de homens só começará a subir depois de 20 anos de contribuição. Mudança permite a mulheres receber aposentadoria de 100% do salário médio com <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dagenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/mulheres-terao-aposentadoria-integral-cinco-anos-antes-dos-homens%E2%80%9D" target="”_blank”" rel="noopener noreferrer">35 anos de contribuição</a>,</span> cinco anos antes dos homens</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Reajuste de benefícios</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> eliminava trecho da Constituição que preservava a reposição das perdas da inflação.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> manutenção do reajuste dos benefícios pela inflação.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Contagem de tempo</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> PEC não abordava assunto.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> parágrafo que <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/novo-relatorio-mantem-calculo-por-media-que-reduz-aposentadoria%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">impede a contagem de tempo</a> </span>sem o pagamento das contribuições. Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que os juízes podem considerar, no tempo de contribuição, os anos em que exerciam a advocacia e não contribuíam para a Previdência.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Estados e municípios</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> PEC valeria automaticamente para servidores dos estados e dos municípios, sem necessidade de aprovação pelos Legislativos locais.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> retirada de estados e municípios da PEC, com a possibilidade de reinclusão dos governos locais por meio de emenda na comissão especial ou no plenário da Câmara.</li>
<li><strong>Segunda versão do relatório:</strong> autorização para que estados e municípios aumentassem temporariamente a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/relator-volta-permitir-contribuicao-extra-de-servidores-estaduais%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">alíquota de contribuição dos servidores</a> </span>para cobrir o rombo nos regimes locais de Previdência, sem a necessidade de aprovação dos Legislativos locais.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/idade-minima-para-aposentadoria-de-policiais-permanece-em-55-anos%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">autorização retirada</a>,</span> todos os pontos da reforma da Previdência precisarão ser aprovados pelos Legislativos locais para valerem nos estados e nos municípios.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Incorporação de adicionais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> PEC não abordava assunto.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> extensão aos estados e municípios da proibição de incorporar adicionais por cargo de confiança ou em comissão ao salário dos servidores, vedação que existe em nível federal.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Acúmulo de benefícios</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> limite para acúmulo de benefícios a 100% do benefício de maior valor, somado a um percentual da soma dos demais, começando em adicional de 80% para um salário mínimo e caindo para 0% acima de benefícios de mais de quatro salários mínimos. Médicos, professores, aposentadorias do RPPS ou das Forças Armadas ficam fora do limite por terem exceções estabelecidas em lei.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> altera para 10% adicional para benefícios acima de quatro salários mínimos, mantendo os demais pontos.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Encargos trabalhistas</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> possibilidade de incidir desconto para a Previdência sobre vale-alimentação, vale-transporte e outros benefícios trabalhistas.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> tema retirado.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Policiais que servem à União</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> a categoria (que abrange policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos e agentes penitenciários federais, entre outros) se aposentará aos 55 anos de idade, com 30 anos de contribuição e 25 anos de exercício efetivo na carreira, independentemente de distinção de sexo.</li>
<li><strong>Texto-base da comissão especial:</strong> depois de tentativas de acordo para reduzir a idade mínima para 52 anos (mulheres) e 53 anos (homens) para policiais e agentes de segurança em nível federal, o relator <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/idade-minima-para-aposentadoria-de-policiais-permanece-em-55-anos" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">manteve a proposta original</a> do governo.</span></li>
<li><strong>Proposta aprovada na comissão especial:</strong> destaque para reinstituir condições diferenciadas para categoria <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/comissao-rejeita-regras-especiais-de-aposentadoria-para-policiais" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">derrubado na comissão especial</a>.</span></li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> volta da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dhttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/camara-aprova-regras-especiais-de-aposentadoria-de-policiais-da-uniao%E2%80%9D" target="”_blank”" rel="noopener noreferrer">idade mínima de 53 anos para homens e 52 anos para mulheres</a> </span>para o policial que cumprir 100% do pedágio sobre o tempo que falta para se aposentar pelas regras atuais. Destaque aprovado após acordo entre partidos do governo, do centrão e da oposição.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Policiais militares e bombeiros</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> a categoria teria as mesmas regras das Forças Armadas, com <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-02/governo-quer-tempo-de-contribuicao-de-35-anos-para-militares%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">35 anos de contribuição</a>,</span> com contagem de tempo no RGPS e possibilidade de que policiais e bombeiros na reserva trabalhem em atividades civis.</li>
