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	<title>Arquivo para tarefa - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para tarefa - Só Sergipe</title>
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		<title>Ciro Gomes diz que somente &#8220;canalhas&#8221; privatizariam petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 18:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O candidato a presidência da República, Ciro Gomes (PDT) disse hoje, 6, em Aracaju, que somente “os canalhas” privatizariam o petróleo, ato que ele considera “um crime contra os nosso filhos e netos&#8221;.   Segundo ele, o Brasil, provavelmente, no futuro próximo, será identificado como a maior reserva de petróleo do mundo. Por que nós vamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O candidato a presidência da República, Ciro Gomes (PDT) disse hoje, 6, em Aracaju, que somente “os canalhas” privatizariam o petróleo, ato que ele considera “um crime contra os nosso filhos e netos&#8221;.   Segundo ele, o Brasil, provavelmente, no futuro próximo, será identificado como a maior reserva de petróleo do mundo. Por que nós vamos entregar essa riqueza dos nossos filhos e netos para os estrangeiros? Só canalhas fazem isso e é o que os que nos governam estão tentando fazer&#8221;,  afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele também acha um absurdo privatizar a Chesf. &#8220;Imagina pegar a Chesf (Companhia Hidroelétrica do São Francisco) e entregar para um chinês e aí, quando precisar da hierarquia do uso de água para abastecimento humano, nós vamos ter que ir para Xangai negociar com o chinês a privatização do regime de água do país. Ninguém faz isso no mundo&#8221;, alertou.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o candidato, o Brasil tem uma matriz energética mais linda e barata do mundo, e os brasileiros estão pagando a maior tarifa de energia elétrica do mundo porque o “governo entregou às multinacionais que é completamente perverso”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O problema no Brasil agora não é o setor privado. O problema no Brasil é regulatório, porque nós permitimos a cartelização do sistema e hoje o brasileiro paga a maior tarifa do mundo. Então, aqui a tarefa não é estatizar. A tarefa aqui é melhorar o marco regulatório e tentar perseguir a concorrência&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>A PEDAGOGIA DO CASTIGO – II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2018 17:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os principais coadjuvantes do diretor da Escola na tarefa de aplicação das penas disciplinares eram o professor José Luiz de Mesquita e os funcionários Antônio Leite Ramalho, Octaciano Correia da Silva e José Eliodoro Correia. Na sua defesa, o diretor da escola responsabilizou o despreparo pedagógico dos seus auxiliares e acusou, especialmente, o professor José [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11644" aria-describedby="caption-attachment-11644" style="width: 208px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-11644" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg" alt="" width="208" height="208" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg 640w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11644" class="wp-caption-text">Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Os principais coadjuvantes do diretor da Escola na tarefa de aplicação das penas disciplinares eram o professor José Luiz de Mesquita e os funcionários Antônio Leite Ramalho, Octaciano Correia da Silva e José Eliodoro Correia.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua defesa, o diretor da escola responsabilizou o despreparo pedagógico dos seus auxiliares e acusou, especialmente, o professor José Luiz de Mesquita, eximindo-se da responsabilidade e fazendo um veemente discurso de enaltecimento da Pedagogia Moderna: “Difícil a um diretor, poder ver e corrigir tudo, no devido tempo, daí muitas vezes haver carência ou excesso, em vários casos, não devido a má fé dos servidores, pois grande número destes, embuidos [sic] no cumprimento de uma ordem, dão a esta um caráter inflexível, quando não podemos aplicar princípios rígidos a um corpo social. Daí não podermos ser inflexíveis àqueles que, pela falta de conhecimento psico-pedagógico, erraram. Trabalhamos numa comunidade de Educação Rural, onde todo elemento é um educador, quer pelos seus atos particulares (indo até a esfera doméstica) quer, por seus atos públicos. A escola já mantém um grande número de servidores com capacidade para a função, mas há outros que não receberam os princípios indispensáveis a um educador.” Os estudos que se dedicam a discutir o problema da violência escolar no Brasil têm crescido muito, porém privilegiando sempre os problemas que dizem respeito a “disseminação das várias formas de criminalidade, delinqüência e práticas de justiça extra-legal nas regiões urbanas” (SPOSITO, 2001: 85). A violência corrente na vida social é também uma das práticas sociais presente no interior da escola. O fenômeno “exprime, em grande parte, aspectos da crise e da mutação das formas como se desenvolve a sociabilidade e os processos de socialização no mundo” (SPOSITO, 2001: 86). São agressões e ameaças que cotidianamente envolvem alunos e professores.</p>
<p style="text-align: justify;">São expressões dos mecanismos sociais de transgressão e indisciplina. Mecanismos que, ao longo da segunda metade do século XX propiciaram uma mudança do perfil das práticas de violência no interior das instituições de ensino. Se ao longo da primeira metade do século passado, do mesmo modo que naqueles que o antecederam, eram vistas como naturais as formas de violência física das quais se revestia o exercício da autoridade pedagógica, ao longo dos dois últimos quartéis do século XX, as teorias herdeiras do pensamento pedagógico científico que marcou o pensamento educacional a partir do final do século XIX, condenaram com muita veemência as posturas docentes autoritárias, ao mesmo tempo em que a instituição escolar foi invadida pela violência que chegava a partir das ruas. Cada vez mais, o exercício da violência física no interior da escola passava a ser quase um monopólio dos estudantes contra a instituição e os seus professores. Não é preocupação deste texto analisar as causas desse tipo de inversão como também estabelecer em relação a tal processo qualquer juízo de valor. O fato é que estudos especializados a respeito de tal problema demonstram que essas práticas de violência nos dias atuais atemorizam “educadores, pais e demais profissionais da área da educação” (SPOSITO, 2001: 85).</p>
<p style="text-align: justify;">BIBLIOGRAFIA</p>
<p style="text-align: justify;">BOTO, Carlota. 1998. “Ler, escrever, contar e se comportar: a escola primária como rito do século XIX português”. In: SOUSA, Cynthia Pereira de; CATANI, Denice Bárbara. Práticas educativas, culturas escolares, profissão docente. São Paulo, Editora Escrituras. P. 161-169. CARVALHO, Marta Maria Chagas de. 1998. “Por uma história cultural dos saberes pedagógicos”. In: SOUSA, Cynthia Pereira de; CATANI, Denice Bárbara. Práticas educativas, culturas escolares, profissão docente. São Paulo, Editora Escrituras. P. 31-40. FORTES Neto, José Bonifácio. Queixa crime e maltratos funcionais. Sã Cristóvão, 29 set. 1953. Arquivo Geral de Poder Judiciário do Estado de Sergipe, Cx. 48. JULIA, Dominique. 2001. “A cultura escolar como objeto histórico”. In: Revista Brasileira de História da Educação. Campinas, Editores Associados, n. 1, jan/jun. P. 9-43.</p>
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