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	<title>Arquivo para teatro - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para teatro - Só Sergipe</title>
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		<title>Obras do Tobias Barreto e Centro de Convenções: quando serão entregues ao povo sergipano?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2019 13:34:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem passa, como eu, frequentemente pela frente das edificações do Teatro Tobias Barreto (TTB) e do Centro de Convenções fica sempre perguntando: quando terminarão estas obras de reformas? A primeira não tem placa com valor da obra, nem prazo para terminar. Apenas nome da empresa, dados dos responsáveis técnicos e a informação de que está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14638" aria-describedby="caption-attachment-14638" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes.jpg"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-14638" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-14638" class="wp-caption-text">Valtênio Paes</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Quem passa, como eu, frequentemente pela frente das edificações do Teatro Tobias Barreto (TTB) e do Centro de Convenções fica sempre perguntando: quando terminarão estas obras de reformas? A primeira não tem placa com valor da obra, nem prazo para terminar. Apenas nome da empresa, dados dos responsáveis técnicos e a informação de que está sendo “executada de acordo com Protocolo de Intenção celebrado entre Governo de Estado de Sergipe e a CELSE- Centrais Elétricas de Sergipe”. Já a segunda, com recursos de R$19.314.300,42, constam os dados com data de conclusão para 02.06.2019. No entanto, o prazo venceu e a obra não foi concluída.</p>
<p style="text-align: justify;">Concernente ao Teatro Tobias Barreto, único de grande porte em Sergipe, deixa o povo de nosso Estado privado do espaço para a prática da arte sem qualquer justificativa pública. Tão pouco, não se explica as condições deste “Protocolo de Intenção”. Se o bem é público nada mais justo que a transparência prevaleça. Atente-se para a lentidão, além de não expor valores, origem e contrapartidas dos recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Aceitar justificativa de que teatro não é para o povo, e como tal, não tem pressa “é conversa para boi dormir” porque em Buenos Aires, a capital da leitura, facilmente encontra-se mendigos praticando a leitura. Em Bogotá, anualmente, acontece festival de música clássica com participação popular, logo, o povo gosta de arte. Falta aqui quem a proporcione.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisa-se oferecer qualidade e quantidade para o bem do fortalecimento da cultura,  porque povo sem valorização da cultura é povo sem alma e sem autoestima, entregue ao consumismo descartável. Ademais, a Lei de Diretrizes e Bases do ensino brasileiro, nos parágrafos segundo e sexto do artigo 26, também determina que seja trabalhado o teatro nas escolas públicas e particulares.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Duas obras vizinhas demonstram muito bem o zelo dos nossos gestores pelo tema. Povo e escola sem teatro é apenas opção dos nossos gestores. Lastimável!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Valtênio Paes de Oliveira </strong>colabora quinzenalmente, às segundas-feiras<strong>. </strong>Ele é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
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		<title>Procon realiza I Congresso Sergipano de Direito do Consumidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 12:28:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Coordenadoria Estadual de Defesa do Consumidor (Procon Estadual) realiza, de 12 a 14 de novembro, em Aracaju, o I Congresso Sergipano de Direito do Consumidor,  com o tema “O Direito do Consumidor e sua garantia constitucional”, que  que vai reunir os principais especialistas de renome nacional, em torno do tema. O Procon Estadual disponibilizou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Coordenadoria Estadual de Defesa do Consumidor (Procon Estadual) realiza, de 12 a 14 de novembro, em Aracaju, o I Congresso Sergipano de Direito do Consumidor,  com o tema “O Direito do Consumidor e sua garantia constitucional”, que  que vai reunir os principais especialistas de renome nacional, em torno do tema. O Procon Estadual disponibilizou 500 vagas para toda sociedade  e as inscrições podem ser feitas na sede do Procon, na praça Camerino, 500, das 7 às 13 horas.</p>