<li><strong>Comissão especial:</strong> aprovação de destaque para que aposentadorias de policiais militares e bombeiros permaneçam sob a responsabilidade dos estados. Mudança beneficia categoria porque, em alguns estados, eles aposentam-se com menos de 35 anos de contribuição, como proposto pelo projeto que trata da Previdência das Forças Armadas.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> policiais militares e bombeiros continuam fora da reforma.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Judicialização</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> concentração, na Justiça Federal em Brasília, de ações judiciais contra a reforma da Previdência..</li>
<li><strong>Comissão de Constituição e Justiça:</strong> tema retirado, após <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-04/marinho-governo-negocia-pontos-da-reforma-da-previdenciana-ccj%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">questionamentos de partidos do centrão</a>,</span> mas com autorização para que lei federal autorize julgamentos na Justiça Estadual quando não houver Vara Federal no domicílio do segurado.</li>
<li><strong>Comissão especial:</strong> retirada autorização para julgamentos pelos tribunais estaduais.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> autorização de julgamentos na <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Dhttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/camara-aprova-mudancas-em-regras-de-pensao-e-para-mulheres%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">Justiça Estadual</a> </span>restabelecida por meio de emenda articulada pela bancada feminina.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Aposentadoria de juízes</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> PEC não abordava assunto.</li>
<li><strong>Proposta aprovada:</strong> retirada da Constituição da possibilidade de pena disciplinar de aposentadoria compulsória para juízes e parágrafo que impede contagem de tempo de contribuição para juízes que não contribuíram com a Previdência enquanto exerceram a advocacia.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> PEC não abordava assunto.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> repasse de<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-06/funcionarios-do-bndes-participam-de-ato-contra-proposta-sobre-fat%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">40% das receitas do FAT</a> </span>para a Previdência Social, equivalente a R$ 214 bilhões em dez anos. Atualmente esses recursos vão para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</li>
<li><strong>Comissão especial:</strong> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/relator-desiste-de-remanejar-recursos-do-bndes-para-previdencia%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">relator desistiu de remanejar recursos do BNDES</a> </span>após críticas de congressistas e da equipe econômica de que mudança de destinação não melhoraria as contas públicas.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> tema retirado.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Tributo para bancos</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Proposta do governo:</strong> PEC não abordava assunto.</li>
<li><strong>Primeira versão do relatório:</strong> elevar de 15% para 20% a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, retomando a alíquota que vigorou de 2016 a 2018.</li>
<li><strong>Segunda versão do relatório:</strong> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/relator-desiste-de-remanejar-recursos-do-bndes-para-previdencia%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">retirada da B3</a></span> (antiga Bolsa de Valores de São Paulo) do aumento da tributação, elevação de 15% para 17% da alíquota para cooperativas de crédito.</li>
<li><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> relator restringe aumento a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/relator-restringe-aumento-de-csll-bancos-medios-e-grandes%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">bancos médios e grandes</a></span>. As demais instituições financeiras continuarão a pagar 15% de CSLL. Mudança deve render em torno de R$ 50 bilhões em dez anos.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Fim de isenção para exportadores rurais</h3>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Proposta do governo:</strong> PEC não abordava assunto.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Texto-base:</strong> <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/novo-relatorio-da-reforma-da-previdencia-mantem-economia-de-r-1-tri%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">fim da isenção</a> da contribuição previdenciária de 2,6% sobre a comercialização da produção agrícola de exportadores rurais. Mudança renderia R$ 83,9 bilhões em uma década.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Comissão especial:</strong> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-07/%E2%80%9Chttp://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-07/comissao-conclui-votacao-da-reforma-da-previdencia%E2%80%9D" target="“_blank”" rel="noopener noreferrer">aprovado destaque para manter o benefício fiscal</a></span>. Destaque também retirou trava que impedia o perdão da dívida do Funrural, contribuição paga pelo produtor rural para ajudar a custear a aposentadoria dos trabalhadores.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Proposta aprovada em primeiro turno:</strong> tema retirado.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2><strong>[/box]</strong></h2>
</li>
<li style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Senador Alessandro Vieira lança edital para receber emendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 15:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[campos]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira (Cidadania) lança nesta quarta-feira (03) uma ação inovadora: o primeiro edital de emendas participativas de Sergipe. O parlamentar quer ouvir a população para saber quais projetos no estado devem receber recursos dos R$ 16 milhões em emendas que estarão disponíveis em 2020. “Tenho como compromisso de mandato mostrar que é possível [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O senador Alessandro Vieira (Cidadania) lança nesta quarta-feira (03) uma ação inovadora: o primeiro edital de emendas participativas de Sergipe. O parlamentar quer ouvir a população para saber quais projetos no estado devem receber recursos dos R$ 16 milhões em emendas que estarão disponíveis em 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">“Tenho como compromisso de mandato mostrar que é possível mudar as práticas políticas que estão viciadas. O uso de recursos de emendas parlamentares é uma delas. Cada parlamentar costuma investir em seus redutos eleitorais com o objetivo de garantir seus votos. Eu quero fazer diferente. Uma forma de mudar é abrir para que uma diversidade maior de organizações possa sugerir projetos”, afirmou Alessandro.</p>
<h3>Prazo</h3>
<p style="text-align: justify;">A pré-seleção dos melhores projetos vai obedecer os critérios explicados no edital, disponível para consulta no site <a href="http://www.bit.ly/EmendasParticipativas2020">www.bit.ly/EmendasParticipativas2020</a> até o dia 19 de julho. As propostas serão avaliadas por uma equipe altamente qualificada, e ao final do processo, por meio de votação aberta no aplicativo Nosso Mandato a população define onde os recursos serão aplicados.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Podem participar organismos da administração pública direta e indireta que atuem em qualquer município sergipano, independente de sua esfera (municipal, estadual ou federal), tais como secretarias, prefeituras, fundações públicas e universidades federais. Entidades federais como o Instituto Federal (IFS) e organização sem fins lucrativos. Todas as organizações precisam ter regularidade fiscal e jurídica.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o senador, cada organização pode inscrever quantos projetos quiser, basta entrar no formulário <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.bit.ly/EmendasParticipativas2020">www.bit.ly/EmendasParticipativas2020</a></span>, preencher todos os campos e anexar os dois arquivos solicitados, do cronograma e do orçamento. Depois é só aguardar o email de confirmação do recebimento do projeto.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos buscando projetos que tenham impacto social e econômico. Se houver uma abrangência regional, melhor pois fortalecemos mais de um município e envolvemos um volume maior de beneficiários. Neste primeiro edital estamos restringindo às áreas de educação, saúde, segurança pública, empreendedorismo/inovação/geração de renda, energia e agricultura/pecuária”, destacou o senador.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Governadores impõem condições para apoiar reforma da Previdência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 14:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[governadores]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, e mais cinco colegas governadores do Nordeste, defendem uma participação maior de estados e municípios na distribuição de recursos da exploração de petróleo. Na quarta-feira, eles estiveram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quando apresentaram uma lista de condições para apoiar a reforma da Previdência.   Recentemente, a Petrobras [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_18757" aria-describedby="caption-attachment-18757" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/belivaldo-papo-reto.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-18757 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/belivaldo-papo-reto-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/belivaldo-papo-reto-300x200.jpeg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/belivaldo-papo-reto-768x512.jpeg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/belivaldo-papo-reto-1024x682.jpeg 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/belivaldo-papo-reto.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18757" class="wp-caption-text">Belivaldo Chagas: de olho nos recursos do petróleo<br />Foto: Marco Vieira</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, e mais cinco colegas governadores do Nordeste, defendem uma participação maior de estados e municípios na distribuição de recursos da exploração de petróleo. Na quarta-feira, eles estiveram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quando apresentaram uma lista de condições para apoiar a reforma da Previdência.   Recentemente, a Petrobras anunciou a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/petrobras-faz-maior-descoberta-desde-pre-sal-em-sergipe/">descoberta de uma grande reserva de gás,</a></span> que poderá mudar o destino econômico do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Os governadores querem o compromisso do Palácio do Planalto com a aprovação de matérias em tramitação no Congresso. Eles pedem uma maior participação na distribuição dos recursos do Fundo Social e do bônus de assinatura para exploração do petróleo do pré-sal em áreas cedidas onerosamente pela União.</p>
<h3>Sem acordo</h3>
<p style="text-align: justify;">Também querem a aprovação da securitização de dívidas, que é a possibilidade de vender no mercado créditos que tenham a receber; a tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos; e a recuperação dos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o governador do Piauí, Wellington Dias, ainda não há acordo para a votação da reforma, mesmo que governos estaduais e prefeituras sejam incluídos no texto enviado pelo Poder Executivo. A proposta em análise na Câmara deixou de fora os sistemas previdenciários de estados e municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">— Não tem sentido aprovarmos uma reforma e sair dela com déficit, com problemas de sustentabilidade nas despesas para aposentados e pensionistas. Os estados têm um déficit de mais ou menos R$ 86 bilhões. Na conta apresentada, a estimativa é de uma redução de mais ou menos 10% desse déficit — disse Wellington Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">O governador da Bahia, Rui Costa, disse que o déficit anual da Bahia com a Previdência é de R$ 5 bilhões. Segundo ele, a economia projetada para o ano que vem com a reforma é de apenas R$ 47 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">— Isso é 1% da dívida. Resolver o quê? Nada: 99% da dívida continuará. É preciso pensar em fontes alternativas de receitas para que os estados possam financiar o déficit exponencial que tem ocorrido nos últimos anos e está projetado até 2026. Para que os estados não entrem em colapso, é preciso que se encontre uma nova fonte de financiamento. O texto atual da reforma da Previdência é inerte: não traz qualquer benefício para os estados do ponto do visto de equilíbrio fiscal. Nem arranha o déficit previdenciário dos estados — argumentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista após o encontro, Davi Alcolumbre disse que a rediscussão do pacto federativo e a redistribuição de recursos da União com estados e municípios são bandeiras do Senado. E que o governo, representado na reunião pelo líder governista na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), apoia a &#8220;distribuição dos recursos da nova exploração, por 30 anos, da riqueza do petróleo e do gás&#8221;. Mas Davi deixou claro que essa discussão envolve o empenho dos governadores em favor da reforma da Previdência.</p>