<figure id="attachment_10047" aria-describedby="caption-attachment-10047" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-10047" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/andrews-mathws-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><figcaption id="caption-attachment-10047" class="wp-caption-text">Andrews Mathews, do Procon: evento importante</p>
<p></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O congresso será realizado no Teatro Tiradentes, no centro da cidade, e abertura acontecerá às 20 horas, do dia 12 com uma palestra do juiz de Direito, Manuel da Costa Neto.  O evento prossegue na dia 13 com mais cinco palestras, e no dia 14 mais outra seis. Para o coordenador estadual do Procon, Andrews Mathews, “o evento reúne  os mais renomados profissionais e o público interessado nas mudanças que vem acontecendo no Brasil e no mundo em matéria de Direito do Consumidor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Até agora, 130 pessoas já se inscreveram para o evento. As inscrições, que são gratuitas prosseguem até o dia do evento. Os interessados podem buscar maiores informações pelo telefone: 79.3211.3383.</p>
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		<title>Estudante de Sergipe é aprovada na Escola do Teatro Bolshoi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 15:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pequena Emily Victoria Correia, 10 anos, estudante do colégio São Lucas, localizado no conjunto Marcos Freire II, em Nossa Senhora do Socorro, foi aprovada na seleção da Escola do Teatro Bolshoi, considerada a maior instituição de dança do mundo. O processo seletivo envolveu mais de 5.800 inscritos e Emily está entre os 48 aprovados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A pequena Emily Victoria Correia, 10 anos, estudante do colégio São Lucas, localizado no conjunto Marcos Freire II, em Nossa Senhora do Socorro, foi aprovada na seleção da Escola do Teatro Bolshoi, considerada a maior instituição de dança do mundo. O processo seletivo envolveu mais de 5.800 inscritos e Emily está entre os 48 aprovados de todo o país e será bolsista no Curso de Dança Clássica da escola, que tem a filial em Joinville, Santa Catarina. Depois de uma semana de testes no Sul do Brasil, a estudante chega a Aracaju na próxima sexta-feira, 26.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">Emily faz balé no Colégio São Lucas, onde estuda desde a sua infância. Para a proprietária da escola, Vera Lúcia Santos, a aprovação da aluna é uma grande conquista para todos. “Estamos muito felizes com a aprovação da Emily. Ela estuda no colégio desde o infantil e sempre mostrou ter talento para o balé. Ela se inscreveu no processo seletivo da Bolshoi e a professora de balé da escola, a Rayssa Dias, fez um treinamento diferenciado com ela, focado na seleção. Emily se saiu muito bem em todas as etapas e foi aprovada. Emily, com certeza, terá um futuro brilhante na dança”, garante.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;success&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Além de Emily, outros dois estudantes do São Lucas também se inscreveram no processo seletivo. A aluna Gabrielle Alves Batista, 11 anos, chegou até a penúltima etapa da seleção, mas não foi aprovada. O outro aluno não deu continuidade ao processo por motivos pessoais. &#8220;O Colégio São Lucas valoriza o esporte e investe na arte, então ver três alunos participarem do processo seletivo mais concorrido do mundo é uma alegria muito grande para nós. A aluna Gabrielle não foi aprovada, mas também é uma vencedora, pois chegou quase ao final do processo. Parabéns as duas e estamos muito orgulhosos”, afirma Vera.<u></u><u></u></p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Ela completa dizendo ainda que colégio tem uma proposta diferenciada para o balé e, inclusive, realiza uma vez por ano um grande espetáculo no Teatro Atheneu com todos os alunos de balé do São Lucas. “Hoje, a escola tem mais de cem alunos no balé, de dois a 16 anos, e oferecemos aos estudantes um balé completo. Por isso, ter uma aluna aprovada na Bolshoi é motivo de muita alegria e a realização de um sonho”, conclui a proprietária do colégio.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">Bolshoi no Brasil<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;">Instalada na cidade de Joinville, desde 15 de março de 2000, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, é a única filial no mundo do Teatro Bolshoi de Moscou. O Bolshoi Brasil é um grande celeiro de talentos, tanto que 72% dos bailarinos formados atuam no mercado mundial da dança.<u></u><u></u></p>
<p style="text-align: justify;"><u></u> <u></u></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>PRÁTICAS CULTURAIS NA ARACAJU DO SÉCULO XX</title>