<p style="text-align: justify;">— É preciso que os governadores se empenhem para equalizar uma dívida previdenciária que não é só do governo federal. É uma dívida previdenciária do Estado brasileiro — afirmou o presidente do Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">Favorável à inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência, Davi Alcolumbre pediu aos governadores uma &#8220;participação ativa e constante&#8221; para convencer as bancadas estaduais na Câmara e no Senado a votarem a favor da proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de Belivaldo Chagas, participaram do encontro os governadores Camilo Santana (Ceará), João Azevedo (Paraíba), Renan Filho (Alagoas), Rui Costa (Bahia) e Wellington Dias (Piauí).</p>
<p>Com informações da Agência Senado</p>
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		<title>&#8220;Trabalho contra bandido, mas dentro da lei&#8221;, diz Alessandro Vieira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 13:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[bandido]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira (Cidadania) disse, ontem, que &#8220;não trabalha do lado de bandido. Eu trabalho contra o bandido, mas trabalho dentro da lei, porque essa é a responsabilidade de um senador da República&#8221;. A crítica foi feita em respostas a discursos que associavam todos aqueles que votaram contrário ao decreto presidencial como  defensores de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">O senador Alessandro Vieira (Cidadania) disse, ontem, que &#8220;não trabalha do lado de bandido. Eu trabalho contra o bandido, mas trabalho dentro da lei, porque essa é a responsabilidade de um senador da República&#8221;. A crítica foi feita em respostas a discursos que associavam todos aqueles que votaram contrário ao decreto presidencial como  defensores de bandidos. Alessandro votou contra o decreto que flexibiliza regras para posse e o porte de arma, no Senado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">No final, com 47 votos favoráveis e 28 contrários, o decreto foi derrubado e agora segue para votação na Câmara dos Deputados. Alessandro Vieira afirma que é favorável à flexibilização do porte e posse de armas, mas explicou que os decretos eram inconstitucionais e que tais mudanças deveriam ser enviadas pelo Executivo ao Congresso por meio de projeto de lei, para que as alterações sejam debatidas democraticamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">“Esses decretos são inconstitucionais. Quem diz isso é a consultoria legislativa e jurídica da Casa, do Senado, a da Câmara dos Deputados e o Ministério Público Federal. São inconstitucionais porque invadem atribuição do Congresso, que é a de legislar. Nós estamos aqui preservando o espaço de diálogo”, destacou.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">[/box]</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Ouvir representantes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Alessandro informou que o Senado aprovou, também, na terça-feira, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sua solicitação de audiência pública que vai ouvir os principais representantes da área de Segurança e interessados no tema, dentre eles, caçadores, atiradores esportivos, colecionadores, as polícias, as Forças Armadas, as ONGs que defendem o armamento e aquelas que são contrárias. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">“Vamos ouvir todos para que possamos, muito brevemente, apresentar um projeto de lei que revogue e reconstrua o Estatuto do Desarmamento. Porque é verdade, o brasileiro não aguenta mais tanta violência, o brasileiro quer uma resposta, mas a resposta tem que vir do Poder Público. Isso é indiscutível”, frisou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Profissional da Segurança Pública, delegado da Polícia Civil de Sergipe há quase 20 anos, o senador Alessandro se solidarizou com as mais de 60 mil famílias que, por ano, perdem entes queridos para a violência urbana no Brasil. “Quem resolve isso não vai ser cidadão armado na rua; é segurança pública bem feita, com a União assumindo a sua responsabilidade, organizando as polícias, garantindo o financiamento, fazendo o trabalho que deve ser feito”.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">[/box]</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Alessandro Vieira acha que &#8220;o cidadão brasileiro deve ter, sim, o direito a portar uma arma. Se ele quer e tem capacidade para tanto. Mas não da forma como o presidente quer, e não para municiar milícias. É preciso ter clareza. Respeitar as pessoas é indispensável! Nós estamos do mesmo lado da trincheira. As armas ilegais, sabemos muito bem que quem tem que controlar é polícia na rua, fazendo o enfrentamento. Não vai ser armando o cidadão, não vai ser armando as vítimas”. E concluiu: “o caminho para aprovar projetos se faz dialogando e negociando, com tranquilidade e transparência. E assim vamos fazer, eu tenho certeza”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alessandro Vieira quer impeachment de Toffoli e Moraes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 13:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[CPI da Toga]]></category>
		<category><![CDATA[Davi Alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[pedidos]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[senador]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo de senadores liderado por Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pretende solicitar à Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal o impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e do ministro Alexandre de Moraes na noite desta terça-feira, 16. Para o senador, Toffoli pode perder seu mandato de ministro porque cometeu crime de responsabilidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um grupo de senadores liderado por Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pretende solicitar à Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal o impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e do ministro Alexandre de Moraes na noite desta terça-feira, 16.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o senador, Toffoli pode perder seu mandato de ministro porque cometeu crime de responsabilidade ao abrir um inquérito para apurar ofensas ao STF e Alexandre de Moraes agiu como Ministério Público ao tomar a dianteira das investigações.</p>
<p style="text-align: justify;">Vieira vê “abuso de autoridade” e diz que o fato de Moraes ter negado o a determinação da Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, de arquivar o inquérito ajuda a justificar a necessidade de um impeachment dos ministros.</p>
<p style="text-align: justify;">“Você tem uma sequência de fatos que configuram crime de responsabilidade e abuso de poder dos ministros. Vai desde a instalação de um inquérito ilegal à decretação da execução de medidas cautelares, que não poderiam ter sido cumpridas, como censura à imprensa, busca e apreensão… Quem tá acompanhando o que tá acontecendo percebe que há uma movimentação dos ministros que é contra a democracia e contra a lei”, criticou o senador.</p>
<h2>Mesmo saco</h2>
<p style="text-align: justify;">Para Vieira, que também é o autor do pedido de criação de uma CPI para investigar tribunais superiores (<span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/tag/cpi-lava-toga/">a chamada CPI Lava Toga</a></strong></span>), a investigação cometeu ilegalidades na última segunda (15), <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/judiciario/stf-mandou-apagar-reportagem-que-citava-toffoli-diz-revista/">ao censurar uma reportagem</a></strong></span> da revista <em>Crusoé</em> e do site <em>O Antagonista</em> que citava Toffoli, <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/judiciario/general-do-exercito-e-um-dos-alvos-de-busca-em-inquerito-que-apura-ataques-ao-stf/">e também nesta terça, ao ordenar buscas relacionadas a sete pessoas</a></strong> </span>que &#8220;apenas emitiram opiniões em redes sociais&#8221; contra o Supremo, na avaliação do parlamentar.</p>
<p style="text-align: justify;">A manifestação de Dodge para arquivar o inquérito significa, segundo Vieira, um freio a um caso de abuso de poder. Na avaliação do senador, os dois ministros usurparam de sua competência. &#8220;O que Toffoli e Alexandre de Moraes foi criminoso&#8221;, critica.</p>
<p style="text-align: justify;">O senador afirma que o Supremo se apequena ao manter os dois ministros no cargo. &#8220;O Supremo fica do tamanho desses ministros, inexistente praticamente. Fica todo mundo no mesmo saco, comprometendo as instituições&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que for protocolado, este será o décimo terceiro pedido de impeachment de ministros do Supremo protocolado no Senado. <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/judiciario/ministros-do-stf-sao-alvos-de-12-pedidos-de-impeachment-senadores-tentam-desengaveta-los/">Um levantamento do Congresso em Foco, publicado na última quinta</a></strong></span>, mostrou que só neste ano já haviam sido protocolados sete pedidos, somados a outros cinco que ainda estão em tramitação. Toffoli e o ministro Gilmar Mendes são os principais alvos, com três pedidos individuais contra cada um. (<strong>Veja a lista com todos os pedidos ao final da matéria</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão de dar andamento a algum destes pedidos cabe exclusivamente ao presidente do Senado, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/tag/davi-alcolumbre/"><strong>Davi Alcolumbre (DEM-AP)</strong></a></span>. Um projeto de lei apresentado por Lasier Martins, no entanto, busca desengavetar as denúncias. Pela proposta, Alcolumbre passaria a ter um prazo de 15 dias para emitir parecer favorável ou contrário à aceitação de pedido de impeachment, e a decisão final caberia ao plenário.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>CPI Lava Toga</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Alessandro Vieira considera que uma CPI para investigar os tribunais superiores se torna, a cada dia, mais urgente e necessária.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Precisamos resgatar a credibilidade da mais alta corte do Judiciário brasileiro. É preciso que a pressão popular chegue ao Congresso&#8221;, defende. Embora comemore a decisão de Dodge, o senador, que é delegado da Polícia Federal, diz ver com estranheza o fato de a procuradora-geral ter determinado, em vez de recomendado, o arquivamento do inquérito aberto por Toffoli.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quem teria de arquivar era o Judiciário, não o Ministério Público. Enfim, está tudo errado&#8221;, diz. &#8220;Qualquer estudante de Direito sabia que esse inquérito era absolutamente arbitrário e equivocado&#8221;, acrescenta.</p>
<h3 style="text-align: justify;">VEJA OS PEDIDOS CONTRA OS MINISTROS DO STF QUE CORREM NO SENADO:</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pedidos protocolados em 2019:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Gilmar Mendes<br />
<strong>Autor</strong>: Senador Marcos do Val (Cidadania-ES)<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 10/04/2019</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Gilmar Mendes<br />
<strong>Autor:</strong> Jurista Modesto Carvalhosa e outros<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 12/03/2019</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvos</strong>: Alexandre de Moraes, Celso de Mello, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso<br />
<strong>Autor</strong>: Deputados Bia Kicis (PSL-DF), Alexandre Frota (PSL-SP), Caroline de Toni (PSL-SC), Chris Tonietto (PSL-RJ), General Girão (PSL-RN), Heitor Freire (PSL-CE), Coronel Tadeu (PSL-SP), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), Marco Feliciano (PODE-SP), General Peternelli (PSL-SP), Nelson Barbudo (PSL-MT) e outros cidadãos<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 26/02/2019</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Dias Toffoli<br />
<strong>Autor:</strong> Jurista Henrique Luiz Lopes Quintanilha<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 12/02/2019</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Marco Aurélio Mello<br />
<strong>Autor:</strong> Rubens Gatti Nunes (coordenador do MBL)<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 04/02/2019</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Dias Toffoli<br />
<strong>Autor:</strong> Rubens Gatti Nunes (coordenador do MBL) e jurista Modesto Carvalhosa<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 04/02/2019</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Ricardo Lewandowski<br />
<strong>Autor:</strong> Jurista Modesto Carvalhosa<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 05/12/2018 (protocolado já em 2019)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pedidos antigos que ainda tramitam:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Luiz Fux<br />
<strong>Autor:</strong> Pedro Leonel Pinto de Carvalho<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 06/11/2017</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Dias Toffoli<br />