		<link>https://teste.sosergipe.com.br/praticas-culturais-na-aracaju-do-seculo-xx/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 May 2018 15:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(*) Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento Ítalo Calvino nos ensina que “de uma cidade, nós não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas” (Cf. CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. Tradução Diogo Mainardi. São Paulo, Companhia das Letras, 1990. p. 44.). É exatamente o de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(*) Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento</strong></p>
<figure id="attachment_11644" aria-describedby="caption-attachment-11644" style="width: 254px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-11644" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg" alt="" width="254" height="254" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/05/jorge-carvalho.jpg 640w" sizes="(max-width: 254px) 100vw, 254px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11644" class="wp-caption-text">Professor Jorge Carvalho do Nascimento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Ítalo Calvino nos ensina que “de uma cidade, nós não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas” (Cf. CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. Tradução Diogo Mainardi. São Paulo, Companhia das Letras, 1990. p. 44.).</p>
<p style="text-align: justify;">É exatamente o de formular algumas perguntas à cidade de Aracaju o propósito desta reflexão. Interessa pensar o seu processo de urbanização, as suas formas, a sua intensidade e as suas peculiaridades. Compreender o conjunto de relações sociais, práticas culturais e educativas estabelecidas no espaço urbano da capital do Estado de Sergipe, a partir das suas primeiras manifestações na metade dos anos 50 do século XIX, quando a cidade foi fundada por Inácio Barbosa para ser a capital da Província até adquirir a sua condição atual de metrópole conturbada.</p>
<p style="text-align: justify;">Um espaço seletivo, no qual as diferentes áreas, cada um dos bairros possui equipamentos urbanos distintos, algumas regiões guardando práticas que nem sempre são condizentes com os hábitos sociais mais contemporâneos. Cada espaço com características próprias ao processo da sua expansão, com múltiplas variações de uso urbano nas relações entre as pessoas e o espaço gerando frequentes conflitos. A luta pelo domínio do uso do solo da cidade é parte desses conflitos, importantes no processo de formação da estrutura urbana e na visão incorporada pelos indivíduos que assumem o poder, criando e recriando o espaço urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">As condições ambientais são também determinantes do comportamento humano no espaço da cidade. A existência de rios, as áreas litorâneas, os espaços de preservação florestal, a implantação de rodovias, condições de saneamento, distribuição de energia elétrica são elementos considerados nos conflitos que têm o domínio do espaço urbano como foco. Essa diferenciação urbana forma guetos, com muitas áreas deprimidas pela pobreza. Mas estabelece ainda um outro tipo de gueto. Aqueles destinados às pessoas de renda mais alta, os condomínios fechados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse processo desigual, o Estado tem buscado regular o uso do espaço, através de um ordenamento legislativo no qual esses conflitos ganham força de modo especial. Esse tipo de ação integra-se a todo um contexto que produz necessidades educacionais, sanitárias, de abastecimento, de lazer, de transporte, de controle social – elementos indispensáveis à manutenção da ordem vigente. Tudo enfim que se pode entender por urbanização. A aceleração do ritmo da vida social urbana é parte visível desse processo que se confunde com o da vida das pessoas na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade que Inácio Barbosa fundou, cresceu. E com ela os horizontes e utensilagens mentais dos seus habitantes. Cerca de um século após a sua fundação era possível verificar em Aracaju, na década de 50 do século XX, um intenso movimento cultural. “Reuniões. Encontros. Debates. Ora nos colégios, ora nas residências, ora nos cafés Central e Ponto Chique. Jornais. Revistas. Conferências. Eram cultivados os corais, o balé clássico e o canto lírico. Havia um Centro de Cultura ativo e operante. Uma palestra, por semana, em casa de cada associado. A Academia Sergipana de Letras era muito frequentada em reuniões festivas, quando da posse de um novo acadêmico. A revista Renovação, de Maria Rita, enchia a vaidade da província, publicando, generosamente, crônicas e poesias, de bom e mau quilates” (Cf. CABRAL, Mário. “Aracaju cultural em 1940”, in Revista da Academia Sergipana de Letras. Aracaju, Nº 27, Março 1980.p. 53.).