<strong>Autor:</strong> Marco Vinícius Pereira de Carvalho<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 22/06/2016</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvos</strong>: Ricardo Lewandowski; Cármen Lúcia; Celso de Mello; Marco Aurélio Mello; Gilmar Mendes; Dias Toffoli; Luiz Fux; Rosa  Weber; Teori Zavascki; Luís Roberto Barroso e Edson Fachin<br />
<strong>Autor:</strong> Mário Barbosa Villas Boas<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 09/05/2016</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Ricardo Lewandowski<br />
<strong>Autor:</strong> Leandro Santos da Silva<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 13/11/2015</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alvo</strong>: Gilmar Mendes<br />
<strong>Autor:</strong> Vários cidadãos<br />
<strong>Data de apresentação</strong>: 27/03/2015</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* um décimo terceiro pedido, contra o ministro Gilmar Mendes, foi apresentado ao </em><strong><em>Congresso em Foco </em></strong><em>por Sabrina Avozani, coordenadora do movimento República de Curitiba. A petição, no entanto, não aparece no sistema eletrônico do Senado.</em></p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
<p><strong>Fonte: Congresso em Foco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>Aprovado maior desconto para beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 12:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro Único de Programas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[NIS]]></category>
		<category><![CDATA[plenário]]></category>
		<category><![CDATA[Rani]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) projeto de lei que aumenta o desconto para os beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). A redução na conta de luz mensal pode chegar a 70% do valor para quem se encaixar no programa. O projeto prevê o desconto máximo de 70% para quem consome até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) projeto de lei que aumenta o desconto para os beneficiários da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.aneel.gov.br/tarifa-social-baixa-renda">Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE)</a></span>. A redução na conta de luz mensal pode chegar a 70% do valor para quem se encaixar no programa.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto prevê o desconto máximo de 70% para quem consome até 50 kilowatts-hora (kWh) por mês. Entre 51 e 150 kWh por mês, o desconto será de 50%. Se a faixa de consumo ficar entre 151 e 250 kWh, o desconto cai para 20%. Não há desconto para quem consumir acima de 250 kWh por mês.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei atual prevê descontos e limites de consumo menores: 65% para consumo de até 30 kWh; 40% se o consumo ficar entre 31 e 100 kWh; e 10% de desconto caso o consumo fique entre 101 e 220 kWh. Atualmente, não há desconto para consumo acima de 220 kWh mensais.</p>
<h2>Descontos</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o autor, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), a mudança vai proporcionar conta de luz mais barata para famílias de baixa renda e ampliar o número de consumidores beneficiados.</p>
<p style="text-align: justify;">Roberto Rocha explicou ainda que esses descontos serão bancados pela Conta de Desenvolvimento Energético (<a href="http://www.aneel.gov.br/informacoes-tecnicas/-/asset_publisher/CegkWaVJWF5E/content/conta-de-desenvolvimento-energetico-cde/654800?inheritRedirect=false">CDE</a>), que tem orçamento para 2019 de mais de R$ 20 bilhões. A CDE tem como um de seus objetivos justamente subsidiar descontos tarifários a diversos usuários, como famílias de baixa renda, consumidores rurais e irrigação.</p>
<p style="text-align: justify;">O PLS 260/2017 teve pareceres favoráveis nas comissões de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC), onde foi relatada pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP); e de Assuntos Econômicos (CAE), na qual o relator foi o senador Otto Alencar (PSD-BA), sem sofrer alterações em nenhuma delas. Esta última teria a palavra final, mas um requerimento assinado por 10 senadores, em dezembro do ano passado, solicitou a discussão em Plenário.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Taxa</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A TSEE é válida para famílias inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal que tenham renda per capita igual ou menor a meio salário mínimo; para recebedores do Benefício de Prestação Continuada (BPC); e para famílias do Cadastro Único com renda de até três salários mínimos e que tenham membros portadores de doença ou deficiência que precisem de energia elétrica para aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ter acesso à TSEE, um membro da família deve ir à distribuidora local de energia elétrica com CPF e documento de identificação com foto, ou com o Registro Administrativo de Nascimento de Indígena (Rani). É preciso informar:</p>
<p style="text-align: justify;">— código da unidade consumidora a ser beneficiada;</p>
<p style="text-align: justify;">— Número de Identificação Social (NIS) ou, no caso de recebimento do BPC, Número do Benefício (NB); e</p>
<p style="text-align: justify;">— relatório e atestado assinado por profissional médico, nos casos de famílias com uso continuado de aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/130295">PLS 260/2017</a> segue agora para a Câmara dos Deputados.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Alessandro Vieira protocola a CPI da Lava Toga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 20:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[assinaturas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[CPI da Lava -Toga]]></category>
		<category><![CDATA[PSL]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira (PPS-SE) protocolou, no começo da tarde desta terça-feira (19), pela segunda vez, um pedido de criação da comissão parlamentar de inquérito para investigar os tribunais superiores, a chamada CPI da Lava Toga. Alessandro Vieira, que conseguiu a assinatura de 29 senadores (duas acima do mínimo de 27 necessárias), quer &#8220;investigar condutas ímprobas, desvios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O senador <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/tag/cpi-lava-toga/">Alessandro Vieira (PPS-SE)</a></strong></span> protocolou, no começo da tarde desta terça-feira (19), pela segunda vez, um pedido de criação da comissão parlamentar de inquérito para investigar os tribunais superiores, a chamada CPI da Lava Toga.</p>
<p style="text-align: justify;">Alessandro Vieira, que conseguiu a assinatura de 29 senadores (duas acima do mínimo de 27 necessárias), quer &#8220;investigar condutas ímprobas, desvios operacionais e violações éticas por parte de membros do Supremo Tribunal Federal e de tribunais superiores do país&#8221;. No STF são citados o presidente da Corte, Dias Toffoli, e também os ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux.</p>
<h2>Vai travar</h2>
<p style="text-align: justify;">Após semanas sem manifestar objeção à CPI, o presidente do Senado, <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/tag/davi-alcolumbre/">Davi Alcolumbre (DEM-AP)</a></strong></span>, passou a fazer oposição aberta à ideia. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite da última segunda (18), o senador disse que a CPI neste momento &#8220;não faria bem ao Brasil&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um debate dessa natureza vai travar o parlamento, vai travar o Brasil&#8221;, diz Alcolumbre. &#8220;Eu não quero apresentar para o Brasil uma crise institucional que vai gerar um conflito institucional e que vai atrapalhar com certeza as reformas importantes&#8221;, afirmou o presidente de Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">O líder do PSL no Senado, <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://congressoemfoco.uol.com.br/tag/major-olimpio/">Major Olimpio (SP)</a></strong></span>, um dos signatários do pedido de CPI, criticou o posicionamento de Alcolumbre, com quem disse que irá conversar. &#8220;Ele está reproduzindo um comportamento que se repete nesta Casa há 50 anos e desrespeitando os colegas que o ajudaram a sentar naquela cadeira, eu entre eles&#8221;, afirmou ao <strong>Congresso em Foco</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O próximo passo do pedido de CPI é a leitura na sessão plenária, que não será feita necessariamente nesta terça. No dia em que houver a leitura, senadores signatários têm até meia-noite para retirarem suas adesões, se assim desejarem. Na primeira tentativa de Vieira de emplacar a CPI, há mais de um mês, o pedido acabou arquivado após os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Kátia Abreu (PDT-TO) retirarem suas assinaturas de última hora.</p>
<div class="ubgw ubgw-clearfix ubgw-post-inline ubgw-float-center ubgw-align-center ubgw-column-1">
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<div id="banner-300x250-3" style="text-align: justify;">Fonte: Congresso em Foco</div>
</div>
</div>
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		<title>Alessandro Vieira compõe três comissões no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 18:57:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira (PPS) compõe três comissões importantes do Senado: CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) e CE (Comissão de Educação, Cultura e Esporte). A instalação e eleição das 13 comissões permanentes da Casa aconteceram hoje à tarde, 14. Ele ainda foi indicado como suplente para a Comissão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O senador Alessandro Vieira (PPS) compõe três comissões importantes do Senado: CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) e CE (Comissão de Educação, Cultura e Esporte). A instalação e eleição das 13 comissões permanentes da Casa aconteceram hoje à tarde, 14.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ainda foi indicado como suplente para a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), e Comissão de Meio Ambiente (CMA). “A etapa de definição de espaços dentro do Senado foi concluída e teremos boas condições de defender os interesses de Sergipe e as bandeiras de renovação política”, destacou o senador.</p>
<p style="text-align: justify;">Alessandro Vieira foi o mais votado de Sergipe, com mais de 474 mil votos. Vieira desbancou velhos caciques da política sergipana, como o ex-governador Jackson Barreto e Antônio Carlos Valadares, que tentavam o Senado, e o então deputado federal, André Moura, que também sonhava com o Senado. Todas estas três pessoas não têm nenhum cargo eletivo hoje.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conheça as comissões</h2>
<p style="text-align: justify;">As comissões permanentes são as instâncias onde ocorre a etapa inicial da tramitação dos projetos de lei no Senado. Com algumas exceções, todos os projetos de lei passam primeiro por uma ou mais comissões. A principal atribuição das comissões é analisar os projetos e emitir pareceres sobre eles. Como são temáticas, elas podem ter diferentes enfoques sobre cada um, apresentando uma opinião aos demais senadores, que depois se reúnem em Plenário para votar.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) opina sobre a constitucionalidade, juridicidade e regimentalidade dos projetos. A CCJ também analisa o mérito de projetos relacionados ao direito civil, penal, processual e eleitoral, às questões da administração pública e da segurança pública. Cabe à CCJ sabatinar pessoas indicadas a cargos como ministro do STF e procurador-geral da República.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) analisa o aspecto financeiro e tributário dos projetos. Também trata de política econômica, comércio exterior, tributos e empréstimos públicos, e sabatina indicados para presidência e diretorias do Banco Central e para ministros do TCU.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), trata da educação em todos os níveis, além de leis relacionadas à cultura e ao esporte. Também lhe cabe decidir sobre nomes de logradouros públicos e sobre a designação de personalidades como “heróis da pátria”.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Alessandro Vieira quer abrir caixa-preta do Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 01:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
		<category><![CDATA[assinaturas]]></category>