</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro pintado pelo cronista Mário Cabral mostra uma cidade culturalmente ativa, descrevendo a circulação de revistas como Alvorada, Estudos Sergipanos e Renascença; jornais, como Correio de Aracaju, Sergipe Jornal, Diário de Sergipe, A Cruzada, A República, O Estro, O Eco e O Nordeste; a Rádio Difusora era outro importante veículo de divulgação da formação da mentalidade dos aracajuanos, do mesmo modo que espaços de lazer como o Cinema Rio Branco – palco de grandes eventos do teatro brasileiro; grupos de teatro amador, como Os Nossos, Jhalf Pran e O Paulistano e seu Teatro; teatrólogos, como Alfredo Gomes, Raimundo Oliveira, Paulo Barreto, Flora do Prado Maia, José Carlos da Costa Farias e Severino Uchoa; os saraus musicais.</p>
<p style="text-align: justify;">Atores, a exemplo de Fernando França, Waldemar Prudente, Grossi Missano, Ednaldo Rezende, Neide Albuquerque e Violeta Andrade; os jornais falados; jornalistas, como João Batista de Lima e Silva, Paulo Costa, Ómer Mont’Alegre, Joel Silveira, Junot Silveira e Zózimo Lima e a sua coluna “Variações em Fá Sustenido”; cronistas sociais como Chico de Baim – um dos divulgadores do gênero jornalístico crônica social entre nós-, Heitor Teles – popularizador da crônica social nos jornais.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornalistas esportivos, como Martins Peralva – que revolucionou a crônica esportiva sergipana – e Isaac Zukerman; costureiros, como Otávio Soares o primeiro produtor de moda para as elites sergipanas, campo tradicionalmente dominado pelas mulheres; pianistas, como Carlos Rubens e Carlos Dantas; violonistas, como Carnera, João Moreira e Antônio Emílio; artistas plásticos como Florival Santos, Autran Santana, Inácio Oliveira, Álvaro Santos e Jenner Augusto; cantores populares, como João Melo, Humberto Araújo e Antônio Garcia.</p>
<p style="text-align: justify;">Clubes, a exemplo do Recreio Clube; bares, como o Café Central e o Bar Apolo; colégios, como o Atheneu Pedro II; a circulação de livros, como Lírica, de Garcia Rosa, Espelho Interior e Ilha Selvagem, de Passos Cabral;  Evangelho de um triste, de Artur Fortes; Caderno de Crítica, Espelho do Tempo, Caminho da Solidão; Roteiro de Aracaju e Crítica e Folclore, de Mário Cabral; Os Corumbas e Rua do Siriri, de Amando Fontes; A Catedral de Ouro e Sob o olhar malicioso dos trópicos, de Barreto Filho; Vidas Perdidas e Advogados, de Carvalho Neto;  O Problema Açucareiro em Sergipe, de Orlando Dantas;  Folclore da Cachaça, Cancioneiro de Sergipe e Contribuição ao Estudo de Aracaju, de José Calasans.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvimento Urbano de Aracaju, de Fernando Porto; Deus é Verde, de Jorge Neto; Vila de Santa Luzia, de Ómer Mont’Alegre; Letras Vencidas e Cajueiro dos Papagaios, de Garcia Moreno; Cidade Subterrânea, de Santo Souza; Dialética do Amor, de Ariosvaldo Figueiredo; Berço de Angústia, de Núbia Marques; Jackson de Figueiredo, de José Amado Nascimento; Poema da Noite, de Eunaldo Costa; Minha Gente, de Clodomir Silva; a grande casa editora que era a Livraria Regina.</p>
<p style="text-align: justify;">Estádios de futebol como o Adolfo Rollemberg; as grandes equipes de futebol como o Sergipe, o Cotinguiba, o Confiança. O espaço natural do meio ambiente continuava cercado, ainda, por coqueiros, melancias e caranguejos.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas, os fatos, as instituições os lugares, enfim, a criação humana na cidade nos mostra que o espaço urbano é o espaço dos olhares. Tudo está contido num emaranhado de ruas, praças, igrejas, edifícios, a movimentação das pessoas, um mundo de muitas tarefas. Tarefas assumidas anonimamente por todos e por cada um no contexto dos objetos, das cores, das luzes e das formas da cidade. Espaço que se antagoniza ao do campo, ao da vida rural, de ritmo lento e modorrento.</p>
<p style="text-align: justify;">Visão na qual estão calcadas as construções interpretativas da cidade feitas por memorialistas, poetas, romancistas, sociólogos, urbanistas, economistas e historiadores. Os viajantes foram os primeiros grandes apaixonados pelas cidades, pela tentativa de compreendê-las. Eles deixaram longas descrições. Trataram dos lugares, dos bairros, das transformações, do traçado urbano, das edificações e da paisagem humana. Mesmo quando as impressões que lhes ficaram não foram muito agradáveis, trataram das más impressões, das hostilidades ambientais, da irregularidade do traçado urbano.</p>
<p><strong>(*)</strong> Jorge Carvalho é ex-secretário estadual de Educação e professor aposentado da Universidade Federal de Sergipe</p>
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