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		<category><![CDATA[Poder Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[senador Alessandro Vieira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira, PPS, quer abrir a caixa-preta do Poder Judiciário. Na  sessão de hoje, 7, ele conseguiu as assinaturas necessárias (27) e protocolou um requerimento de sua autoria para a criação da “CPI Lava Toga”, que vai investigar possíveis irregularidades na Justiça. “Esse poder (o Judiciário) é o único que segue intocado na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/orgaos-de-fiscalizacao-precisam-ser-fortalecidos-diz-alessandro-vieira-sobre-tragedia-em-brumadinho/" target="_blank" rel="noopener">senador Alessandro Vieira, PPS</a></span>, quer abrir a caixa-preta do Poder Judiciário. Na  sessão de hoje, 7, ele conseguiu as assinaturas necessárias (27) e protocolou um requerimento de sua autoria para a criação da “CPI Lava Toga”, que vai investigar possíveis irregularidades na Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esse poder (o Judiciário) é o único que segue intocado na esfera da democracia brasileira. E só existe democracia quando a transparência chega a todos os lugares. A democracia não pode ser seletiva. As câmaras, as assembleias legislativas, os palácios do Executivo, este Congresso Nacional, já sentiram os efeitos da transparência e das investigações claras, feitas tecnicamente. Os resultados estão consubstanciados realmente em todo o Brasil”, explicou Alessandro Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O requerimento é focado em quatro pontos. Um deles é o &#8220;uso abusivo&#8221; de pedidos de vista ou outras manobras que atrasam as decisões das Cortes. Outra frente de investigação pedida pelos parlamentares é o &#8220;cotidiano desrespeito ao princípio do colegiado&#8221; – segundo Alessandro, os tribunais se transformaram &#8220;em um aglomerado de juízes monocráticos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na área dos procedimentos jurídicos, a CPI quer examinar a &#8220;diferença abissal do lapso de tramitação de pedidos, a depender do interessado&#8221;. O congressista do PPS reclama que &#8220;há pedidos idênticos [que chegam às Cortes Superiores] que, para algumas pessoas demora um ano e para outras, algumas horas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O último tópico visado pela CPI é &#8220;a participação de ministros em atividades econômicas incompatíveis com a Lei Orgânica da Magistratura&#8221;; ou seja, apurar casos de magistrados com atividades remuneradas que entrariam em conflito de interesses com o cargo.</p>
<p>[/box]</p>
<h2 style="text-align: justify;">O grupo</h2>
<p style="text-align: justify;">Oficialmente, o pedido apresentado à secretaria-geral da Mesa requer a comissão de inquérito para “investigar o exercício exacerbado de suas atribuições por parte de membros dos tribunais superiores do país”.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo deverá ser composto por dez titulares e seis suplentes e trabalhar por 120 dias, com limite orçamentário de R$ 30 mil. Para a instalação da CPI, o requerimento deve ser lido em Plenário em sessão deliberativa.</p>
<p style="text-align: justify;">O requerimento destaca ainda que “não se trata de perquirir as atribuições do Poder Judiciário, mas sim de investigar condutas que extrapolem o exercício regular dessas competências”.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Veja a lista dos senadores que assinaram e perceba o detalhe:  os dois senadores sergipanos,<strong> Maria do Carmo Alves (DEM) e Rogério Carvalho (PT) não assinaram a lista.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- Alessandro Vieira (PPS-SE)<br />
2- Marcos do Val (PPS-ES)<br />
3- Eliziane Gama (PPS-MA)<br />
4- Reguffe (sem partido-DF)<br />
5- Styvenson Valentim (Podemos-RN)<br />
6- Eduardo Girão (Podemos-CE)<br />
7- Álvaro Dias (Podemos-PR)<br />
8- Selma Arruda (PSL-MT)<br />
9- Fabiano Contarato (Rede-ES)<br />
10-Tasso Jereissati (PSDB-CE)<br />
11-Cid Gomes (PDT-CE)<br />
12-Jorge Kajuru (PSB-GO)<br />
13-Kátia Abreu (PDT-TO)<br />
14-Soraya Thronicke (PSL-MS)<br />
15-Randolfe Rodrigues (Rede-AP)<br />
16-Leila Barros (PSB-DF)<br />
17-Sergio Petecão (PSD-AC)<br />
18-Lasier Martins (Podemos-RS)<br />
19-Major Olimpo (PSL-SP)<br />
20-Eduardo Braga (MDB-AM)<br />
21-Luiz Carlos do Carmo (MDB-GO)<br />
22-Rodrigo Cunha (PSDB-AL)<br />
23-Plínio Valério (PSDB-AM)<br />
24-Jayme Campos (DEM-MT)<br />
25-Luis Carlos Heinze (PP-RS)<br />
26-Telmário Mota (Pros-RR)<br />
27- Izalci Lucas (PSDB-DF)</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Com informações da Agência Senado e site Congresso em Foco</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Senador eleito, Delegado Alessandro diz: &#8220;chega da velha política&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 00:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[coerência]]></category>
		<category><![CDATA[eleito]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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		<category><![CDATA[velha política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O candidato ao Senado, Delegado Alessandro (Rede), 43, foi eleito com 477.449 votos (25,95%) em Sergipe, deixando para trás políticos antigos como o senador Antônio Carlos Valadares e Jackson Barreto, que se desincompatibilizou do cargo de governador para concorrer a uma das duas vagas ao Senado.  Em entrevista exclusiva ao SÓ SERGIPE, Delegado Alessandro  foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O candidato ao Senado, Delegado Alessandro (Rede), 43, foi eleito com 477.449 votos (25,95%) em Sergipe, deixando para trás políticos antigos como o senador Antônio Carlos Valadares e Jackson Barreto, que se desincompatibilizou do cargo de governador para concorrer a uma das duas vagas ao Senado.  Em entrevista exclusiva ao SÓ SERGIPE, Delegado Alessandro  foi taxativo: “chega da velha política”, numa referência aos candidatos que concorreram com ele, a quem chama de “dinossauros”.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem citar os nomes, Delegado Alessandro disse que enfrentou os “velhos dinossauros, como um ex-pastor [Heleno Silva],  um deputado federal   líder do presidente Temer [André Moura]”.  Ele diz que venceu a eleição  porque  conseguiu passar a mensagem ao povo e assegura que a imprensa teve um papel fundamental, justamente, porque fez chegar às pessoas qual era o pensamento do candidato ao Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">Delegado Alessandro disse que fez uma campanha sem muitos recursos financeiros &#8211; não chegou a R$ 50 mil. “Nunca tivemos condições financeiras de fazermos uma pesquisa e os alvos que tínhamos acesso eram apenas para guiar estratégias”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, os últimos 15 dias de campanha mostraram um avanço muito significativo, “as pessoas abraçando a ideia e, a partir daí, foi ter paciência e esperar a totalização dos votos”,  disse o senador eleito.</p>
<p style="text-align: justify;">“O sergipano de bem deu uma resposta firme. Agora, as pessoas podem esperar de mim, coerência, firmeza e, principalmente, transparência. Serei um representante que vai dar conta de 100% dos seus passos,  que o eleitor tenha participação naquilo que vamos decidir lá no Congresso Nacional. O Brasil passa por um momento muito difícil, Sergipe mais ainda e é preciso que as pessoas participem. Quero abrir as portas deste poder para as pessoas comuns”, garantiu.</p>
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